Dicas para aproveitar ao máximo suas férias em Belize  

Dicas para aproveitar ao máximo suas férias em Belize

Descubra aventuras inesquecíveis, paisagens paradisíacas e a autêntica "Belicidade" neste refúgio tropical da América Central!

Você está planejando suas próximas férias? Quer aventura, exploração e cultura em um só lugar? Ou talvez apenas queira se desconectar da rotina e aproveitar um paraíso tropical? Quem sabe então simplesmente explorar lugares vibrantes, cheios de alegria, ritmo, cor e uma culinária que encanta qualquer paladar? Bem, no coração da América Central, entre o México e a Guatemala, fica Belize, um país repleto de aventura, história, cultura e uma infinidade de atividades incríveis.

Se você é daqueles viajantes que adoram esportes e bem-estar e gostam de se manter ativos mesmo durante as férias, aqui estão algumas dicas para aproveitar ao máximo seus dias em Belize:

Mantenha-se ativo

Belize é um verdadeiro parque de diversões ao ar livre. Não é necessário ir à academia! Experimente realizar pelo menos 30 minutos diários de atividades cheias de adrenalina. Desde remar de caiaque em águas cristalinas até caminhar na selva em busca de uma cachoeira digna de Instagram, há diversas opções para se manter em movimento. Quer um desafio? Experimente fazer rapel em uma queda d'água ou explorar a Caverna ATM, que exige um bom preparo físico e inclui momentos de natação. Se você ainda não está em forma, este pode ser o incentivo perfeito!

Aproveite comidas frescas e locais

Em Belize, você não encontrará grandes redes internacionais de fast food. O que há em abundância são delícias frescas, do tipo “da fazenda para a mesa”, servidas nos restaurantes locais. Os mercados de rua oferecem uma grande variedade de frutas e vegetais. Experimente uma fruta nova e opte por um suco natural em vez de refrigerantes. Entre as frutas favoritas dos locais estão a graviola, carambola e tamarindo.

Hidrate-se bem

Belize tem um clima tão quente e acolhedor quanto seus habitantes. No entanto, o sol caribenho pode ser intenso para quem visita os trópicos pela primeira vez. Em outras palavras: beba muita água! A hidratação é essencial para aproveitar todas as aventuras. 💡 Dica de especialista: beba o dobro de água que os moradores locais consomem.

Relaxe e aproveite

O segredo para uma viagem inesquecível é relaxar e viver o momento. Pode ser mais fácil falar do que fazer, mas há muitas maneiras de desacelerar e recarregar as energias. Você pode passar o dia navegando pela costa, visitar a tranquila ilha de Caye Caulker ou desfrutar de um tratamento revigorante em um SPA. Depois de relaxar, estará pronto para embarcar em novas aventuras. Seu corpo, mente e alma agradecerão!

Conecte-se com a natureza

Estar cercado por vegetação, pelo mar e respirar ar puro tem um efeito calmante e terapêutico no corpo e na mente. A natureza nos faz mais felizes e contribui para o nosso bem-estar. Belize abriga mais de 90 áreas protegidas, incluindo parques nacionais, reservas e santuários naturais. Há sempre um refúgio verde para explorar. Mergulhe no azul-turquesa do Mar do Caribe e descubra um verdadeiro paraíso de vida marinha.

Seguindo essas dicas, você certamente aproveitará ao máximo suas férias e encontrará sua "Belicidade" neste pequeno paraíso da América Central. E para chegar até lá, a partir do Brasil, há voos da Copa Airlines via Panamá, onde é o hub da companhia. Já para quem for viajar a partir dos Estados Unidos, há voos via Miami e Dallas com a American Airlines, via Houston com a United Airlines e de Atlanta com a Delta Airlines.

Sobre o Belize Tourism Board (BTB)

Órgão estatutário do Ministério do Turismo e Relações da Diáspora de Belize, o Belize Tourism Board trabalha em conjunto com membros do setor privado – incluindo a Associação de Hotéis de Belize, a Associação da Indústria de Turismo de Belize e a Associação Nacional de Operadores Turísticos de Belize. Dedica-se a construir o turismo da forma mais económica e ambientalmente sustentável. Como parte das suas responsabilidades, o BTB promove Belize como um destino turístico de primeira linha para consumidores nacionais e internacionais. Entre o seu alcance ao mercado de viagens internacional comercializa as atrações únicas do país para viajantes, membros da indústria de viagens e meios de comunicação nos principais mercados. Também se dedica a desenvolver e implementar programas de turismo que ajudarão a fortalecer e fazer crescer a indústria turística de Belize; promover uma boa administração do destino; e incutir padrões de alta qualidade para acomodações e experiências de viagem. Para obter mais informações sobre o BTB e seus serviços, visite o site.

