MUFS DRINK FESTIVAL 2025: uma Jornada pelos melhores Drinks de Curitiba   

MUFS DRINK FESTIVAL 2025: uma Jornada pelos melhores Drinks de Curitiba  

MUFS DRINK FESTIVAL 2025: uma Jornada pelos melhores Drinks de Curitiba

Curitiba recebe, a partir do dia 10 de março, o *MUFS DRINK FESTIVAL 2025, uma celebração da coquetelaria que levará ao público drinks inovadores e experiências únicas em bares, restaurantes e casas noturnas, selecionados pela organização. O festival, promovido pela *MUFS em parceria com a Diageo, une capacitação, criatividade e competição saudável para elevar o nível da coquetelaria local.

Os bartenders dos clientes selecionados participantes passaram por um treinamento especial com Jaci Andrade, um dos grandes nomes da coquetelaria nacional e vencedora do reality *Shaking The Bar, competição transmitida pelo canal Sony Channel que revelou talentos do mundo dos drinks. Durante o festival, cada bar apresentará um menu especial com *cinco drinks icônicos da Diageo já adorado pelo público:

- Smirnoff Mule
- Blondinho
- Yuzu Gin
- Johnnie Sour
- Don Paloma

Além dessas criações Diageo, cada cliente selecionado desenvolveu até três drinks autorais, trazendo ainda mais personalidade e inovação para o festival.

Sobre a Diageo

A Diageo é a maior indústria de bebidas destiladas do mundo, presente em mais de 180 países e dona de marcas icônicas como Johnnie Walker, Smirnoff, Tanqueray, Gordon's, Guinness, Baileys e muitas outras. Reconhecida por sua excelência e inovação, a empresa é referência global na produção e distribuição de bebidas alcoólicas premium.

Os amantes da coquetelaria poderão experimentar os drinks do festival nos clientes selecionados de Curitiba:

COIN BISTRO
DIZZY CAFÉ
BOBARDI
PONTO GIN TAUNAY
PONTO GIN GORSKI
RESTAURANTE MARIA EUGENIA
GINGER BAR
BOTECO DE SAMPA – BOQUEIRÃO
RW CLUB
AQUECES BAR
HORA EXTRA
TETTO ROOFTOP
TIJOLO CWB
GITANO BAR
BOESIA BAR ITUPAVA
MENINA ZEN
LA BOCA
AMBAR CURITIBA

Um festival com sabor de inovação e competição

O MUFS DRINK FESTIVAL não é apenas uma experiência para o público, mas também uma oportunidade para os bares mostrarem seu talento. A competição entre os estabelecimentos avaliará três critérios principais:

Criatividade – Melhor drink autoral
Execução – Qualidade no preparo e apresentação
Engajamento – Divulgação nas redes sociais, destacando os produtos utilizados

Ao final do festival, um evento exclusivo premiará o cliente selecionado com melhor desempenho, garantindo um prêmio de **R$ 10 mil para investir no negócio e R$ 2 mil em produtos Diageo para o bartender responsável. A avaliação será feita por um time de especialistas formado por **Jaci Andrade, Cris Guerra, Sergio Rinaldi e Marquinhos Mufs.

O MUFS DRINK FESTIVAL 2025 promete ser um marco na cena curitibana, proporcionando novas experiências e ampliando a cultura da coquetelaria. Para Demetrio Neto, um dos idealizadores do festival, o MUFS DRINK FESTIVAL vai além da competição e se torna uma ferramenta essencial para o crescimento dos bares participantes.

"Nosso objetivo é impulsionar o mercado de coquetelaria, oferecendo capacitação e incentivando a inovação. Queremos que os bares participantes tenham a oportunidade de elevar sua qualidade técnica e criativa, proporcionando uma experiência diferenciada para o público. Esse movimento fortalece toda a cena da coquetelaria em Curitiba e valoriza os profissionais da área", afirma.

Já para Marquinhos Mufs, o festival também é uma oportunidade de aproximar o público desse universo, destacando a criatividade dos bartenders e a excelência dos drinks criados especialmente para o evento.

"Mais do que um festival, essa é uma celebração da coquetelaria curitibana. Nosso intuito é proporcionar momentos únicos para quem aprecia um bom drink e, ao mesmo tempo, dar visibilidade aos bares que investem em qualidade e inovação. Queremos que os clientes tenham uma experiência incrível e que os estabelecimentos participantes se tornem referências na cidade", destaca.

