Aulão gratuito e aberto ao público para o vestibular da UFPR 2025 ocorre no dia 19   

Aulão gratuito e aberto ao público para o vestibular da UFPR 2025 ocorre no dia 19  

Aulão gratuito e aberto ao público para o vestibular da UFPR 2025 ocorre no dia 19

Curso Dynâmico organiza evento tradicional, para 700 pessoas, entre alunos e o público externo, na véspera do Concurso Vestibular mais concorrido do Paraná

Neste domingo (20) ocorre a primeira fase do vestibular da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o mais concorrido do Paraná, para o processo seletivo 2024/2025. Para ajudar os vestibulandos a se preparem, o curso Dynâmico promove, no dia 19, seu tradicional “aulão de véspera” para mais de 700 pessoas, entre alunos do cursinho e público externo. Eles receberão uma maratona de dez horas de revisão e dicas para as provas, além de muita descontração para quebrar a ansiedade.

O evento, aberto ao público e gratuito, será no Círculo Militar (Salão Rubi - Largo Bittencourt, 187 - Centro) e direcionado para vestibulandos de escolas públicas e particulares, que queiram tirar as últimas dúvidas e fazer a revisão final. O “aulão” inicia às 8h e prossegue até às 18h. As vagas são limitadas e os alunos interessados podem se inscrever na sede do Dynâmico (Largo Coronel Enéas, 14 – Centro) doando um quilo de alimento ou pelo whats app da instituição (41) 9279-5784.

De acordo com o coordenador geral do Curso Pré-Vestibular, Sérgio Garcia Junior, o evento visa oferecer uma revisão eficiente em um ambiente leve e descontraído. “Queremos que os alunos possam rever os principais tópicos com dicas quentes e de última hora do que realmente pode cair no vestibular”, destaca. Segundo ele, muitas dicas do aulão do ano passado fizeram parte de questões de provas do Concurso, principalmente nas provas de Biologia, Geografia e História. Além disso, o coordenador já adianta que muitos exercícios como os de Matemática, Física e Química serão resolvidos durante o aulão. “Queremos proporcionar um dia de muito conteúdo, mostrando como é a prova da Federal do Paraná e acalmando eles, em um momento que para muitos é de tensão, nesta fase tão importante na trajetória acadêmica da vida deles”, diz Garcia.

Vestibular UFPR 2025

A UFPR oferece 5.278 vagas para cursos de graduação distribuídos pelos campi de Curitiba, Jandaia do Sul, Matinhos, Palotina, Pontal do Paraná e Toledo. Destas, no mínimo 50% são reservadas para candidatos que cursaram o Ensino Médio integralmente em escolas públicas. Dentro dessa reserva há cotas para candidatos de baixa renda, pretos e pardos, indígenas, pessoas com deficiência e, a partir deste ano, também para quilombolas – categoria incluída a partir da revisão da Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012).

Este ano, o vestibular conta com 124 cursos e será realizado em duas fases. A primeira, neste domingo (20), às 14h, terá 90 questões objetivas, distribuídas entre as disciplinas de Matemática, Física, Química, Biologia, Geografia, História, Língua Portuguesa, Literatura Brasileira, Filosofia, Sociologia e Língua Estrangeira Moderna (Alemão, Espanhol, Francês, Inglês, Polonês, Japonês ou Italiano).
Os classificados para a segunda fase serão conhecidos no dia 05 de novembro, após às 18h. Essa etapa, marcada para os dias 1º e 2 de dezembro, inclui uma prova de redação e exames específicos para determinados cursos. O resultado dos novos calouros da UFPR, em 2025, será publicado no dia 17 de janeiro de 2025.

Serviço:

Aulão de Véspera / Curso Dynâmico

Dia: 19/10 (sábado)

Local: Círculo Militar (Salão Rubi - Largo Bittencourt, 187 - Centro)

Horário: das 8h às 18h

Inscrições: 1 quilo de alimento, na sede do Dynâmico (Largo Coronel Enéas, 14 – Centro) ou pelo whats app da instituição (41) 9279-5784

Add a comment
GT Building reúne convidados para avant-première exclusiva do The Pineyards no Graciosa Country Club   

GT Building reúne convidados para avant-première exclusiva do The Pineyards no Graciosa Country Club  

GT Building reúne convidados para avant-première exclusiva do The Pineyards no Graciosa Country Club 

A GT Building promoveu, na última quinta-feira (10), uma noite especial para apresentar o lançamento de altíssimo padrão da incorporadora no bairro Cabral: The Pineyards. O evento exclusivo reuniu 100 convidados, incluindo associados do Graciosa Country Club, colaboradores e diretores da GT Building. O objetivo principal do encontro foi estreitar o relacionamento com os clientes e apresentar em primeira mão o The Pineyards, um projeto inovador de moradia no bairro Cabral.

