Brasil é o 10º país que mais desperdiça alimentos no mundo

Brasil é o 10º país que mais desperdiça alimentos no mundo

30% dos alimentos produzidos no país vão para o lixo, o equivalente a cerca de 46 milhões de toneladas por ano e em reais, o valor chega a R$61,3 bilhões desperdiçados

O Brasil é um dos principais produtores de alimentos do mundo, mas infelizmente também é um dos países com o maior índice de desperdício de alimentos. De acordo com dados do IBGE, cerca de 30% dos alimentos produzidos no país acabam sendo jogados fora, o equivalente a cerca de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Isso representa uma perda significativa tanto em termos econômicos, já que o desperdício de alimentos no Brasil é estimado em R$ 61,3 bilhões por ano, quanto ambientais e sociais, colocando, assim, o Brasil na 10ª posição no ranking de países que mais desperdiçam comida, segundo dados da ONU.

Esse desperdício ocorre em diversas etapas da cadeia alimentar, desde a produção até o consumo. Na produção, os alimentos são perdidos devido a questões como mau planejamento, falta de infraestrutura adequada e problemas climáticos. Na distribuição e comercialização, alimentos são descartados devido a padrões exigentes de aparência e estética, além de problemas logísticos. Já no consumo, os alimentos são desperdiçados devido a compras excessivas, falta de planejamento de refeições e descuido com a conservação dos alimentos. Por ano, o desperdício no país chega a 27 milhões de toneladas de alimentos, sendo que 60% deles vêm do consumo no dia a dia das famílias.

“É importante destacar que o desperdício de alimentos tem impactos significativos na sociedade e no meio ambiente. Além de representar uma perda econômica, o desperdício de alimentos contribui para a degradação do meio ambiente e para a fome e a pobreza em diversas regiões do país”, salienta Luciano Kleiman, CEO da b4waste, foodtech brasileira que conecta varejistas com alimentos e outros produtos próximos à validade ao consumidor final interessado em comprar produtos pela metade do preço.

“Nossa ideia é transformar “lixo” em receita adicional, sem risco ou qualquer tipo de investimento para os varejistas”, explica Luciano. O aplicativo da b4waste oferece alimentos e outros produtos de qualidade, próximos à validade pela metade do preço. Disponível em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, a b4 já evitou o desperdício de 600 toneladas de alimentos, além de ser uma ótima opção para quem deseja economizar nas compras do mês. Com mais de 100 estabelecimentos em seu catálogo, entre mercados, lojas, restaurantes, padarias e cafés, o usuário consegue visualizar todas as opções disponíveis no app e fazer seu pedido com descontos. Além da opção de retirar o pedido no local de compra, o consumidor também tem a opção de receber os itens em casa.

“Para enfrentar esse problema, é necessário uma ação conjunta de diferentes setores, incluindo governo, empresas e sociedade. Medidas como a implementação de políticas públicas, a promoção de boas práticas na produção e distribuição de alimentos, e a conscientização da sociedade sobre o problema do desperdício de alimentos são fundamentais para reduzir o problema no Brasil”, finaliza Luciano.

Sobre a B4Waste

Fundada em 2020 por Luciano Kleiman e Daniel Neuman, a b4waste tem o propósito de impactar as pessoas e o planeta, contribuindo para a redução do desperdício. Com o objetivo de reduzir a perda de mais de nove milhões de toneladas de alimentos no Brasil - o que representa mais de R$ 50 bilhões perdidos anualmente -, a foodtech une em sua plataforma qualquer empresa que tenha perdas por validade com quem queira produtos para consumo rápido com pelo menos 50% de desconto. Dessa forma, além de reduzir pela metade o desperdício dos varejistas, a b4waste ajuda os consumidores a economizarem e a se tornarem protagonistas também na redução de impactos ambientais. Desde seu lançamento, a plataforma já salvou mais de 600 toneladas de alimentos do desperdício, prevenindo a emissão de mais de 18 toneladas de Metano no meio ambiente.

Add a comment

O que torna um ambiente confortável?

O que torna um ambiente confortável?

Especialista em neuroarquitetura, Lorí Crízel aponta novo olhar sobre as habituais concepções empregadas como pilares para projetos de sucesso

O que faz um ambiente ser considerado confortável, capaz de transmitir uma quase indescritível sensação de acolhimento e aconchego? O conceito de conforto é universal? O que é confortável para uma pessoa é também confortável para outras? Quando se fala em conforto ambiental nos espaços é, muitas vezes, automática a relação que fazemos entre o espaço e a disposição do mobiliário, considerando móveis e objetos de decoração. Entretanto, quando esse mesmo ambiente é visto a partir dos conceitos da neuroarquitetura, a proposta vai muito além da comodidade proporcionada apenas por seus elementos estéticos.

