Digibee redefine a integração de software para a era da IA e comprova resultados 32x mais rápidos

Digibee redefine a integração de software para a era da IA e comprova resultados 32x mais rápidos

Nova plataforma da empresa foi desenvolvida para responder ao aumento da complexidade trazido pela inteligência artificial e combina Digital Workers especialistas em integração com fluxos determinísticos e agênticos

A inteligência artificial prometeu acelerar o desenvolvimento de software, automatizar processos e ampliar a produtividade das empresas. Ao mesmo tempo, a popularização da tecnologia também criou um novo desafio para as organizações: conectar aplicações, dados, agentes de IA e sistemas legados de forma segura, escalável e governada. Quanto mais agentes são criados, maior se torna a necessidade de integração. Para responder a esse desafio, a Digibee anuncia a redefinição de sua plataforma e apresenta ao mercado uma arquitetura AI Native, concebida para transformar a maneira como grandes empresas realizam integrações corporativas.

Hoje, segundo pesquisas do Gartner, 30% dos líderes de TI acreditam que integrar a IA aos processos de trabalho diários é uma das principais barreiras para o desenvolvimento amplo de assistentes de inteligência artificial. Ao mesmo tempo, os fluxos que mantêm o negócio de pé (como pagamentos, pedidos, reconciliação e relatórios de compliance) são cada vez mais críticos, executando tarefas repetidas sem falhas e de forma auditável. O resultado é uma pressão sem precedentes: de um lado, os pedidos de integração crescem mais rápido que os times, enquanto o tamanho dos times permanece estável e a liderança crê que a solução está na IA.

Responsável por processar mais de 8 bilhões de eventos por mês, a Digibee lança sua arquitetura AI Native para apoiar equipes de tecnologia nesse cenário. A iniciativa representa a maior evolução da companhia desde a fundação, em 2017, e reconstrói a arquitetura da plataforma em vez de simplesmente adicionar recursos de IA.

Segundo os primeiros testes com parceiros-piloto, o resultado é uma plataforma capaz de ampliar em até 32 vezes a capacidade das equipes de integração, reduzindo o tempo de execução de projetos que antes levavam meses para serem concluídos.

“A inteligência artificial não reduziu o backlog de integrações, mas multiplicou sua necessidade. Cada agente que uma empresa constrói precisa de acessos seguros e governados para sistemas que nunca foram desenhados para esse tipo de tecnologia”, diz Rodrigo Bernardinelli, CEO e cofundador da Digibee. “Na era da IA, vencerão as empresas cujos times de integração podem entregar soluções na velocidade que o negócio espera, sem deixar de lado a confiabilidade que todo negócio sempre demandou.”

Só usar IA não basta

Nos últimos anos, ferramentas como Copilot, Claude Code e Codex transformaram o desenvolvimento de software, mas também expuseram o limite estrutural das integrações em grandes empresas.

Apesar de serem capazes de produzir código, as soluções de mercado de IA não são capazes de cuidar do trabalho das integrações, que requerem infraestruturas como lógica de repetição, gerenciamento de credenciais, monitoramento e informações auditáveis. Se à primeira vista a solução pode parecer similar, as falhas podem custar muito às empresas ao longo do tempo.

“A inteligência artificial não vai resolver todos os problemas das organizações”, diz Peter Kreslins, CTO e cofundador da Digibee. “Se as empresas tentarem usar IA para resolver cada tarefa necessária, a conta não vai fechar. O uso indiscriminado de agentes pode criar riscos inaceitáveis ao negócio – e as organizações não podem pagar o preço da criação de código descontrolada, de controles de acesso frágeis ou da crescente dependência de conhecimento institucional sem documentação.”

Uma plataforma pensada para a era da IA

A Digibee passou o último ano reconstruindo sua plataforma em torno de uma pergunta: “como seria uma plataforma de integração se ela fosse iniciada do zero hoje?”. A resposta está na combinação de fluxos de trabalho agênticos e determinísticos. A arquitetura AI Native da Digibee permite que times de tecnologia construam o portfólio completo de soluções modernas de integração – desde integrações clássicas com APIs até automações com fluxos agênticos e ferramentas conectadas via protocolo MCP, permitindo que agentes acessem ferramentas e sistemas de forma controlada, sem compartilhá-lo com outros LLMs ou clientes.

A nova arquitetura da Digibee permite que a plataforma selecione o modelo mais adequado para cada tarefa – incluindo iterações que ainda não foram lançadas no mercado. Tarefas críticas e altamente previsíveis continuarão a ser feitas por meio de processos determinísticos, enquanto atividades que requerem interpretação e raciocínio serão conduzidas por agentes de IA. Essa combinação permite que as organizações se beneficiem do estado da arte da tecnologia sem sacrificar a previsibilidade que o ambiente corporativo requer.

A arquitetura combina três grandes elementos

Na operação, o comando fica com os Digital Workers da Digibee. São agentes de IA especializados em integração para grandes empresas, treinados com base nas melhores práticas da companhia ao longo de quase uma década de existência. Para funcionar, os Digital Workers conversam com os usuários com a expertise de consultores de integração, discutindo temas como gerenciamento de erros, casos de fronteira e trade-offs, em vez de esperar prompts perfeitos.

No ambiente, a plataforma AI Native parte de conectores validados e componentes determinísticos para gerar a lógica de integração, em vez de criar código livremente. Tudo que é construído pelos Digital Workers passa por guardrails de sistema, gerenciamento de credenciais, monitoramento e escala automática.

