Ouro Roxo? The Best Açaí negocia, em média, uma loja a cada 48 horas

Ouro Roxo? The Best Açaí negocia, em média, uma loja a cada 48 horas

Nos primeiros quatro meses do ano foram 55 lojas negociadas, sendo 23 já em funcionamento e 32 em implementação; produção da fábrica foi de 350 toneladas de açaí e sorvete apenas em fevereiro

A diversidade de combinações do açaí e o modelo de franquias em self-service foi certeira: apenas nos primeiros quatro meses de 2023 a rede The Best Açaí negociou uma loja a cada 48 horas, aproximadamente. Das 55 novas unidades deste ano, 23 estão em funcionamento e outras 32 já em fase de implementação, somando 255 lojas em oito estados brasileiros. Em 2022 o mercado de franquias cresceu 14,3%, superando os R$ 211 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Aliado a isso, a comercialização do açaí cresceu 15.000% entre 2012 e 2022, de acordo com a Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa).

A marca que tem 5 anos de mercado pretende atingir 350 milhões de faturamento este ano e o CEO, Sérgio Kendy, explica que o crescimento cada vez mais acelerado faz parte de uma estratégia voltada as cidades em desenvolvimento e também aos clientes. “Grande parte dos nossos franqueados vieram da base de clientes. Arrisco em um percentual de 70%. Por isso, foi apenas este ano que nós começamos a fazer provocações como franqueadora. Até então nosso trabalho era mais reativo e a expansão aconteceu de forma natural, não olhando muito para estratégias pesadas de vendas, mas para o índice de satisfação de quem já está conosco e é responsável por indicar o negócio”, diz Kendy.

E rede não apenas comercializa as franquias, que giram em torno de R$ 230 mil de investimento, como também produz todas as opções geladas disponíveis no self-service. “Sempre digo que aqui está um dos grandes diferenciais da rede. Por nos tornarmos referência, principalmente em formato de loja e identidade visual, acabamos inspirando o mercado. Contudo acaba sendo impossível fazer algo igual, porque garantimos a qualidade dos nossos 12 sabores de açaí e 24 de sorvete em um processo lapidado com muita atenção”, revela Sérgio Kendy. Em fevereiro a fábrica Amadelli produziu 40 mil caixas de açaí e sorvetes, sendo 200 toneladas de açaí e 150 toneladas de sorvete.

De cliente à franqueada, Daniela Bona tem quatro franquias e puxou a família e amigos para o negócio. “Costumo sempre dizer que a The Best Açaí mudou nossas vidas e inclusive contribuiu para que eu e meu esposo ficássemos juntos. Conheci meu marido no início da pandemia, trabalhei em home office por 6 meses em Blumenau, Santa Catarina. Eu já era cliente e apaixonada pela marca, mas trabalhava como enfermeira viajando pelas cidades do Paraná. Em determinado momento precisei voltar a viajar. Para ficarmos juntos em Blumenau resolvemos abrir uma unidade da The Best Açaí. Seria a primeira de quatro atualmente”, resume Daniela. Ela e o marido possuem quatro unidades na região, seus sogros mais três unidades, também em Santa Catarina, e mais dois casais de amigos próximos abriram quatro unidades a partir da indicação dela.

Até o final de 2023 a rede pretende atingir 300 unidades e se posicionar nas capitais do país. “Acredito que teremos essa meta batida muito antes. O faturamento médio dos nossos franqueados é um grande diferencial competitivo no mercado, assim como a facilidade de operação de loja. Nosso alvo ainda para 2023 é São Paulo. Temos duas lojas na capital com franqueados satisfeitos e um potencial a ser explorado por lá”, argumenta Sérgio Kendy. Quando questionado sobre estratégias de venda nas regiões do país em períodos mais frios como nos próximos meses, Kendy completa, “usamos a versatilidade do açaí ao nosso favor. Por exemplo, em maio entrou nas lojas a campanha do waffle, com uma receita criada por nós e que tem grande aceitação pelo nosso público. Fica ao critério do cliente colocar as opções geladas ou seguir com frutas, chocolates, caldas e cremes”, finaliza.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, em 2021 o valor da produção de açaí foi de R$ 5.305.523 mil e a quantidade produzida, de 1.485.113 toneladas em uma área de 208.111 hectares. O Pará representa o maior produtor do mercado interno e de exportação para o mundo, dando um salto de 41 toneladas (2011) para 5.937 toneladas (2020).