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Esporotricose: subnotificação e mitos sobre a doença mascaram a realidade  

Esporotricose: subnotificação e mitos sobre a doença mascaram a realidade

Transmitida por fungos, a zoonose coloca os gatos no centro do debate. Entenda os riscos, mitos e como prevenir

A esporotricose, uma micose profunda causada por fungos da família Sporothrix, avança pelo Brasil transformando-se em uma epidemia urbana. Antes restrita a áreas rurais, a doença agora assombra grandes centros, com gatos frequentemente associados à sua transmissão. Segundo a médica-veterinária e consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Farah de Andrade: "Os gatos não são os vilões, mas sim as vítimas, que precisam de cuidado e proteção". 

Classificada como zoonose, a infecção ocorre quando o fungo penetra camadas profundas da pele de humanos e animais, geralmente por meio de cortes ou arranhões. Em humanos, os sintomas variam de lesões cutâneas semelhantes a picadas de mosquito até formas graves, como a pulmonar, que pode ser confundida com tuberculose. Nos gatos, a esporotricose é ainda mais agressiva, com feridas ulceradas que evoluem rapidamente, podendo atingir o sistema linfático e órgãos internos. 

Cenário alarmante: números em ascensão 

Estados como Paraná, São Paulo e Pernambuco registraram aumentos exponenciais antes mesmo da notificação compulsória da doença. No Paraná, por exemplo, os casos humanos saltaram de 253, em 2022, para 853 em 2023. Entre os felinos, o crescimento foi ainda mais expressivo: de 1.412 para 3.290 no mesmo período.

Em São Paulo, 403 casos humanos foram confirmados até setembro de 2023, contra 388 no mesmo período do ano anterior. Já Pernambuco registrou 287 diagnósticos humanos em 2022 e 155 até outubro de 2023.

“No fim de janeiro deste ano, a esporotricose humana passou a fazer parte da Lista Nacional de Notificação Compulsória e deve ser registrada no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), o que nos dará, em um futuro próximo, uma perspectiva mais realista do avanço da doença. Esperamos que, com isso, iniciativas públicas e maior conscientização da população resultem em melhor controle da esporotricose”, comenta o médico-veterinário e presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Paraná, Dr. Adolfo Sasaki.

Gatos: vítimas, não vilões 

A associação equivocada entre gatos e a transmissão da esporotricose tem levado a atitudes extremas, como o abandono e até o sacrifício desses animais. "Assim como ocorreu com os macacos durante a febre amarela em 2018, os gatos estão sendo injustamente culpados. Eles são vítimas da doença, não os responsáveis por sua disseminação", alerta a Dra. Farah.

O abandono de animais doentes, além de ser crime de maus-tratos, agrava a situação. "Ao descartar um gato com esporotricose, o responsável não só condena o animal, mas também cria novos focos da doença, contaminando o ambiente e colocando outras vidas em risco", explica Sasaki. Recentemente, o CRMV-PR promoveu uma ampla campanha de conscientização da população sobre a importância de não deixar os gatos com acesso às ruas, além da responsabilidade com o tratamento e a higiene ambiental. 

Sinais clínicos e prevenção 

Em humanos, os sintomas incluem feridas na pele, febre, dor e, em casos graves, dificuldades respiratórias. Nos gatos, as lesões ulceradas são o primeiro sinal, seguidas de secreções, falta de apetite e letargia. "Quanto mais rápido o diagnóstico, maiores as chances de cura. A esporotricose tem taxas de cura superiores a 90% quando tratada adequadamente", reforça Farah.

As principais medidas preventivas são:

Manter os animais dentro de casa;

Realizar passeios apenas com supervisão;

Castrar os pets para evitar fugas e contato com outros animais;

Utilizar luvas ao manipular terra, plantas ou animais suspeitos;

Isolar e desinfetar diariamente o ambiente de animais em tratamento.

Tratamento: alternativas para facilitar a adesão 

A conscientização sobre a doença, o diagnóstico precoce e o tratamento correto são fundamentais para frear o avanço da esporotricose. “Existe tratamento para esporotricose, porém, ele é longo e os felinos não costumam aceitar a administração de remédios facilmente. Por isso, a manipulação de medicamentos é uma excelente alternativa. Fórmulas com flavorizantes, como salsicha, linguiça ou frango e formas farmacêuticas, como pasta oral ou molho, facilitam a adesão ao tratamento”. A DrogaVET manipula antifúngicos como itraconazol, iodeto de potássio, cetaconazol, terbinafina e fluconazol e ainda pode combinar fórmulas com silimarina ou silibin (hepatoprotetores). Fármacos de uso tópico também podem ser prescritos e manipulados para controle das lesões.

