Orquestra Didática abre para visitas neste domingo (16/04) antes ou depois do concerto realizado no Teatro Guaíra  

Orquestra Didática abre para visitas neste domingo (16/04) antes ou depois do concerto realizado no Teatro Guaíra

Neste domingo (16/04), o público que comparecer ao Teatro Guaíra terá à disposição duas atrações: apreciar o concerto da Orquestra Sinfônica do Paraná e também aprender mais sobre os instrumentos que compõem uma sinfonia por meio da Orquestra Didática, que estará aberta ao público das 9h às 13h. Trata-se de uma instalação montada na sala ao lado da bilheteria principal, que une telas de TV’s e caixas acústicas de alta fidelidade que apresentam conteúdos didáticos sobre cada instrumento e o som que ele produz. Assim é possível perceber cada sonoridade da “Sinfonia nº 3 – Eroica”, de Beethoven. O público poderá visitar a Orquestra Didática entre as 9h e as 13h, antes ou depois do concerto no palco do Guairão. Durante a semana, a visitação pode ser feita de terça a quinta-feira das 10h às 17h, até o dia 06 de junho, sempre com entrada gratuita. O projeto é uma realização da Mediacaos, com patrocínio da Positivo Tecnologia e Colégio Positivo, por meio da Lei Rouanet, e apoio do Teatro Guaíra, Radiocaos e Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná (IAOSP).

Serviço:

Orquestra Didática

Domingo (16/04), das 9h às 13h.

Em outras datas: de terça a quinta-feira, das 10h às 17h

Período de visitação: de 07/03 a 06/06

Local: Teatro Guaíra, na sala ao lado da bilheteria principal

Endereço: Rua XV de Novembro, 971 – Centro (Curitiba – PR)

Entrada gratuita

Redes sociais:

facebook.com/orquestradidaticacuritiba

@orquestradidaticacuritiba

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Way Beer lança cerveja de caipirinha  

Way Beer lança cerveja de caipirinha

Batizada de Caipirinha Sour, a versão cervejeira para a clássica bebida brasileira está disponível nos bares parceiros da Way Beer em todo o país

Nos últimos anos, o mercado de cervejas especiais conquistou um público fiel oferecendo produtos exclusivos e de alta qualidade. As variadas opções que exploram sabores, estilos e combinações inusitadas têm ganhado o paladar do público consumidor. Pensando nisso, a paranaense Way Beer, uma das principais referências do mercado nacional, resolveu usar toda sua excelência e criatividade para unir duas bebidas amadas pelos brasileiros: caipirinha e cerveja. Surge então a incrível Caipirinha Sour.

Inspirada no tradicional drink tipicamente brasileiro, a novidade da Way Beer é uma cerveja do estilo Sour, caracterizada pela acidez e refrescância. Para mesclar o sabor do lúpulo com o palato da caipirinha, a receita da cervejaria paranaense leva raspas de casca de limão taiti e açúcar mascavo, que faz referência ao sabor das melhores cachaças brancas e traz um toque que remete a cana de açúcar.

Ousada e original, a Caipirinha Sour possui 3,5% de graduação alcóolica e 5 IBU (unidade de amargor) que ressaltam as sensações de uma cerveja suave e complexa. A novidade acaba de chegar ao mercado e está disponível em chope nos bares parceiros da Way Beer espalhados pelo Brasil.

Mais informações no site www.waybeer.com.br ou no perfil oficial da cervejaria paranaense no Instagram (@way_beer).

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Pixote e Fundo de Quintal levam roda de samba ao 'BBB 23' neste sábado (15)  

Pixote e Fundo de Quintal levam roda de samba ao 'BBB 23' neste sábado (15)

Os dois grupos apresentam os maiores sucessos no reality 

Dois dos maiores grupos de samba e pagode do Brasil se reúnem na casa mais vigiada do país neste sábado, dia 15. Pixote e Fundo de Quintal vão levar canções que atravessam gerações à festa dos brothers e sisters. Embora façam sua estreia no ‘Big Brother Brasil’, a parceria entre ambos não é de hoje; os grupos já tocaram juntos na roda de samba do Cacique de Ramos. “Vai ser um prazer estrear no BBB junto com esse grupo de quem somos fãs”, comenta Tiola, do Pixote.

