UniCuritiba participa de seletiva para o Campeonato Mundial dos Alunos Criativos   

UniCuritiba participa de seletiva para o Campeonato Mundial dos Alunos Criativos  

UniCuritiba participa de seletiva para o Campeonato Mundial dos Alunos Criativos

Instituição da capital paranaense está credenciada para a Seletiva Adobe Brasil 2025, que decide, em março, os representantes do país em etapa mundial nos EUA 

A Seletiva Adobe Brasil – braço nacional do Campeonato Mundial entre Alunos Criativos e Certificados em Tecnologias Adobe 2025 – abriu inscrições para a competição deste ano. O UniCuritiba – instituição da Ânima Educação – já se credenciou para o evento, agendado para o dia 29 de março.

A Seletiva Adobe Brasil 2025 ocorrerá simultaneamente em 20 estados. A inscrição é gratuita e pode ser feita até 27 de março. Para participar é necessário ter de 16 a 22 anos e ser certificado pela Adobe. Os detalhes estão no site https://www.eng.com.br/seletiva. Somente os estudantes das instituições de ensino credenciadas podem participar da Seletiva. 

Coordenadora das áreas de Arquitetura & Urbanismo, Design e Comunicação & Artes do UniCuritiba, Andinara Ceccato Maciel Signorelli, diz que a participação da instituição é um “diferencial significativo”. “Como instituição de ensino de referência, o UniCuritiba não apenas incentiva seus alunos a participarem, mas também oferece uma base sólida para que possam competir em alto nível.”

Segundo a professora, a formação acadêmica aliada ao incentivo a desafios práticos, como a Seletiva Adobe Brasil, cria um ambiente propício para o desenvolvimento de habilidades essenciais, como pensamento crítico, inovação e domínio de ferramentas tecnológicas.

Em 2024, o UniCuritiba foi um dos destaques do campeonato. O estudante Gustavo Victor de Andrade Rosa, do curso de Publicidade e Propaganda, ficou entre os finalistas brasileiros. “Participar da Seletiva da Adobe foi uma experiência incrível! O nível da competição era altíssimo, com profissionais supertalentosos, e estar entre os top 10 do Brasil foi uma conquista gigantesca para a minha carreira”, disse, à época.

Além do reconhecimento e da certificação oficial, Gustavo destaca que a seletiva trouxe muito aprendizado e abriu novas portas no mercado. “Foi um desafio que testou minhas habilidades, me fez crescer e ainda me conectou com gente incrível do audiovisual”, completou Gustavo. 

Design criativo

Organizada pela ENG DTP & Multimídia, a Seletiva Adobe Brasil atesta as habilidades de design criativo dos participantes e escolhe os dois representantes do Brasil no Adobe Certified Professional World Championship – o Campeonato Mundial dos Alunos Certificados com Tecnologias Adobe.

Desenvolvido para estimular a criatividade de estudantes de design, ilustração, publicidade, fotografia e artes, o campeonato tem como objetivo premiar os novos profissionais que se utilizam de técnicas possibilitadas pelas ferramentas Adobe.

“A Seletiva Adobe Brasil é um evento de extrema importância para os jovens talentos que desejam se destacar no universo do design, criatividade e tecnologia. Essa iniciativa não apenas proporciona uma vitrine para novos profissionais, mas também os desafia a explorar seu potencial, inovar e se conectar com as principais tendências do mercado”, afirma o engenheiro Alvaro Venegas, diretor da ENG DTP & Multimídia.

A etapa internacional da competição acontecerá em julho, em Orlando (FL), e vai reunir competidores de 90 países. O campeão receberá 8 mil dólares; o vice-campeão, 4 mil dólares e o terceiro colocado, 2 mil dólares.

Em 2024, a seletiva brasileira contou com mais de 150 inscrições de 15 diferentes estados. Nas últimas edições, o Brasil conquistou as medalhas de prata em 2021 e 2022, e o bronze em 2023.