Sobre a TM Americas

Empresa líder em marketing de turismo internacional, especializada em destinos e atrações de classe mundial. Conta com uma equipe de profissionais trilíngues especializados em diferentes áreas: marketing, vendas, comunicação, marketing digital e posicionamento de marca. Sediada na Flórida, está presente no Brasil, Colômbia, México, Argentina e Canadá – abrangendo 18 países.

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Norma de saúde mental nas empresas pode ser só teatro corporativo, alerta especialista

Norma de saúde mental nas empresas pode ser só teatro corporativo, alerta especialista

Falta de mudanças estruturais e cultura organizacional tóxica ameaçam a efetividade da regulamentação

Em 26 de maio, entra em vigor a atualização da norma que obriga empresas a adotarem medidas para proteger a saúde mental dos funcionários, mas Ana Lisboa, psicanalista e advogada especialista em direito do trabalho, alerta que, sem um compromisso real, as ações podem se tornar apenas burocráticas.

Aprovada para reforçar a proteção psicológica dos trabalhadores, a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) determina que empresas implementem programas de prevenção e combate a transtornos psíquicos no ambiente corporativo. No entanto, a desconfiança sobre a aplicação prática da norma cresce. Para a especialista há um risco real de que as empresas apenas cumpram o básico para evitar penalidades, sem transformar de fato as condições de trabalho.

“Saúde mental não é um projeto de marketing. As empresas adoram adotar a ‘moda do bem-estar’ quando isso fica bonito no relatório ESG, mas, sem mudanças estruturais, continuaremos vendo funcionários adoecendo, só que agora sob uma nova etiqueta corporativa”, afirma Ana Lisboa.

A especialista destaca que muitas empresas confundem ‘comprometimento’ com ‘cumprimento’. "A nova NR pode obrigar a criação de programas de saúde mental, mas não pode obrigar as empresas a realmente se importarem. Se as ações se resumirem a palestras genéricas sobre estresse ou à clássica ‘sexta-feira do café com propósito’, nada muda num ambiente tóxico."

Para sair da superficialidade, Lisboa aponta três pilares essenciais:

Estabelecimento de rotina e organização de tarefas: as pessoas estão perdidas na separação entre jornada de trabalho e vida pessoal, o que leva à sobrecarga, procrastinação e exaustão. Criar uma rotina estruturada e definir prioridades evita esses efeitos e melhora a produtividade.
Estabelecimento de cultura e comunicação não violenta: a “cultura do medo”, presente em muitas empresas, precisa ser substituída pela cultura do propósito. O uso de gamificação estimula o pensamento e a criatividade dos colaboradores, aumenta a entrega, libera dopamina e reforça o reconhecimento no trabalho.
Liderança: treinar líderes para que adotem práticas de gestão que promovam o bem-estar e a saúde mental dos funcionários.
A especialista reforça que, sem um ambiente psicologicamente seguro, qualquer ação será meramente cosmética.

Outro ponto é a necessidade de medir o impacto das ações. “Se a empresa monitora produtividade, lucro e engajamento, por que não monitorar o impacto do trabalho na saúde dos funcionários? Quem não mede, não cuida. Quem não cuida, finge”, finaliza a especialista.

A nova NR pode ser um avanço ou um teatro corporativo bem ensaiado. A escolha está nas mãos das empresas. Caso optem por uma implementação superficial, correm o risco de deixar de lado o principal: o bem-estar real dos seus colaboradores, que é a verdadeira chave para um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo.

Ana Lisboa @analisboa

Fundadora e CEO do Grupo Altis, universidade reconhecida pelo MEC especializada em saúde mental e startup inovadora voltada para negócios sistêmicos, Ana é especialista em terapias sistêmicas e lidera a comunidade Feminino Moderno com mais de 100 mil alunas em 72 países. Psicanalista, professora, empresária, advogada, palestrante e fundadora do maior movimento de saúde mental feminina do mundo, que reuniu mais de 6 mil mulheres. Ana possui formações em Psicologia Positiva, Neurociências e Terapia de Casais. Graduada também em Direito, especialista em Direitos das Mulheres e Direito do Trabalho, e mestre em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Autónoma de Lisboa.