Sobre a The Best Açaí

A The Best Açaí nasceu em 2017 a partir da força de vontade e olhar visionário de três jovens empreendedores e tem como propósito democratizar o consumo do açaí. Com a premissa de oferecer qualidade e diversidade de opções em torno da fruta em um modelo self-service focado na experiência do consumidor, a rede está no Paraná, São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. A Amadelli, fábrica e distribuidora dos produtos The Best Açaí, está localizada em Londrina, no Paraná, e produz 20 toneladas de açaí e sorvete diariamente. A estrutura agrega 1.900 m² de área construída e tecnologia de ponta que garante a qualidade e o sabor incomparável dos produtos encontrados em todas as lojas The Best Açaí. Fazem parte do Grupo The Best a marca The Best Açaí, a Amadelli, o Gracco Burguer e o Gracco Express. Acesse o maior Instagram de açaí do mundo: @thebestacaiofficial

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Cabe toda a doçura desse amor: Jockey Plaza Shopping apresenta campanha compre e ganhe de Dia dos Namorados

Cabe toda a doçura desse amor: Jockey Plaza Shopping apresenta campanha compre e ganhe de Dia dos Namorados

Com R$600 em compras, os clientes ganham um combo doce de leite Havanna; no dia 12 de junho, o shopping apresenta seu tradicional Jardim do Amor

A partir de 1º de junho, o Jockey Plaza lança a campanha de Dia dos Namorados “Cabe toda a doçura desse amor”: com R$ 600 em compras, os clientes poderão trocar suas notas por um kit da tradicional marca argentina de alfajores, cafés e doce de leite Havanna, composto por um pacote de bombons pouch mini corazon misto e um pote do famoso doce de leite Havanna 420g.

“O Jockey traz a lembrança que a doçura tem tudo a ver com o amor e pode estar presente todos os dias nas relações. No Dia dos Namorados, nosso tradicional Jardim do Amor completa o presente especial dos apaixonados”, afirma a gerente de marketing, Michelle Cirqueira.

Para garantir o presente, basta somar notas de compras nas lojas participantes e realizar a troca no posto da promoção, localizado no piso L2. O cadastro pode ser feito também pelo aplicativo PODI, disponível para Android e IOS. Após o cadastro, que pode ser feito de qualquer lugar pelo aplicativo, é preciso ir até o posto de trocas e retirar o presente, até o dia 12 de junho ou enquanto durarem os estoques, limitado a um kit por CPF. No site do shopping é possível acessar o regulamento da campanha.

E pelo quarto ano consecutivo, no dia 12 de junho, mais de mil balões vermelhos em formato de coração estarão no jardim externo do Jockey Plaza Shopping, em frente à entrada da Victor Ferreira do Amaral. Os balões podem ser retirados do jardim do Jockey a partir das 11h, horário de abertura do empreendimento. A ação é gratuita e visa marcar o dia especial dos apaixonamos, com um presente que já virou marca registrada do Jockey para a data.

Além de inúmeras opções para presentear, como vestuário, acessórios, cosméticos, eletrônicos, calçados e serviços para todos os estilos de casais, o Jockey conta com mais de 30 operações gastronômicas para um almoço ou jantar comemorativo, restaurantes com áreas exclusivas e ainda opções de lazer, como uma sessão de cinema, uma divertida disputa em jogos de realidade virtual ou airsoft. No feriado do dia 8 de junho, o shopping funciona em seu horário regular.