Sobre o UniCuritiba

Com mais de 70 anos de tradição e excelência, o UniCuritiba é uma instituição de referência para os paranaenses e reconhecido pelo MEC como uma das melhores instituições de ensino superior de Curitiba (PR). Destaca-se por ter um dos melhores cursos de Direito do país, com selo de qualidade OAB Recomenda em todas as suas edições, além de ser referência na área de Relações Internacionais.

Integrante do maior e mais inovador ecossistema de ensino de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima, o UniCuritiba conta com mais de 70 opções de cursos de graduação em todas as áreas do conhecimento, além de cursos de pós-graduação, mestrado e doutorado.

Possui uma estrutura completa e diferenciada, com mais de 60 laboratórios e professores mestres e doutores com vivência prática e longa experiência profissional. O UniCuritiba tem seu ensino focado na conexão com o mundo do trabalho e com as práticas mais atuais das profissões, estimulando o networking e as vivências multidisciplinares.

Sobre a ENG

A ENG DTP & Multimídia Ltda. é uma empresa pertencente ao Grupo ENG, integrado também pela empresa ENG Com Comp Ltda. Fundado há mais de 40 anos, o foco de atuação do Grupo é a transferência de tecnologias. Para isso, possui parcerias com grandes empresas do setor tecnológico como a Adobe, Autodesk, Corel, Microsoft e SENCHA.

Operando em São Paulo, Brasília, Curitiba e Rio de Janeiro, o Grupo ENG dedica-se a treinamentos oficiais, consultoria técnica, licenciamentos de software (Revendedor Top 3 no Brasil), locação de mão de obra e prestação de serviço de Certificação Profissional.

Dentre os mais de 360 clientes atendidos pela ENG, destacam-se: Grupo Cogna, PUC SP/PR/RJ/MG, UCB, IMT – Instituto Mauá de Tecnologia, IESB, Uninter, Grupo Ilumno, Grupo Ânima, Grupo Cruzeiro do Sul, PUC, IF – Institutos Federais de Tecnologia, e diversas Universidades Federais, Estaduais e Municipais.

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Concurso literário vai premiar escritores de Curitiba e Região Metropolitana   

Concurso literário vai premiar escritores de Curitiba e Região Metropolitana  

Concurso literário vai premiar escritores de Curitiba e Região Metropolitana

Autores selecionados vão receber cachê de R$ 800 e interagir com leitores; eventos serão organizados em espaços públicos da capital paranaense

Estão abertas as inscrições para a segunda edição do concurso literário Novas Leituras Curitibanas. Serão escolhidos 20 textos inéditos e ainda não publicados - nos gêneros de conto, crônica, poesia e dramaturgia - de escritores que residem em Curitiba ou em municípios da Região Metropolitana. O objetivo é valorizar os autores locais e dar espaço para que encontrem ou ampliem seus leitores.

Cada um dos selecionados vai receber cachê de R$ 800,00 (oitocentos reais) e também vai participar de Rodas de Leitura; que serão realizadas nas Ruas da Cidadania, colégios, bibliotecas e outros espaços públicos da capital paranaense. Essas ações estão previstas para acontecer entre abril e julho deste ano e terão agendamento prévio.

Inscrições e regras

As inscrições são gratuitas, individuais, vão até o dia 16 de fevereiro (próximo domingo) e devem ser feitas pelo formulário online https://forms.gle/wEfKj3qMrYAcvqDH9 Outras informações estão no site www.producoesdopinguim.com

Podem participar do concurso literário Novas Leituras Curitibanas II os autores e autoras maiores de 18 anos, que apresentem textos inéditos - com tamanho entre 3 mil e 6 mil caracteres (com espaço) – e ainda não publicados em nenhum meio físico, digital ou qualquer outro formato.

Cada participante poderá concorrer com um texto de sua autoria, sendo que não serão aceitas obras escritas em co-autoria. Em caso de mais de mais de uma inscrição, será considerado apenas o último cadastro realizado.