 

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Chef Danieli Rezende inaugura a Frederica Gelato e promete uma experiência autêntica e artesanal   

Chef Danieli Rezende inaugura a Frederica Gelato e promete uma experiência autêntica e artesanal  

Chef Danieli Rezende inaugura a Frederica Gelato e promete uma experiência autêntica e artesanal

A chef Danieli Rezende sempre teve como missão proporcionar experiências gastronômicas autênticas, e agora, com a inauguração oficial da Frederica Gelato, ela dá um novo passo em sua trajetória. A celebração, marcada para a próxima quinta-feira, dia 13, marca não apenas a abertura oficial da gelateria, mas também o início de um novo capítulo na carreira da chef, que se dedicou intensamente ao estudo da arte dos gelatos.

Apaixonada por gastronomia, Danieli acumulou quase uma década de experiência à frente de um pastifício artesanal antes de descobrir sua verdadeira paixão pelos gelatos. Durante uma viagem à Itália, ela se encantou com a tradição dos gelatos italianos e decidiu se aprofundar no assunto, buscando conhecimento em universidades italianas e em escolas especializadas no Brasil. Essa jornada de aprendizado permitiu que ela desenvolvesse uma abordagem única, baseada em técnicas refinadas, ingredientes naturais e processos artesanais.

“O gelato me conquistou porque une técnica, qualidade e sabor genuíno. Cada detalhe da produção é pensado para garantir uma experiência inesquecível, desde a escolha dos ingredientes até a textura final de cada colherada”, destaca Danieli.

Sabores que surpreendem: tradição e criatividade na mesma experiência

A Frederica Gelato oferece um cardápio especial de 15 sabores, cuidadosamente desenvolvidos para atender a diferentes paladares. Além dos clássicos italianos, dois sabores se destacam pela originalidade e pelo toque brasileiro:

Doce de Abóbora – Inspirado em uma sobremesa tradicional brasileira, trazendo um sabor nostálgico e surpreendente.

Sakerinha – Uma fusão refrescante que combina o sabor marcante do saquê com um toque cítrico.

Todos os gelatos são produzidos artesanalmente, sem conservantes, sem gorduras hidrogenadas e com ingredientes naturais, mantendo a autenticidade e a qualidade que são marcas registradas da chef Danieli.

A tecnologia a serviço da tradição

Para garantir que cada gelato tenha a textura e o sabor ideais, Danieli investiu em equipamentos italianos de última geração, que possibilitam um controle preciso da consistência e da cremosidade dos produtos. Além disso, a produção segue princípios rígidos de qualidade, priorizando frutas frescas, insumos nobres e processos artesanais.

Com essa abordagem, a Frederica Gelato se diferencia como uma gelateria que valoriza ingredientes puros e técnicas genuínas, trazendo para os clientes não apenas um gelato autêntico, mas também um toque de inovação e brasilidade.

Serviço:

Local: Rua José Nicco, 712

Horário: Terça a Domingo, das 12h às 18h

A Frederica Gelato nasce da paixão e dedicação da chef Danieli Rezende, unindo técnica, inovação e autenticidade para oferecer uma experiência gastronômica memorável. A inauguração oficial será um momento especial para celebrar essa nova jornada e compartilhar sabores únicos com o público.

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Será que o Brasil está pronto para ter veículos totalmente autônomos?  

Será que o Brasil está pronto para ter veículos totalmente autônomos?

Por Stela Kos, Diretora de Mobilidade Regional da América do Sul e México na TÜV Rheinland

Há alguns anos muitos apontavam que os carros do futuro seriam conectados, eletrificados e autônomos. Sim, os carros estão cada vez mais conectados e a eletrificação é adotada por muitas montadoras, que oferecem veículos movidos por energia elétrica ou híbridos, mas e os carros que dirigem sozinhos, quando eles devem chegar?

Muitos podem argumentar que eles já estão entre nós, pois veículos da Waymo, popularmente chamados de “robotaxis”, já fazem corridas nas cidades de Austin, Los Angeles, São Francisco e Phoenix, nos Estados Unidos.