O evento foi realizado pela Bendita Editora & Eventos, empresa das jornalistas Cíntia Vieira Peixoto e Regina Rocha. O jantar, oferecido pelo buffet Marzia Lorenzetti, proporcionou uma experiência gastronômica completa aos convidados. “Nossa intenção foi mostrar a qualidade excepcional do empreendimento que idealizamos. O The Pineyards incorpora o conceito de Walkability, promovendo um estilo de vida mais ativo e saudável. Na prática, isso significa oferecer tudo o que os moradores precisam a poucos metros de casa, aproveitando os atrativos locais. Não poderíamos escolher uma melhor ocasião do que este encontro no Graciosa Country Club, que será praticamente vizinho do novo empreendimento da GT”, destaca o diretor-executivo da GT Building, Arsenio de Almeida Neto.

Maurício Fassina, Arsenio de Almeida Neto, Dr. Geninho Thomé, Marcello Malucelli Thá e Rodolfo Baggio

Add a comment

Saúde mental de cuidadores no centro das atenções no Simpósio da Síndrome do X Frágil e Autismo  

Saúde mental de cuidadores no centro das atenções no Simpósio da Síndrome do X Frágil e Autismo

Médico da USP fala sobre os desafios emocionais de quem cuida de pessoas com síndrome do X frágil e autismo

No próximo dia 19 de outubro, durante o Simpósio Nacional da Síndrome do X Frágil e Autismo, organizado pelo Instituto Buko Kaesemodel, uma das palestras mais aguardadas promete atrair a atenção de mães e cuidadores de pessoas com síndromes e doenças raras. O evento, que será realizado no auditório do UniCuritiba, em Curitiba, contará com a presença do psiquiatra e professor titular do departamento de psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, Dr. Wagner Gattaz. Sua palestra, intitulada “Cuidando de quem cuida”, abordará um tema crucial: "Como detectar e prevenir depressão e burnout ".

O Dr. Gattaz destaca a importância da saúde mental dos cuidadores como pré-requisito fundamental para que eles possam exercer suas atividades com serenidade e competência, potencializando suas habilidades. "A depressão e o burnout são desafios significativos enfrentados pelos cuidadores", explica o especialista. "Essas condições podem se manifestar de diversas formas, incluindo desânimo, falta de prazer nas atividades diárias, ansiedade, insônia e dores físicas difusas.”

Cuidar de pessoas com deficiências, como a síndrome do X frágil (SXF) e o autismo, impõe desafios e frustrações constantes, o que eleva o risco de transtornos mentais entre os cuidadores, como depressão e ansiedade. Gattaz aponta que uma das principais estratégias para prevenir esses problemas é não fazer do cuidado o único propósito de vida. Ele defende que os cuidadores devem cultivar atividades e interesses que não estejam relacionados à condição clínica dos pacientes e aprender técnicas de meditação e relaxamento, como o mindfulness, para garantir alívio e distanciamento da atividade de cuidador.

Além disso, o médico alerta para o impacto do preconceito e do estigma em relação à saúde mental, afirmando que essas barreiras dificultam o acesso a tratamentos adequados. “É fundamental combater a crença de que os transtornos mentais são apenas ‘psicológicos’ e desmistificar o uso de medicamentos como os antidepressivos, frequentemente vistos como ‘muletas psicológicas’”, pontua.

O Simpósio, além da palestra do Dr. Wagner Gattaz, contará com a presença de outros importantes especialistas, como a Dra. Deborah Sara Barbouth, geneticista na clínica Weston, na Flórida; Dr. Salmo Raskin, diretor científico do Departamento de Genética da Sociedade Brasileira de Pediatria; Dr. Roberto Herai, professor e pesquisador da PUC-PR; Dra. Silvia Rodrigues, fisioterapeuta e especialista em comportamento atípico pela UCLA; e Dr. Sergio Antoniuk, neuropediatra e professor adjunto da UFPR, além da Profª Luz Maria
Romero, especialista em saúde coletiva e Gabriela Santos, especialista em Terapia Gênica, que apresentarão os resultados da pesquisa sobre o projeto que visa promover a melhoria na qualidade de vida mulheres com a pré-mutação da SXF feita pelo Instituto Buko Kaesemodel.

As inscrições são limitadas e podem ser realizadas através do Sympla. Garanta sua participação e não perca essa oportunidade de atualização e networking com especialistas e profissionais engajados nessas importantes áreas de estudo.

