Gestão de riscos nas empresas expõem fragilidades técnicas e operacionais  

Gestão de riscos nas empresas expõem fragilidades técnicas e operacionais

Por Sylvio Sobreira Vieira, CEO & Head Consulting da SVX Consultoria

Nunca a complexidade digital e a sofisticação das ameaças cibernéticas foram tão altas quanto atualmente. Só no ano passado, o país registrou 315 bilhões de tentativas de ataque cibernético – 84% de todas as investidas na América Latina. Mesmo assim, muitos negócios ainda se apoiam em modelos de gestão de riscos que pararam no tempo, completamente desalinhados da evolução dessas ameaças.

Essa defasagem entre um cenário de risco cada vez mais complexo e práticas antiquadas de gerenciamento não é mera teoria; de acordo com especialistas, o nível de exposição digital das empresas cresce em velocidade superior à capacidade de resposta da maioria das organizações. Isso se traduz em vulnerabilidades concretas no dia a dia das organizações. Tecnologicamente, sistemas críticos permanecem expostos por falta de atualização e vigilância; operacionalmente, episódios recentes evidenciaram que as defesas corporativas evoluem em ritmo bem mais lento do que as táticas dos atacantes.

Prova disso é que, embora 79% das empresas brasileiras reconheçam estar mais expostas a ataques cibernéticos, somente 44% das altas administrações estão diretamente envolvidas no tema. Ou seja, a liderança muitas vezes não assume para si a questão, mantendo um descompasso entre a percepção do risco e a ação estratégica sobre ele. O resultado é uma gestão calcificada em práticas ultrapassadas – auditorias anuais protocolares, matrizes de risco estáticas e checklists de conformidade – incapaz de reagir a um cenário onde as ameaças evoluem dia após dia.

Pontos cegos na infraestrutura

Um dos pontos críticos é a falta de visibilidade real em ambientes híbridos cada vez mais complexos. Hoje, infraestrutura local convive com múltiplas nuvens públicas, aplicações SaaS e uma infinidade de integrações via APIs – um ecossistema fragmentado em que muitas organizações não conseguem enxergar todos os seus pontos de vulnerabilidade. A principal dificuldade nesses ambientes híbridos é justamente a ausência de visibilidade e controle unificado.

Cada novo serviço em nuvem ou conexão externa adiciona camadas de complexidade e potenciais brechas de segurança. Segundo o relatório State of API Security 2025, 91% das empresas admitiram não ter plena visibilidade das integrações e APIs conectadas ao seu ambiente – e mais de 60% sofreram incidentes envolvendo APIs no último ano.

Há “pontos cegos” na rede corporativa que passam despercebidos pela segurança até que se convertam em incidentes. Quando a TI opera às escuras, torna-se impossível gerir riscos de forma eficaz. Ambientes multi-nuvem e híbridos exigem monitoramento constante e ferramentas que consolidem alertas, mas muitas empresas ainda não evoluíram suas práticas para atingir esse nível de vigilância abrangente.

Somando-se a isso, vemos decisões de TI sendo tomadas sem a devida análise de impacto no negócio. Seja ao adotar uma nova tecnologia, migrar sistemas críticos para a nuvem ou mesmo ao cortar custos em infraestrutura, empresas têm cometido o erro de não envolver as áreas de negócio e de risco no processo. O resultado são surpresas desagradáveis: dependências ocultas que são descobertas apenas quando um sistema cai, planos de contingência inexistentes e perda de receita por indisponibilidade de serviços que ninguém previu.

Cortes ou mudanças “a olho” na TI, sem critério estratégico, costumam gerar efeitos colaterais graves: perda de produtividade, aumento de falhas operacionais, brechas de segurança e até interrupções completas do negócio. Em outras palavras, quando a TI opera isolada, o risco de decisões tecnológicas mal calibradas ricochetearem na operação é altíssimo.