No desenvolvimento, a plataforma parte de especificações que documentam o que cada integração deve fazer. Em vez de depender apenas de prompts, cada conversa com os agentes se transforma em documentação rastreável, auditável e capaz de compor a memória organizacional. Além de segura, a abordagem também escala com o tempo: cada integração construída faz com que a próxima seja construída mais rápido, sem que o conhecimento se perca quando um membro do time deixa a companhia.

“É fácil saber se uma plataforma é realmente nativa da inteligência artificial: pergunte aos fornecedores de tecnologia se eles redesenharam suas plataformas para a era dos agentes ou se só criaram um chatbot”, diz Bernardinelli. “Reconstruímos a Digibee para que a IA seja capaz de dar às empresas a velocidade de que precisam, enquanto a plataforma oferece todos os pontos necessários para que uma integração seja confiável: governança, observabilidade e uma especificação abrangente para o controle humano. Mais do que pesquisar modelos de dados ou desenhar fluxos de trabalho à mão, os engenheiros dos nossos clientes podem focar na estratégia.”

Nove meses para repensar a engenharia

Mais do que incorporar modelos de inteligência artificial à plataforma, o projeto exigiu repensar a própria forma como os sistemas de integração são construídos e operados. Ao longo do desenvolvimento, a equipe revisou componentes da arquitetura, descartou abordagens que não entregavam os níveis necessários de confiabilidade e adaptou a plataforma para que os Digital Workers pudessem interpretar informações técnicas de maneira mais eficiente.

Um dos exemplos mais emblemáticos foi a substituição de interfaces desenhadas para interação humana por estruturas mais adequadas ao processamento automatizado, privilegiando dados estruturados, logs e outros elementos capazes de ampliar a precisão e a rastreabilidade das operações. “Durante o desenvolvimento da plataforma, percebemos rapidamente que não bastava adaptar interfaces criadas para pessoas. Os Digital Workers precisavam consumir informações de outra forma. Em muitos casos, os logs eram muito mais ricos do que a própria interface visual para orientar a tomada de decisão do agente”, destaca Kreslins.

Essa experiência também orientou uma escolha estratégica: oferecer aos clientes uma plataforma pronta para uso, evitando que organizações precisem construir e manter internamente estruturas complexas de IA para integração. Além do investimento inicial, esse modelo elimina a necessidade de acompanhar continuamente a evolução dos modelos, ajustar prompts, realizar testes e manter mecanismos de governança e observabilidade.

“Na era da IA, muitas empresas podem optar por construir seus sistemas dentro de casa, com ajuda dos modelos de linguagem”, afirma Kreslins. “Por outro lado, queremos oferecer uma opção segura, experiente e com alto grau de replicabilidade. Além disso, é preciso considerar também o custo oculto de desenvolvimento, manutenção, otimização e atualização contínua dos modelos.”

Outro benefício da iniciativa está no modelo comercial. Em vez de expor as empresas ao consumo bruto de tokens de diferentes modelos e fornecedores, a Digibee passa a mensurar a atividade dos Digital Workers por meio das Reasoning Units, em que o cliente não precisa administrar uma estratégia própria de modelos para equilibrar custo e capacidade. Cabe à plataforma selecionar o modelo mais adequado para cada tarefa, simplificando para o cliente a gestão desse consumo por meio de uma única métrica.

O modelo também estabelece uma capacidade mensal que pode ser acompanhada pelas organizações. Conforme as funcionalidades disponibilizadas no lançamento, ela também poderá ser distribuída entre projetos, equipes ou usuários. A lógica permite que a empresa planeje a capacidade de integração sem se preocupar com quais modelos estão sendo usados pelos Digital Workers.

A apresentação da plataforma AI Native marca uma nova etapa na trajetória da empresa, que iniciou sua história oferecendo infraestrutura cloud native para integração corporativa e agora passa a posicionar a inteligência artificial como elemento central de sua estratégia. A expectativa da companhia é que, nos próximos anos, os Digital Workers se tornem parte da rotina das equipes de integração, permitindo que profissionais atuem cada vez mais como arquitetos e supervisores dos processos, enquanto tarefas operacionais passam a ser executadas de forma autônoma pelo sistema.

“Com a nossa plataforma AI Native, vamos mudar a natureza do trabalho dos times de tecnologia. Eles poderão deixar a execução para focar em estratégia e supervisão, colaborando com Digital Workers por uma metodologia comprovada para garantir alinhamento estratégico e entregas de qualidade”, diz Bernardinelli. “Cada vez mais, queremos atuar como a camada de conectividade e de automação que as empresas precisam para funcionar na era da IA. Somos a fundação que dá acesso, controle, governança, auditoria e garante que os agentes vão operar em cima de dados e processos corretos”, finaliza.

Sobre a Digibee

Fundada em 2017, a Digibee lidera a transição do mercado tradicional de iPaaS para um modelo de orquestração de agentes de IA. A empresa é reconhecida como a principal infraestrutura estratégica para rodar agentes de inteligência artificial em produção com segurança, governança, acuracidade e escala.

A empresa já recebeu mais de US$ 90 mi em investimentos, incluindo aportes do SoftBank Latin America Fund, Goldman Sachs Asset Management e Vivo Ventures. Em 2025, a empresa concluiu a aquisição da norte-americana Vertify, visando ampliar sua operação internacional. Além do Brasil, a Digibee também atua nos EUA.

Para mais informações: https://www.digibee.com

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