Outra exigência é que os autores e autoras comprovem residência em Curitiba, Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Araucária, Bocaiúva do Sul, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Campo Magro, Cerro Azul, Colombo, Doutor Ulysses, Fazenda Rio Grande, Itaperuçu, Pinhais, Piraquara, Quatro Barras, Rio Branco do Sul, São José dos Pinhais e Tunas do Paraná.

Estímulo aos talentos regionais

“O intuito é valorizar a produção literária local e descentralizar o acesso às ações culturais. Temos ótimos escritores em nossa região, que são premiados em eventos de outros municípios e estados, mas que ainda são pouco conhecidos por aqui”, explica o produtor cultural e idealizador do concurso, Ali Freyer.

Segundo Freyer, quando o assunto é a literatura paranaense, é comum que o grande público lembre de ícones como Paulo Leminski, Helena Kolody, Dalton Trevisan, Jamil Snege - que são ótimos, têm excelente conteúdo e devem continuar sendo lidos – mas poucos indicam ou sugerem nomes de outros autores locais, menos populares.

“Por isso, queremos estimular a produção literária que já acontece em Curitiba e Região Metropolitana. Existem pessoas que ainda não tiveram a oportunidade de publicar ou compartilhar seus escritos, mas tem textos muito criativos e significativos adormecidos na gaveta”, ressalta o produtor cultural.

Critérios de seleção

Uma comissão julgadora – composta por especialistas em literatura contemporânea e com vasta experiência em mediação de leitura – vai analisar os textos. Os critérios observados serão a Originalidade, Domínio da forma textual apresentada, Consistência formal e temática, Adequação do texto às ações previstas e público-alvo do projeto.

A lista com o nome dos 20 autores selecionados será divulgada no dia 10 de março e estará disponível pelo Instagram (@producao.pinguim). Eles também serão comunicados pelo e-mail informado no ato da inscrição.

Os 20 textos escolhidos vão compor a curadoria de 100 Rodas de Leitura - que serão realizadas em espaços públicos de educação e cultura de Curitiba. O concurso também prevê a realização de 20 vídeo-performances literárias, feitas por artistas da capital paranaense, que serão publicadas nos canais da Pinguim Produções [Youtube e redes sociais vinculadas ao projeto].

O concurso literário Novas Leituras Curitibanas II é viabilizado pelo Mecenato Subsidiado da Fundação Cultural de Curitiba e tem o incentivo da Servopa.

Serviço:

O que: Concurso literário Novas Leituras Curitibanas II vai premiar escritores de Curitiba e Região Metropolitana com cachê de R$ 800,00 (oitocentos reais) e interação com leitores

Como participar: Todas as regras estão descritas no site www.producoesdopinguim.com e nas redes sociais da Pinguim Produções

Inscrições: São gratuitas, individuais, vão até o dia 16 de fevereiro (próximo domingo) e devem ser feitas pelo formulário online https://forms.gle/wEfKj3qMrYAcvqDH9

Informações: pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou redes sociais da Pinguim Produções

Sobre
A Pinguim Produções organiza, planeja e realiza projetos de incentivo à leitura e formação leitora em Curitiba e outras regiões do Paraná, há mais de dez anos.

O extenso portfólio de trabalhos da Pinguim Produções envolve concursos culturais, rodas de leitura e contação de histórias, projetos de literatura e em vídeos, peças teatrais e ciclos online.

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Professora do UniCuritiba participa de evento internacional

Professora do UniCuritiba participa de evento internacional

Professora do UniCuritiba participa de evento internacional

Especialista em Meio Ambiente e Sustentabilidade, Regina Bacellar falou sobre licenciamento ambiental durante o 1º Winter Online Meeting

A professora do curso de Direito do UniCuritiba, Regina Maria Bueno Bacellar, foi uma das brasileiras a participar do 1º Winter Online Meeting. Realizado no dia 30 de janeiro, o evento foi promovido pelo iBR - Initiative on Brazilian Legal Studies e realizado pelo Levin College of Law.
Vinculado ao CGR - Center for Governmental Responsabilities, da Faculdade de Direito da Universidade da Flórida, o encontro reuniu professores brasileiros e dos Estados Unidos para debater o âmbito do direito comparado. A apresentação da professora do UniCuritiba abordou aspectos do licenciamento ambiental no Brasil.