Muitas empresas ainda tratam projetos de tecnologia como algo apartado – e percebem tarde demais que aquela “simples atualização de software” podia, na verdade, parar uma linha de produção ou deixar um serviço indisponível nacionalmente

Todos esses fatores apontam para uma desconexão entre o risco mapeado no papel e o risco real correndo solto no dia a dia. Muitas empresas podem exibir orgulhosamente suas matrizes de riscos coloridas e relatórios anuais de auditoria, mas na prática não estão capturando o que realmente pode derrubá-las. Há um fosso entre o risco “oficial”, documentado, e o risco vivo, emergente nos ambientes digitais.

Enquanto o mapa de riscos permanece quase inalterado de um ano para o outro, o cenário tecnológico ao redor se transforma em alta velocidade – novas ameaças, novos ativos, novas interdependências. Protocolos formais e checklists não capturam a dinâmica caótica atual, em que um incidente pode se originar em qualquer ponto obscuro: uma API esquecida, um fornecedor negligenciado, uma decisão tomada sem consulta.

Superar essas fragilidades exige uma mudança de postura imediata. Em primeiro lugar, é preciso reconhecer que riscos tecnológicos e operacionais são, hoje, riscos estratégicos do negócio. A cibersegurança e a continuidade digital deixaram de ser assuntos restritos à equipe de TI – tornaram-se temas centrais de planejamento estratégico, governança corporativa e até de responsabilidade do Conselho de Administração. ‘

Órgãos reguladores já sinalizam essa expectativa: no final de 2025, o Banco Central atualizou normas (Resolução CMN 5.274) exigindo que instituições financeiras tratem risco cibernético como risco operacional relevante, atrelado à estabilidade do negócio, e cobrou envolvimento direto da alta administração na supervisão desse risco.

Isso significa que o risco digital entrou de vez na pauta de conselhos e comitês executivos. Perguntas como “qual nosso nível real de exposição?” ou “nossa dependência de terceiros está sob controle?” devem guiar discussões de alto nível.

Em conclusão, a transformação digital trouxe oportunidades enormes, mas também revelou que velhos métodos de controle já não bastam para domar os novos perigos. As empresas que não revisarem sua abordagem de risco – incorporando visibilidade total dos ambientes híbridos, monitoramento contínuo de fornecedores, governança proativa de TI e revisão constante dos cenários de ameaça – continuarão expostas a choques inesperados e perdas potencialmente devastadoras.

Sobre a SVX Consultoria

A SVX é uma consultoria especializada em tecnologia, riscos, crises, governança de Inteligência Artificial e compliance regulatório. Atuando com foco na implementação estratégica de soluções tecnológicas avançadas, a SVX auxilia empresas de diversos setores a alcançar resultados mais assertivos, seguros e éticos com o uso da IA. Com uma equipe técnica multidisciplinar altamente qualificada, a SVX oferece auditorias detalhadas, treinamentos especializados e estratégias personalizadas, garantindo que seus clientes estejam preparados para enfrentar desafios regulatórios, éticos e tecnológicos em um cenário digital cada vez mais complexo.

Para mais informações, acesse: https://svxconsultoria.com.br

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Sigilo financeiro no casamento levanta debate sobre transparência e fortalece modelo de relações com acordos claros  

Sigilo financeiro no casamento levanta debate sobre transparência e fortalece modelo de relações com acordos claros

Caso de marido que ocultou US$ 45 mil da esposa levanta discussão sobre confiança e o crescimento de relacionamentos baseados em transparência

Um caso recente divulgado pelo New York Post expôs um problema silencioso em muitos relacionamentos, o sigilo financeiro. A história relata a situação de uma mulher que, após o nascimento do filho, descobriu que o marido havia escondido cerca de US$ 45 mil em uma conta secreta, enquanto afirmava que a renda familiar era limitada e controlava todos os gastos da casa.

