Como manter as crianças em atividades físicas durante as férias?   

Como manter as crianças em atividades físicas durante as férias?  

Como manter as crianças em atividades físicas durante as férias?

Com a chegada das férias escolares, surge o desafio para os pais em manter as crianças engajadas em atividades físicas e saudáveis. Em tempos de tecnologia dominante e sedentarismo em ascensão, aliados ao aumento do tempo livre e à tentação das telas, encontrar maneiras para garantir que os pequenos mantenham um estilo de vida saudável torna-se uma prioridade.

Além dos benefícios óbvios para a saúde física, a prática regular de exercícios durante as férias escolares contribui significativamente para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças. Muitas praticam atividades físicas na escola ou no contraturno, mas apenas durante o período letivo. Nas férias de fim de ano, esses espaços acabam suspendendo as atividades, fazendo com que os pequenos busquem outras formas e lugares para liberar a energia. “Existem alternativas como colônias de férias, além de atividades que os próprios pais podem organizar para manter as crianças em movimento, como uma simples ida ao parque para caminhar, andar de bicicleta ou praticar algum esporte”, recomenda o coordenador do curso de Educação Física da Universidade Positivo (UP) e responsável técnico da academia UPX Sports, Zair Cândido de Oliveira Netto.

Existem alternativas também para as famílias que planejam ir à praia nesse período. “Atividades com raquetes, como frescobol e beach tennis, além de esportes com bola, como vôlei e futevôlei, por exemplo, são exercícios altamente recomendados para as crianças que estão passando as férias na praia”, detalha Zair, apontando que esses exercícios, juntamente com brincadeiras mais infantis, como cabo de guerra e caçador, são muito populares entre as crianças, servindo como uma ótima alternativa para mantê-las ativas durante as férias escolares.

No entanto, ao longo desse período, é evidente que as crianças também gostam de atividades de tela, como jogar videogame, mexer no computador e assistir televisão. Zair explica que essas atividades não devem ser proibidas completamente, mas, além de realizadas com moderação, é importante equilibrá-las com as atividades físicas. “É claro que as crianças também precisam desse tempo para jogar um pouco de videogame ou simplesmente relaxar. No entanto, ao mesmo tempo, é essencial incentivá-las a participar de atividades físicas. Isso pode ser feito em locais que promovam interação social para os pequenos. O ambiente onde essas atividades são realizadas é crucial, pois quanto mais a criança se sentir confortável, mais motivada ela vai estar para praticar aquela atividade física que está sendo ofertada”, destaca o especialista. Ele recomenda exercícios físicos para as crianças pelo menos três vezes por semana para que permaneçam animadas e saudáveis mesmo durante o período de férias.

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Síndrome do Final do Ano afeta 80% das pessoas: saiba como prevenir   

Síndrome do Final do Ano afeta 80% das pessoas: saiba como prevenir  

Síndrome do Final do Ano afeta 80% das pessoas: saiba como prevenir

Pesquisa mostra que o estresse e a ansiedade aumentam em dezembro e professor de Psicologia do UniCuritiba ensina como evitar a “dezembrite”

Esperadas pela maioria dos brasileiros, as férias de fim de ano nem sempre surtem o efeito desejado quando o objetivo é descansar e restaurar a saúde mental. Um estudo da International Stress Management Association (Isma) revela que 80% das pessoas economicamente ativas apresentam níveis maiores de estresse, ansiedade e até depressão no final do ano.

A causa da Síndrome do Final do Ano – também conhecida como “dezembrite” – está na autocobrança e na melancolia típica dos ciclos que se encerram. Além do estresse causado pela agenda intensa de confraternizações, eventos e viagens, o balanço do ano e os planos não concretizados geram frustração.

Para manter o equilíbrio emocional, a dica é apostar no planejamento. Mestre em Análise do Comportamento, o psicólogo Guilherme Alcântara Ramos recomenda que o recesso de fim seja dedicado ao descanso e ao encontro com pessoas queridas, sem excessos.

“É importante usar o tempo disponível para desfrutar de bons momentos de lazer, evitando viagens estressantes ou horas perdidas em congestionamentos ou longas filas de aeroportos ou rodoviárias”, diz.

A principal dica é não se sobrecarregar em atividades exaustivas, filas de supermercados ou longas horas de preparações na cozinha. “Mais importante do que criar uma agenda intensa nos poucos dias do recesso é usar esse tempo para a organização pessoal e o planejamento do próximo ano”, ensina Guilherme, professor do curso de Psicologia do UniCuritiba – instituição que integra a Ânima, o maior ecossistema de ensino superior privado do país. 

Segundo o especialista, pesquisas indicam que são necessários pelo menos 10 dias para que as pessoas consigam, de fato, descansar e revigorar a energia. “Para muita gente, o recesso de fim de ano não dura tudo isso. O importante, então, é definir prioridades e, passadas as festas de Natal e Ano Novo, aproveitar o tempo da melhor forma possível, priorizando o descanso e o lazer.”

