Escola de Curitiba passa a integrar o Pacto Brasil da ONU, maior iniciativa voluntária de sustentabilidade corporativa do mundo  

Escola de Curitiba passa a integrar o Pacto Brasil da ONU, maior iniciativa voluntária de sustentabilidade corporativa do mundo

A Escola deu mais um passo na missão de ensinar para preservar o planeta

A Escola Pedro Apóstolo, de Curitiba, acaba de ingressar no Pacto Global da ONU no Brasil, uma iniciativa que mobiliza a comunidade empresarial na adoção e promoção da sustentabilidade e no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A escola, que atua do Ensino Infantil ao Fundamental 2, está entre as raras instituições de ensino básico do Brasil a fazer parte do Pacto.

“Há seis anos nossa escola iniciou sua jornada em busca do cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável propostos pela Organização das Nações Unidas. Nossas ações cotidianas visam minimizar os impactos da interferência humana no Planeta Terra. Termos sido aceitos para integrar a Rede Brasil do Pacto Global da ONU é motivo de muito orgulho para nós. Temos certeza de que este é mais um passo em direção ao novo mundo”, comenta a diretora da Pedro Apóstolo, Carolina Paschoal.

Além de ter eliminado todos os descartáveis plásticos de uso único no dia a dia escolar, a Pedro Apóstolo atualmente participa de seis projetos sustentáveis: Enfinity, Composta Mais, Terracycle, Tampinha Solidária, Preserve Ambiental e Papel Bom pra Cachorro. A escola ainda foi uma das 10 finalistas em todo o Brasil no programa da ONU Mares Limpos que teve o propósito de diminuir o consumo de plástico. Os demais projetos são permanentes e incentivam práticas sustentáveis como a compostagem, recolhimento de material escolar e tampinha plástica para reciclagem e dar a destinação correta para o óleo, além de aderir o consumo de energia 100% limpa, gerada em usina solar proveniente de parques solares.

A instituição ainda criou um programa de desconto sustentável, que incentiva as famílias a apresentarem alguma ação feita em casa que impacte positivamente no meio ambiente para obter desconto na mensalidade.

“A escola e a família são os dois pontos fundamentais e iniciais para que a sociedade possa mudar atitudes e preservar o meio ambiente. São pequenas ações que podem mudar hábitos e garantir a preservação, que é tão necessária para que possamos reverter o quadro de mudanças climáticas e degradação ambiental”, avalia Carolina.

Sobre o Pacto Brasil da ONU

Como uma iniciativa especial do Secretário-Geral da ONU, o Pacto Global das Nações Unidas é uma convocação para que as empresas de todo o mundo alinhem suas operações e estratégias a dez princípios universais nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e anticorrupção. Lançado em 2000, o Pacto Global orienta e apoia a comunidade empresarial global no avanço das metas e valores da ONU por meio de práticas corporativas responsáveis.

Com mais de 21 mil participantes distribuídos em 65 redes locais, reúne 18 mil empresas e 3.800 organizações não-empresariais baseadas em 101 países, sendo a maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo, com abrangência e engajamento em 162 países.

O Pacto Global da ONU no Brasil foi criado em 2003, e hoje é a segunda maior rede local do mundo, com mais de 1.900 participantes. Os mais de 50 projetos conduzidos no país abrangem, principalmente, os temas: Água e Saneamento, Alimentos e Agricultura, Energia e Clima, Direitos Humanos e Trabalho, Anticorrupção, Engajamento e Comunicação.

Mais informações: www.pactoglobal.org.br 

Add a comment

Shoppings de Curitiba começam saldões de início de ano  

Shoppings de Curitiba começam saldões de início de ano 

Depois de um dezembro movimentado, os shoppings de Curitiba já têm a receita para tornar também janeiro um mês de sucesso. Os aguardados saldões, já tradicionais no início de cada ano, começam a tomar conta das vitrines e prometem muitos descontos.

No Shopping Palladium, por exemplo, várias lojas já estão com promoções especiais para liquidar os estoques de 2024. São descontos em roupas, calçados, brinquedos e acessórios, válidos ao longo de todo o mês de janeiro. O objetivo é aquecer as vendas depois de um dos períodos mais importantes para o setor de varejo. Mais de cem lojas têm promoções que chegam a 70% de desconto, além de condições e prazos especiais de pagamento e campanhas de compre dois, leve três. Entre as marcas com promoções estão a Hope, a Cotton On e a World Tennis, com até 50% de desconto cada uma, a Carter’s, com desconto progressivo de até 30%, a Marisa, com até 70% de desconto e a Kings Sneakers, com até 40% off, além de Centauro, Casas Bahia, Artex e outras marcas conhecidas, todas em liquidação.