Durante anos, a esposa organizou o orçamento familiar com base em um salário menor do que o real, abrindo mão de despesas pessoais e ajustando o padrão de vida da família. Ao ser confrontado, o homem justificou que queria manter uma reserva financeira “apenas para si”.

A falta de clareza sobre renda, gastos e objetivos pode gerar desequilíbrio, frustração e desgaste na relação, especialmente quando um dos parceiros concentra o controle dos recursos e não é transparente.

Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo e relacionamentos do MeuPatrocínio, explica que a liberdade financeira proporciona menos estresse, mais conforto e, consequentemente, melhora a qualidade de vida. “A escassez na vida financeira, inclusive, é o que motiva o crescimento de divórcios aqui no Brasil, que aumentaram em 75% nos últimos cinco anos e deles, 60% tem como causa do divórcio problemas financeiros", destaca.

Nos últimos anos o interesse por relacionamentos que priorizam acordos claros desde o início, como o modelo sugar, tem crescido significativamente, prova disso são os 18 milhões de usuários no site de relacionamentos MeuPatrocínio.com, a maior da América Latina. Diferente de relações tradicionais, onde expectativas financeiras muitas vezes ficam implícitas, os relacionamentos sugar são construídos com base em conversas abertas sobre estilo de vida, apoio financeiro e objetivos em comum.

Dados do site indicam que a clareza sobre expectativas é um dos principais fatores de satisfação entre os usuários. Para Caio, à medida que os usuários se tornam abertos a discutir sobre dinheiro, as finanças provavelmente continuarão sendo um fator central em seus relacionamentos como um todo. “O dinheiro não só traz felicidade mas a falta dele muito provavelmente vai trazer problemas para a vida conjugal. Por isso, mulheres hoje buscam homens bem-sucedidos, mais maduros e experientes, o famoso Sugar Daddy”, pontua.

O caso do marido que ocultou recursos mostra o que geralmente acontece em relacionamentos tradicionais, em que o tema financeiro ainda é evitado. Em contrapartida, relações estruturadas com expectativas claras mostram que, quando o assunto é dinheiro, a transparência pode ser a base de conexões mais equilibradas e satisfatórias.

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Clube de Curitiba lança torneio de poker com mais de R$6 milhões em prêmios  

Clube de Curitiba lança torneio de poker com mais de R$6 milhões em prêmios 

O Live Poker Club, um dos maiores e mais modernos clubes de poker do Brasil, anuncia a Arena Live Poker 2026, uma série inédita de grandes torneios que vai movimentar o cenário nacional do esporte da mente ao longo do ano. Ao todo, serão quatro etapas, com premiação total superior a R$6 milhões.

Cada etapa contará com R$1,5 milhão em prêmios garantidos, além de um Ranking Geral que distribuirá R$ 300 mil aos melhores jogadores da temporada. A primeira semana de jogos acontece de 09 a 14 de março (Fall Season); a segunda etapa já está agendada para 08 a 13 de junho (Winter Season); a terceira de 08 a 13 de setembro (Spring Season); e a última de 03 a 13 de dezembro (Summer Season).

O poker vive um momento de forte expansão no Brasil e no mundo. Reconhecido como esporte da mente, o jogo apresenta crescimento contínuo impulsionado pela profissionalização dos torneios, transmissões online, aumento de clubes especializados e maior interesse do público jovem e adulto. Segundo Fabrício Nascimento, sócio do Live Poker Club, a criação da Arena Live Poker reflete esse novo momento do esporte. “Essa competição nasce para elevar ainda mais o nível do poker no Brasil. Pensamos em uma série que entrega estrutura, experiência, grandes premiações e um calendário organizado, valorizando o jogador e fortalecendo o mercado. É um projeto que posiciona Curitiba no centro do poker nacional”.

A competição consolida o empreendimento como um dos principais polos do poker brasileiro, atraindo atletas profissionais, amadores e entusiastas de todo o país para Curitiba.

