Cinco melhores franquias de cafés especiais do Brasil

Cinco melhores franquias de cafés especiais do Brasil

Grãos nacionais, cardápios amplos e espaços instagramáveis estão entre destaques de marcas que crescem pelo país no setor

O crescimento de espaços dedicados ao café é notável em todo o país. Entre as bebidas mais consumidas do mundo, o café é celebrado cada vez mais, e o Brasil como grande exportador do grão, se beneficia disso em todos os aspectos. Como consumidor, o brasileiro tem se aventurado no ramo de cafés especiais, o que pode ser notado pela expansão de marcas, em especial franquias que cruzam estados e inovam, seja em suas receitas, seja nos ambientes ou conceitos.

Aqui, uma lista de cinco das franquias que vem ganhando destaque no mercado nacional:

Café Cultura: A marca catarinense fundada em 2004 pelo casal Joshua Stevens e Luciana Melo começou com lojas próprias, entrando no mercado de franquias depois de estar bem estabelecida em Florianópolis e região. Hoje, está presente também no Rio Grande do Sul, Paraná e Rio de Janeiro, com mais de 30 unidades. O diferencial da rede que tem atraído franqueados é a atenção do Café Cultura com o preparo do café, no formato “Farm to Cup”, ou seja, do plantio do grão até chegar à xícara. Produtores parceiros de Minas Gerais e Espírito Santo plantam o café em altitudes acima dos mil metros, com grãos que serão mandados ao Café Cultura Lab, laboratório próprio da rede para torrefação e elaboração de blends exclusivos. O cardápio variado celebra o café em diversas receitas, harmonizados com pratos que vão do café da manhã à janta. Os espaços que a marca ocupa vão de prédios históricos a shoppings, sempre com assessoria do Café Cultura para a implementação da marca. Instagram: @cafecultura.

Casa Bauducco: A marca que começou como um negócio familiar de imigrantes italianos no Brasil e se tornou uma das grandes empresas no setor de alimentos também entrou no ramo de cafeterias. Servindo itens que consagraram seu nome, a Casa Bauducco tem panetone em fatias como destaque, aproveitados com cafés quentes e gelados. Com diferentes formatos de franquias, a marca paulista já passou das 100 lojas pelo Brasil, desde grandes espaços até carrinhos, em todas as regiões. A primeira Casa Bauducco foi fundada em 2012, e três anos depois, já começou sua expansão no formato de franquias. Instagram: @casabauducco.

Cheirin Bão: Como o nome indica, a rede nasceu em Minas Gerais. A Empório Mineiro Cheirin Bão foi fundada por Eduardo Schroeder e Wilton Bezerra, com o intuito de levar o sabor mineiro para o Brasil. Desde que iniciaram o formato franchising em 2016, já contam com 480 unidades. O conceito alia o clima de cidade do interior com formato de grandes empresas do ramo, de preparo rápido sem perder qualidade. Os grãos vem da premiada região da Mantiqueira, produzindo blends exclusivos. O cardápio tem doces e salgados variados, com destaque para os bolos caseiros. Mais informações no Instagram @cheirinbao.

Go Coffee: A rede curitibana Go Coffee, grande referência e pioneira no segmento, nasceu na capital paranaense em 2017 e já conta com aproximadamente 180 unidades abertas. Na Go Coffee, o franqueado paga a taxa de franquia para ter o direito de uso de marca, mas não possui qualquer vínculo de mensalidade. A empresa funciona como uma fábrica distribuidora de insumos e produtos, com produção de doces e desenvolvimento de bases para bebidas. “Somos uma das únicas empresas do Brasil que desenvolveu os próprios xaropes e itens de consumo. E isso oferece segurança ao franqueado, porque ele sabe que do Rio Grande do Sul ao Ceará todos estarão com o mesmo muffin, o mesmo cookie e as mesmas bebidas padronizadas”, aponta André Henning. Entre os destaques do cardápio da Go Coffee estão os famosos frappes, com destaque para o Caramel, à base de creme ou café, bastante caramelo e finalizado com chantilly. Informações no Instagram: @gocoffeebrasil.