Regina Maria Bueno Bacellar é advogada consultora nas áreas ambiental, urbanística e de energia. Mestre em Direito, fez especialização em Meio Ambiente e Sustentabilidade pela Universidade de Aveiro/Portugal. Presidiu, entre 2022 e 2024, a Comissão de Direito à Cidade da OAB/PR.

Atualmente, é diretora do Departamento de Direito Ambiental do Instituto dos Advogados do Paraná e professora de graduação e pós-graduaçao. “Foi muito gratificante representar o UniCuritiba em um fórum tão qualificado. Durante o evento tivemos a oportunidade de debater temas atuais em Direito Ambiental e outras questões jurídicas emergentes junto com professores do Brasil e do exterior”, diz Regina.

Prestes a completar 75 anos, o UniCuritiba tem conceito máximo do MEC (nota 5). Com tradição no ensino das Ciências Jurídicas (Direito e Criminologia) e Relações Internacionais, o UniCuritiba conta com o Selo OAB Recomenda em todas as edições e lidera o ranking paranaense de aprovações no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil.

Sobre o UniCuritiba

Com mais de 70 anos de tradição e excelência, o UniCuritiba é uma instituição de referência para os paranaenses e reconhecido pelo MEC como uma das melhores instituições de ensino superior de Curitiba (PR). Destaca-se por ter um dos melhores cursos de Direito do país, com selo de qualidade OAB Recomenda em todas as suas edições, além de ser referência na área de Relações Internacionais.

Integrante do maior e mais inovador ecossistema de ensino de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima, o UniCuritiba conta com mais de 70 opções de cursos de graduação em todas as áreas do conhecimento, além de cursos de pós-graduação, mestrado e doutorado.

Possui uma estrutura completa e diferenciada, com mais de 60 laboratórios e professores mestres e doutores com vivência prática e longa experiência profissional. O UniCuritiba tem seu ensino focado na conexão com o mundo do trabalho e com as práticas mais atuais das profissões, estimulando o networking e as vivências multidisciplinares.

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Volta às aulas: 11 respostas sobre a lei que restringe o uso do celular nas escolas   

Volta às aulas: 11 respostas sobre a lei que restringe o uso do celular nas escolas  

Volta às aulas: 11 respostas sobre a lei que restringe o uso do celular nas escolas

Especialista em Direito Educacional esclarece as dúvidas comuns sobre a nova lei que limita o uso dos celulares em sala de aula

O ano letivo de 2025 já começou. Desde que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Projeto de Lei nº 4.932/2024 atualmente descrita na Lei 15.100/2025, que limita o uso de celulares na educação básica - incluindo pré-escola, ensino fundamental e médio nas escolas públicas e privadas do país – estudantes, pais, professores e gestores estão em dúvidas sobre como a nova lei vai funcionar na prática.

Para responder às principais dúvidas sobre esse tema, o advogado, professor universitário e membro da Associação Brasileira de Direito Educacional (ABRADE), Paulo Bandeira, explica as regras vigentes em todo o Brasil:

1) Os estudantes podem trazer o celular para a escola?
Sim, pois a Lei 15.100/2025 não proibiu o porte dos celulares. Contudo, o ideal é que as famílias conversem e analisem a real necessidade de os estudantes levarem os dispositivos eletrônicos portáteis às escolas.

2) As escolas podem proibir o ingresso desses aparelhos?
Não; exceto se isso estiver devidamente mencionado no Regimento Escolar.

3) Onde o celular deverá ser guardado?
Preferencialmente, dentro da mochila do próprio estudante, mas as escolas poderão definir regramentos próprios em seus regimentos para regular a forma de armazenagem dos celulares. O aparelho deverá ficar desligado ou em modo silencioso.