Serviço:

Arena Live Poker 2026

Quando: Março, Junho, Setembro e Dezembro de 2026

Onde: Live Poker Club – Shopping Estação - Curitiba (PR)

Premiação total: Mais de R$ 6 milhões

Premiação por etapa: R$ 1,5 milhão garantidos

Ranking Geral: R$ 300 mil em prêmios

Calendário oficial

1ª etapa
Fall Season

09/03 a 14/03

 

2ª etapa
Winter Season
08/06 a 13/06

 

3ª etapa
Spring Season
08/09 a 13/09

 

4ª etapa
Summer Season
03/12 a 13/12

 

Sobre o Live Poker Club

O Live Poker Club é considerado um dos clubes mais modernos do país. Localizado dentro de um dos shoppings mais movimentados da capital paranaense, o Shopping Estação, possui uma estrutura com mais de 1.000 m² e investimento superior a R$5 milhões. O espaço oferece 40 mesas para torneios e cash games, além de um sports bar e restaurante sofisticado e uma sala VIP que garantem conforto e exclusividade aos jogadores.

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Vulnerabilidades e riscos IoT podem expor pedágio free flow no Brasil  

Vulnerabilidades e riscos IoT podem expor pedágio free flow no Brasil

Por Eduardo Gomes, Gerente de Cibersegurança na TÜV Rheinland

Em novembro passado, a rodovia Presidente Dutra (BR-116/SP) tornou-se o primeiro trecho brasileiro a operar com cobrança proporcional por quilômetro rodado, marcando a consolidação do modelo de pedágio eletrônico sem cancela – o chamado free flow. A primeira experiência nacional foi implantada ainda em 2023, na BR-101/RJ (Rio-Santos).

Amparado por regulamentações recentes, o modelo avança como uma solução para aumentar a fluidez do trânsito e tornar a cobrança mais justa. No entanto, essa modernização traz consigo novos riscos: por trás da comodidade de não parar em praças de pedágio, está uma complexa infraestrutura digital crítica, que depende de câmeras, sensores e redes conectadas e que já foi alvo de ciberataques em outros países.

Em 2017, na Austrália, 55 câmeras de trânsito foram infectadas pelo ransomware WannaCry, que criptografou os sistemas e desativou parte da operação. Dois anos depois, nos Estados Unidos, hackers invadiram uma empresa que operava tecnologia de pedágio e vazaram 105 mil imagens de placas e rostos de motoristas. No Brasil, criminosos vêm explorando dados reais de veículos e condutores obtidos de vazamentos externos para montar sites falsos que simulam a cobrança do pedágio free flow. Embora esses golpes não tenham comprometido diretamente os sistemas de pedágio, eles evidenciam como vulnerabilidades em ecossistemas adjacentes podem impactar operadoras e fornecedores e servir como vetor para fraudes associadas à nova operação.

A principal diferença entre o free flow e o pedágio tradicional está no seu grau de dependência tecnológica. A identificação e a cobrança dos veículos ocorrem exclusivamente por meios digitais o que significa que cada componente da cadeia passa a ser uma potencial superfície de ataque. Equipamentos de campo, sistemas de processamento e redes de comunicação precisam operar em total sintonia e segurança para garantir a continuidade do serviço e a integridade das cobranças.

IoT e OCR: os pontos mais expostos

As câmeras OCR (Reconhecimento Óptico de Caracteres) que leem as placas são um dos alicerces do sistema e também um alvo em potencial. Estudos recentes revelaram vulnerabilidades graves em câmeras de leitura automática de placas: um boletim da agência de segurança cibernética dos EUA (CISA) detalhou sete falhas em modelos populares de câmeras ALPR, incluindo ausência de criptografia de dados e credenciais de acesso expostas.

Em um caso, descobriu-se que todas as câmeras de certa fabricante vinham com uma rede Wi-Fi ativada por padrão e senha igual e fixa em todos os aparelhos, permitindo que qualquer pessoa com acesso a essa senha pudesse se conectar ao dispositivo.