Sterna Café: Com o objetivo de democratizar cafés especiais, Deiverson Migliatti fundou em 2015 a Sterna Café. O empresário reuniu referências de diferentes países como inspiração para criar a marca, que utiliza grãos nacionais com métodos de extração internacionais. Adquirindo empresas como a de torrefação Breathe Coffee Co. e uma fábrica de bolos e salgados, tem um cardápio variado apresentado em ambientes contemporâneos. São mais de 60 lojas espalhadas pelo Brasil, com presença em São Paulo (onde a marca surgiu), Tocantins, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Paraná e Pernambuco. Mais informações: @sternacafe.
 

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União de esforços mostra que é possível destinar resíduos de forma correta, mesmo em locais de difícil acesso

União de esforços mostra que é possível destinar resíduos de forma correta, mesmo em locais de difícil acesso

Owens Illinois, Revida e o Programa Península Lixo Zero se unem para viabilizar a coleta e a logística reversa de embalagens de vidro que se acumulavam na região de Maraú, na Bahia

Um dos paraísos turísticos brasileiros, a Península de Maraú, no Sul da Bahia, enfrenta um desafio comum a diversos municípios: a gestão de resíduos. A região possui cerca de 20 mil habitantes, mas, na alta estação, o número de pessoas pode chegar a 300 mil com a presença dos turistas. E os resíduos gerados pela população vão parar no lixão da Península, numa Área de Proteção Ambiental (APA), em um mangue. São 25 mil toneladas de lixo por ano, com tendência crescente.

Preocupada com esse cenário, a documentarista e ambientalista Gabriele Kull, moradora da região, criou o Programa Península Lixo Zero, que contempla educação ambiental, logística reversa e infraestrutura. A iniciativa conta com o patrocínio da embaixada da Suíça e a cooperação de instituições locais, empresas e da sociedade civil. Em cinco anos, o programa pretende “revolucionar” a gestão de resíduos sólidos local. Numa primeira fase, foi instalada a Vila Circular, um centro de compostagem e gestão de resíduos recicláveis que funciona como um modelo de economia circular na Praia de Algodões, na entrada da Península.

Um dos grandes obstáculos do projeto era dar destino ao vidro, que representa 20% de todo o resíduo que é gerado. O difícil acesso ao município, por uma única estrada de terra, tornava inviável os custos com o frete para a retirada do material e moradores e, principalmente, estabelecimentos comerciais, como bares, restaurantes e pousadas, não tinham onde armazenar vasilhames.

Assim, entrou em cena a Owens Illinois (O-I), maior fabricante de embalagens de vidro do mundo, que, em sua parceria com a beneficiadora de vidros Revida, ofereceu a solução. Foram cobertos os custos com o transporte do vidro, que segue primeiro até a sede da Revida, em Salvador, onde a empresa limpa, separa e tritura o material, e encaminha os cacos para a fábrica da O-I, no Recife.

“Acreditamos que a responsabilidade compartilhada gera a prosperidade coletiva. Mesmo sendo os maiores recicladores de vidro do país, ainda há muito a ser feito e é cada vez mais necessário liderar e promover iniciativas que conectem em rede os diferentes elos da cadeia, a fim de resolver um problema comum, gerar renda e viabilizar a logística reversa do vidro até nossos fornos”, comenta Alexandre Macário, líder da área de Economia Circular da O-I.

Adepta do movimento Lixo Zero, Gabriele, que é suíça criada no Brasil, morou muitos anos no país europeu, mas decidiu voltar ao Brasil e viver em Maraú para atuar na causa ambiental. Ela salienta que a demanda dos empresários locais por uma solução para as embalagens de vidro era latente. “Chegamos a retirar seis toneladas de vidro somente de um bar na região mais turística da cidade. Não sabíamos como escoar os resíduos vítreos, por isso essa parceria foi providencial”, comemora.

“A iniciativa retirou, até o momento, 32 toneladas de embalagens de vidro da cidade de Maraú”, conta Ana Carolina dos Santos, engenheira química e trainee em Economia Circular da O-I, que atuou desde o início para desenvolver a parceria com o Programa Península Lixo Zero.

