Carnaval longe da folia? Portobello Resort & Safári oferece pacote especial para aproveitar o feriadão com conforto, lazer e segurança  

Carnaval longe da folia? Portobello Resort & Safári oferece pacote especial para aproveitar o feriadão com conforto, lazer e segurança

Em um clima de praia e serra, hotel em Mangaratiba já ultrapassa metade da ocupação para a data

O ano ainda não virou, mas o Carnaval já está batendo à porta! Daqui a dois meses é chegada a hora de tirar as fantasias do armário e colocar o bloco na rua ou não. Há quem prefira calmaria e dias de descanso e quem está mais nesta “vibe”, a boa notícia: o Portobello Resort & Safári oferece um pacote especial para hospedagem entre os dias 28 de fevereiro e 05 de março (Quarta-Feira de Cinzas). De frente para o mar e cercado pelo verde da Mata Atlântica, o hotel já ultrapassa metade da ocupação e é um destino muito buscado por sua estrutura rica e convidativa para toda a família. No período, haverá uma agenda especial com direito a bailinho infantil, música ao vivo e muito mais. “Manteremos a nossa essência, agregando à programação ainda mais entretenimento. Estamos muito otimistas com a alta procura e a expectativa é que não tenha mais quartos disponíveis nas próximas semanas”, conta o diretor comercial do Portobello, Luiz Antonio Raposo.

Atrações:

O Mini Clube, um espaço de recreação infantil com jogos, como totó, piscina com toboágua, avião réplica da Segunda Guerra Mundial, menu especial etc promete muitos momentos de diversão para a criançada, que fica sob o cuidado de uma equipe de monitores preparados para promover diversas atividades ao longo do dia.

Ótima pedida para toda a família, o Safári possui 300 mil metros quadrados, diversos animais das faunas brasileira, europeia e africana vivendo em harmonia e liberdade. A bordo de um veículo 4x4, os hóspedes têm a oportunidade de avistar outros animais, como tucanos, araras, papagaios, macacos, quatis, emas, marrecos, patos, pavões, antas, cervos, antílopes e lhamas. Vale estender o passeio ao palmital, uma área deslumbrante com plantio e degustação de palmito na brasa, piscina de água natural e sauna a lenha. Há bebidas não alcóolicas e uma cachaça especial de Paraty à disposição dos visitantes. 

Aos praticantes de esportes, há um racket point com quadras de tênis de saibro, beach tennis e pickeball, além de banana boat, stand up paddle, passeios de bicicleta, passeios a cavalo. Uma pista de boliche, que não deixa nada a desejar com as vistas em shoppings de cidades grandes, está disponível para quem quiser se arriscar no “strike”. A tarifa do hotel inclui 1h diária para utilização de bicicleta, além de 1h para uso diurno da quadra de tênis e outras atividades temáticas dos pacotes, como as eventuais oficinas de beach tennis.

Serviço:

O Portbello Resort & Safári oferece pensão completa com buffet que agrada a todos os paladares e é servido nos dois restaurantes disponíveis. Há também uma pizzaria, na Marina Portobello, em funcionamento às sextas-feiras e sábados, com variedade de sabores deliciosos. A reserva da mesa deve ser realizada no concierge. Ainda no quesito “gastronomia”, o Portobello Resort & Safári acaba de inaugurar um espaço gourmet com parrilla e estação de massas, em funcionamento aos finais de semana. A experiência também é exclusiva aos hóspedes. Algumas atividades e serviços do hotel não estão inclusos no valor da diária.

Sobre o Portobello Resort & Safári (RJ)

A menos de duas horas do Rio de Janeiro, o Portobello Resort & Safári é um hotel em Mangaratiba que pode ser alcançado por terra, mar e ar. O resort disponibiliza uma marina completamente equipada para barcos de até 60 pés, um heliponto e uma pista de pouso própria, com 1.270 metros de comprimento de asfalto ecológico e homologada, que atende voos particulares de hóspedes, visitantes e condôminos. Para quem vem da estrada, ele fica no km 434 da Rodovia Rio – Santos.