Outro ponto crítico são as redes de comunicação que interligam todos os componentes do free flow. A troca de informações entre pórticos de cobrança, centrais regionais e sistemas de retaguarda ocorre em tempo real, geralmente sobre infraestruturas de fibra óptica, enlaces de rádio de longa distância ou redes móveis seguras.

A resiliência dessas redes é, portanto, tão importante quanto sua segurança: deve-se prever redundância de rotas, failover de conexões e sistemas locais de armazenamento temporário (buffer) para reter dados de passagens caso haja perda momentânea de link.

Dados pessoais sob vigilância

A segurança da informação no free flow não se limita à proteção operacional ou financeira: ela envolve também a privacidade dos motoristas. Cada passagem sob um pórtico gera registros com placa, data, hora, local e, frequentemente, imagens do veículo e do condutor. Com diversos pontos de leitura ao longo das rodovias, é possível mapear com precisão os deslocamentos de um veículo e, por consequência, traçar padrões de comportamento e rotina.

Esses dados, por sua natureza, são enquadrados como pessoais pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o que impõe obrigações legais a concessionárias e órgãos públicos quanto ao seu tratamento. Como a coleta dessas informações ocorre de forma automática, sem ação direta do motorista, torna-se ainda mais importante adotar práticas como minimização de dados, criptografia, anonimização sempre que possível e políticas claras de retenção e descarte seguro das informações.

Segurança por design: da arquitetura à operação

Para enfrentar esses desafios, o ponto de partida deve ser a adoção de uma arquitetura de segurança por design. Ou seja: prever mecanismos de proteção desde a concepção do projeto, em vez de tentar adicioná-los depois de o sistema estar em operação. Isso inclui a adoção de boas práticas como modelagem de ameaças (threat modeling), selecionar plataformas com certificações reconhecidas, adotar criptografia de ponta a ponta para dados em trânsito e em repouso, e implementar controles de acesso fortes a todos os módulos tanto físicos quanto digitais.

No plano da aplicação, o desenvolvimento seguro é indispensável. Interfaces web e mobile que permitem aos usuários consultar extratos e efetuar pagamentos precisam estar protegidas contra ataques comuns como SQL injection, cross-site scripting (XSS) e falsificação de requisições (CSRF). Já no campo, é necessário aplicar hardening aos dispositivos: desativar serviços desnecessários, atualizar firmwares, usar autenticação multifator para acessos de manutenção e, quando viável, substituir senhas por certificados digitais.

Mesmo com esses cuidados, nenhuma defesa é absoluta. Por isso, o monitoramento contínuo de segurança, testes de penetração (pentests) e auditorias recorrentes devem ser práticas obrigatórias. Antes da inauguração de um novo sistema e de forma periódica, as concessionárias devem contratar especialistas para simular cenários de ataque tentando explorar falhas nas redes, comprometer sensores ou interceptar APIs de integração com sistemas externos.

Além disso, é fundamental a prática de auditorias técnicas independentes para avaliar não apenas as defesas tecnológicas, mas também as políticas de segurança da informação, o treinamento das equipes, e testes reais dos procedimentos em caso de incidente, conhecidos como Plano de Contingência de Negócios ou (PCN), além da contínua verificação de conformidade com marcos legais e regulatórios. A adoção de um Sistema de Gestão de Segurança da Informação certificado pela norma ISO 27001, por exemplo, vem se tornando um diferencial competitivo relevante para operadores de infraestrutura crítica.

Proteger o sistema contra ataques e falhas não é excesso de zelo, mas condição básica para seu sucesso a longo prazo. Afinal, a confiança do usuário e a sustentabilidade do modelo dependem de garantirmos que, por trás das convenientes passagens livres, existe uma fortaleza tecnológica preparada para resistir a ameaças digitais. Ao impulsionar a mobilidade, é preciso também impulsionar a cibersegurança duas faces indissociáveis de uma mesma moeda na era das rodovias inteligentes.