O Fundo de Quintal vai levar clássicos como “Só Felicidade”, “O Show Tem Que Continuar” e “Vou Festejar” para animar a noite. Pixote também promete músicas que marcaram a carreira do grupo, entre elas “Insegurança”, “Meu Amor” e “Mande Um Sinal”. “A expectativa é a mais alta possível, estamos muitos ansiosos e empolgados para ver os brothers cantando e sambando com nossas músicas”, destaca Ademir, baterista do Fundo de Quintal. Pronto para um dos últimos shows da temporada, o vocalista Dodô, do Pixote, promete um grande encontro de gerações no palco do BBB: “Preparamos grandes clássicos para alegrar a todos. Aguardem!”.

Além das atrações musicais, a festa deste sábado vai entregar diversas brincadeiras de ilusão de ótica, começando pelo portal de entrada, passando pela pista de dança, até os sets especiais. Um dos espaços contará com cenário montado de cabeça para baixo, que dará a percepção de que os confinados estão andando no céu. Além da exibição diária na TV Globo, o ‘BBB 23’ pode ser visto 24 horas por dia no Globoplay, que conta com 11 câmeras ao vivo, um mosaico com sinais simultâneos, dispõe do programa na íntegra, edições do ‘Click BBB’ e o ‘Bate-papo BBB’.

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METAVERSO e as implicações para a saúde mental  

METAVERSO e as implicações para a saúde mental

"O mundo virtual quando substituído pelo real pode afetar a percepção da realidade das pessoas", afirma a psicóloga Ana Gabriela Andriani

Cerca de 25% das pessoas passarão pelo menos uma hora por dia dentro do metaverso até 2026, seja por meio de trabalho, compras, educação, socialmente ou entretenimento, destaca um estudo realizado pelo Gartner. Com os avanços tecnológicos é muito comum as pessoas estabelecerem relações virtualmente, desde um trabalho home office, uma consulta médica via chamada de vídeo, aulas gravadas, lives de artistas ao vivo. O Metaverso é uma dessas revoluções tecnológicas que soma a internet, a realidade aumentada e a realidade virtual, para tentar simular a realidade em um mundo virtual, por meio de dispositivos digitais.

O metaverso é palco de eventos diversos, sejam eles corporativos, musicais e outros. Todas essas possibilidades implicam em pessoas passando grande parte do seu tempo navegando em diversos mundos, que não são o mundo real e a problemática surge quando o virtual toma conta da própria realidade. As redes sociais já são conhecidas como causadoras de problemas com a autoimagem e autoestima. O temor é que esses problemas sejam potencializados e replicados mais ainda com o metaverso.

Desde 2018, a Organização Mundial da Saúde considera vício por videogames como um transtorno mental. Tornar a vida um videogame pode se tornar um grande problema entre jovens e adultos. “As pessoas se sentem desestimuladas a realizar atividades em outras áreas das suas vidas, desde atividades escolares até interações sociais comuns, pois sentem-se mais recompensadas no mundo virtual”, comenta a psicóloga. Outros problemas à saúde mental podem ser ocasionados com o uso constante do plano virtual, como aponta um artigo publicado na Psychology Today, que associa o uso excessivo da tecnologia à várias questões mentais, como ansiedade, depressão e até mesmo paranoia.

Durante a pandemia da Covid-19 foi comum as consultas médicas presenciais se tornarem encontros por videochamada, mostrando eficiências no tratamento e acompanhamento da mesma forma. No metaverso é possível ter uma consulta com médico e tratar questões diversas relacionadas à depressão, psicose, dependência, distúrbios alimentares e distúrbios de stress pós-traumático, permitindo ao usuário contato com estímulos em um ambiente seguro e controlado.

“A atenção tem que ser redobrada, pois o mesmo espaço que pode ajudar a tratar e acompanhar questões relacionadas à saúde mental, é aquele que vai causar esses transtornos. A internet ainda é um espaço que faz muito mal às pessoas quando usada de maneira incorreta, e o metaverso vai além da internet e a integração do real com o virtual, amplificando todos esses problemas. É possível identificar benefícios com o advento dessa tecnologia, mas é errôneo que eles se sobrepõem aos malefícios de colocar o virtual em primeiro plano do que a realidade”, pontua Ana Gabriela Andriani.

Mundo Real versus Mundo Virtual

Com o avanço das tecnologias usadas para navegar no metaverso, as fronteiras entre o real e o virtual ficam confusas, dado pela imersão de qualidade que o mundo online oferece. Um experimento realizado por um psicólogo da Universidade de Hamburgo, na Alemanha, em 2014, submetia os participantes a ficarem imersos 24 horas no metaverso em condições monitoradas, após esse período eles demonstraram desorientação e confusão e não sabiam distinguir o que era real ou virtual.