Muitas pessoas esperam essa época para aproveitar as ofertas em todos os setores, já sabendo que os saldões podem ser vantajosos, em comparação aos preços originais. Também é o período ideal para a compra de material escolar, papelaria e vestuário, pensando na volta às aulas.

O gerente da Levi's Palladium, Fábio Antônio de Lima, comemora as vendas de Natal, que tiveram um aumento de 25% em relação a 2023, com um ticket médio de R$ 380,00. "Agora temos essa promoção para reduzir o estoque, que fica até o final do mês ou enquanto durar o estoque. Isso porque no mês que vem já chega a nova coleção", explica.

Este é um período fundamental para o calendário anual dos shoppings. De acordo com a gerente de marketing do Shopping Palladium Curitiba, Cida Oliveira, “o desafio do shopping center é criar atrações e motivos para gerar movimento o ano todo, não apenas em datas comemorativas".

Sobre o Palladium Curitiba

Um dos empreendimentos do Grupo Tacla, o Palladium Curitiba foi inaugurado em 2008 na capital paranaense. É considerado o centro de compras com maior mix do sul do país, com 154 mil m² de área construída, distribuídos em três pisos. O shopping recebe uma média de 1,5 milhão de visitantes, todos os meses, oferecendo um mix de cerca de 350 lojas, praça de alimentação com mais de 25 opções de fast-food, Boulevard com oito restaurantes, além de oito salas multiplex de cinema UCI e sala IMAX – com a maior tela do Brasil. É administrado pelo Grupo Tacla Shopping - que possui outros 11 empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Mais informações em: https://palladiumcuritiba.com.br

 
Add a comment

6 em cada 10 escolas brasileiras já limitam uso de celular  

6 em cada 10 escolas brasileiras já limitam uso de celular

Pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil mostra que em 28% das instituições já acontece a proibição total 

Seis em cada 10 escolas brasileiras de ensino fundamental e médio, tanto urbanas quanto rurais, restringem o uso de celulares, com limitações de horários e espaços específicos. Em 28% das instituições, o uso é completamente proibido, segundo pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). O tema tem ganhado força no Senado, com a tramitação em urgência do primeiro projeto de lei (PL 104/15) que limita celulares em salas de aula. Em São Paulo, a lei estadual nº 18.058 sancionada em dezembro de 2024 já proíbe o uso dos aparelhos em escolas públicas e privadas.

O mestre em Inteligência Artificial e Ética, educador e consultor da Escola Lourenço Castanho, Alexandre Le Voci Sayad, destaca que a questão é complexa e não pode ser tratada de forma simplista, ressaltando sua relação direta com a cultura digital. “Trata-se de um assunto que carece de debate com a sociedade. A única visão não pode ser apenas sobre a proibição, mas, sim, da cultura digital, que é parte da vida das pessoas hoje”, explica. “Vemos o impacto que a inteligência artificial tem dado na sociedade em todos os campos e, muitas vezes, a proibição é uma maneira mais fácil de lidar com uma questão que é complexa”, completa.

Ele ressalta que é papel da escola promover a educação midiática, preparando os alunos para usar a tecnologia com ética e responsabilidade na análise de informações. “No mundo digital, a educação midiática é fundamental. Ela capacita o aluno a usar o celular com ética e a interpretar os signos da mídia”, afirma. Nesse contexto, a participação da família é essencial. “A educação midiática começa em casa, no que chamamos de educação parental. Cabe à família decidir sobre a compra ou não de um aparelho. Afinal, o celular não faz parte da lista de material obrigatório do aluno”, enfatiza.

A coordenadora do Ensino Fundamental do Colégio Bilíngue, em Santos (SP), Lúcia de Melo, convive diariamente com as realidades do âmbito escolar e defende que o aparelho pode ser uma ferramenta valiosa, desde que utilizado de forma adequada. “O celular proporciona acesso a diversos conhecimentos quando há uma excelente orientação pedagógica e é usado de maneira integrada a todas as áreas do conhecimento”, afirma.