São 158 apartamentos disponíveis, a maioria com vista para o mar calmo da praia de 1km de extensão. Reservas e mais informações em https://portobelloresort.com.br/.

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Tradição do "bom princípio" pode ser a chave para ensinar educação financeira às crianças  

Tradição do "bom princípio" pode ser a chave para ensinar educação financeira às crianças

Jovem escritora aponta que práticas simples de dinheiro podem criar um futuro mais consciente e preparado para os pequenos

No início de cada ano, é comum ver crianças oferecendo votos de “bom princípio” aos adultos, uma tradição que envolve a entrega de um valor simbólico. Para muitas famílias, essa prática tem se tornado mais do que um gesto cultural: é uma oportunidade de ensinar as crianças sobre o valor do dinheiro e a importância de uma boa educação financeira.

A jovem de 14 anos, escritora e influenciadora de educação financeira para crianças e jovens, Malu Lira, que comanda o canal Malu Finanças nas redes sociais, comenta sobre a importância de aproveitar esses momentos para semear hábitos saudáveis desde cedo. Para ela, práticas simples como essas podem ter um grande impacto na formação de uma relação responsável com o dinheiro. "Quando as crianças começam a lidar com dinheiro de forma consciente, mesmo que seja um valor simbólico, elas aprendem a noção de poupança, de investir e de compreender o que significa ter uma quantia limitada de recursos", afirma.

De acordo com Malu, a educação financeira não é apenas sobre aprender a economizar, mas também sobre como tomar decisões mais informadas e responsáveis no futuro. "O simples ato de dar ou receber um valor de presente, seja por meio de um gesto de carinho como o 'bom princípio', ensina a criança a dar valor ao que recebe e a entender que todo valor exige uma reflexão sobre como gastar."

Ela também destaca a importância de os pais ou responsáveis se envolverem nesse processo de ensino. "É essencial que o adulto explique o que significa o valor dado, por que ele está sendo oferecido e o que pode ser feito com ele, seja guardando, gastando ou até mesmo doando", sugere. Malu enfatiza que, com o tempo, essa conscientização pode ajudar as crianças a entenderem a relevância de fazer escolhas financeiras mais assertivas à medida que crescem.

Uma das dicas de Malu para as famílias que desejam adotar esse hábito é transformar o momento em uma prática educativa, explicando de forma lúdica e acessível o que o dinheiro representa e como ele pode ser gerido. "Transformar essas ações em aprendizado vai além de ensinar sobre números e moedas, é sobre educar para a vida", completa.

A especialista também sugere que, ao longo do ano, as crianças possam ter pequenas metas de poupança ou até um “cofrinho” para guardar o dinheiro recebido nessas ocasiões. Isso permite que as crianças vejam o impacto do tempo sobre a economia e a importância de não gastar tudo de uma vez. "Se ensinarmos desde cedo que o dinheiro é uma ferramenta que pode ser controlada e aplicada de maneira inteligente, estamos criando adultos com mais consciência e menos propensos a cair em problemas financeiros no futuro", reforça.

Para completar, Malu Finanças sugere que as famílias busquem integrar a educação financeira ao cotidiano, criando situações que estimulem as crianças a refletir sobre o valor das coisas e sobre as escolhas que fazem. "Por exemplo, se a criança tem o desejo de comprar algo, é interessante discutir as opções e mostrar como o valor gasto pode impactar em outras possibilidades de consumo, como economizar para algo mais valioso no futuro", conclui.

Malu também lembra que, embora o gesto do "bom princípio" seja simbólico, a oportunidade de ensinar sobre finanças vai além do valor presenteado. O mais importante é criar uma base sólida para o entendimento do dinheiro, preparando as crianças para um futuro mais equilibrado e financeiramente saudável.

Maria Luiza Lira @malu.financas

Amazonense que com 14 anos é escritora, porta-voz da Me Poupe! e palestrante de educação financeira para crianças e adolescentes. Nascida em 2010, sempre se mostrou curiosa e interessada em assuntos relacionados a finanças. Começou seus estudos assistindo vídeos da Me Poupe! e, aos 11 anos, escreveu seu primeiro livro. Hoje, aos 14 anos, tem 15 livros publicados, todos com a temática de educação financeira para crianças, além de ser idealizadora do Projeto ‘Malu Finanças na Escola’, que oferece soluções para a educação financeira para crianças, pais, professores e gestores públicos, presente em mais de 100 escolas do Brasil.