“Essa mistura entre realidade e virtual pode ocasionar uma oscilação na percepção do que realmente é verdadeiro, entre sentimentos, sentidos e até mesmo a visualização do próprio corpo, podendo ser modificados por meio dessa barreira entre o online e offline. O uso intenso do metaverso pode aumentar as chances e intensificar casos de afastamento social, narcisismo, esquizofrenia e dependência”, finaliza Andriani.

Sobre Ana Gabriela Andriani - CRP 06/58907

É psicóloga formada pela PUC- SP, Mestre e Doutora pela Unicamp, especialista em terapia de casal e família pela Northwestern University - EUA, especialista em Psicoterapia Breve pelo Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, e membro Filiado da Sociedade Brasileira de Psicanálise.

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Diferenças entre gerações: no Dia do Beijo, pesquisa inédita mostra que, com 68%, Geração Z é a que mais entende o beijo como forma de afeto; gerações anteriores conectam à sedução e ao desejo

Diferenças entre gerações: no Dia do Beijo, pesquisa inédita mostra que, com 68%, Geração Z é a que mais entende o beijo como forma de afeto; gerações anteriores conectam à sedução e ao desejo

Diferenças entre gerações: no Dia do Beijo, pesquisa inédita mostra que, com 68%, Geração Z é a que mais entende o beijo como forma de afeto; gerações anteriores conectam à sedução e ao desejo

Em pesquisa encomendada por Quem Disse, Berenice?, jovens de 16 a 24 anos se mostram mais afetuosos nos relacionamentos, com 85% dos jovens comprometidos afirmando que só sentem vontade de beijar os parceiros

Em 13 de abril é comemorado o Dia do Beijo. E, para retomar uma conversa anual sobre a data, que já se tornou referência para Quem Disse, Berenice? por reforçar seus ideais de liberdade, autenticidade e beleza indisciplinada, a marca encomendou uma pesquisa comemorativa conduzida pela consultoria On The Go, com o objetivo de estudar o comportamento das gerações, por meio de suas percepções sobre o ato de beijar. O material constatou que, para 68% dos entrevistados da Geração Z, composta por jovens entre 16 e 24 anos, o beijo é majoritariamente um gesto de afeto e carinho, enquanto 66% também concordam que é um tipo de conexão.

Já nas gerações Y (de 25 a 40 anos) e X (de 41 a 50 anos), usadas como grupos comparativos, o afeto e a conexão também são considerados importantes, mas essa parcela do público também atribui ao beijo, de forma muito mais presente, a ideia de desejo (48% e 53%, respectivamente) e sedução (31% e 32%, respectivamente), percepções que não foram destaque entre o público-alvo do estudo, em que 35% dos jovens conectaram o beijo ao desejo e 19% à sedução. 

Esse e os demais resultados da pesquisa ajudam a construir um panorama sobre o perfil e comportamento dos consumidores, que apontam uma geração afetuosa, conectada e que respeita e valoriza seus parceiros, além de endossar novas conversas e inovações propostas pela marca para eles. “Impossível falarmos sobre o espírito livre, jovem e indisciplinado de Quem Disse, Berenice? sem mergulhar no comportamento da GenZ: geração essa com o mesmo espírito libertário da nossa marca. Para isso, elaboramos uma pesquisa que retrata o comportamento, as percepções, os anseios e sentimentos dos jovens brasileiros. É interessante perceber as diferenças e similaridades entre as gerações, afinal, QDB? é uma marca multigeracional e, compreendendo mais a fundo essas nuances, conseguimos estar presentes em conversas relevantes a partir da sua visão e estabelecer diálogos cada vez mais genuínos em nossas campanhas, ações e canais digitais”, destaca Marcela de Masi, Diretora Executiva de Branding e Comunicação do Grupo Boticário.

Principais resultados e metodologia

A pesquisa reuniu participantes de todo o Brasil e concluiu, a partir de análise comparativa geracional, que os mais jovens têm uma nova percepção sobre o comportamento afetivo e entendem o beijo para além da expressão física. 85% dos respondentes declara só beijar o parceiro e não ter vontade de beijar outras pessoas quando estão em uma relação, além de terem maior aceitabilidade aos beijos entre mais de duas pessoas, quando comparados às gerações Y e X, 21% contra 12% e 13%, respectivamente.