Sobre a TÜV Rheinland

150 anos fazendo do mundo um lugar mais seguro: TÜV Rheinland é um dos principais provedores mundiais de serviços de teste e inspeção, com receitas anuais superiores a 2,7 bilhões de euros e aproximadamente 27.000 funcionários em mais de 50 países. Seus especialistas altamente qualificados testam sistemas e produtos técnicos, estimulam a inovação e ajudam as empresas em sua transição para maior sustentabilidade. Eles capacitam profissionais em diversos campos e certificam sistemas de gestão conforme normas internacionais. Com expertise excepcional em áreas como mobilidade, fornecimento de energia, infraestrutura e além, a TÜV Rheinland oferece garantia de qualidade independente, não menos para tecnologias emergentes como hidrogênio verde, inteligência artificial e direção autônoma. Dessa forma, a TÜV Rheinland contribui para um futuro mais seguro e melhor para todos. Desde 2006, a TÜV Rheinland é signatária do Pacto Global das Nações Unidas, que promove a sustentabilidade e combate a corrupção. A sede da empresa está localizada em Colônia, Alemanha. Website: www.tuv.com 

 

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Quinta das Águas é o mais novo empreendimento no portfólio da Summit Hotels  

Quinta das Águas é o mais novo empreendimento no portfólio da Summit Hotels

Hotel histórico do século XIX é revitalizado e passa a operar sob bandeira Summit, impulsionando o turismo regional

O tradicional Quinta das Águas inicia um novo capítulo em sua trajetória e passa a integrar o portfólio da Summit Hotels. Desde 1º de março, o empreendimento, localizado em Itapira (SP), está operando sob a bandeira Summit no modelo de administração.

Instalado em uma propriedade rural com raízes no século XIX, o hotel preserva a essência da antiga Fazenda Esperança, conhecida pela produção de café e leite e pela abundância de águas cristalinas que cortam a região.

O conceito de “quinta”, de origem portuguesa, refere-se a uma propriedade rural com valor histórico e cultural, semelhante a uma fazenda ou sítio no Brasil. O termo, derivado do latim quintus, passou a designar espaços que reúnem casa de campo e áreas de produção agrícola, podendo variar de pequenas propriedades a grandes extensões de terra. No caso do empreendimento, a ideia de quinta traduz-se em construções coloniais preservadas, lagos, alamedas arborizadas e uma atmosfera que remete aos antigos tempos de fazenda.

A parceria com a Summit Hotels traz um reposicionamento estratégico. A proposta é fortalecer a gestão, ampliar a visibilidade comercial e impulsionar as vendas, sem abrir mão da essência que consolidou o hotel como referência local. A nova administração aposta na tradição do hotel e na profissionalização da operação hoteleira para atrair o público.

Estrutura completa para lazer e eventos

O hotel oferece suítes nas categorias máster, luxo e superior, decoração colonial e vista para os jardins e para o antigo terreiro de café, hoje transformado em praça de convivência.

A infraestrutura de lazer inclui piscinas, sauna, sala de jogos, quadra de beach tênis, trilhas ecológicas, lagos para pesca esportiva e playground. Para eventos, há espaços internos e externos preparados para receber casamentos, aniversários, encontros corporativos e celebrações de pequeno e médio porte. Uma capela dedicada a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, construída pela família fundadora, reforça o valor histórico e afetivo do local.

Na gastronomia, o hotel mantém a tradição da mesa farta, com café da manhã que valoriza produtos artesanais, como queijos e manteiga caseira, além de pães, bolos e sucos naturais. No almoço e no jantar, o cardápio à la carte privilegia pratos equilibrados, com opções de carnes, peixes, massas e risotos preparados em estilo campeiro. O serviço de room service complementa a experiência de descanso.

Mais informações: www.summithotels.com.br 

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