O Jockey Plaza Shopping fica no Tarumã, na Rua Konrad Adenauer, 370 e tem estacionamento com valor de R$8, por até 30 min, e R$14 por todo o período de utilização dentro da mesma diária, e taxa de R$20 de pernoite. As lojas funcionam de segunda a sexta, das 11h às 23h, aos sábados, das 10h às 22h e aos domingos, das 14h às 20h. E as operações de alimentação de segunda a sexta, das 11h às 23h, aos sábados, das 10h às 23h, e aos domingos, das 11h às 22h.

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Tabagismo está associado a dor crônica

Tabagismo está associado a dor crônica

Conforme a médica intervencionista em dor, dra. Amelie Falconi, estudos científicos revelaram que o tabagismo está relacionado ao desenvolvimento de dores nas costas e de várias neuropatias, que apresentam entre seus sintomas a dor crônica

O Ministério da Saúde adverte há anos: fumar causa diversos males à saúde. Entre as doenças mais associadas ao tabagismo estão as relacionadas ao coração e a vários tipos de câncer, tais como o de pulmão, pâncreas, bexiga, e até leucemia. Nas mensagens estampadas no verso dos maços de cigarro, contudo, somos informados a respeito de outros diversos problemas decorrentes do vício, entre os quais: impotência sexual, envelhecimento precoce, aborto espontâneo etc.

Conforme a médica intervencionista em dor e autora do livro "Existe vida além da dor", dra. Amelie Falconi, o que não é muito difundido é que fumar pode ser um problema para quem sofre de uma doença invisível: a dor crônica. “Pesquisas científicas já revelaram que o tabagismo é um dos fatores que está relacionado ao desenvolvimento de diversos tipos de neuropatia, doença que atinge o funcionamento dos nervos periféricos e pode afetar tanto a sensibilidade quanto a motricidade e não raramente ocasiona dor crônica”, afirma.

Entre as neuropatias mais comuns relacionadas ao tabagismo, conforme os estudos científicos, estão: a síndrome do túnel do carpo, nervo comprimido no punho que causa dormência e formigamento na mão e no braço; a síndrome do túnel cubital, compressão do nervo cubital no cotovelo, que acarreta dormência ou formigamento nos dedos anelar e mínimo, dor no antebraço e fraqueza na mão; e a neuropatia diabética, complicação do diabetes, que pode ocasionar dor, falta de sensibilidade, formigamentos e falta de força nas mãos e nos pés.

Dra. Amelie ressalta que os trabalhos científicos apontam ainda para a ligação entre o tabagismo e dores nas costas e dores decorrentes de hérnias de disco, a famosa “dor no ciático”. “Os estudos confirmam que o tabagismo diminui a circulação sanguínea nos platôs do disco intervertebral, o que causa má nutrição do disco e pode induzir a sua degeneração, que por sua vez, pode acarretar dor nas costas e a formação da hérnia de disco”, explica.

As pesquisas constatam também que pode haver uma relação entre o tabagismo e a intensidade da dor dos pacientes que sofrem das neuropatias. “Pessoas que fumam relataram maiores níveis de dor crônica em comparação com pacientes não fumantes”, diz a médica intervencionista em dor. Nesse sentido, adeptos do tabagismo que sofrem com dor crônica costumam consumir mais analgésicos do que aqueles que não têm o hábito de fumar.

Para dra. Amelie, as informações coletadas pelos levantamentos científicos corroboram duas mensagens que ela busca transmitir diariamente a seus pacientes. A primeira é a de que o estilo de vida interfere na dor. De acordo com a médica intervencionista em dor, não apenas o hábito de fumar pode piorar a intensidade desta doença invisível, mas também, uma alimentação pobre em nutrientes e baseada em industrializados, uma higiene do sono ruim, e a não prática de exercícios físicos.