A doença não é uma sentença de morte, mas exige atenção e ação coletiva. Enquanto os números crescem, a desinformação e o abandono de animais continuam a alimentar a epidemia. Combater a doença requer união, educação e, acima de tudo, responsabilidade.

Sobre a DrogaVET

A DrogaVET está sempre em busca de soluções no segmento de manipulação veterinária, respeitando integralmente todos os princípios éticos que regem a produção de medicamentos e a sua aplicabilidade em animais. Pioneira no segmento de farmácias de manipulação, a rede, que surgiu em 2004, já conta com mais de 100 unidades no Brasil, unindo tecnologia, inovação e o conhecimento de uma equipe altamente especializada de farmacêuticos e veterinários. Mais informações no site www.drogavet.com.br.  

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Crossroads dá as boas-vindas à estreia do documentário “Becoming Led Zeppelin” em Curitiba

Crossroads dá as boas-vindas à estreia do documentário “Becoming Led Zeppelin” em Curitiba

Referência na cena rock n’roll em Curitiba desde 1997, bar participa de sessão exclusiva da produção no IMAX Curitiba,

Considerado o “templo do rock” em Curitiba, o Crossroads foi escolhido para apresentar a estreia do documentário “Becoming Led Zeppelin”, em uma sessão especial no IMAX Curitiba.

A produção, que leva a direção de Bernard MacMahon, mostra a ascensão do icônico grupo britânico ao estrelato, com filmagens nunca antes vistas e acesso exclusivo a arquivos pessoais. O longa tem o objetivo de aproximar a banda dos fãs que nunca terão a oportunidade de vê-los ao vivo.

“É uma super honra apresentar a estreia do documentário em Curitiba. Preparamos drinks especiais para esta sessão exclusiva, que levam o nome de três grandes sucessos do Led Zeppelin, sendo Black Dog, Whole Lotta Love e Stairway to Heaven, que serão servidos durante a recepção da produção”, comenta Alessandro Reis, fundador do Bar Crossroads.

Referência na cena rock n’roll de Curitiba desde 1997, o Crossroads sempre foi um grande apoiador de bandas locais, sejam elas autorais ou covers, assim como de nomes nacionais. Desde sua inauguração, a casa realiza um evento especial de aniversário, cuja data é bem próxima do dia 13 de julho (Dia Mundial do Rock), celebrando mais um ano de história do bar, assim como mais um ano de história do rock n’roll. A partir de 2018, a comemoração foi se tornando tradição no calendário da capital paranaense e se transformou em um grande festival, o Festival Crossroads, o maior dedicado ao Dia Mundial do Rock do Sul do Brasil, voltado a todos os apaixonados pelo gênero musical e suas vertentes, reunindo pessoas de todas as tribos e idades em um evento que transcende gerações.

“Becoming Led Zeppelin” segue em cartaz nos cinemas, com sessões no IMAX em todo o Brasil. Acompanhe a programação no IMAX mais próximo.

O Crossroads fica localizado na Av. Iguaçu, 2310, no bairro Água Verde. Mais informações pelas redes sociais oficiais: @barcrossroads (Facebook | Instagram).

Serviço:

Bar Crossroads

Endereço: Av. Iguaçu, 2310 - Água Verde

Site oficial: www.crossroads.com.br 

Redes sociais oficiais: @barcrossroads (Facebook | Instagram)

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Mulheres ganham espaço no setor de energia   

Mulheres ganham espaço no setor de energia  

Mulheres ganham espaço no setor de energia

O setor de energia, historicamente dominado por homens, tem notado uma transformação significativa com a crescente participação feminina. No entanto, as mulheres ainda representam uma parcela menor da força de trabalho nesse campo. Dados de 2023 indicam que, no Brasil, as mulheres ocupam aproximadamente 20% das posições no setor elétrico, com uma presença mais acentuada em áreas administrativas e de serviços gerais (66,98%) e uma representação de 5,55% em cargos de alta liderança.

Globalmente, a situação é semelhante. De acordo com a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), as mulheres constituem cerca de 32% da força de trabalho em energias renováveis, com uma participação de 40% na indústria solar fotovoltaica e apenas 21% no setor eólico.