A climatização adotada, a condição acústica almejada e a iluminação mais adequada para o ambiente são elementos que também compõem o rol de fatores considerados fundamentais para oferecer aos usuários uma “experiência qualificada e positiva”, conforme explica o arquiteto e urbanista Lorí Crízel, presidente da ANFA (Academy of Neuroscience for Architecture) no Brasil e autor do primeiro livro do país sobre neurociência aplicada à arquitetura, design e iluminação.

“Quando falamos de conforto ambiental, por exemplo, estamos falando, em termos técnicos, de conforto térmico, acústico e lumínico. Esses são os pilares do conforto ambiental. No entanto, quanto buscamos um nível experiencial do espaço, os mesmos elementos devem ser vistos não apenas como parte de um escopo técnico, mas humanizado, onde geografia, cultura, identidade e apropriação, dentre outros aspectos, devem ser considerados. Um índice de conforto tecnicamente tido como aceitável em uma dada região pode vir a não ser assim percebido em outra”, destaca o especialista.

Crízel ressalta que as ferramentas da neurociência não seguem uma “receita padrão” e, para serem aplicadas na arquitetura, precisam priorizar o perfil dos seus usuários e as características dos locais, que nortearão as escolhas a serem feitas em cada projeto de maneira personalizada. O universo da neuroarquitetura se estrutura em diversas condicionantes humanas de percepção, apropriação, identidade, cultura e até mesmo simbolismos e significados. Claramente, a condicionante de conforto ambiental é uma delas.

Se seguirmos pela linha de raciocínio de que a sensação de conforto também é um elemento individualizado, por pessoa ou grupo de pessoas numa dada atividade, e que este elemento é um dos configuradores de uma determinada experiência, pode-se ponderar que “a temperatura ambiente considerada normativamente ideal seria entre 20ºC e 23ºC, mas ela é a ideal para quem, onde e em quais circunstâncias?”, questiona.

O arquiteto e urbanista ainda destaca que diversos fatores têm de ser levados em consideração para definirmos também a condição acústica de um determinado espaço. “Eu posso considerar uma NBR (Norma Brasileira) que faz a mensuração de conforto em decibéis. Mas, se você vai a uma balada e consequentemente quer ouvir música alta, a condicionante técnica cai por terra quando se privilegia a condição da experiência. É claro que existem normas técnicas prevendo determinadas utilizações, principalmente em relação ao funcionamento desses locais, mas, aqui, como preservação do entorno, visto que os usuários do local em si desejam outra percepção sonora. Tendo em mente esse exemplo, vê-se que o ideal é trabalhar com a questão da experiência do usuário”, afirma o especialista.

Crízel explica que os elementos dessa área técnica da neuroarquitetura nos projetos buscam vir a ser geradores de uma resposta comportamental na conduta dos usuários: “O simples ato de ouvirmos uma música pode vir a ser um configurador de comportamento. Isso não tem, necessariamente, ligação com a intensidade (som mais alto ou baixo), mas, sim, com o que eu estou traduzindo como significado desse som que estou ouvindo e a forma pela qual eu me coligo com ele, o que ele representa para mim, a que ele me remete”, diz.

Os reflexos comportamentais e as sensações de conforto nos ambientes também vão variar de acordo com o tipo de iluminação escolhida, aponta o especialista. Lorí explica que a iluminação, dependendo de sua temperatura de cor, intensidade e a maneira como é projetada, pode vir a provocar diferentes estímulos, que, em alguns casos, podem até ser prejudiciais para o tipo de atividade exercida em um espaço.

“Organizamos o projeto luminotécnico de inúmeras formas para que esse tipo de situação não ocorra, para que você não tenha o acionamento fisiológico impróprio para um determinado horário ou para uma determinada função. Um exemplo que eu posso citar é o de pessoas que têm dificuldade para dormir e antes de deitar ficam assistindo TV ou mexendo no celular. Tanto a tela da TV quanto a do telefone emitem uma luz com grande porção de espectro azul, que induz nosso corpo a liberar hormônios desencadeadores de estados atencionais e/ou que nos mantêm despertos, e, assim, essas pessoas demoram mais para entrar em estado de sonolência”, diz Crízel.