A segunda mensagem, consequência da primeira, é de que o tratamento da dor crônica não se resume a ingestão de medicamentos. Conforme dra. Amelie, é preciso atuar de forma integrada, para mitigar esta doença invisível, buscando intervir nos fatores de risco e também em outros dois pontos que estão intrinsicamente ligados a ela: o sono e a saúde mental. “Tratar da dor é tratar de tudo”, afirma dra. Amelie.

Sobre a Dra. Amelie Falconi

• Especialização em Medicina da Dor pela Santa Casa da Misericórdia de São Paulo

• Título de Especialista em Dor pela AMB (Associação Médico Brasileira)

• Fellow Of International Pain Practice (FIPP) pelo World Institute of Pain (WIP)

• Fellowship de Intervenção em Dor - Clínica Aliviar / sinpain Rio de Janeiro.

• Pós-graduação em Medicina Intervencionista da Dor Guiada Por Ultrassonografia - sinpain

• Pós-graduação em Anestesia Regional - Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês

• Especialização em Anestesiologia MEC / SBA

• Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF

• Ministra aulas na pós-graduação de medicina intervencionista da dor do Hospital Albert Einstein

• Ministra aulas na pós-graduação de medicina intervencionistada dor na Faculdade sinpain

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Compromisso ambiental aliado a responsabilidade social

Compromisso ambiental aliado a responsabilidade social

Colorfix abre as portas para estudantes com objetivo de compartilhar conhecimentos sobre a sustentabilidade e as boas práticas adotadas na fábrica

Para melhor trabalhar ações de aculturamento ambiental junto aos seus colaboradores, a paranaense Colorfix Masterbatches implantou o projeto ‘Sustentabilidade em Foco’ a cerca de um ano. Como uma extensão das ações, a companhia, neste mês, abriu as portas para receber aproximadamente 120 crianças, estudantes do Colégio Sesi Internacional, localizado no Portão, e cerca de 40 participantes do Projeto ABC Vida, voltado para a inclusão social e também para a capacitação de jovens aprendizes.

Durante a visita à fábrica, as crianças puderam vivenciar bem de perto as práticas sustentáveis adotadas na companhia participando de atividades educativas e interativas. “Nosso objetivo é despertar o interesse pela preservação ambiental e pela gestão responsável dos recursos naturais. Essa visita proporcionou uma experiência enriquecedora tanto para os pequenos quanto para nossa equipe”, destaca a gerente de Meio Ambiente da Colorfix, Jackeline Campello.

As oficinas, palestras e visitas guiadas foram todas preparadas de forma educativa, sendo apresentadas de forma lúdica e didática todas as medidas que foram implementadas na empresa nos últimos anos, para minimizar o impacto ambiental durante as operações. Os estudantes tiveram a oportunidade de aprender sobre a gestão de resíduos, a importância de reduzir, reutilizar e reciclar materiais.

“Essa foi uma experiência tão positiva que pretendemos expandir essa iniciativa, inclusive estamos estudando abrir as portas não apenas para as crianças, mas também para os familiares dos nossos colaboradores. Queremos envolver toda a comunidade e proporcionar momentos de aprendizado, interação e conscientização sobre a importância do nosso trabalho e dos valores que compartilhamos. Acreditamos que essa troca de conhecimentos e experiências fortalecerá ainda mais os laços entre a empresa, colaboradores e a comunidade ao nosso redor. Estamos animados com as possibilidades futuras e em continuar fazendo a diferença na vida das pessoas”, avalia o diretor superintendente da Colorfix, Francielo Fardo.

Atualmente a empresa já está em negociação com novos parceiros para expandir o projeto junto à comunidade. “É uma experiência enriquecedora essa interação com a comunidade, além de ser um momento de muito aprendizado para todos”, diz Fardo ao acrescentar: “A partir de iniciativas como essas, estamos construindo uma ponte entre as crianças da comunidade e o mundo do trabalho, despertando aspirações e proporcionando modelos de referência para o seu futuro”.

Durante a visita, os colaboradores ficaram encantados com a curiosidade e o engajamento das crianças. Suas perguntas e o interesse demonstrado deixaram claro o quanto é importante investir em educação ambiental desde cedo.