Para reverter esse cenário, iniciativas têm sido implementadas visando promover a equidade de gênero no setor energético. Em setembro de 2024, o Ministério das Mulheres do Brasil assinou o Pacto Nacional por Mais Mulheres na Energia e na Mineração, comprometendo-se a promover estratégias para aumentar a presença feminina em cargos de liderança e gestão, além de incentivar a formação e capacitação técnica de mulheres nessas áreas.

A presença feminina no setor de energia é essencial para enriquecer as perspectivas e abordagens, contribuindo para soluções mais inovadoras e eficazes. As mulheres trazem habilidades valiosas, como visão estratégica, comunicação eficaz e capacidade de colaboração, que são fundamentais para o avanço e a sustentabilidade do setor.

Na NHS, indústria curitibana referência em soluções de energia, as mulheres representam quase 40% da composição total de 266 empregados. Entre os 30 gestores, 13 são mulheres, sendo oito, cargos de alta gestão. A empresa trata a questão da diversidade e inclusão através da entrega e competência e entende as necessidades da mulher e da maternidade com tratativas de antecipação de férias, redução do horário de almoço para antecipar a saída, entre outros.

Elisabete Schuster Gomes, Gerente de RH da NHS, conta que a mulher tem um cuidado diferente, principalmente para funções que exigem uma habilidade fina, como soldas em componentes. E o fato de ser uma função que requer conhecimentos específicos, gera um comprometimento maior com a empresa e uma estabilidade no emprego, com possibilidades de crescimento na carreira. Isso é percebido não só pelo gênero, mas também pela faixa etária mais elevada.

Ela afirma que no processo seletivo, não há uma diferença com relação ao sexo, mas sim, pela competência do profissional. “É a questão técnica que define a vaga. Se há um empate, vamos para a experiência de mercado. Mas o olhar feminino conta muito para posições que exigem um detalhamento. Isso vale inclusive para os cargos de gestão, no qual percebemos o público feminino voltado à capacitação e ao alinhamento com as novas tecnologias.

Elisangela Mazza Auer é Gerente de comercial e marketing da NHS desde 2019. Para ela, estar nesse cargo de gerência, em um setor ainda visto por muitos como masculino, é um desafio que abraça com tranquilidade: “Minha jornada de mais de 20 anos na área comercial foi marcada sempre por atuação em empresas de tecnologia, em posições que tradicionalmente eram ocupadas por homens. Essa experiência me ensinou a navegar com naturalidade nesse ambiente e a me posicionar com confiança em todas as situações”.

Para ela, a presença feminina no setor de energia é fundamental para trazer uma riqueza de perspectivas e abordagens. “As mulheres contribuem com visão estratégica, habilidades de comunicação, determinação e colaboração, potencializando a inovação e a eficácia das soluções implementadas. A evolução de qualquer setor só é possível com a competência e o comprometimento de todos os profissionais, independentemente de gênero. É crucial que as empresas promovam a igualdade de oportunidades, reconheçam o enorme potencial das mulheres e incentivem sua participação em todos os níveis hierárquicos. A diversidade não apenas enriquece o setor, mas também as empresas, contribuindo para um futuro mais dinâmico e inovador”, finaliza.

Serviço:

NHS Sistemas de Energia

Endereço: Av. Juscelino Kubitschek De Oliveira - Ld, 5270

Cidade Industrial de Curitiba, Curitiba - PR, 81260-000

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Espetáculo de dança conta a história da origem das Cataratas do Iguaçu

Espetáculo de dança conta a história da origem das Cataratas do Iguaçu

Marcando 10 anos de história da Curitiba Cia. de Dança, “A Lenda das Cataratas” tem apresentações no Guairinha de 14 a 16 de março

De 14 a 16 de março, o tradicional palco do Guairinha recebe o espetáculo “A Lenda das Cataratas”, uma montagem da Curitiba Cia. de Dança, que reestreia com nova coreografia, marcando os 10 anos de história da companhia.

Com direção e concepção de Nicole Vanoni, o espetáculo é inspirado na lenda indígena sobre a formação das Cataratas do Iguaçu e combina dança clássica e contemporânea para contar a emocionante história de Naipi e Tarobá, dois jovens apaixonados, cuja coragem e sacrifício deram origem à grandiosidade das águas.

“Esse foi o primeiro grande espetáculo que estreamos, em 2014. Agora, 10 anos depois, trazemos a releitura dessa linda história, com coreografias inéditas e uma parceria especial com a Sanepar, marcando também o Mês Mundial da Água e promovendo conscientização ambiental, em uma celebração da arte e da água como fonte de vida, cultura e história”, comenta Nicole Vanoni, diretora da Curitiba Cia. de Dança.

