Férias com natureza, diversão e cultura na Vila Katu  

Férias com natureza, diversão e cultura na Vila Katu

Um refúgio que une natureza, diversão e cultura próximo a Curitiba, a Vila Katu tem programação especial para as férias. Durante o mês de janeiro, o complexo localizado em Campo Magro vai ampliar os horários de funcionamento. Abrirá de quarta-feira a domingo, sempre das 10h às 18h, com programação especial que traz brincadeiras, artes e entretenimento para as crianças, além de muitos espaços para os pais também poderem relaxar.

O contato para reservar ou obter mais informações é o seguinte: (41) 98511-0400. Endereço: Rua Miguel Milone, 400 – Passaúna, Campo Magro.

A Vila Katu oferece muitas atrações para as crianças gastarem as energias durante as férias, como parquinho, fazendinha com animais, muro de escalada e cabo aéreo. Para os dias nublados, opções como o cinema e a brinquedoteca garantem o entretenimento dos pequenos. Todos os atrativos foram projetados para eles se divertirem muito e contam com monitores especializados em recreação infantil.

O parquinho, um dos destaques, ocupa uma área de 1000 metros quadrados e surpreende pela estrutura, com passarelas, escorregadores, túneis, cabanas e área para escalada, entre outros detalhes.

Já os adultos podem desfrutar do restaurante e de bares como o localizado na Prainha, espaço de relaxamento equipado com lounges, cadeiras de praia e faixa de areia de verdade. Ali é possível aproveitar desde drinks e chopes gelados até porções e aperitivos – tudo isso ao som de música ao vivo.

Diversão e cultura

Além destas atrações fixas, a Katu sempre tem programações especiais para as crianças, todas acompanhadas por monitores e sem custo extra além do valor do day use. Entre elas, estão diversas oficinas de artes, esquibunda, jogos e brincadeiras.

Para completar, a gastronomia é outro ponto alto. O complexo conta com um restaurante aberto no almoço, com cardápio assinado pelo Buffet Marzia Lorenzetti, além dos bares e lanchonete.

Vila Katu

Endereço: Rua Miguel Milone, 400 – Passaúna, Campo Magro - PR

Valores: entrada para day use e almoço com buffet livre incluído são os seguintes: adultos e crianças com mais de nove anos, R$ 130, crianças entre três e oito anos, R$ 90. Crianças menores que três anos de idade não pagam. O preço somente do day use, sem almoço, é igual para adultos e crianças com três anos ou mais, R$ 50.

Informações e reservas: (41) 8511-0400

Siga: www.instagram.com/vilakatu.com.br/ 

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Tempura e Tonkatsu  

Tempura e Tonkatsu

Dois pratos quentes diferentes no Jun Sakamoto Casual

Embora o brasileiro ainda associe muito a culinária japonesa com pratos frios à base de sushi e sashimi, o cardápio dessa rica gastronomia é muito amplo e variado, e os pratos quentes, os chamados Teishokus, ganham destaque no Jun Sakamoto Casual.

O estrelado chef Jun Sakamoto, que tem uma estrela Michelin em seu restaurante de São Paulo, trouxe para Curitiba uma proposta mais “descontraída” e casual, com valores de menu bem mais acessíveis.

Entre os destaques do cardápio estão duas iguarias japonesas. O Tempura e o Tonkatsu.

Tempura – É um prato muito popular no Japão e, embora a receita tenha sido trazida por jesuítas portugueses, tornou-se um dos pratos mais clássicos da culinária japonesa, sofrendo adaptações ao longo do tempo. O Tempura do Jun tem a opção como Entrada, com legumes (berinjela, cenoura, cebola, vagem, brócolis) e como Teishoku, misto (legumes, camarão e cogumelos). “Nosso tempura é feito com farinha especial própria para tempura e água com gás. Essa combinação garante uma crocância delicada", enfatiza o chef Sakamoto (de Legumes R$ 89 e R$ 47 a meia porção; Teishoku R$ 99).

Tonkatsu - Trata-se de um prato da culinária japonesa, criado no fim do século XIX e um dos mais populares do Japão. Consiste de uma costeleta de porco empanada e frita. No restaurante Casual é feito com o lombo de Duroc, o porco preto “Angus” da suinocultura. Uma carne mais alta, garantindo a suculência e sabor, servida com arroz branco, missoshiru, salada de repolho e bolinho de peixe. O toque e sabor especial ficam por conta do molho típico, adocicado (R$ 109).