Confira:

“Aprendi que o plástico não é o verdadeiro vilão, somos nós que não sabemos usá-lo”. Luiz Antonio Todoroski Pacheco, 9 anos.

“Eles têm uma borrachinha, que se chama masterbatch e com um pouquinho desse material eles conseguem colorir um monte de coisas. Achei muito interessante ainda é que no chão tem um buraco que a empresa mede o lençol freáticos para ver se não estão poluindo o solo”. Pietra Nogueira Godoi, 9 anos.

“As cores da natureza podem ser criadas na Colorfix”, Giovanna Rolim de Moura, 10 anos.

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Menopausa e andropausa são temas de Congresso Brasileiro realizado em Santa Catarina

Menopausa e andropausa são temas de Congresso Brasileiro realizado em Santa Catarina

O 1° Congresso Brasileiro de Andropausa e Menopausa foi realizado nos dias 26 e 27/05, em Florianópolis, Santa Catarina, e promoveu encontros, debates e parcerias que abordaram tanto a saúde feminina quanto a masculina.

Pouco se discute sobre a relação da obesidade na menopausa, no caso das mulheres, como na andropausa, no caso dos homens. O 1° Congresso Brasileiro de Andropausa e Menopausa, realizado no Obesity Week, nos dias 26 e 27/05, em Florianópolis, Santa Catarina, trouxe luz para o debate deste assunto que gera muitas dúvidas, tanto para o paciente quanto para a classe médica. Homens ainda possuem muitos tabus a respeito e precisam ser melhor orientados sobre as perdas hormonais no decorrer da vida. O evento também teve como destaque a importância do implante hormonal como via de tratamento nesta fase da vida.

Manuela Coutinho, empresária no ramo e expositora no evento, destacou a importância do encontro para a medicina brasileira. “Esse evento conseguiu um fato: juntar problemáticas muito importantes, mas que se conversam pouco e não são frequentemente relacionadas em eventos desta grandeza, como a obesidade, a menopausa e a andropausa. Nós do ramo sabemos que a obesidade ou sobrepeso interferem diretamente nos tratamentos da menopausa e da andropausa, e a visão holística do paciente é fundamental para acertar no tratamento”, comentou Manu Coutinho.

Para a gestora, abordar esses assuntos e poder discuti-los com os médicos e laboratórios e, a partir destes, criar estratégias que serão desenhadas para discorrer sobre esse tema é gratificante: “Não podemos dizer que os implantes hormonais são para tratar pacientes na menopausa ou andropausa, temos que ter um olhar também para o sobrepeso, a obesidade e a paciente como um todo, a fim de que o tratamento tenha o resultado esperado”, explicou a empresária.

Presente no evento, o especialista em ginecologia e palestrante Jorge Valente disse que vem notando algumas mudanças no comportamento dos homens; porém, muitos deles ainda possuem grande resistência a procurarem cuidados para os problemas causados pela andropausa. “Diferente das mulheres que estão acostumadas a realizarem prevenção periódica, os homens normalmente vão ao médico à procura de tratamentos hormonais quando percebem alguma disfunção sexual. Hoje em dia, vem crescendo muito também o fato das mulheres fazerem este tipo de reposição e se sentirem melhores; consequentemente, seus maridos se sentem mais seguros para procurar o tratamento por terem visto resultados positivos em suas esposas”, explicou o médico.