O planejamento é tão importante – ou mais – do que a folga em si, ensina Guilherme. Segundo o psicólogo, a saúde mental exige uma rotina saudável e equilibrada, que consiga conciliar as responsabilidades acadêmicas, profissionais e pessoais com os cuidados com a alimentação, atividade física, lazer e relacionamentos.

“O recesso de fim de ano é o momento ideal para uma boa reflexão e para o planejamento. Só com essa organização pessoal é que se consegue retomar a rotina e garantir a energia necessária para as demandas do ano que está começando”, finaliza o professor.

Sobre o UniCuritiba

Com mais de 70 anos de tradição e excelência, o UniCuritiba é uma instituição de referência para os paranaenses e reconhecido pelo MEC como uma das melhores instituições de ensino superior de Curitiba (PR). Destaca-se por ter um dos melhores cursos de Direito do país, com selo de qualidade OAB Recomenda em todas as suas edições, além de ser referência na área de Relações Internacionais.

Integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima, o UniCuritiba conta com mais de 40 opções de cursos de graduação em todas as áreas do conhecimento, além de cursos de pós-graduação, mestrado e doutorado.

Possui uma estrutura completa e diferenciada, com mais de 60 laboratórios e professores mestres e doutores com vivência prática e longa experiência profissional. O UniCuritiba tem seu ensino focado na conexão com o mundo do trabalho e com as práticas mais atuais das profissões, estimulando o networking e as vivências multidisciplinares.

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Potencial Pleno realiza imersão com foco no crescimento dos negócios em 2024

Potencial Pleno realiza imersão com foco no crescimento dos negócios em 2024

Potencial Pleno realiza imersão com foco no crescimento dos negócios em 2024

No intensivo “O fim do empresário comum”, os participantes irão aprender a dominar os quatro pilares do lucro: vendas, marketing, liderança e formação de times

O mês de dezembro estimula reflexões sobre os objetivos alcançados durante o ano e sobre as metas que queremos atingir em 2024. A boa notícia é que os empresários não precisam esperar o dia 1º de janeiro chegar para começar a pensar em como mudar o comportamento para aumentar o faturamento, melhorar os processos e as vendas, adotar novas ferramentas de marketing, formar um time engajado e se tornar um líder que faz a diferença. Ainda dá tempo de tomar uma atitude assertiva neste ano e dar o primeiro passo para sua empresa decolar em 2024.

A mentora e treinadora de pessoas da escola de negócios Potencial Pleno, Carol Costa, ministra no próximo dia 16 de dezembro o curso “O fim do empresário comum”. A imersão começa às 8h30 e será no formato online. As inscrições já estão abertas e o valor é de R$ 97. Para participar, basta acessar o link: https://bit.ly/ofimdoempresariocomum.

Carol Costa explica que, na maioria dos casos, os empresários dominam alguns pilares na gestão do negócio - vendas, marketing, liderança e formação de times - sendo que alguns deles ficam em segundo plano. Contudo, para que uma empresa avance, a balança precisa estar equilibrada, ou seja: todos os pilares precisam ser trabalhados e receber a mesma atenção dos donos para que eles deixem de ser um empresário comum e cumpram todas as suas metas.

“Esse é o objetivo do intensivo que vamos realizar no dia 16 de dezembro. Vamos ensinar, na prática, como os gestores devem agir para que os principais pilares do lucro do seu negócio estejam organizados em 2024. A imersão é um convite para a mudança dos empresários que desejam aumentar o faturamento com planejamento, inteligência emocional e propósito e alcançar bons resultados já nos primeiros três meses do próximo ano”, conta Carol Costa.

Mindset

O diferencial da Potencial Pleno é que a escola de negócios foca na capacitação do dono de micro e pequenas empresas. “Nós acreditamos que as organizações de pequeno porte dependem muito das habilidades dos fundadores para prosperarem. Por isso, nosso trabalho é mudar a mentalidade do dono para que ele consiga implementar os processos das grandes empresas na estrutura do seu negócio. Nossa preocupação é profissionalizar a gestão das pequenas empresas para que elas se tornem competitivas num cenário de concorrência cada vez mais acirrada”, pontua Carol Costa.

Segundo ela, uma das dores dos empresários de pequeno porte é a gestão do tempo. Eles estão sempre com o celular na mão e com o computador ligado para dar conta de todas as demandas. “No intensivo “O fim do empresário comum” vamos mostrar como esses gestores podem ter tempo para a família sem estar sempre resolvendo um problema do trabalho fora do horário comercial”, explica Carol Costa.

