Cacau Vezaro realiza ensaio com Miss Curitiba

Cacau Vezaro realiza ensaio com Miss Curitiba

Fugir dos catálogos de moda e apresentar as peças em combinações que agradem as curitibanas. Este foi o principal conceito utilizado no mais recente ensaio fotográfico da Cacau Vezaro Fashion Boutique.

Sob o comando da empresária Claudia Vezaro, a multimarcas oferece modelos que atendem aos mais variados estilos e biótipos femininos. Foi ela que inseriu no mercado curitibano o conceito de democratizar a moda, acreditando que toda mulher deve sentir-se bonita e com a autoestima elevada independente dos padrões de beleza impostos pela sociedade.

A escolhida para posar para este belíssimo ensaio foi Rafaela Torres, Miss Curitiba 2014. As fotos foram realizadas no início de fevereiro e poderão ser visualizadas nas redes sociais da loja e na mídia em geral. Em destaque nas imagens, peças da coleção verão Cacau Vezaro que estão com descontos especiais de 50% e possuem numerações do 36 ao 48. Para a nova coleção outono/inverno, Claudia pretende aumentar a grade de tamanhos nobres (a partir do 46), sempre com peças que aliam bom gosto e ótimo caimento. A produção dos cabelos foi realizada pela hairstylit Isabel Favoretto e a maquiagem por Mariela Ferreira.

A Cacau Vezaro Fashion Boutique está localizada na Rua Holanda, 719 – Boa Vista. Informações: (41) 3156.3567 e através da fanpage www.facebook.com/cacauvezaro

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Acupuntura melhora qualidade de vida de pets

Acupuntura melhora qualidade de vida de pets 

Terapia milenar ajuda os bichinhos em casos de doenças crônicas, traumas de acidentes, além de relaxar e promover mais saúde, sem o uso excessivo de remédios 

Os benefícios da acupuntura na saúde e qualidade de vida já são conhecidos há muito tempo. Recentemente, a técnica deixou de ser exclusividade dos humanos. A acupuntura em animais de estimação tem atraído cada vez mais novos adeptos, a fim de promover melhoras em quadros clínicos de pets, com técnicas não invasivas.

Segundo a veterinária Nathalia Castro, da clínica Vet Energy, em Curitiba, a acupuntura em animais, assim como em humanos, visa estimular o próprio organismo a melhorar seu funcionamento. “Isso leva o organismo ao equilíbrio, por meio de aplicação de agulhas em pontos específicos no corpo. Está comprovado que o estímulo pela acupuntura pode liberar endorfinas e neurotransmissores, aumentando assim a produção de neurotransmissores e neuro-hormônios”, explica Nathalia.

A acupuntura é aplicada no tratamento de diversas doenças ou sintomas nos animaizinhos, já que apresenta efeito analgésico, anti-inflamatório e relaxante muscular, sendo indicada em casos de displasias, hérnias de disco, luxações, paraplegias, tetraplegias, convulsões, problemas hormonais, dermatológicos, comportamentais, sequelas de cinomose, entre outras.

De acordo com a veterinária da Vet Energy, a acupuntura em animais proporciona maior qualidade de vida. “Melhorando a qualidade de vida do bichinho, automaticamente aumenta a expectativa de vida dele. Além disso, a diminuição da necessidade de usar remédios é notória, assim como o aumento da vitalidade e energia”, reforça Nathalia. 

Serviço:

Vet Energy – Clínica de Reabilitação Animal e Pet Shop

Rua Floriano Essenfelder, 153 – Alto da Glória – Curitiba

www.vetenergy.com.br

Fone: (41) 3018-5727

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Instituto paranaense participa de expedição de resgate de peças do navio Kasato Maru

Instituto paranaense participa de expedição de resgate de peças do navio Kasato Maru

Termo de cooperação internacional será assinado entre o Instituto Tecnológico e Ambiental do Paraná e a Sociedade Geográfica da Rússia em 16 de fevereiro. Navio trouxe os primeiros imigrantes japoneses ao Brasil e está submerso em águas russas desde 1945

Nesta terça-feira (16), o Instituto Tecnológico e Ambiental do Paraná - ITAPAR e a Sociedade Geográfica da Rússia - SGR (Russian Geographical Society) assinam termo de cooperação técnica e científica para realização da Expedição Científica Kasato-Maru, o navio que, em 1908, trouxe para o Brasil os primeiros imigrantes japoneses, e afundou em águas russas em agosto de 1945, após ser bombardeado por aviões russos. Além do resgate das peças da embarcação (âncoras, sino, leme, timão e demais artefatos), serão feitas pesquisas que envolverão questões como aquecimento global, biologia marinha, estudo da zona de mistura rio-mar e análise de lagos vulcânicos. A assinatura do termo acontecerá via Skype entre o presidente do ITAPAR, Acef Said, Aleksandrov D.G. e Sergey M. Fazlullin, respectivamente diretor executivo e vice-presidente, da Sociedade Geográfica da Rússia, e Yuriy Mozgovoy, primeiro secretário da SGR, representado o embaixador da Federação da Rússia no Brasil, Sergey Akopov, a partir das 11h30, na sede do Instituto (Rua Ângelo Sampaio, 1564), no bairro Batel em Curitiba. 