Por outro lado, ela alerta para os riscos do uso inadequado, como a utilização exclusiva para jogos, que limita o aprendizado ao expor os usuários a conteúdos sem valor educativo, prejudicando a memória. “Precisamos manter nossa memória ativa, estimular a organização e a criatividade. O uso do celular sem propósito educativo pode encurtar ainda mais a memória”, ressalta. Lúcia também destaca a importância de envolver as famílias nesse processo. “Trabalhamos junto com os pais para que o celular seja utilizado pelos alunos apenas como uma ferramenta pedagógica dentro da escola”, explica.

Tecnologia como aliada

Para Vitor Azambuja, um dos criadores e sócio criativo do programa De Criança Para Criança, que oferece metodologias de educação híbrida para escolas ao redor do mundo,  o tema está mais relacionado à educação sobre o uso do celular do que à proibição, aplicando-se a diversas situações do cotidiano. “Uma alternativa nas salas de aula seria promover o diálogo, pedindo aos alunos que deixem o celular em modo avião, por exemplo, garantindo que, em casos de urgência, a família tenha acesso a outros meios de comunicação com a escola”.

Vitor reforça, ainda, que o mundo vive em uma era digital e que o celular, além de ser útil em situações como emergências ou avisos importantes, é parte de uma discussão mais ampla sobre acesso à tecnologia. “Vivemos em um mundo digital e os meios pelos quais acessamos a tecnologia são importantes, inclusive para o programa De Criança Para Criança, que pode ser acessado por meio do celular. Por isso, é fundamental avaliar o que se consome”, conclui.

Sobre Alexandre Le Voci Sayad

Alexandre Le Voci Sayad é consultor nas áreas de cultura, arte e criatividade da Escola Lourenço Castanho, de São Paulo. Mestre em Inteligência Artificial e Ética pela PUC-SP e especialista em negócios digitais pela Universidade Califórnia - Berkeley. Atualmente é doutorando em políticas de lifelong learning e IA na Universidade Autônoma de Barcelona (UAB - Espanha).

Sobre Lúcia de Melo

Coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental II no Colégio Progresso Bilíngue Santos. Formada em Letras e Pedagogia, com pós-graduação em Educação e Língua Portuguesa, e 30 anos de experiência na área da educação.

Sobre Vitor Azambuja

Especialista em criação, diretor de arte e artista plástico. Formado em publicidade e piano clássico, trabalhou em diversas agências de propaganda, criando filmes e anúncios para grandes anunciantes. Um dos criadores do programa De Criança Para Criança, é sócio e diretor criativo da empresa. Foi premiado em festivais de propaganda no Brasil e no exterior. Realizou exposições de pinturas em São Paulo, Rio de Janeiro, Nova Iorque, Miami e Paris. Seu propósito é fazer com que as crianças do mundo inteiro aprendam desenvolvendo a sua criatividade.

Add a comment

Janeiro Branco: confira dicas para identificar que a saúde mental dos colaboradores pode estar com problemas  

Janeiro Branco: confira dicas para identificar que a saúde mental dos colaboradores pode estar com problemas

Segundo a a psicóloga Patricia Ansarah, depressão, burnout e estresse podem ter várias causas, mas o resultado é basicamente o mesmo: queda de produtividade

Nas empresas, a saúde mental, tema da campanha Janeiro Branco, que acontece neste mês de janeiro, está diretamente relacionada à produtividade, motivo pelo qual sua importância vai além de uma data educativa.

Segundo a psicóloga Patricia Ansarah, fundadora do Instituto Internacional em Segurança Psicológica (IISP), empresas que não dão a devida atenção à saúde mental dos colaboradores terão problemas acentuados de turnover, saúde, engajamento e clima organizacional. “Haverá maior ocorrência de questões ligadas a burnout, ansiedade e depressão”, observa.

Para ajudar a identificar sinais de que a saúde mental dos colaboradores pode estar com problemas, Patricia Amsarah tem algumas dicas:

- Prepare a liderança

Mesmo que a empresa tenha estruturas de apoio (psicólogos e programas de benefícios), elas só serão acionadas se a pessoa tomar a iniciativa. Mas é importante que as lideranças recebam treinamento para identificar comportamentos atípicos, pois o colaborador, muitas vezes, nem sabe o que está se passando com ele.