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Cinco dicas para proteger crianças e adolescentes na internet  

Cinco dicas para proteger crianças e adolescentes na internet

Apenas 32% dos pais ou responsáveis utilizam recursos para filtrar aplicativos ou fazer controle quanto às pessoas com quem a criança ou o adolescente pode ter contato

O uso de celulares em escolas voltou à discussão após a aprovação do projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em escolas públicas e privadas no estado. Além do cuidado nas escolas, a utilização desses aparelhos e da internet também precisam de atenção em casa. O levantamento TIC Kids Online Brasil (2024), realizado pela Unesco e Cetic.br, constatou que 93% das crianças e adolescentes brasileiros (de 9 a 17 anos) usam a internet e, assim como no ambiente físico, o digital também do acompanhamento dos responsáveis.

“Assim como ensinamos às nossas crianças a não falar com estranhos na rua, temos que agora ensiná-las a como se comportar na internet. Atualmente, pais e responsáveis devem trabalhar no letramento digital, supervisionando as atividades e ensinado a dinâmicas mercadológicas, pois o uso inadequado da internet pode gerar um meio propício para o adoecimento físico e mental. Vivemos hoje em um cenário múltiplo, e, ao se falar de infâncias e juventudes, se faz necessário promover um debate sobre o uso consciente de telas e dispositivos e a violência no ambiente digital”, comenta Irmāo Valdir Gugiel, diretor do Centro Marista de Defesa da Infância e membro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina.

Confira algumas dicas e cuidados com o acesso de crianças e adolescentes em ferramentas digitais:

1. Faça monitoramento e controle parental

O telefone celular é a principal tecnologia pela qual crianças e adolescentes acessam a internet (98%, segundo a pesquisa da TIC Kids Online Brasil). Esse fato representa um desafio para o acompanhamento de pais e responsáveis porque o aparelho, além de ser pequeno e móvel, tem seu uso mais privado.

Clemilson Graciano da Silva, especialista de Proteção do Marista Brasil, explica que o acesso às redes sociais deve ser permitido apenas a partir dos 13 anos e é interessante que os responsáveis fiquem atentos às indicações etárias dos aplicativos de celular, jogos e produtos audiovisuais, uma vez que elas tem o objetivo de alertar para os riscos da atividade, considerando o contato precoce das crianças com conteúdos inadequados para a faixa etária.

Além disso, recomenda a utilização da função “controle parental”, muitas vezes disponível nos dispositivos eletrônicos e em aplicativos. A pesquisa TIC Kids Online Brasil aponta que 67% dos pais ou responsáveis verificam os aplicativos baixados. Para novos contatos em redes sociais, esse número é de 65%. Porém, apenas 32% desses responsáveis utilizam recursos para filtrar aplicativos ou determinar com quem a criança ou o adolescente pode entrar em contato.

Ainda segundo a pesquisa, 76% dos responsáveis ensinam como se comportar na internet e 71% ensinam como usar a internet com segurança. “Às vezes pensamos que a criança pode estar em um ambiente seguro, como com amigos em um jogo online, mas o não acompanhamento próximo das atividades pode abrir possibilidades para que um crime aconteça”, afirma Clemilson.

2. Fique alerta a situações ofensivas

Três a cada dez crianças e adolescentes vivenciaram situações ofensivas, que não gostaram ou os chatearam na internet. Caso não tenha uma ação por parte do responsável, Bárbara Pimpão, gerente do Centro Marista de Defesa da Infância, explica que alguns casos podem evoluir para cyberbullying. “Crianças e adolescentes que estão sendo expostas repetidamente a mensagens que tem o objetivo de assustar, envergonhar ou enfurecer podem sofrer consequências psicológicas, físicas e sociais, como baixa autoestima, depressão, transtornos de ansiedade e insônia”, comenta.