A experiência da empresa de transporte fornece lições e aprendizados para as montadoras e desenvolvedores, que podem avaliar qual a tecnologia embarcada, o tipo de conexão necessária quando os táxis precisam se comunicar com a central, outros dispositivos ou máquinas e até bugs que geraram, em casos passados, paralisações de vias públicas.

Problemas legais e estruturais

O processo que ocorre nos Estados Unidos pode ajudar o Brasil a conhecer os desafios que precisam ser superados, sejam eles legais ou estruturais. A Waymo é uma empresa e qualquer acidente causado pelos veículos é sua responsabilidade. No caso de veículos que pertencem a uma pessoa física quem seria o responsável? A montadora, a empresa que desenvolve o software, a inteligência artificial ou o proprietário?

No aspecto jurídico, desde meados de 2023 tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 1.317 de 2023, que altera a Lei 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, para regulamentar os veículos autônomos terrestres. O texto do PL sugere que a responsabilidade por acidentes ou infrações de trânsito seja solidária ou exclusiva entre o fabricante ou seu representante no Brasil e o proprietário, ou condutor, conforme o caso. A proposta também estipula que os veículos autônomos terrestres somente poderão circular providos de seguro contra acidentes. Ou seja, do ponto de vista legal, pouco caminhamos com a questão dos veículos autônomos.

Além da questão jurídica, há também a infraestrutura. Para que os sistemas de suporte ao motorista – chamados ADAS (Advanced Driver-Assistance System ou Sistema Avançado de Assistência ao Motorista, em português) funcionem adequadamente, as vias também precisam estar equipadas com uma estrutura tecnológica.

O ADAS reúne tecnologias de condução semiautônoma para auxiliar o motorista na condução de veículos automotores, e muitas dessas funções já estão disponíveis nas versões de topo de linha de veículos considerados de “entrada” como hatchs e sedãs pequenos fabricados no Brasil.

Estas tecnologias, que compõem o chamado nível de automação 1, funcionam com base em sensores, radares, câmeras e incluem o controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática, alerta de mudança de faixa, e até o park assist, que auxilia a estacionar o veículo, mas com o controle de aceleração e a frenagem sob responsabilidade do motorista.

O ADAS traz benefícios aos proprietários dos veículos, aos demais motoristas e à população no geral. O alerta de mudança de faixa, por exemplo, pode auxiliar um condutor que esteja com sono ou mesmo distraído a fazer a correção da trajetória do veículo, já o alerta do ponto cego aumenta a segurança de motociclistas, pois a tecnologia avisa o motorista da presença de uma motocicleta, que pode estar trafegando no “corredor”.

Mas para que todos esses benefícios funcionem de forma adequada, além do trabalho desenvolvido pelas montadoras, empresas de tecnologia e certificadoras, que precisam realizar testes dentro das condições para as quais as tecnologias foram desenvolvidas para funcionar, existem outros fatores como a condição das vias, calçadas e a área de cobertura da conexão 5G.

Um exemplo simples está no alerta de permanência de faixa e no assistente de permanência de faixa, tecnologia mais avançada na qual o próprio veículo faz a correção da trajetória. Para que qualquer uma delas funcione a faixa precisa estar pintada, caso contrário a tecnologia não é capaz de identificar se o veículo saiu do trajeto determinado.

Outros exemplos onde as condições das estradas podem afetar o funcionamento de sistemas de suporte ao motorista incluem a presença de buracos que podem ser interpretados como obstáculos e o veículo pode frear bruscamente ou fazer desvios inesperados, que podem causar acidentes. Os buracos também podem causar danos aos sensores e muitas vezes manutenções de emergência podem não ter sido atualizadas a tempo nos mapas que os veículos autônomos utilizam.

Automação e responsabilidades

O nível de automação de um veículo vai de 0 a 5. No nível 2, o veículo já é capaz de rodar sem a intervenção humana por alguns segundos, mas a monitoração do ambiente viário e o controle em caso de emergência ainda são feitos pelo motorista. No nível 3, o monitoramento do ambiente é feito pelo próprio veículo e apenas o controle em caso de emergência pelo condutor humano. Já nos níveis 4 e 5, o controle em caso de emergência também passa a ser responsabilidade do veículo, a diferença é que no 4 a ação do motorista pode ser opcional em situações determinadas e no 5 as pessoas são apenas passageiras.