“Ao falar sobre cuidados com a saúde mental, vai-se alfabetizando a empresa a entender os sintomas. Não é para formar líderes e pessoas que diagnosticam, porque isso é papel dos especialistas da área da saúde, mas é possível preparar para perceber sintomas aparentes”, explica Patrícia.

- Estimule a conversa

A depressão, o burnout e o estresse podem ter várias causas, mas o resultado é basicamente o mesmo: queda de produtividade. Alguns sinais de alerta são a ausência social e o desinteresse por encontros corporativos em pessoas que, normalmente, participam de forma espontânea.

“As empresas podem usar os indicadores a seu favor, acompanhando com atenção indicadores de performance e de comportamento, como o absenteísmo (faltas). Também é importante observar se há alteração de humor como aumento de irritabilidade, intolerância e queda do nível de colaboração”, exemplifica.

- Escuta ativa

Quando há uma boa relação entre o gestor e a equipe, a comunicação é favorecida e o colaborador se sente com abertura para compartilhar sua situação emocional, em vez de ir direto ao RH. O líder que se depara com essa condição precisa praticar escuta ativa e pensar em formas de ajudar.

“Isso só acontece se as pessoas se conhecerem entre si e se a própria pessoa se conhecer. É recomendado falar sobre o tema, educar as pessoas sobre emoções e doenças”, comenta Patrícia.

- Flexibilize os horários, se for o caso

Dependendo da situação, o gestor pode estudar formas de adequar o horário de trabalho e o escopo do colaborador. Nesse período crítico, é possível incentivar a aproximação do colaborador afetado para que ele não se sinta isolado, um horário flexível ou período de home office.

Também é possível dividir projetos em tarefas menores, para que cada etapa concluída seja processada no cérebro como uma recompensa. Mas tudo vai depender do diagnóstico de cuidados que a pessoa necessita, frisa Patrícia.

Uma boa saúde mental é essencial para a vida das pessoas e para o ambiente corporativo, segundo a especialista. “Cuidar da saúde mental dá resultado. Quando existem pessoas em organizações que cuidam disso efetivamente e colocam os indicadores de saúde como indicadores de desempenho para os líderes e para o negócio como um todo, estamos cuidando de ter pessoas mais produtivas, engajadas e colaborativas. Em um ambiente onde as pessoas são mais ativas, o aprendizado acontece e aumenta o nível de desempenho e realização pessoal.”

Sobre Patricia Ansarah

Precursora do conceito de segurança psicológica no Brasil, a psicóloga organizacional Patricia Ansarah - com mais de 20 anos atuando em RH e como executiva de grandes empresas - criou o instituto Internacional de Segurança Psicológica (IISP), a primeira entidade voltada exclusivamente ao tema em território nacional, para endossar o pioneirismo e dar visibilidade ao tema no Brasil e levar soluções integradas por meio da segurança psicológica para o desenvolvimento de times e organizações.

Sobre o Instituto Internacional em Segurança Psicológica

O Instituto Internacional em Segurança Psicológica (IISP) é uma organização lançada com o propósito de apoiar empresas corajosas a liderar a transformação do jeito de fazer negócios, preparando a liderança para uma gestão mais consciente e humana, por meio da Segurança Psicológica.

Precursora deste conceito aqui no País, a psicóloga organizacional Patrícia Ansarah - com mais de 20 anos atuando em RH e como executiva de grandes empresas - criou o instituto para endossar o pioneirismo e dar visibilidade ao tema no Brasil e levar soluções integradas por meio da segurança psicológica para o desenvolvimento de times e organizações.

Add a comment

Expansão internacional da Stanley's Hair reflete força brasileira em transplantes capilares

Expansão internacional da Stanley's Hair reflete força brasileira em transplantes capilares

A Stanley’s Hair, referência no Brasil em transplantes capilares, está levando suas técnicas para fora do país. Com mais de 20 anos de experiência e 70 mil procedimentos realizados, a empresa já começou a operar em mercados como Dubai, Miami e Angola, apostando no crescimento da demanda por soluções de saúde capilar em diferentes partes do mundo.

Um levantamento da International Society of Hair Restoration Surgery mostra que o mercado global de transplantes capilares teve um aumento de 13% nos últimos dois anos. A pesquisa também aponta que regiões como América Latina e Oriente Médio têm um grande potencial de crescimento. Isso está alinhado com a busca por procedimentos menos invasivos e resultados mais naturais, que são tendências no setor.