Serviço:

Jun Sakamoto Casual

ParkShopping Barigüi, piso L3, n.309 - Expansão

@junsakamotocasual

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Crescimento de ansiedade entre jovens desafia sistema educacional  

Crescimento de ansiedade entre jovens desafia sistema educacional

Casos impactam diretamente a criatividade e pedem revisão de estilos de vida

A ansiedade entre crianças e adolescentes tem superado a de adultos, aponta uma pesquisa do Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2022, foram registrados 103.619 procedimentos relacionados ao transtorno em pessoas de até 19 anos. Em 2023, esse número aumentou para 140.782. Nos casos mais graves, as internações também subiram de 447, em 2022, para 512, no ano seguinte.

Os dados apontam um aumento alarmante da ansiedade entre os jovens, muitos deles ainda em fase escolar. Vitor Azambuja, um dos criadores do programa De Criança Para Criança e que desenvolve projetos em escolas, destaca esse cenário e alerta para as consequências da negligência desse tema, que pode levar ao desenvolvimento de outras doenças. "Hoje, não só eu, mas muitos estudos sobre doenças contemporâneas, apontam a ansiedade como uma das mais preocupantes. Isso porque o transtorno afeta tanto o corpo quanto a mente de forma interligada", afirma.

A ansiedade também atinge o processo criativo, que já enfrenta desafios no Brasil. Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mais da metade (54,3%) dos alunos brasileiros de 15 anos apresentou baixo nível de criatividade em uma avaliação internacional, ficando na 44ª posição entre 56 países.

Diante desse cenário, Vitor destaca a importância de as escolas estimularem a criatividade dos alunos, de forma ampla e sem limitações. "Normalmente, o estudante aprende que a resposta certa é o único caminho. Com isso, ele acaba desaprendendo o que é criatividade, outras possibilidades, o conceito de errar e o que pode ser aprendido a partir do erro", explica.

Ele também destaca que o sistema educacional, muitas vezes, não valoriza a criatividade e a curiosidade natural das crianças, algo que precisa ser repensado. "A criança chega à escola cheia de curiosidade, querendo aprender, explorar e ter novas ideias. Mas, no fim, muitas vezes sai sem criatividade, desaprendendo alternativas. Quando entra na escola, ela tem pontos de interrogação, quando sai, sai com frases feitas", afirma.

Atenção aos conteúdos

Vitor alerta para o excesso de conteúdo circulando nas redes sociais, como dicas sobre saúde, organização e padrões de vida, além da pressa das pessoas em buscar soluções imediatas para tudo. "Quando vejo todo mundo ali, olhando o celular, isso para mim é uma farsa brutal. As pessoas estão projetando sua ansiedade, girando a câmera para ver o que acontece com os outros. Elas se concentram tanto no dia a dia, mas se esquecem de parar, meditar, ouvir algo simples, como uma música, por exemplo", destaca.

A seguir, quatro pontos que contribuem no processo de criatividade:

Valorizar o erro: encoraje a exploração e o aprendizado a partir dos erros, sem medo de errar;

Praticar o autocuidado: tire pausas para atividades simples, como ouvir música ou meditar, para reduzir a ansiedade;

Repensar as expectativas educacionais: focar mais em criatividade e curiosidade do que em respostas rápidas e perfeitas;

Usar as redes sociais com consciência: limite o consumo de conteúdos que geram ansiedade e foque em um uso mais reflexivo.

Uma animação produzida pelo programa De Criança Para Criança destaca a série “Sentimentos e Emoções”, que utiliza uma linguagem lúdica e ilustrações criadas por alunos, transformando-as em material educativo. 

Sobre Vitor Azambuja

Vitor Azambuja é brasileiro, nascido no Rio de Janeiro. Especialista em criação, é diretor de arte e artista plástico. Formado em publicidade e piano clássico, trabalhou em diversas agências de propaganda, tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo, criando filmes e anúncios para grandes anunciantes. Foi premiado em festivais de propaganda, tais como Figueira da Foz, Colunistas, Clube de criação de São Paulo, Art Directors em Londres e New York Festival. Realizou exposições de pinturas em São Paulo, Rio de Janeiro, Nova Iorque, Miami e Paris. Um dos criadores do programa De Criança Para Criança, Vitor é o diretor criativo da empresa. Seu propósito é fazer com que as crianças do mundo inteiro aprendam desenvolvendo a sua criatividade.