Como resultado do 1° Congresso Brasileiro de Andropausa e Menopausa, Manuela Coutinho destacou a criação de um grupo de empresários especialistas em produtos estéreis, que terá a missão de trabalhar a divulgação dos benefícios da terapia por meio dos implantes hormonais e injetáveis, tornando a informação mais acessível ao público, levando conhecimento sobre o produto, suas funções e visando saúde de qualidade no Brasil e no mundo. A ideia é trabalhar juntos para que o mercado magistral de produtos estéreis, como implantes e injetáveis, cresça de maneira ordenada e responsável, garantindo a médicos e pacientes o acesso a produtos de qualidade para os seus tratamentos. Após conversa, ficou decidido que o grupo se chamará “Associação de Magistrais Estéreis” (AME) e terá como objetivo abordar o tema de maneira clara e objetiva, criando estratégias e conteúdo de qualidade e de cunho científico. “Implante é medicamento, então não podemos ter o discurso de que um implante seja melhor que o outro. A nossa obrigação é fazer os implantes corretamente, como determina a Anvisa, qualquer empresa que não cumpra com essas normas não pertence ao mercado. A nossa missão enquanto Associação de Magistrais Estéreis será defender o mercado e as empresas que trabalham com seriedade, neste segmento, para que continuemos prósperos, unidos e cada vez mais atualizados”, cravou Manuela.

Rodrigo Michels Rocha, sócio e diretor de desenvolvimento da Biòs Farmacêutica, expositor no 1º Congresso e participante do grupo que deu início à criação da AME, acredita que a Associação trará um respaldo positivo para a sociedade sobre o mercado e o que as empresas do setor trazem de contribuição para a medicina e para a população, ressaltando que trata-se do segmento mais regulado do mundo, exigindo grande número de documentação por se tratar de medicamento estéril. “A ideia que surgiu aqui é a do grupo levar a informação da maneira mais correta possível, respaldada em artigos científicos e por médicos”, explicou Rocha.

Manu Coutinho, La Vie Legacy Labs e Mc Legacy Eduh, a história

Durante o evento, a empresária do ramo da saúde Manuela Coutinho teve a oportunidade de contar um pouco da sua história como proprietária do laboratório La Vie Legacy Labs e da Mc Legacy Eduh. Falou do orgulho que sente em ser neta do médico ginecologista Elsimar Coutinho, pioneiro em anticoncepcionais injetáveis de uso prolongado no país e falecido em 2020, em decorrência da Covid.

Ela destacou que o La Vie Legacy Labs nasceu com a responsabilidade de consolidar os seus produtos em terapias hormonais e tratamentos voltados à saúde reprodutiva e longevidade. Os implantes têm o objetivo de contracepção ou tratamentos de patologias estrogênio dependentes, como a endometriose, por exemplo, ou podem ser hormônios para reposição hormonal no climatério e menopausa ou andropausa. “Não entrei neste mercado para concorrer com outros laboratórios, pelo contrário. Eu fundei minha empresa para trabalhar junto deles, para que nós possamos juntos ter um mercado forte e sempre atualizado que participe dos debates. Não existe a possibilidade de termos um mercado que tem em torno de 35.000 ginecologistas e fazer tudo isso sozinhos. Nós temos que nos unir e fazer isso todos juntos”, afirmou Coutinho.

Manuela ficou 10 anos à frente do laboratório do seu avô, e participou da transformação do mercado. “Fui a primeira pessoa no Brasil a idealizar e realizar cursos para médicos que queriam aprender sobre os implantes hormonais. Iniciei um movimento de abertura de mercado a partir da conscientização e da educação médica, que deu espaço para que se formasse o mercado sólido e pujante que temos hoje”, lembra Manu.

No final de sua apresentação, Manuela se lembrou com carinho especial de um momento marcante de sua vida: “Dancei ao som de La Vie En Rose, de Edith Piaf, a valsa do meu casamento. Oito anos depois, minha avó, que é francesa e tem Alzheimer, estava em minha casa e cantou essa música inteira à capela, e se emocionou. Foi quando decidi que o nome do meu laboratório seria La Vie”. “Foi um prazer enorme ter vocês fazendo parte desse ambiente. O laboratório La Vie Legacy Labs foi pensado para servir os médicos, os pacientes e contribuir para que cada vez mais pessoas tenham acesso a este tipo de tratamento. Quando vocês virem um lugar rosa, com asas de borboleta, podem ter certeza que eu estarei lá esperando vocês para uma conversa”, finalizou, emocionada, Manuela.

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