Stanley Bittar, CEO da Stanley's Hair, acredita que o impacto do transplante vai além da estética. “Muitas vezes, a perda de cabelo afeta diretamente como as pessoas se veem e se sentem. Expandir nossos serviços para outros países é uma forma de levar acesso a tratamentos que realmente fazem a diferença na vida delas. O Brasil sempre foi sinônimo de tratamentos estéticos de ponta, e agora mais do que nunca quando o assunto é transplante capilar”, comenta.

Estratégia para mercados internacionais

Dubai, Miami e Angola foram escolhidos por motivos estratégicos. Dubai, por exemplo, é um dos principais destinos para tratamentos estéticos de alta qualidade e tem uma clientela que busca inovação. Já Miami funciona como uma porta de entrada para a América Latina e os Estados Unidos, onde a procura por transplantes também tem crescido.

“Miami nos coloca em contato com clientes de várias culturas, especialmente da América Latina, que já reconhecem o Brasil como referência em procedimentos estéticos. Essa diversidade é um ponto importante para nós”, explica Bittar.

Em Angola, o objetivo é atender um público jovem que começa a se interessar por transplantes capilares, além de explorar um mercado que ainda tem poucos serviços especializados. Para a empresa, a expansão não é apenas uma questão de números, mas também de entender as necessidades específicas de cada lugar.

Avanços no mercado de transplantes capilares

O crescimento na busca por transplantes capilares está ligado a mudanças importantes no mercado. Hoje, os procedimentos são mais seguros, menos invasivos e oferecem resultados mais naturais, o que tem atraído pessoas que antes evitavam esse tipo de tratamento. A evolução das técnicas, como a extração de unidades foliculares, também reduziu o tempo de recuperação, aumentando a confiança dos pacientes.

Outro ponto que tem contribuído para o aumento da procura é o avanço na acessibilidade econômica. No passado, transplantes capilares eram vistos como um procedimento caro e restrito a poucos, além de estarem associados a resultados pouco satisfatórios. “Houve um tempo em que os transplantes capilares deixavam muito a desejar, e isso gerava um estigma. Hoje, conseguimos oferecer tratamentos que respeitam a individualidade de cada pessoa e entregam resultados que atendem as expectativas delas”, afirma Bittar.

Essas mudanças também estão ajudando a derrubar barreiras culturais em torno da calvície. A perda de cabelo, que antes era frequentemente ignorada ou tratada com métodos paliativos, passou a ser vista como algo que pode ser enfrentado com soluções eficazes e personalizadas.

Crescimento e próximos passos

Com um faturamento que ultrapassa R$200 milhões por ano, a Stanley’s já tem planos para continuar a expansão. Além das novas unidades no exterior, a empresa está de olho em países como Paraguai e México, buscando levar sua expertise para novos públicos. Além disso, já está em todas as regiões do Brasil.

Bittar acredita que o reconhecimento internacional também reforça a imagem do país no mercado de transplantes. “Estamos mostrando que temos competência e tecnologia para competir globalmente. Nosso objetivo é continuar crescendo, mas sempre entregando um serviço que realmente faça sentido para as pessoas, onde quer que elas estejam”, conclui.

Sobre Stanley Bittar

Stanley Bittar é empresário com mais de 20 anos de experiência em cirurgia plástica. Ele é médico graduado pela Universidad de Córdoba, mestre em medicina estética, doutor em cirurgia plástica reconstrutiva e estética, com especialização em Medicina da Família e Comunidade, Dermatologia, Nutrologia e Dermatologia. Palestrante renomado, sua trajetória é marcada por um espírito empreendedor indomável, que o levou a se tornar referência internacional em transplantes capilares.

Como CEO da Stanley’s Holding, Stanley lidera um grupo que atua em diversos setores, incluindo educação, saúde, beleza, bem-estar, tecnologia, investimento, fintechs e startups, todos integrados em um ecossistema completo com mais de 1.000 colaboradores. Também é fundador da Stanley’s Hair, rede de clínicas número 1 do mundo em transplante capilar. Seu grande sonho sempre foi democratizar o acesso ao transplante capilar no Brasil e no mundo, e assim tem feito. Para mais informações acesse o instagram @stanleybittar e www.stanleybittar.com

Add a comment

Subcategorias

X

Buscar artigos