4) As escolas terão que providenciar estruturas/armários/caixas/áreas específicas para guardar os celulares?
Isso pode ser feito, mas não há nenhuma obrigatoriedade legal. Recomendo que as instituições de ensino façam uma conscientização com toda a comunidade escolar - que envolve a equipe de gestores, professores, funcionários, estudantes, pais e responsáveis dos alunos - e um diálogo sobre quem é o responsável pelo dispositivo móvel. De preferência, que isso seja feito já no retorno às aulas.

Imagine se a escola for guardar um aparelho de última geração - avaliado em cerca de R$ 10 mil - e depois perceber que ele estava quebrado, foi danificado ou mesmo furtado. Quem vai bancar isso?

É importante esclarecer que a responsabilidade sobre o celular ou o dispositivo móvel é do dono do aparelho. As escolas não podem ser responsabilizadas por algo que não lhes compete.

5) Os estudantes poderão utilizar os celulares durante as aulas, recreio e intervalos?
Não. O uso de celulares e outros equipamentos eletrônicos somente serão permitidos exclusivamente para atividades pedagógicas e seu uso fica condicionado à autorização prévia do professor responsável pela turma. Há exceções para casos de inclusão e acessibilidade de estudantes, em situações de atendimento a condições de saúde e garantia de direitos fundamentais; estado de perigo, estado de necessidade ou caso de força maior.

Fica proibido o uso de celulares para fins pessoais - como redes sociais, chamadas, mensagens ou jogos - durante o horário das aulas, recreio e intervalos entre aulas.

6) Somente o professor pode autorizar o uso do celular dentro da sala de aula?
Sim. Cabe ao docente orientar os estudantes sobre o uso adequado dos celulares nas atividades pedagógicas, definir os momentos apropriados para a utilização dos dispositivos e supervisionar seu uso durante as aulas.

7) Haverá fiscalizações no recreio ou intervalo entre as aulas?
Sim, cada instituição de ensino poderá adotar métodos de fiscalização ou estipular esses procedimentos em seu Regimento Escolar.

8) O aluno que desrespeitar o professor será punido?
Sim, as instituições de ensino podem aplicar medidas disciplinares aos estudantes. A maioria das escolas têm em seu projeto pedagógico e Regimento Escolar as definições de condutas. Normalmente funciona assim.

Na primeira ocorrência é feita uma advertência verbal pelo professor. Havendo reiteração, essa advertência poderá ser expressa e enviada por escrito aos pais, com registro na ficha individual do estudante.

Na hipótese de o aluno continuar a utilizar o aparelho eletrônico, mesmo tendo sido previamente advertido, será feita uma convocação dos pais ou responsáveis para reunião com a equipe pedagógica, com registro em Ata, podendo ser analisadas novas medidas disciplinares que serão aplicadas ao estudante.

9) Em casos graves, o aluno poderá ser expulso da escola?
A ideia trazida pela lei ao restringir o uso do aparelho telefônico nas escolas não tem como objetivo principal realizar a punição do estudante. Todavia, para situações excepcionais, de reiterada indisciplina, desrespeito à Lei e ao Regimento Escolar, a expulsão do aluno poderá ser considerada pela instituição de ensino.

Isso acontece em raras ocasiões de grave indisciplina e quando outras alternativas não surtiram efeito. A expulsão deve ser aplicada somente com última opção, desde que superada todas as medidas disciplinares anteriores. Deve seguir procedimentos preliminares de oferecimento ao aluno para sua defesa e contraditório para, somente ao final, se identificada a reiteração dos atos de indisciplina, se decidir se haverá ou não a expulsão do aluno.

10) O que normalmente consta no Regimento Escolar?
Esse documento estabelece as normas e regras de uma escola e contém informações sobre a organização, estrutura, filosofia, objetivos da instituição e, especificamente, descreve quais medidas pedagógicas deverão ser aplicadas aos alunos em caso de indisciplina.