Add a comment

Saúde mental de cuidadores no centro das atenções no Simpósio da Síndrome do X Frágil e Autismo  

Saúde mental de cuidadores no centro das atenções no Simpósio da Síndrome do X Frágil e Autismo

Médico da USP fala sobre os desafios emocionais de quem cuida de pessoas com síndrome do X frágil e autismo

No próximo dia 19 de outubro, durante o Simpósio Nacional da Síndrome do X Frágil e Autismo, organizado pelo Instituto Buko Kaesemodel, uma das palestras mais aguardadas promete atrair a atenção de mães e cuidadores de pessoas com síndromes e doenças raras. O evento, que será realizado no auditório do UniCuritiba, em Curitiba, contará com a presença do psiquiatra e professor titular do departamento de psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, Dr. Wagner Gattaz. Sua palestra, intitulada “Cuidando de quem cuida”, abordará um tema crucial: "Como detectar e prevenir depressão e burnout ".

O Dr. Gattaz destaca a importância da saúde mental dos cuidadores como pré-requisito fundamental para que eles possam exercer suas atividades com serenidade e competência, potencializando suas habilidades. "A depressão e o burnout são desafios significativos enfrentados pelos cuidadores", explica o especialista. "Essas condições podem se manifestar de diversas formas, incluindo desânimo, falta de prazer nas atividades diárias, ansiedade, insônia e dores físicas difusas.”

Cuidar de pessoas com deficiências, como a síndrome do X frágil (SXF) e o autismo, impõe desafios e frustrações constantes, o que eleva o risco de transtornos mentais entre os cuidadores, como depressão e ansiedade. Gattaz aponta que uma das principais estratégias para prevenir esses problemas é não fazer do cuidado o único propósito de vida. Ele defende que os cuidadores devem cultivar atividades e interesses que não estejam relacionados à condição clínica dos pacientes e aprender técnicas de meditação e relaxamento, como o mindfulness, para garantir alívio e distanciamento da atividade de cuidador.

Além disso, o médico alerta para o impacto do preconceito e do estigma em relação à saúde mental, afirmando que essas barreiras dificultam o acesso a tratamentos adequados. “É fundamental combater a crença de que os transtornos mentais são apenas ‘psicológicos’ e desmistificar o uso de medicamentos como os antidepressivos, frequentemente vistos como ‘muletas psicológicas’”, pontua.

O Simpósio, além da palestra do Dr. Wagner Gattaz, contará com a presença de outros importantes especialistas, como a Dra. Deborah Sara Barbouth, geneticista na clínica Weston, na Flórida; Dr. Salmo Raskin, diretor científico do Departamento de Genética da Sociedade Brasileira de Pediatria; Dr. Roberto Herai, professor e pesquisador da PUC-PR; Dra. Silvia Rodrigues, fisioterapeuta e especialista em comportamento atípico pela UCLA; e Dr. Sergio Antoniuk, neuropediatra e professor adjunto da UFPR, além da Profª Luz Maria
Romero, especialista em saúde coletiva e Gabriela Santos, especialista em Terapia Gênica, que apresentarão os resultados da pesquisa sobre o projeto que visa promover a melhoria na qualidade de vida mulheres com a pré-mutação da SXF feita pelo Instituto Buko Kaesemodel.

As inscrições são limitadas e podem ser realizadas através do Sympla. Garanta sua participação e não perca essa oportunidade de atualização e networking com especialistas e profissionais engajados nessas importantes áreas de estudo.

Add a comment

Inclusão e acessibilidade merecem reflexões no Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Física  

Inclusão e acessibilidade merecem reflexões no Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Física

Data reforça a importância de espaços acolhedores para promover a equidade e autonomia dessas pessoas, e destaca a necessidade de ações além da acessibilidade estrutural 

Hoje, 11 de outubro, é o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Física, uma data que reforça a importância da inclusão e do acesso igualitário para milhões de brasileiros que enfrentam barreiras diárias em ambientes públicos e privados. Essa data é um lembrete de que espaços inclusivos devem ir além de adaptações estruturais e promover a convivência equitativa e respeitosa entre pessoas com e sem deficiência.

De acordo com a especialista em temas de inclusão e diversidade, Natalie Schonwald, um espaço verdadeiramente inclusivo precisa ser acolhedor, seguro e adequado para o uso de pessoas com ou sem deficiência, com a finalidade de promover aceitação e equidade. “É fundamental que o local ofereça as mesmas oportunidades para todos, seja como opção de trabalho ou de lazer, atendendo às necessidades de cada indivíduo”, afirma Natalie.