É fundamental criar um canal de contato com um adulto de confiança para que essas agressões cheguem aos responsáveis e eles possam agir, denunciando o usuário, bloqueando o contato e, em alguns casos, até acionando as autoridades. “Segundo a organização social SaferNet, no ano passado mais de 71 mil denúncias de imagens de abuso e exploração sexual infantil chegaram à sua Central Nacional de Crimes Cibernéticos. Esse número é 77% maior do que o registrado em 2022”, afirma Bárbara.

3. Explique sobre os perigos do contato com estranhos

Oriente as crianças e adolescentes a não fornecerem informações pessoais para jogadores que não conhecem, isso inclui não mandar fotos, ligar a câmera, adicionar em redes sociais ou aceitar convites para jogar pessoalmente. Explique que quando isso acontecer, um adulto de confiança deve ser informado e poderá ajudar a denunciar o usuário para que não volte a abordar as pessoas desse modo. Outra dica é usar um nickname em jogos online, para não expor o próprio nome.

Medidas como essas podem auxiliar na proteção e reduzir casos de grooming, que é a prática em que adultos buscam estabelecer uma relação de confiança com as crianças e adolescentes, em muitos casos fingindo ser uma criança,.

4. Converse sobre o uso excessivo da internet

Quase um quarto (24%) do total de crianças e adolescentes que foram ouvidos pelo estudo TIC Kids Online Brasil relataram que gostariam de passar menos tempo acessando a rede, mas não conseguiram fazê-lo. O levantamento apontou também que 22% dos entrevistados já se viram navegando na internet sem realmente estar interessado em nada e que 22% das crianças e adolescentes afirmaram que já ficaram muito tempo navegando e que isso os impediu de fazer a lição de casa ou de passar mais tempo com a família e os amigos. Bárbara reforça que, assim como em casos de violência online, o trabalho de conscientização é o melhor caminho.

5. Acessem juntos conteúdos para conscientização

O acesso a materiais e conteúdos que auxiliem as crianças e adolescentes na reflexão e conscientização sobre o tema é uma ferramenta para toda sociedade. Com o objetivo de contribuir com os direitos das crianças e adolescentes no espaço virtual, incluindo seu direito à proteção integral, o Centro Marista de Defesa da Infância aborda o tema por meio de vídeos educativos com linguagem acessível para meninas e meninos entre 4 e 12 anos de idade. Os vídeos estão disponíveis para toda sociedade em defenda-se.com.

Sobre os Maristas no Brasil

Os Maristas no Brasil integram uma rede global presente em mais de 80 países em todos os continentes. Presentes há 127 anos no país, hoje atuam em mais de 80 cidades, em 25 estados brasileiros e no Distrito Federal. São 62 colégios de educação básica, 35 escolas e centros sociais, instituições de ensino superior PUCRS e PUCPR, o Hospital Cajuru e Marcelino Champagnat, no Paraná, e Hospital São Lucas, em Porto Alegre, além de editoras, como a FTD Educação. Suas cinco frentes principais - Educação Básica, Ensino Superior, Editoras, Saúde e Centros de Defesas - ofertam educação de qualidade e promovem direitos humanos, engajamento solidário e preservação do patrimônio histórico, espiritual e socioambiental brasileiros.

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Cidadania italiana: as barreiras que ferem conexões e sonhos  

Cidadania italiana: as barreiras que ferem conexões e sonhos

Ainda é possível conseguir a cidadania italiana mesmo depois de todas as limitações

A cidadania italiana sempre foi muito mais do que um documento legal. Para milhões de brasileiros, ela simboliza um laço profundo com a história, uma ponte para um futuro melhor e uma oportunidade de manter viva a conexão com as raízes familiares. No entanto, as recentes propostas para limitar o direito à cidadania até a terceira geração e aumentar drasticamente os custos dos processos judiciais estão prestes a transformar esse sonho em um desafio quase inatingível.