Esse documento também menciona objetivos e finalidades educacionais; organização da equipe pedagógica e administrativa; planejamento do currículo e do processo pedagógico; plano de gestão e organização do dia a dia escolar; direitos e deveres de toda a comunidade escolar; normas gerais que regulam as práticas pedagógicas e disciplinares, entre outros itens.

11) As escolas poderão atualizar seu Regimento Escolar em virtude dessa nova lei?
Sim. Novas regras podem ser estabelecidas para isso. É importante que as instituições de ensino busquem apoio jurídico especializado, comuniquem toda a comunidade escolar com antecedência e clareza sobre as novas diretrizes.

Conscientização

O membro da ABRADE lembra que o objetivo da nova lei não é punir estudantes, seja pela privação do celular ou por aplicação de alguma medida pedagógica em decorrência de eventual desrespeito causado pela utilização indevida dos aparelhos eletrônicos pelos alunos.

A norma visa proteger a saúde mental, física e psíquica das crianças e adolescentes, bem como garantir que os dispositivos sejam usados de forma equilibrada para o aprendizado dos estudantes.

A nova lei também determina que as redes de ensino e escolas desenvolvam estratégias para abordar o tema do sofrimento psíquico e da saúde mental dos estudantes.

“Será preciso treinar professores para detectar sinais sugestivos de sofrimento psíquico e mental, bem como criar espaços internos de acolhimento. Isso vai trazer novos desafios organizacionais às instituições de ensino, inclusive financeiro”, observa Paulo Bandeira.

Excessos e prejuízos

Segundo a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), o uso excessivo de telefones celulares impactam o aprendizado.

De acordo com a agência da ONU, diversos países já têm políticas de banimento ou restrições de celular em escolas: México, Estados Unidos, Canadá, Guiné, Portugal, França, Escócia, Suécia, Espanha, Holanda, Letônia, Finlândia, Turquia, Uzbequistão, Índia, Bangladesh, Indonésia.

Desvio de atenção

Paulo Bandeira também salienta que o uso excessivo desses equipamentos diminui a atenção dos estudantes, prejudica a concentração e o desempenho escolar.

“Os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) de 2022 revelaram que 80% dos estudantes afirmaram que se distraem e têm dificuldade de se concentrar nas aulas de matemática por conta do celular”, complementa o advogado e especialista em Direito Educacional.

Sobre

Paulo Bandeira é advogado, mestre em Direito Empresarial e Cidadania pelo UniCuritiba, especialista em Direito Educacional, professor universitário e membro da Associação Brasileira de Direito Educacional (ABRADE).

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Eles criaram a primeira plataforma EaD do Brasil focada em melhoria contínua na indústria

Eles criaram a primeira plataforma EaD do Brasil focada em melhoria contínua na indústria

Eles criaram a primeira plataforma EaD do Brasil focada em melhoria contínua na indústria

Desde 2018, a empresa curitibana Gemba Ensina beneficia profissionais e já passou de 100 mil usuários, permitindo que indústrias treinem seus funcionários sem altos custos ou perda de produtividade

O Brasil enfrenta uma crise alarmante nos indicadores de qualificação da mão de obra. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), 81% das empresas relatam dificuldades para encontrar profissionais capacitados. O problema não é apenas a escassez de talentos, mas também os altos custos e a falta de tempo para treinamentos presenciais. Enquanto isso, a Indústria 4.0 exige trabalhadores cada vez mais preparados para lidar com automação, gestão de processos e eficiência operacional.

Esse cenário criou uma lacuna a ser preenchida: como garantir qualificação acessível e escalável sem interromper a produção? O Gemba Group encontrou essa resposta ao longo de anos de atuação no setor. Antes de lançar sua plataforma de educação à distância, a empresa já era referência nacional em treinamentos presenciais voltados à melhoria contínua. Desde 2008, capacita profissionais diretamente na indústria em todo território nacional, inclusive com projetos internacionais, promovendo cursos práticos e consultorias especializadas. Com a demanda crescente por qualificação e a necessidade de soluções escaláveis, a empresa decidiu expandir seu alcance para o digital. Foi nesse contexto que surgiu o Gemba Ensina, em 2018, a primeira plataforma de EaD do Brasil com tecnologia própria voltada para as metodologias Lean & Six Sigma e a melhoria contínua.