Além de todos os componentes mecânicos, elétricos e mesmo eletrônicos existentes em um carro comum, conforme o nível da automação aumenta, cresce a quantidade de tecnologias em desenvolvimento embarcadas no veículo e treinadas em situações simuladas do que pode ocorrer no trânsito. E, simular todas as possibilidades de situações inusitadas não é uma tarefa exatamente simples.

O trânsito, seja nas rodovias ou mesmo nas cidades, não é composto apenas por outros veículos que trafegam em vias sinalizadas com motoristas que seguem todas as leis e pedestres que atravessam a rua apenas na faixa. No caso do Brasil muitas vias têm buracos, placas não recebem manutenção ou são vandalizadas e até mesmo furtadas, pedestres precisam atravessar rodovias por falta de passarelas e após uma forte chuva muitos semáforos deixam de funcionar adequadamente.

O proprietário do veículo também precisará estar atento e realizar as manutenções conforme as orientações do fabricante. No caso de ocorrerem pequenos acidentes, sem grandes avarias, mas que podem danificar algum sistema do veículo, o conserto da peça precisa ser feito e o sistema testado para checar se funciona como foi programada pelo fabricante ou necessita de uma nova calibração.

A tecnologia tem o papel de ajudar o ser humano e a automação veicular pode reduzir as fatalidades e salvar 1,19 milhão de vidas por ano, que são perdidas no trânsito segundo o Relatório de Segurança Viária da Organização Mundial de Saúde (OMS). A automação é ainda mais importante no Brasil, onde as mortes no trânsito têm apresentado uma tendência de elevação nos últimos anos e subiram de 32 mil, em 2019, para 34 mil, em 2022, segundo dados do Sistema de Informações de Mortalidade do Ministério da Saúde.

A jornada no desenvolvimento do carro autônomo pode estar levando um tempo maior do que muitos previam, seja pela necessidade de ajustes na legislação, testes em ambientes controlados ou para melhorar a infraestrutura viária e de conexão. Mas seu desenvolvimento tem permitido o acesso a novas tecnologias ADAS que já ajudam o condutor. No entanto, mesmo que possamos desfrutar do nível 5 de automação, agentes públicos, empresas e pessoas ainda precisam estar cientes de que elas são responsáveis para a segurança no trânsito.

Sobre a TÜV Rheinland

A TÜV Rheinland é sinônimo de segurança e qualidade em praticamente todas as áreas dos negócios e da vida. A empresa opera há mais de 150 anos e está entre os principais fornecedores de serviços de testes, inspeções e certificações do mundo. Possui mais de 22 mil funcionários em mais de 50 países e tem um faturamento anual de mais de 2,4 bilhões de euros. Os especialistas altamente qualificados da TÜV Rheinland testam sistemas técnicos e produtos em todo o mundo, apoiam inovações em tecnologia e negócios, treinam pessoas em diversas profissões e certificam sistemas de gestão de acordo com padrões internacionais. Ao fazer isso de forma independente, promovem a confiança nos produtos e processos em cadeias globais de valor agregado e no fluxo de commodities. Desde 2006, a TÜV Rheinland é membro do Pacto Global das Nações Unidas para promover a sustentabilidade e combater a corrupção.

Site: www.tuv.com 

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Crenças limitantes bloqueiam o crescimento pessoal e criam prisões emocionais  

Crenças limitantes bloqueiam o crescimento pessoal e criam prisões emocionais

Traumas do passado e bloqueios emocionais dificultam a busca pela liberdade interior, alerta especialista

Estudos em psicologia mostram que experiências emocionais negativas podem deixar marcas que dificultam o desenvolvimento pessoal e profissional. Esses bloqueios, conhecidos como prisões emocionais, surgem de traumas e crenças limitantes acumuladas ao longo da vida, criando barreiras invisíveis para o crescimento emocional. Identificar esses padrões é o primeiro passo para superar desafios e viver de forma mais leve.

Uma pesquisa publicada na revista Frontiers in Psychology mostrou que experiências negativas não resolvidas têm ligação direta com o aumento de sintomas de ansiedade e depressão. O estudo destaca a importância de se conhecer melhor e revisar essas crenças para melhorar o bem-estar mental.