A expedição 

De acordo com o presidente do ITAPAR, a sua participação e início das tratativas para a realização do resgate de peças do Kasato-Maru começaram em 2011 junto ao governo da Federação da Rússia. Em 2013, "recebemos oficialmente a primeira autorização para os projetos necessários. Em abril de 2015, o governo do Paraná e o Senado Federal manifestaram-se favoravelmente a respeito e formalizou-se o pedido, entregue pessoalmente ao embaixador russo Sergey Akopov. Dois meses depois, a Embaixada da Federação da Rússia emitiu nota oficial endereçada ao Ministro da Cultura do Brasil informando que o ITAPAR seria a única instituição autorizada a fazer a expedição", explicou Acef Said. 
O governo da Rússia designou a Sociedade Geográfica da Rússia, instituição tem 170 anos de existência e é uma das maiores do mundo, para coordenar os trabalhos de resgate. Acef Said esclarece que os mergulhadores e demais técnicos envolvidos serão exclusivamente russos. A expedição contará também com professores e alunos de universidades russas e brasileiras e tem apoio de diversas entidades representativas, dentre elas, a Câmara de Comércio Brasil Japão. 

Cronograma dos trabalhos

Acef Said informa que, em maio deste ano, será realizada uma expedição precursora, com a finalidade de avaliar o local do acampamento base de mergulho e geolocalização exata do navio, bem como a contratação de técnicos, tripulação, equipe de resgate de emergência e demais equipamentos de campo. Em julho e agosto, ocorrerá o resgate das peças. Entre setembro e dezembro, as peças resgatadas serão catalogadas, certificadas e remetidas ao ITAPAR no Porto de Paranaguá. 
As peças percorrerão o Brasil em exposições itinerantes. Uma delas poderá ser destinada ao governo japonês para ficar exposta definitivamente no Porto de Kobe, local de partida dos primeiros imigrantes. Acef coloca que o país abriga a maior população de descendentes japoneses fora do Japão.

O navio

O navio foi construído na Inglaterra (Liverpool) a pedido do Governo Russo, em 1900. Primeiramente, se chamou Potosi e depois Kazan. Foi utilizado como navio-hospital durante a Guerra Russo-Japonesa. No final do conflito bélico, foi capturado pela marinha do Japão e adaptado para ser um navio de passageiros, transportando soldados que regressavam do combate na Manchúria, já com o nome de Kasato Maru. Em seguida, passou a ser utilizado para transporte de imigrantes japoneses. Em 1908, trouxe o primeiro grupo oficial de imigrantes japoneses para o Brasil. A viagem começou no Porto de Kobe e terminou 52 dias depois no Porto de Santos. Vieram 165 famílias (781 pessoas) que foram trabalhar nos cafezais do oeste paulista. 
Depois de algum tempo, Kasato Maru foi transformado em navio cargueiro e ainda voltou ao Brasil uma segunda e última vez, em 1917, transportando cargas. Em 1942, foi requisitado pela Marinha Imperial do Japão e passou a fazer parte da esquadra japonesa na Segunda Guerra Mundial como navio de apoio.
No dia 9 de agosto de 1945, foi bombardeado por três aviões russos e afundou no mar de Okhtosk, nas águas russas próximas da Península de Kamchatka. Está atualmente submerso a uma profundidade estimada de 18 metros e em bom estado de conservação.

Serviço: 

Assinatura de termo de cooperação para Expedição Kasatu-Maru

Dia: 16 de fevereiro - terça-feira - 11h30

Local: Sede do ITAPAR (Rua Ângelo Sampaio, 1564), no bairro Batel - Curitiba

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Produção anual de vinho colonial no Caminho do Vinho está começando

Produção anual de vinho colonial no Caminho do Vinho está começando 

Devido às chuvas intensas, a safra de uva foi menor, mas os produtores prometem que não faltará vinho para os turistas 

A produção de vinho colonial do Caminho do Vinho já começou. O roteiro de turismo rural, na Região Metropolitana de Curitiba, conta com dez vinícolas no trajeto. O roteiro, localizado em São José dos Pinhais, está repleto de caminhões com caixas de uvas, vindo diretamente do Rio Grande do Sul para a produção local.  O processo de produção já começa ali mesmo: as uvas descem direto do caminhão para serem moídas, cujo processo separa o grão do caule. A poupa e a casca vão direto para os grandes tonéis de alumínio, onde começa o processo de fermentação.