Inclusão e acessibilidade têm significados diferentes, no entanto, alinhados, ajudam na construção de uma maior autonomia e liberdade de pessoas com deficiência (PCD). “Os espaços urbanos públicos acessíveis são aqueles que, arquitetonicamente, permitem que esses cidadãos possam ter acesso de forma autônoma, enquanto que os ambientes inclusivos são aqueles que respeitam a diversidade propiciando as mesmas alternativas adequadas para todos”, explica Natalie.

Ainda de acordo com a profissional, a construção de um espaço público inclusivo precisa, no mínimo, atender a acessibilidade estrutural, como elevadores, rampas de acesso, plataforma elevatória, banheiros adaptados, audioguia, comunicação em libras e audiodescrição (em caso de um evento), sistema de sonorização de emergência, entre outros. “O importante é que o estabelecimento esteja realmente disposto em tornar-se um local de inclusão tendo em vista que o maior benefício é que as pessoas com e sem deficiências possam conviver com equidade, favorecendo a autoestima das pessoas com deficiência”.

Natalie enfatiza que as adaptações também são de grande valia para o bem-estar de quem tem outras condições, como o autismo. “Atualmente, temos muitos casos de TEA, então essa é uma questão que deve receber muita atenção por se tratar de um espectro com diversas variáveis, por isso, o ideal é que o ambiente consiga atender, da forma mais abrangente possível. Por exemplo, ambientes com sons mais suaves, áreas onde a criança em crise possa se acalmar e a capacitação dos funcionários para lidar com essas situações ajudam a garantir a acessibilidade e segurança para todos”.

Projeto para todos rompe barreiras

Diferentes necessidades podem estar unidas em um mesmo projeto urbano, pois seguem com o mesmo objetivo a favor da comunidade, ajudando até a combater preconceitos. “Muitas vezes, algo que supostamente é voltado para esse grupo minoritário, pode ajudar outros usuários, como as rampas, muito utilizadas por esse público e também por mães que andam com carrinhos de bebê. Outra observação é o acesso a espaços recreativos que ainda é limitado, pois tanto em grandes parques quanto os menores, de bairro, encontramos brinquedos individuais para crianças com deficiência, ou seja, a inclusão nesse caso não prevalece, já que as crianças com e sem deficiência não interagem. O ideal é que esses lugares ofereçam brinquedos para ambas se divertirem juntas, como gangorra e balanço. Se analisarmos por esses ângulos, a adequação de áreas públicas pode favorecer a todos”, enfatiza a profissional.

Soluções

Os desafios mencionados anteriormente, segundo a especialista, são barreiras comuns que diversas cidades enfrentam na criação de espaços inclusivos. "Para os municípios, é fundamental ter calçadas de melhor qualidade e também fazer o uso de tecnologias assistivas para que pessoas com baixa visão ou cegas possam atravessar a rua com segurança, como, por exemplo algum sistema com um dispositivo tátil, em braile, que consiga indicar se o semáforo está verde, amarelo ou vermelho, através de emissão sonora para melhorar a clareza. Hoje em dia, a maioria dos edifícios públicos oferece acessibilidade, mas o espaço urbano ainda não satisfaz as demandas de indivíduos com mobilidade reduzida. Contudo, essas políticas públicas sozinhas não são suficientes; é essencial que os grupos que precisam destas modificações lutem e pressionem para que ações como essas sejam efetivamente implementadas e colocadas em prática", finaliza Natalie.

Natalie Schonwald

Natalie é psicóloga, pedagoga, palestrante de inclusão e diversidade. É pós-graduanda em Psicopedagogia pelo Instituto Singularidades (SP) e autora dos livros “Na Cidade da Matemática” e “Na Cidade da Matemática – Bairro das Centenas”. Na área da educação, trabalha com os anos finais da Educação Infantil e iniciais do Ensino Fundamental I. Nesta área, Natalie completa seu trabalho escrevendo artigos.

A profissional também faz parte da direção da Associação dos AVCistas do Brasil - uma organização comunitária de acolhimento às vítimas de AVC e seus familiares, e da Comunidade Educadores Reinventores. Como atleta, participou do mundial de adestramento paraequestre em 2003 – pratica esporte desde seus 9 anos e também é embaixadora da equipe feminina de surfe adaptado.

Após um AVC com 8 meses, enfrentou um caminho de superação. Sua história é marcada não apenas pela adversidade, mas pela resiliência e conquistas que a transformou em fonte de inspiração, destacando a importância da inclusão e da diversidade em todas as suas formas.

Add a comment

Subcategorias

X

Buscar artigos