Sobre o De Criança para Criança

O programa De Criança para Criança (DCPC) oferece um leque de metodologias de educação híbrida para escolas de todo o mundo. Do futuro para a escola, a proposta é oferecer às crianças a oportunidade de serem protagonistas, colocando-as no centro da aprendizagem. Através de uma plataforma simples, os professores são orientados a serem mediadores, fazendo com que os próprios alunos desenvolvam conhecimento sobre temáticas diversas. A partir de discussões, constroem coletivamente histórias, fazem desenhos e gravam locuções relativas às narrativas criadas, que posteriormente serão transformadas em animações feitas pelo DCPC, expandindo os horizontes educacionais.

Site: https://www.decriancaparacrianca.com.br/pt/

Instagram: https://www.instagram.com/decriancaparacrianca/

YouTube: https://www.youtube.com/user/decriancaparacrianca

Facebook: https://www.facebook.com/DeCriancaParaCrianca/

 

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Projeto de Lei que limita o uso de celular nas escolas, aprovado pelo Senado, prioriza a qualidade do ensino  

Projeto de Lei que limita o uso de celular nas escolas, aprovado pelo Senado, prioriza a qualidade do ensino

Para a psicopedagoga e escritora Paula Furtado, com um propósito educativo, é possível que as redes de ensino criem momentos de interação pessoal, leitura e escrita manual

A partir de 2025 haverá mudanças significativas no ambiente escolar no que diz respeito ao uso de tecnologia, pois, no final do ano passado, o Senado aprovou o projeto que restringe a utilização de celulares nas instituições públicas e privadas de Ensino Infantil e Médio do País, inclusive em todo o espaço educacional, desde a sala de aula até recreios, intervalos e atividades extracurriculares. Também em dezembro de 2024, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, já havia sancionado o Projeto de Lei com tal objetivo por meio da Assembleia Legislativa (Alesp).

Com isso, fica vedado o acesso a dispositivos eletrônicos conectados à internet pelos estudantes, exceto em casos de necessidade pedagógica ou para apoio a alunos com deficiência. Antes de virar lei, o texto precisará da sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Ao determinar que escolas e secretarias de educação criem protocolos específicos para o armazenamento seguro dos aparelhos durante o período escolar, a lei também evita o uso inadequado dos celulares, sem comprometer a segurança dos equipamentos dos alunos.

Melhorar o aprendizado e a convivência entre os alunos

Segundo a psicopedagoga e escritora Paula Furtado, a iniciativa visa melhorar a atenção e a interação social das crianças, e promover um ambiente mais saudável e produtivo. “Considero que a recente sanção da Lei é uma medida inicial necessária para enfrentar os desafios educacionais contemporâneos. O uso excessivo de dispositivos móveis em sala de aula tem demonstrado prejudicar a concentração, a socialização e o desempenho acadêmico dos estudantes”, reforça Paula.

Sem o uso da tecnologia é possível que as redes de ensino criem momentos de interação pessoal, leitura e escrita manual. Até então, durante os intervalos, era comum ver crianças isoladas em seus celulares, muitas vezes em grupos, mas cada uma imersa em seu próprio mundo virtual, o que reduz a interação entre elas. “Criar espaços sem tecnologia pode ajudar a fomentar conexões mais significativas e contribuir, também, para a socialização e saúde mental da turma”, pontua a profissional.

Adaptação

Com essa atual mudança, a comunicação entre a unidade de ensino e os pais é necessária para que sejam informados sobre as decisões tomadas e possam reforçar, em casa, a importância do uso consciente dos dispositivos. “É fundamental que escolas, famílias, educadores e alunos se unam para conscientizar sobre o uso saudável e funcional do celular, assegurando que essa ferramenta seja utilizada de maneira construtiva no processo educativo”, explica Paula.