Segundo Elainne Ourives, psicanalista e especialista em reprogramação mental, essas prisões são mais comuns do que parece e podem afetar mesmo quem não percebe estar limitado. “Muitas vezes, achamos que certos bloqueios fazem parte da nossa personalidade, mas, na verdade, eles são resultado de experiências mal resolvidas e crenças que foram impostas”, diz.

Como as prisões emocionais aparecem no dia a dia

Esses bloqueios podem aparecer de formas discretas, como dificuldade para manter relações saudáveis, medo de arriscar em novas oportunidades ou uma autocrítica constante. Um estudo da Universidade de Harvard apontou que o perfeccionismo está ligado a altos níveis de ansiedade e menor satisfação com a vida, mostrando que essa busca constante por resultados impecáveis pode prejudicar a saúde mental.

Prisões emocionais também influenciam na forma como lidamos com o estresse. O medo de rejeição, por exemplo, pode fazer com que a pessoa evite situações sociais importantes, prejudicando o crescimento pessoal e profissional. Pesquisas do Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos mostram que essa evitação está ligada a experiências traumáticas não resolvidas, afetando a qualidade de vida no longo prazo.

Elainne explica que identificar esses padrões é fundamental para sair desse ciclo. “Quando a gente consegue perceber os gatilhos emocionais e entende de onde eles vêm, fica mais fácil trabalhar para mudá-los. O autoconhecimento é essencial nesse processo”, comenta.

Caminhos para deixar as prisões emocionais para trás

Superar as prisões emocionais começa por reconhecer que elas existem. Observar comportamentos repetitivos, como a dificuldade em enfrentar desafios ou a tendência a manter relações tóxicas, é um sinal claro de que algo precisa mudar.

O perdão é uma das ferramentas mais poderosas para romper essas barreiras, seja perdoando a si mesmo ou aos outros. Pesquisas publicadas no Journal of Behavioral Medicine mostram que o perdão está ligado a menores níveis de estresse e melhora na saúde do coração. “Perdoar não é esquecer, mas sim soltar o peso emocional que impede o avanço”, define Ourives.

Além disso, técnicas como meditação e afirmações positivas ajudam a substituir crenças limitantes por pensamentos mais leves. Meditar com frequência pode mudar positivamente as conexões do cérebro ligadas ao bem-estar.

Elainne reforça a importância dessas práticas no cotidiano. “Quando a forma de enxergar a si mesmo e suas experiências muda, tudo ao redor muda junto. Pequenas mudanças no dia a dia podem fazer uma grande diferença na forma de viver e se relacionar”, finaliza.

Sobre Elainne Ourives

Treinadora mental, psicanalista, cientista e pesquisadora nas áreas da Física Quântica, das Neurociências e da reprogramação mental; autora best-seller de 10 livros; mestra de mais de 260 mil alunos, sendo 120 mil deles alunos do treinamento Holo Cocriação de Objetivos, Sonhos e Metas, a mais completa metodologia de reprogramação mental, cocriação e manifestação de sonhos do mundo; formada pelos maiores cientistas do mundo, tais como Jean Pierre Garnier Malet, Tom Campbell, Gregg Braden, Bob Proctor, Joe Dispenza, Bruce Lipton, Deepak Chopra e Tony Robbins; multiplicadora do Ativismo Quântico de Amit Goswami; certificada pelo Instituto HeartMath; única trainer de Joe Vitale no Brasil.

Autora Best Seller dos livros: DNA Milionário® (2019); DNA da Cocriação® (2020); DNA Revelado das Emoções® (2021), Cocriador da Realidade (2022); Algoritmos do Universo (2022), Taqui-Hertz® (2022), O Meu Ano de Gratidão (2023), Gene da Juventude (2023), Visualização Holográfica (2023) e DNA do Dinheiro (2024).

É ainda idealizadora do Movimento “A Vida é Incrível”, lançado para ajudar a libertar o potencial máximo das pessoas na realização de seus sonhos; e criadora da Técnica Hertz® - Reprogramação da Frequência Vibracional, que surgiu a partir de descobertas da física quântica e do estudo aprofundado das mais poderosas terapias energéticas e emocionais do mundo.

Para mais informações, acesse https://elainneourives.com.br ou pelo Instagram @elainneourivesoficial.

 

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