Apesar da tendência à afetuosidade, a geração Z foi a que mais demonstrou ter envolvimento em relações casuais, sem compromissos definidos, com 23% dos respondentes, o que pode indicar, ao cruzar os dados, que essa parcela etária dos entrevistados atribui ao beijo um maior envolvimento afetivo e respeito nessas trocas, mesmo que em uma relação que não atende aos rótulos sociais. De forma qualitativa, a pesquisa também indica que os jovens estão mais abertos ao diálogo e buscam o consentimento para adequar padrões preestabelecidos e romper tabus. “Se você não estiver em um relacionamento, está tudo bem beijar outras pessoas e, caso esteja em um e o seu parceiro souber e aceitar isso, você também pode beijar outras pessoas”, alegou um dos respondentes da Gen Z anonimamente.

Quando analisados de forma conjunta, os dados obtidos demonstram que os jovens entre 16 e 24 anos têm se mostrado mais afetuosos em suas relações, vendo no ato de beijar um caminho para a demonstração de afeto e cumplicidade. Ao serem questionados sobre outros tipos de beijo, que não os dados na boca, a GenZ foi a geração que mais enfatizou a importância do beijo na bochecha e na testa entre casais, com diferença de até 10 pontos percentuais para as demais faixas etárias (43% na geração Z, 33% na Y e 34% na X).

Embora demonstre maior sensibilidade emocional, a geração Z é considerada a que menos beija diariamente, mas compensa a diferença estatística ao declarar que beija o parceiro sempre que estão juntos (15%), demonstrando maior preocupação com o tempo de qualidade e as trocas de carinho.

“Os dados surpreendem porque derrubam certos estereótipos comumente associados aos jovens da nova geração, pautada pela super-exposição e por valores disruptivos. Embora expressem comportamentos mais livres nas relações amorosas e na prática do beijo, também há, na mesma medida, uma grande dose de comprometimento, valorização afetiva e respeito nas relações, em que qualidade e respeito são ingredientes fundamentais. Não se trata, portanto, de uma geração de jovens que encara as relações de afeto de forma inconsequente, desmedida e hiper sexualizada”, afirma Carlos Kawasaki, sócio-diretor da On The Go.

Outros resultados inusitados foram alcançados com o estudo, como a percepção de que todas as gerações consideram feios os beijos com muita saliva ou com a boca muito aberta e também a constatação de que a geração Z está consultando mais tutoriais na internet para se preparar antes de dar o primeiro beijo (44% dos respondentes declararam ter treinado antes do primeiro beijo), decorrência do perfil nativo digital dela.

Além disso, visando entender a relação entre os beijos e o uso de batons, a marca também constatou que todas as gerações priorizam os batons resistentes na hora de beijar. Mas, o destaque novamente fica com a geração mais nova, que também reforçou a preferência pelos batons hidratantes, que são considerados uma boa escolha para 67% dos entrevistados, equiparado aos que duram mais. Pensando nisso, Quem Disse, Berenice? destaca, na celebração do Dia do Beijo, sua mais recente novidade, o Batom dos Sonhos, que garante hidratação dos lábios por até 24 horas, além de unir os quatro acabamentos queridinhos dos consumidores em um só produto: alta pigmentação, cremosidade, conforto e durabilidade.

A pesquisa ouviu mais de 800 pessoas, por meio de uma plataforma digital que preserva a privacidade e anonimato dos usuários. Todos os dados foram coletados diretamente pela consultoria On The Go, frente a uma iniciativa da PROS, agência de relações públicas da Quem Disse, Berenice?.
Além de contribuir com a sociedade, disponibilizando dados atuais que compõem um retrato sócio-afetivo dos jovens entre 16 e 24 anos, a marca pretende utilizar as informações coletadas para aprimorar o desenvolvimento de produtos e campanhas destinados ao público.

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Sobre a Quem Disse, Berenice?

Quem Disse, Berenice? faz parte do Grupo Boticário e nasceu em 2012 para questionar e ampliar os conceitos sobre beleza. Com a essência de liberdade, é uma marca anti-idealização e sem julgamentos, que entende que a indisciplina faz parte da rotina da beleza e da vida real. Seus produtos são pensados para que as pessoas vivam livres suas rotinas, oferecendo clean beauty com performance. Entre makes para causar até skincare para compensar, conta com um portfólio com mais de 500 produtos veganos, cruelty free e ativos tecnológicos, capazes de se adaptarem a diferentes rotinas e idades. Hoje, Quem Disse, Berenice? possui mais de 109 lojas no Brasil e nove lojas em Portugal, além de e-commerces e venda direta, por meio de revendedoras com o catálogo Eu Amo Make. Além disso, a marca possui a dinâmica do Menu de Make, em que a consumidora pode agendar maquiagens na loja e converter o valor de R$ 139,90 em produtos de QDB.

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