Outras iniciativas

A O-I também está presente no projeto Vidrado, iniciativa de coleta seletiva liderada pela Heineken, a startup SOLOS e a festa AWE na também cidade turística baiana de Caraíva. A localidade possui as mesmas características de Maraú que dificultam o escoamento do vidro.
O trabalho do Vidrado ocorre na alta estação, de dezembro a março, e nesta edição estima retirar 30 toneladas de vasilhames do vilarejo. A coleta é feita por meio de triciclos e a prioridade é atender os grandes geradores, como bares, restaurantes e pousadas, mas também são recolhidos vasilhames porta a porta porque os moradores contam com o projeto para entregar suas embalagens de vidro.

A embalagem de vidro é a mais sustentável do planeta por ser a única que pode ser reutilizada, retornada, reciclada e transformada em outra, sem nenhuma perda de matéria-prima. Além disso, cada tonelada de vidro reciclado gera economia de 2,9% no consumo de energia durante o processo produtivo. E, com 1 tonelada de cacos, é possível reduzir a emissão de 0,50 tonelada de CO2. Outra vantagem é que cada 50 quilos de vidro reciclado reduz a ocupação de 0,04 m3 em aterros para resíduos sólidos.

Sobre a O-I

Na O-I Glass, Inc. (NYSE: OI), nós amamos o vidro e temos orgulho de ser um dos produtores líderes de garrafas e potes de vidro em todo o mundo. O vidro não é apenas bonito, é também puro, saudável e totalmente reciclável, tornando-o o material de embalagem rígida mais sustentável. Com sede em Perrysburg, Ohio (EUA), a O-I é a parceira preferida de muitas das marcas líderes de alimentos e bebidas do mundo. Nós inovamos de acordo com as necessidades dos clientes para criar embalagens icônicas que constroem marcas em todo o mundo. Liderada por nossa equipe diversa de aproximadamente 24.000 pessoas em 70 fábricas em 19 países, a O-I obteve receitas de 6,4 bilhões de dólares em 2021. Reconhecendo os enormes benefícios do vidro, as Nações Unidas designaram 2022 o Ano Internacional do Vidro para celebrar o passado, o presente e o futuro desse material transformador.

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Sem etiqueta não existe entrega

Sem etiqueta não existe entrega

A etiqueta é uma segurança, tanto para a empresa de transporte quanto para o destinatário

Compras pela internet aumentaram em 98% dentre os brasileiros desde o início da pandemia, de acordo com dados do estudo “O Comportamento do Consumidor Pós-Covid 2022”, feito pela agência Marco. O crescimento do e-commerce traz movimentação nas entregas de todo o país. E com isso, vem muitos pacotes atrasados, danificados ou perdidos. Já aconteceu om você?

O correio é responsável por quase 45% das entregas de todo o país. Haveria muitos problemas se a identificação usada pela instituição não fosse padronizada para ajudar tanto o entregador quanto quem recebe. A etiqueta do correio possui tamanhos específicos para categorias de produtos diferentes. Uma empresa que entende e facilita no processo de etiquetagem é um diferencial.

“Com a nossa consultoria colaborativa, todo o processo é focado na tranquilidade e economia dos clientes, para que eles possam se concentrar em produzir com mais rapidez”, explica Jeliane Motta, gestora do comercial e marketing da Automação Curitiba.

As etiquetas de envio são aquelas anexadas por fora das embalagens, que servem para o meio de transporte escolhido fazer a identificação correta das encomendas a serem entregues. Ajudam na identificação de caixas para transporte e demonstram as informações referentes aos produtos, lote, peso, codificação e cuidados de armazenamento.

A etiqueta é fundamental para que o cliente receba seu produto sem nenhum problema. Sem ela, não é possível fazer a entrega. A Automação Curitiba entende a necessidade da etiqueta e vai além proporcionando agilidade também. “O prazo de entrega normal de um comércio é de 7 dias úteis, mas entendemos a urgência do nosso cliente e entregamos em até 72 horas, podendo variar conforme a necessidade dele. Por exemplo, se não temos a quantidade do pedido total, garantimos o que ele precisa para curto-prazo, até que o restante seja entregue”, conta a diretora estratégica, Ivaneide Villaça.