A mentora chama esse acúmulo de tarefas e a sensação de estar sobrecarregado de “síndrome da dependência”. A impressão da maioria dos donos de negócios de pequeno porte é que eles precisam trabalhar das sete horas da manhã até à meia noite para manter todas as tarefas em dia.

“Na imersão, vamos falar sobre o autocuidado e como os empresários devem cuidar do seu maior ativo: ele próprio. As micro e pequenas empresas dependem muito da capacidade do dono para atingir suas metas. Por isso, esses empresários precisam estar 100% bem para gerir sua organização com a ajuda de pessoas. Daí a importância de formar times robustos. São os colaboradores que irão dar suporte para o dono para que ele possa ter vida própria, além da empresa”, afirma Carol Costa.

Capacitação é o caminho para a mudança

Um estudo do Sebrae aponta que o principal motivo que leva os pequenos negócios a fecharem as portas é a falta de preparo pessoal. Parte dos fundadores, 42%, são considerados empreendedores por necessidade: aqueles que estavam desempregados e vislumbraram no negócio próprio uma forma de obter renda. Além disso, apenas 42% fizeram alguma capacitação. E, no grupo das empresas fechadas, a maior proporção de fechamento é daquelas geridas por donos que não fizeram nenhum treinamento.

Para se ter uma ideia, de acordo com o Sebrae, os MEIs têm a maior taxa de mortalidade: 29% fecham após cinco anos de atividade. Já as MEs têm taxa de mortalidade intermediária entre, 21,6% fecham após cinco anos de atividade. E as EPPs têm a menor taxa de mortalidade entre os Pequenos Negócios, 17% fecham após cinco anos de atividade.

Por isso, na avaliação de Carol Costa, o fundador precisa ser capacitado para que possa compreender como gerir a empresa, se relacionar com funcionários e fornecedores, construir um fluxo de caixa, formar um time de vendas, se aliar a parceiros estratégicos, entre outras questões que impactam diretamente no crescimento sustentável de uma organização.

“Acreditamos que a educação é a chave para o sucesso e criamos a Potencial Pleno para ajudar o empreendedor a alcançar o seu máximo potencial. Sabemos que empreender é um campo de batalhas e que a maioria dos empresários aprende na dor, quando está sangrando, a administrar e gerir suas empresas. E nossa escola surgiu justamente para mudar essa realidade”, finaliza Carol Costa.

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Ceia de Natal e de Ano Novo é no Grand Mercure Curitiba Rayon   

Ceia de Natal e de Ano Novo é no Grand Mercure Curitiba Rayon  

Ceia de Natal e de Ano Novo é no Grand Mercure Curitiba Rayon

Hotel oferece programação especial para as datas

Localizado no coração da capital paranaense, o Grand Mercure Curitiba Rayon vai contar com uma deliciosa ceia de Natal, das 20h às 23h30, com buffet de mesa de antepastos, pratos principais e sobremesas. Além de soft drinks, cerveja, espumante e vinho branco e tinto. 

A ceia ainda vai contar com a presença do Papai Noel e acústico ao vivo, de voz e violão e será no Garbo Restaurante. O valor por pessoa é de R$480 para adultos e R$220 para crianças de sete a 12 anos. Já para os menores de sete anos, é cortesia. 

Já para comemorar o Ano Novo, a ceia, das 20h às 1h30, conta com uma mesa de antepastos, pratos principais e sobremesas. Bem como softs drinks, espumante, cerveja e vinho branco e tinto para brindar o novo ano. 

Para comemorar com muito estilo, a ceia ainda vai contar com bandas ao vivo e DJ e será nas salas de eventos do hotel. O valor por pessoa é de R$780 para adultos e R$390 para crianças de sete a 12 anos. Os menores de sete anos não precisam pagar, é cortesia do hotel.

As duas ceias vão contar com spinner de vídeos. Faça já a sua reserva no 41 3151-9973.

Sobre o Grand Mercure Curitiba Rayon 

O Grand Mercure Curitiba Rayon está localizado na Rua Visconde de Nácar, 1424, Centro, em Curitiba (PR). São 12.848 metros quadrados de construção, sendo 18 andares com 159 apartamentos. Oferece espaço fitness, sauna, spa e salas de eventos com capacidade para até 200 pessoas. Abriga dois renomados restaurantes: Hai Yo, com gastronomia asiática, e Garbo, de culinária contemporânea brasileira. 

Em julho de 2021, o empreendimento passou a ser administrado pela Atrio Hotel Management, sob a bandeira Grand Mercure, se tornando o primeiro hotel upscale de bandeira internacional administrado pela operadora hoteleira no sul do Brasil. Informações e reservas pelo número (41) 3532-0150.