Há alguns anos, os produtores de vinho do Caminho do Vinho passaram a comprar uvas do Rio Grande do Sul. Devido a uma praga, conhecida como “pérola”, os parreirais localizados nas propriedades das vinícolas passaram a não produzir mais uvas; os pés secaram e, os poucos que sobraram, dão poucas uvas e sem qualidade para a produção de vinho. A solução encontrada pelos produtores de vinho foi comprar uvas de cidades como Caxias do Sul, que também produzem vinhos e possuem grandes parreiras. No entanto, em janeiro deste ano, os produtores gaúchos tiveram prejuízo com a safra devido às fortes chuvas.

Com esse problema, os produtores do Caminho do Vinho vão engarrafar menos vinho, em comparação ao ano passado. Mas, segundo a presidente da Associação dos Produtores Rurais do Caminho do Vinho, Bernadete Scrobote, nenhum turista vai sair prejudicado quando visitar o roteiro. “Nós sempre produzimos uma quantidade muito maior de vinho do que a demanda anual. Justamente por conta da instabilidade do clima, nunca sabemos como será a próxima safra, e não podemos ficar sem os nossos vinhos, nosso principal produto”, afirma. Com isso, os turistas podem ficar tranquilos: a bebida típica do Caminho do Vinho, não vai faltar. “O vinho, quanto mais velho, mais saboroso”, comemora Bernadete. Nas vinícolas, além do vinho, o turista encontra queijos e salames coloniais, perfeitos para acompanhar a degustação do tradicional vinho colonial. 

O Caminho do Vinho 

Além das vinícolas, o Caminho do Vinho conta com vários restaurantes, que trazem o melhor da comida rural, feita no fogão a lenha, com todo o sabor dos tradicionais pratos do interior. E há os cafés coloniais, sucesso entre os frequentadores, onde tudo tem gostinho de casa da vovó: bolos, tortas, sobremesas, bolachas e geleias. Pesque-pague, passeio de pônei, lindas chácaras e redes para descanso completam as opções de lazer do local.

O Caminho do Vinho, que completou 15 anos em 2014, fica na área rural de São José dos Pinhais, a 30 quilômetros do centro de Curitiba. O roteiro surgiu após um incentivo da prefeitura de São José dos Pinhais para promover o turismo da região, que já era conhecida pela produção artesanal de vinhos e demais produtos coloniais, fruto da tradição das famílias que há anos moram na região, conhecida como Colônia Mergulhão.

Para quem desejar conhecer o espaço, há uma linha de turismo especial, que leva passageiros do centro de São José dos Pinhais direto ao roteiro. O passeio custa R$20, com paradas para compras nos estabelecimentos. O almoço e o café da tarde são pagos à parte, e ficam entre R$ 27 e R$ 40. 

Serviço:

Caminho do Vinho

Rua Júlio Cesar Setenareski, na Colônia Mergulhão

São José dos Pinhais

Informações sobre o passeio e os empreendimentos no site http://www.caminhodovinho.tur.br/

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Chef Flavio Frenkel dá receita de salada revigorante

Chef Flavio Frenkel dá receita de salada revigorante

O Carnaval já foi embora e levou suas energias? Que tal uma salada revigorante, perfeita para repor as energias perdidas no feriado? A dica do Chef Flavio Frenkel, da Anis Gastronomia, é uma Salada de Abóbora, com calda de pimenta e especiarias. A abóbora é diurética, melhora a contração muscular e ainda o aspecto da pele e olhos. A pimenta melhora a digestão e tem propriedades antioxidante. Além, é claro, de ser saborosíssima e fácil de preparar. Mas, caso prefira algo preparado pelo Chef, esta salada é vendida na Anis Presto, na Mercadoteca (R$ 69 o quilo). 

Receita de Salada de Abóbora Moranga com Calda de Pimenta e Especiarias e Semente de Girassol. 

1 kg de abóbora moranga com casca em cubos 

Para a calda: 

200 gr de mel

10 gr de pimenta calabresa

10 gr de anis estrelado

10 gr de cravo

10 gr de canela em pau

10 gr de zimbro

10 gr de cardamomo

10 gr de coentro em grão

180 gr de açúcar

200 ml de água

5 gr de sal 

Modo de fazer: 

Ferver os ingredientes da calda até ponto de calda. Depois colocar a abóbora em cubos e colocar na calda e deixar repousar por 3 horas. Após escorrer o excesso da calda e assar a abóbora por aproximadamente 15 minutos a 200ºC. Depois aumentar o forno para 300ºC por mais 2 a 3 minutos para finalizar. Retirar do forno e deixar esfriar. Na hora de servir jogar sementes de girassol por cima. 

Rendimento: 6 porções

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