Serviço:

Automação Curitiba

Tudo em AIDC e suprimentos

Telefone: 41 3256-1011 | 41 99603-7865

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

@automacao_curitiba

https://www.automacaocuritiba.com.br/

R. Guilherme Ihlenfeldt, 788 - Tingui, Curitiba-PR

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Rommanel lança o projeto ‘A arte de transformar’, que dá vida ao novo lançamento de coleção da marca

Rommanel lança o projeto ‘A arte de transformar’, que dá vida ao novo lançamento de coleção da marca

A Vimer Retail Experience desenvolveu a nova campanha das lojas e tem como destaque o uso de animatronic e realidade virtual, permitindo a interação do cliente

As lojas físicas são um ponto da conexão entre uma marca e seus consumidores, devendo ser estrategicamente pensadas para a atração e interação com o público.

É o que pensa a empresa de inteligência e criação para o varejo Vimer Retail Experience, que desenvolveu a nova campanha da Rommanel. O projeto ‘A arte de transformar’, que dá vida ao novo lançamento de coleção, tem como destaque o uso de animatronic em formato de borboletas - dispositivos robóticos desenvolvidos com o objetivo de reproduzir algum ser vivo - e realidade virtual, apontando a câmera do celular para a vitrine, é possível observar borboletas - símbolo da marca - dentro da loja.

Para Camila Salek, sócia-fundadora e diretora de Inovação da Vimer Retail Experience e também considerada referência no varejo o projeto representa o potencial do trabalho do visual merchandising na construção de branding de uma marca, a medida em que a atmosfera de uma loja é envelopada para envolver o consumidor através de narrativas e experiências que despertam emoção e engajamento.

Segundo a especialista, no varejo hiperfísico a tecnologia cresce como um meio para o despertar sensorial e criação de experiências “Este projeto se conecta com a nossa forte aposta no varejo hiperfísico, que diz sobre impacto sensorial, por meio da provocação de sentidos, fluidez de formatos e foco no protagonismo do ecossistema e da comunidade, trazendo o consumidor para perto da marca”, destaca Salek.

As vitrines de Rommanel com borboletas em animatronics podem ser encontradas nas lojas dos shoppings Anália Franco e Morumbi, em São Paulo, ademais, todas as unidades contam com o projeto de vitrine e realidade aumentada.

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Pesquisa sobre neurolinguística leva estudantes de Curitiba à final de Feira Brasileira de Ciências   

Pesquisa sobre neurolinguística leva estudantes de Curitiba à final de Feira Brasileira de Ciências  

Pesquisa sobre neurolinguística leva estudantes de Curitiba à final de Feira Brasileira de Ciências

Projeto será apresentado presencialmente em evento na USP, em março, com mais 199 finalistas de todo Brasil

As alunas Beatriz Schneck de Jesus e Valentina Goetten Santos da Silva, do Colégio Positivo - Jardim Ambiental, de Curitiba, passaram pelas bancas on-line da Febrace (21.ª Feira Brasileira de Ciências e Engenharia) e estão na final da competição, que acontecerá em março, presencialmente, na USP (Universidade de São Paulo). Com o projeto “Neurolinguística: a Cultura da Linguagem”, as estudantes analisaram as principais características culturais refletidas por meio do idioma falado por um povo e identificaram como o aprendizado de uma nova língua auxilia no entendimento e na compreensão da cultura de determinado país. Além disso, a pesquisa também investigou a maneira como o cérebro é beneficiado pelo estudo de novas línguas e como a comunicação foi transformada ao longo dos séculos.

As jovens já tinham sido destaque na Mostra Brasileira de Inovação, Pesquisa Científica e Empreendedorismo (Mobipe), realizada pelos colégios do Grupo Positivo. “Nós ficamos super felizes por termos passado pelas fases até chegar à final da Mobipe. Mas, sem dúvida, estar entre os finalistas da Febrace é de uma felicidade sem igual”, comemora Valentina. “Quando passamos na Mobipe e a nossa orientadora disse que iríamos apresentar nosso projeto para uma banca nacional, nem sabíamos o que dizer. E assim como nas primeiras fases, a banca on-line estava cheia de ideias incríveis, mas fomos com o pensamento de mostrar o nosso melhor. E quando passamos foi realmente inesperado e comprovou o potencial do nosso projeto”, comemora Beatriz, que juntamente com a colega Valentina, concorreram na semifinal da Febrace com mais 500 projetos, chegando à final entre os 200 melhores do Brasil.