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Gincana da Solidariedade da Econet está na 15ª edição

Gincana da Solidariedade da Econet está na 15ª edição

Gincana da Solidariedade da Econet está na 15ª edição

Mais de 500 colaboradores arrecadam alimentos durante competições e ajudam a abastecer 44 instituições de Curitiba e região metropolitana durante o ano todo

A Econet Editora realiza a 15ª edição da Gincana da Solidariedade. Trata-se de uma corrente do bem da qual participam mais de 500 colaboradores da empresa em suas três sedes: Curitiba (PR), Joinville (SC) e Campo Grande (MS). Desde setembro eles participam de competições para arrecadar alimentos para abastecer cerca de 40 instituições de Curitiba e região metropolitana durante o ano todo.

A quantidade arrecadada durante quatro meses - a campanha é lançada em setembro e vai até dezembro - é duplicada pela presidência. Na última edição foram arrecadadas 47 toneladas de mantimentos.

Silvio Garbosa, fundador da Econet, conta que a iniciativa foi dos próprios colaboradores e teve início em 2002. “Desde o começo o foco da gincana sempre foi unir os funcionários para arrecadar comida e ajudar a maior quantidade de pessoas em situação de vulnerabilidade, sem deixar de lado a diversão”, explica.

No dia 15 de dezembro, às 17h30, um ato simbólico encerra a Gincana da Solidariedade. A “corrente de alimentos” é a entrega simbólica de parte da arrecadação. As doações passam de mãos em mãos numa corrente até o estacionamento da Econet, onde são armazenadas até iniciar a entrega dos donativos, no mês de janeiro de 2024.

Brincadeira séria

Durante a campanha, os colaboradores da Econet Editora se dividem em cinco equipes. Ao longo de quatro meses são realizadas 15 provas. Uma delas é entregar, toda sexta-feira, 50 quilos de alimentos. E vale tudo: até bater na porta de casa em casa para pedir doações.

Os três certames mais esperados e que causam a maior interação entre os colaboradores são as provas Gold: competição culinária (uma espécie de Masterchef), desafio caça “ao tesouro” e um Show de Talentos (cada equipe faz uma apresentação teatral envolvendo música, dança e interpretação). Para garantir a imparcialidade da competição, os jurados são externos e representantes das instituições beneficiadas pela competição.

No final, a equipe que mais tiver pontos e quilos de mantimentos, sagra-se a grande campeã da gincana. As três equipes com melhor pontuação recebem certificados e troféus. No entanto, a premiação é simbólica: no final da gincana todos saem ganhando. “São 120 dias contagiantes. Os participantes se doam de corpo e alma para vencer e têm até discussões acaloradas por causa da competição”, aponta Silvio Garbosa;

Para Flaviane Santos, gerente de vendas, uma das idealizadoras da gincana, a melhor premiação é mesmo terminar mais um ano com a sensação de missão cumprida por ter realizado ações para melhorar a vida das pessoas carentes. “Esse é o sentido do voluntariado e que foi incorporado também na gincana. O desejo dos colaboradores da Econet é espalhar o amor em forma de comida na mesa”, destaca.

Inclusive, a ideia da gincana foi proposta por Flaviane. Ela trabalhou em outra empresa por sete anos e lá existia um projeto semelhante. “Me impressionava ver o pátio cheio de alimentos e quando vim para a Econet propus algo semelhante. A iniciativa começou como uma brincadeira, mas teve adesão dos colaboradores e da presidência. Na primeira edição, com uma equipe bem menor do que a que temos hoje, conseguimos arrecadar 3 toneladas de alimentos. E não paramos mais. O projeto já faz parte do calendário da Econet e cresceu em tamanho, assim como a própria empresa”, conta.

No começo do ano, os embaixadores de cada equipe visitam algumas das entidades beneficiadas pela gincana e têm a oportunidade de sentir na pele como todo o trabalho em grupo é importante para as instituições. “A gincana sai dos portões da Econet e vai a campo. E os embaixadores transmitem para suas equipes tudo o que viram nas entidades e disseminam a importância da arrecadação dos alimentos para as mais de 4.500 que são ajudadas por um projeto executado por cada colaborador da empresa”, pontua Flaviane.

Prova de resiliência

Além de ser um projeto social, a gincana é uma ferramenta que contribui com o setor de gestão de pessoas, porque engaja e motiva o time. O aprendizado extrapola a questão da empatia e da solidariedade e trabalha as soft skills do time, como a resiliência e a gestão de conflitos. “Durante os 120 dias há muitos desentendimentos entre os próprios membros de uma equipe e com os times oponentes. Nestes momentos, os colaboradores são estimulados a desenvolver a inteligência emocional, a liderança e o espírito de união. Por isso, acreditamos que a gincana contribui com o desenvolvimento e crescimento pessoal de todos os participantes. A grande lição que fica, sem dúvida, é que os seres humanos são capazes de provocar grandes mudanças, sobretudo quando se unem em torno de uma causa comum”, finaliza Flaviane.

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