Isabella Siqueira, advogada especializada em cidadania pela Vicenza, alerta para as consequências dessas mudanças. “Essas restrições não apenas dificultam o acesso à cidadania, mas também ameaçam romper laços culturais que foram cuidadosamente preservados por gerações. É um golpe doloroso para quem busca honrar suas origens e construir um futuro mais digno”, reflete Isabella.

A motivação para essas barreiras, segundo o governo italiano, é principalmente econômica. O país enfrenta desafios financeiros significativos e acredita que aumentar as taxas e restringir os pedidos de cidadania pode gerar receitas substanciais e aliviar a pressão sobre os serviços públicos. Contudo, Isabella questiona essa abordagem. “É uma visão de curto prazo que ignora o imenso valor cultural, social e econômico que os descendentes de italianos trazem para a Itália. Muitos não são apenas turistas apaixonados; são empreendedores, trabalhadores e estudantes que fortalecem as relações bilaterais entre os países.”

Essas barreiras podem criar um efeito cascata. Para os imigrantes, os altos custos e a exclusão de gerações mais distantes representam o fim de um sonho que, para muitos, é também uma chance de oferecer melhores oportunidades a seus filhos e netos. Já para a Itália, há o risco de enfraquecer sua presença cultural no exterior, diminuindo o impacto de sua diáspora e o reconhecimento internacional de sua influência histórica.

Isabella ressalta que as mudanças não só desmotivam os requerentes, mas também criam uma sensação de abandono. “Os ítalo-brasileiros, que por gerações preservaram tradições, idioma e valores italianos, agora sentem que a Itália está virando as costas para eles. Isso é mais do que uma questão legal; é uma questão de pertencimento e identidade.”

Apesar das barreiras, a advogada incentiva os descendentes a não desistirem. “É fundamental que os interessados ajam agora, enquanto ainda há tempo. Cada pedido de cidadania representa uma história, uma família e um vínculo que merece ser reconhecido e preservado.”

As restrições em discussão no parlamento italiano não afetam apenas os processos burocráticos, mas atingem o coração de milhões de pessoas que veem na cidadania italiana um elo de pertencimento. Em tempos de globalização, fechar portas é uma decisão que pode isolar culturalmente um país cuja riqueza sempre esteve em sua abertura e diversidade. “A cidadania não é só um documento. É uma herança emocional, cultural e histórica que conecta o passado ao futuro. E isso não tem preço”, conclui Isabella.

Serviço:

Vicenza

Isabella Siqueira

Especialista em Cidadania Italiana

+55 41 99278-2090

@vicenzacidadania

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https://vicenzacidadania.com.br/

R. Padre Anchieta, 2050 - Bigorrilho, Curitiba - PR

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Rede Windsor Hoteis apoia a 17ª edição do projeto Praia Para Todos  

Rede Windsor Hoteis apoia a 17ª edição do projeto Praia Para Todos

Organizada pelo Instituto Novo Ser, iniciativa promove atividades gratuitas na praia, para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida

A Rede Windsor Hoteis apoia mais uma nova temporada do Projeto Praia para Todos, que começou a partir de dezembro e acontece até julho de 2025 em diversas praias do Rio de Janeiro. Em sua 17ª edição, a iniciativa, promovida pelo Instituto Novo Ser, tem como objetivo promover de forma gratuita o acesso e atividades na praia para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Com patrocínio da Michelin, Shell, Vale e Lundbeck, o projeto estará presente nas praias da Barra, Copacabana, Recreio, Flamengo, Ipanema e Mangaratiba.

O projeto acontece aos sábados e domingos, das 9h às 14h, nas praias da Barra (Posto 3), de Copacabana (entre os Postos 5 e 6), do Recreio (entre os Postos 10 e 11), do Flamengo (Posto 3), Ipanema (Posto 10), e na Praia do Saco, em Mangaratiba. Dentre as atividades previstas estão: banho de mar, banho de sol, piscina infantil, frescobol adaptado, vôlei sentado, surf adaptado, stand up paddle e handbike.