A estratégia deu certo. Desde então, a plataforma já capacitou mais de 100 mil profissionais, auxiliando empresas a reduzir desperdícios, aumentar a produtividade e otimizar processos sem a necessidade de treinamentos presenciais dispendiosos. “Nossa proposta sempre foi tornar o aprendizado acessível e diretamente aplicável à rotina da indústria, sem comprometer a operação”, explica Vânia Batista, diretora do Gemba Group.

Uma universidade corporativa personalizada para cada empresa

O Gemba Ensina permite que empresas criem sua própria universidade corporativa em menos de 24 horas, aproveitando um acervo de 70 cursos que abrangem Lean, Six Sigma, gestão da qualidade, logística, planejamento estratégico e gestão de projetos. Além disso, as empresas podem incluir seus próprios treinamentos e adaptar os conteúdos a suas necessidades operacionais. Esse modelo garante que a capacitação seja contínua e alinhada aos desafios de cada setor industrial.

Outro diferencial da plataforma é seu estúdio próprio de gravação, um investimento estratégico do Gemba Group, que garante qualidade profissional nos cursos e agilidade na produção de conteúdos. Com isso, os treinamentos oferecem didática estruturada, design instrucional avançado e alta qualidade audiovisual, criando uma experiência de aprendizado mais eficiente. “O aprendizado precisa ser envolvente e dinâmico para que os profissionais realmente absorvam o conhecimento e apliquem no dia a dia”, reforça Vânia Batista.

A aposta na educação digital gerou benefícios financeiros significativos. Empresas que adotam a capacitação digital treinam suas equipes de maneira mais eficiente e ainda reduzem custos. Para se ter uma ideia, o Gemba Ensina permite que empresas capacitem 100% de seus funcionários por menos de R$ 10 mensal por colaborador, uma economia significativa em comparação com os treinamentos presenciais, que podem ser até 40 vezes mais caros.

Além disso, a adesão ao EaD auxilia as empresas a atenderem os requisitos de certificações essenciais para operar em setores altamente regulados, como o automotivo e o metalúrgico. Isso porque manter equipes constantemente capacitadas é fundamental para garantir conformidade com normas técnicas e padrões internacionais de qualidade, evitando penalizações e assegurando competitividade no mercado.

Os resultados comprovam o sucesso da iniciativa. Desde sua criação, o Gemba Ensina já gerou mais de R$ 1 bilhão em ganhos operacionais para seus clientes. “A capacitação contínua não é mais um diferencial, mas uma necessidade competitiva. Empresas que treinam suas equipes regularmente reduzem falhas, aumentam a eficiência operacional e garantem melhores resultados financeiros”, destaca Vânia Batista.

O futuro da capacitação industrial: mais tecnologia e inovação

O próximo passo da plataforma é expandir sua atuação. Com a crescente adoção da Indústria 4.0, as empresas precisarão de soluções ainda mais ágeis para qualificação. Nesse contexto, o Gemba Ensina se prepara para essa nova fase ampliando seu portfólio de cursos e investindo em tecnologias em gamificação, inteligência artificial e métodos comprobatórios de retenção do conhecimento, permitindo que as empresas treinem funcionários de maneira personalizada e eficiente.

Segundo Vânia, a tendência é que a capacitação digital seja um dos pilares para a competitividade da indústria nos próximos anos. “Por isso, o Gemba Ensina, pioneiro nesse segmento, segue inovando para que mais empresas possam transformar sua força de trabalho e garantir um futuro mais eficiente e produtivo porque queremos ver e acompanhar os 14 milhões de trabalhadores em ocupações industriais, serem os protagonistas da alta competitividade brasileira ”, conclui a diretora do Gemba Group.

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