Para a professora e orientadora Flávia Amend, o fato de a ideia do projeto sobre neurolinguística ter partido das estudantes já era de se comemorar, mas o empenho delas deixou a educadora ainda mais orgulhosa. “Quando falamos em ciências, muitas vezes imaginamos algo ligado a química, física ou biologia. Porém, o estudo da linguagem é uma ciência tão importante quanto as demais e possibilitar que jovens possam investigar cientificamente e apresentar dados sobre o estudo que realizam faz com que essa grandeza da neurolinguística possa ser vista por mais pessoas”, afirma.

A linguagem retratando a cultura

No cenário globalizado atual, a procura por métodos para a integração cultural vem sendo foco de estudos, tanto da área de neurologia, quanto da linguística. Tendo em vista essa realidade, o estudo da língua é um instrumento de maior relevância para essa aproximação cultural. Na pesquisa que começou quando as alunas ainda estavam no primeiro ano do Ensino Médio, elas encontraram a importância da variante comportamental do indivíduo que fala mais de um idioma. “A curiosidade em descobrir a relação do cérebro com as linguagens, como se constrói a cultura de um povo por meio do idioma, seus dialetos, foi o grande impulsionador para o desenvolvimento do nosso trabalho e o nosso maior desafio”, afirma Beatriz.

Para atingir o objetivo, com a orientação da professora Flávia, as jovens pesquisaram artigos científicos, sites, fizeram entrevistas com especialistas na área linguística e aplicaram questionários com o público em geral. “Ao final dessas etapas, pudemos perceber que a linguagem possui grande influência no comportamento de um povo e na sua cultura, sendo de extrema importância realizar o estudo sobre as diferentes formas de dialetos para, assim, compreender o comportamento humano”, revela Valentina.

De acordo com o estudo, a evolução da linguagem tem diferentes histórias, porém, não restam dúvidas aos pesquisadores da linguagem que os dialetos surgiram na busca de soluções para os problemas da comunicação. “No que diz respeito à parte neurológica, concluiu-se que diversas áreas cerebrais são ativadas quando se aprende diferentes idiomas - e que isso causa o crescimento de partes específicas do nosso cérebro”, aponta Beatriz.

A experiência desses dois anos de estudo foi tão importante para as alunas, que elas já projetam o futuro. Valentina vai terminar o Ensino Médio e pretende cursar Artes Cênicas. “As pesquisas científicas podem beneficiar a carreira em todas as áreas e acredito que o estudo da linguagem tenha muito a ver com a arte”, diz. “A importância de procurar fontes que realmente são confiáveis, aprender com as ideias de outras pessoas, ainda mais sendo um ramo da ciência que me interessa tão profundamente, quanto línguas e neurociência, com certeza, vai me ajudar no futuro”, confessa Beatriz, que pretende cursar Medicina.

Febrace

A Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace) é um movimento nacional de estímulo ao jovem cientista, que anualmente realiza uma grande mostra de projetos na Universidade de São Paulo (USP). A intenção é incentivar a criatividade e a reflexão em estudantes da Educação Básica por meio de projetos com fundamento científico, nas diferentes áreas das Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática. A mostra de 2023 será presencial e acontecerá entre os dias 20 e 24 de março, e conta com 200 projetos finalistas, de 27 estados. www.febrace.org.br 

Sobre a Mobipe

A Mostra Brasileira de Inovação, Pesquisa Científica e Empreendedorismo (Mobipe), do Colégio Positivo, expõe experimentos científicos de diferentes áreas do conhecimento, com projetos de alunos do Ensino Fundamental II, Ensino Médio, Técnico e de cursos pré-universitários, do ensino público e particular de todo o Brasil.

Os próprios alunos escolhem um tema de relevância social, ambiental ou tecnológica e trabalham a pesquisa científica, desde os levantamentos bibliográficos e de campo, passando pela coleta de dados, experimento e análise de resultados, tratamento de informações, até a conclusão, montagem do painel de apresentação e finalização do Diário de Bordo – a memória de todo o projeto. Depois da apresentação, arguição e avaliação, os projetos que se destacaram no evento pelo teor científico, pela abordagem criativa e/ou inovadora participam de uma banca de professores que seleciona um ou dois projetos - conforme determinação da Febrace - para representar o Colégio Positivo neste evento que é o maior do gênero no país.

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