“Na Rede Windsor, acreditamos que a inclusão deve estar presente em todas as esferas da sociedade, e é por isso que nos orgulhamos de apoiar iniciativas como o Praia para Todos. Estamos muito felizes em participar de mais uma edição do projeto, que realmente transforma vidas e ficará marcado na memória dos participantes. Essa é a realização de um dos principais objetivos da Rede, que é proporcionar oportunidades reais de crescimento e desenvolvimento social”, diz Vitor Almeida, gerente de Marketing da Rede Windsor Hoteis.

Ao longo de 17 anos, mais de 45 mil pessoas foram contempladas pelo projeto. Só a temporada passada recebeu, aproximadamente, oito mil participantes. “Seguimos na missão de transformar a praia em um ambiente inclusivo às pessoas com deficiência. Já alcançamos resultados significativos, até mesmo inspirando outras iniciativas similares, pois o trabalho de conscientização da sociedade requer um esforço contínuo de todos os que defendem essa causa”, salienta Nena Gonzalez, Fundadora do Instituto Novo Ser e uma das responsáveis pelo Praia Para Todos.

Entre fisioterapeutas, professores de educação física, terapeutas ocupacionais e voluntários, a edição atual contará com 150 pessoas envolvidas direta ou indiretamente. 

Serviço:

Projeto Praia Para Todos

Data: A partir de 07 de dezembro de 2024 até julho de 2025

Dias e horários: sábados e domingos: das 9h às 14h

Locais: Praias da Barra (Posto 3), Copacabana (entre os Postos 5 e 6), do Recreio (entre os Postos 10 e 11), do Flamengo (Posto 3), de Ipanema (Posto 10) e Praia do Saco (Mangaratiba). 

Atividades por praias: 

Barra da Tijuca: banho de mar, banho de sol, piscina infantil, frescobol adaptado, vôlei sentado e surf adaptado.

Copacabana: banho de mar, banho de sol, piscina infantil, frescobol adaptado, handbike e stand up adaptado. 

Recreio dos Bandeirantes: banho de mar, banho de sol, piscina infantil, frescobol adaptado e vôlei sentado.

Flamengo: banho de mar, banho de sol, piscina infantil, frescobol adaptado, vôlei sentado e handbike. 

Ipanema: banho de mar, banho de sol, piscina infantil e surf adaptado.

Sobre o Praia para Todos

O Praia Para Todos (PPT) foi criado em 2008 pelo Instituto Novo Ser e tem como objetivo principal promover a acessibilidade nas praias cariocas às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida e oferecer a inclusão social através do esporte e lazer.

Nasceu de um sonho de transformar as praias em um local realmente democrático e inclusivo, onde as pessoas com deficiência pudessem frequentar com autonomia e dignidade. O PPT é pioneiro na promoção da acessibilidade das praias no Brasil, oferecendo uma alternativa concreta e inovadora para a falta de oportunidades para uma demanda de público, que até então estava excluído do ambiente praiano.

Sobre a Rede Windsor Hoteis

Há 38 anos como referência no setor de turismo, a Rede Windsor possui 17 hotéis de três a cinco estrelas. Dona de um dos maiores grupos hoteleiros do país, tem 15 unidades no Rio de Janeiro – entre Zona Sul, Barra da Tijuca e Centro –, além de duas unidades em Brasília.

O Centro de Convenções & Hotéis Windsor tem 25 mil metros quadrados distribuídos em 98 salões multiusos. A maior plenária do espaço comporta até 2.500 pessoas, porém o maior evento realizado no ambiente já alcançou um público flutuante de 7 mil pessoas. Como reconhecimento por excelência em prestação de serviços de hospedagem, gastronomia e eventos, figura em premiações nacionais e internacionais.

A Rede Windsor também pretende investir em novas frentes, que reforçam a sua solidez no mercado, assim como no cuidado com os hóspedes e com o aspecto social. Com esse posicionamento, a empresa reforça alguns dos seus principais valores, como excelência, sustentabilidade e solidariedade. E com o objetivo de atrair mais hóspedes e por acreditar em novas modalidades de comercialização, buscando sempre uma personalização no atendimento, a área de Vendas da Rede Windsor adotou uma flexibilização nas tarifas dos seus hotéis, disponibilizando valores das diárias com e sem café da manhã incluído.

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