Sobre Paula Furtado

Paula é pedagoga, formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com especialização em Psicopedagogia, Neuropsicopedagogia, Educação Especial, Arte de Contar Histórias e Arteterapia pelo Instituto Sedes Sapientiae e Leitura e Escrita, também pela PUC-SP. A profissional já trabalhou como professora de Educação Infantil e Ensino Fundamental na rede particular de ensino, e já atuou como assessora pedagógica em escolas públicas e particulares.

Paula Furtado atende crianças e adolescentes com dificuldades de aprendizado. Nesta área da educação, a pedagoga ministra cursos para formação de educadores nas instituições de ensino pública e particular e realiza palestras para pais sobre a importância de contar histórias.

Como autora, Paula completa seu trabalho escrevendo diversos livros infantojuvenis (100 obras até o momento) e, dentro de suas atuações de jornada literária, também foi coordenadora e supervisora psicopedagógica em diversas publicações infantis (Contos de fadas, Lendas e Folclore) com Girassol Brasil e Mauricio de Sousa. A autora conclui suas atividades escrevendo para diferentes revistas de educação sobre temas pedagógicos, além de trabalhar na criação e patente de Jogos Pedagógicos como: Desafio, Detetive de Palavras, De Olho na Ortografia, dentre outros.

@paulafurtadopf

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"Brain rot": um chamado para repensar o impacto do digital  

"Brain rot": um chamado para repensar o impacto do digital

Por Patricia Ansarah*

A Universidade de Oxford elegeu "brain rot" – traduzida como "cérebro apodrecido" – como a palavra do ano de 2024. A expressão, popular entre jovens nas redes sociais, reflete um desafio urgente da era digital: os efeitos negativos do consumo excessivo de conteúdos superficiais, que comprometem a saúde mental, a criatividade e as habilidades cognitivas.

Essa escolha suscita uma reflexão importante: como equilibrar o uso da tecnologia, que conecta as pessoas, com o cuidado necessário para preservar a saúde mental e as relações? Pesquisas indicam que o “brain rot” não é apenas um problema individual, mas também influencia a maneira como as pessoas interagem, criam e resolvem problemas, afetando contextos que vão do pessoal ao organizacional.

A relevância de “brain rot” como palavra do ano vai além de uma simples tendência. Ela desafia a criar ambientes onde a tecnologia seja aliada do bem-estar, e não um fator de desgaste. E isso começa pela coragem de abrir conversas genuínas sobre o impacto do digital em nossas vidas e organizações.

Estudos recentes destacados pelo Newport Institute mostram que os impactos negativos, como ansiedade, dificuldades cognitivas e queda de produtividade, podem ser revertidos. Estratégias eficazes incluem limitar o tempo de tela, priorizar atividades com propósito e criar ambientes psicologicamente seguros, onde erros e desconexões sejam reconhecidos como parte do processo de aprendizado.

Nas organizações, o "cérebro apodrecido" é um reflexo da pressão por resultados e do excesso de estímulos digitais. Segundo o State of the Global Workplace Report 2024, apenas 23% dos trabalhadores globais relatam estar engajados em seu trabalho, enquanto 44% afirmam experimentar níveis significativos de estresse diário. Esses números reforçam a importância de criar conversas significativas e educativas com atenção a como o impacto do digital pode interferir no engajamento e no estresse crônico nas organizações.

Segurança psicológica é a chave para trazer este tema à mesa e transformar o impacto do digital. Quando criamos ambientes que incentivam o diálogo sobre o que é contraproducente às iniciativas de equilíbrio e saúde mental, não estamos somente educando e recuperando a capacidade criativa das pessoas, mas também impulsionado resultados, realização e bem-estar.

O diálogo sobre "brain rot" é mais do que uma tendência, é um chamado para repensarmos o papel da tecnologia em nossas vidas e organizações. Ao integrarmos segurança psicológica e consumo consciente, estamos reforçando a importância do equilíbrio para a saúde e a sustentabilidade das empresas e das pessoas.

*Precursora do conceito de segurança psicológica no Brasil, a psicóloga organizacional Patricia Ansarah - com mais de 20 anos atuando em RH e como executiva de grandes empresas - criou o instituto para endossar o pioneirismo e dar visibilidade ao tema no Brasil e levar soluções integradas por meio da segurança psicológica para o desenvolvimento de times e organizações.

 

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