Com apresentação do Ministério da Cultural - Governo Federal e da Sanepar, o espetáculo tem nova coreografia assinada por Jaime Bernardes e traz dois convidados conhecidos do segmento como protagonistas, o dançarino paulista Vitor Rosa, no papel de Tarobá, e a carioca Marta Batista, como Naipi.

A obra coreográfica investiga, dentro de uma dramaturgia corporal, os códigos da dança contemporânea, buscando traduzir elementos corpóreos e sensitivos que possam expressar a ideia que inspirou sua criação.

As apresentações de “A Lenda das Cataratas” ocorrem às 20h, nos dias 14 e 15 de março, e às 18h, no dia 16 de março. Os ingressos estão à venda pelo Disk Ingressos com valores a partir de R$25 (meia-entrada) + taxa adm. Mais informações pelo site www.curitibaciadecanca.com.br ou pela rede social oficial: Instagram | @curitibaciadedanca. 

“A Lenda das Cataratas” - O espetáculo de dança contemporânea tem como inspiração a lenda indígena que conta a formação das Cataratas do Iguaçu: antes de tudo o rio Iguaçu era calmo e corria sem nenhuma catarata e nas margens desse rio existia uma tribo de Índios Caingangues. Essa tribo adorava o deus Tupã e seu filho, deus Mboi, um deus em forma de serpente que vivia nas águas do rio Iguaçu. Os índios desta tribo ofereciam como sacrifício para o deus Mboi as Virgens mais belas da tribo, até que certo dia, Naipi, filha do cacique Igobi, uma índia dona de uma beleza tão grande que as águas do rio paravam toda vez que ela se olhava nele, foi escolhida para ser destinada ao deus Mboi. Durante o ritual de consagração de Naipi para o deus cobra, enquanto o cacique e pajé bebiam o cauim (bebida de milho fermentado), o jovem guerreiro Tarobá, que era apaixonado por Naipi, fugiu com ela dentro de uma canoa pelo rio. Ao saber da fuga, Mboi ficou furioso e penetrou nas entranhas da terra, se contorcendo e produzindo uma enorme fenda que acabou formando as cataratas. Naipi e Tarobá são envolvidos pelas águas e nunca mais são vistos. A lenda ainda diz que Naipi foi transformada na rocha central das cataratas, a qual é constantemente açoitada pelas águas revoltas do rio Iguaçu, e Tarobá foi transformado em uma palmeira que está na ponta de um abismo, pendendo sobre a garganta do rio.

Abaixo da palmeira existe uma gruta onde o deus vingativo Mboi vigia eternamente os dois amantes vítimas de seu ódio, que estão presos tão próximos um ao outro, mas sem poder estar realmente juntos. A lenda fala acima de tudo sobre o amor, sua inocência, pureza e emoção.

Sobre a Curitiba Cia. de Dança - Fundada em 2013 pela empresária e bailarina Nicole Vanoni, a Curitiba Cia. de Dança surgiu com a proposta de experimentação, pesquisa e criação em dança contemporânea, além de preservar e reinterpretar repertórios clássicos. Entre suas principais produções, estão “O Quebra-Nozes”, “Dom Quixote”, “O Lago dos Cisnes”, assim como criações exclusivas, como “A Lenda das Cataratas”, “Quando se Calam os Anjos” de Airton Rodrigues, “Memória de Brinquedo” de Luiz Fernando Bongiovanni, “Relações” de Carlos Laerte e “Dançando Villa” de Rosa Antuña.

Em uma década de atuação, a companhia já realizou mais de 500 apresentações em mais de 200 cidades, tanto no Brasil quanto no exterior (Itália), abrangendo 16 estados brasileiros. A Curitiba Cia. de Dança é reconhecida por ser uma das companhias que mais oferece oportunidades e emprega jovens talentos no Brasil.

Serviço:

“A Lenda das Cataratas”

Data: 14 a 16 de março

Horário: 20h (14 e 15/3) e 18h (16/3)

Local: Teatro Guairinha (R. XV de Novembro, 971)

Ingressos: A partir de R$25 (meia-entrada) + taxa adm pelo Disk Ingressos

Apresentação: Ministério da Cultura - Governo Federal, Sanepar

Site oficial:https://curitibaciadedanca.com.br/

Rede social oficial: Instagram | @curitibaciadedanca

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