Sobre Lorí Crízel

Lorí Crízel é arquiteto e urbanista, presidente da ANFA (Academy of Neuroscience for Architecture) no Brasil e membro da ANFA Center for Education Latin America. Professor no Master Degree em Design for Architecture no POLI. Design do Instituto Politécnico de Milão e mestre em conforto ambiental, o profissional é o autor do primeiro livro do país sobre neurociência aplicada à arquitetura, design e iluminação. Especialista em neurociências e comportamento humano, ele também coordena cursos e programas internacionais do IPOG (Instituto de Pós-Graduação e Graduação) no Brasil, é CEO do escritório Lorí Crízel + Partners, além de mentor do programa Design Tank Brasil e membro fundador do projeto Neuro in Lab, além de possuir uma vasta bagagem internacional por meio de imersões em alguns dos mais renomados escritórios de arquitetura do mundo.

Add a comment

Fim das férias? Como escolher a melhor tag de pedágio para economizar tempo nas viagens de volta para casa

Fim das férias? Como escolher a melhor tag de pedágio para economizar tempo nas viagens de volta para casa

Facilidade de pagamento e possibilidade de recarga automática são alguns dos benefícios do adesivo eletrônico

A frota do Brasil é composta por 111,4 milhões de veículos e, destes, 53,1% são automóveis, segundo dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Que há muito carro em circulação, isso não é novidade, e o trânsito cada vez mais caótico nas grandes cidades é prova disso. Porém, com o fim das férias escolares se aproximando, o movimento nas estradas aumenta e, consequentemente, as filas em pedágios. Uma alternativa para quem não quer ficar parado é instalar um "adesivo" eletrônico de pagamento, ou tag de pedágio, como é mais conhecido. Em muitos casos, também é válido para acesso a estacionamentos comerciais como shoppings, por exemplo.

Com a grande diversidade de planos e valores, escolher a melhor tag é um desafio. Uma escolha errada pode levar a gastos desnecessários que, multiplicados ao longo do tempo, fazem a diferença no orçamento. Pensando nisso, o aplicativo Zul+, da Estapar, criado para facilitar a vida de quem dirige, traz algumas dicas para o motorista economizar tempo e dinheiro na hora de pegar a estrada.

Perfil de uso

O primeiro passo é avaliar como será a utilização da tag de pedágio. Motoristas que viajam com menos frequência, por exemplo, devem evitar os planos com mensalidade. Nesses casos, o modelo ideal é o chamado pré-pago, em que se pode fazer a recarga do valor que será usado e na data em que a viagem será realizada. Além de economizar com os pagamentos mensais, o motorista também evita deixar recursos parados por um tempo.

Pelo aplicativo Zul+, o motorista tem a possibilidade de solicitar a tag pelo celular, receber o adesivo em casa e somente pagar os custos do envio. Nesse caso, não há cobrança de mensalidade, apenas o custo do envio e uma taxa a cada recarga.

Recarga automática

Para quem tem a vida agitada e prefere não ser surpreendido com falta de crédito no pedágio, há a possibilidade de optar pela recarga automática. Assim, a tag será abastecida com créditos sempre que o saldo estiver perto do fim. Mas se o motorista prefere ter um maior controle sobre suas despesas, a recarga também pode ser feita manualmente. Aqui vale o motorista avaliar o que faz mais sentido para seu perfil de consumo.

Formas de pagamento

A tecnologia tem facilitado a vida do consumidor no que se refere a pagamentos. Entre os exemplos mais comuns estão as carteiras digitais, presentes em muitos celulares, e o PIX, que, com pouco tempo de vida, já caiu no gosto das pessoas. Pois, ao adquirir uma tag de pedágio do Zul+, o motorista pode escolher entre diversas formas de pagamento: PIX, Apple Pay, Google Pay, cartões de débito e crédito e até boleto.

Pedágios e estacionamentos

Apesar de ser conhecido como tag de pedágio, o adesivo eletrônico de pagamento também é aceito em estacionamentos de shopping centers, aeroportos, prédios comerciais, entre outros estabelecimentos. Mas existem diferenças entre a cobertura oferecida pelas empresas, então sempre vale pesquisar antes de escolher.

A tag do Zul+ é aceita em todos os pedágios do Brasil, além de mais de 400 estacionamentos em todo o país. Para quem vai viajar de avião ou comprar presentes de Natal no shopping, é uma mão na roda fugir das filas dos guichês e máquinas de autoatendimento.

Planejamento de custos

Ao todo, o Brasil possui mais de 400 praças de pedágio, segundo o portal estradas.com.br. E quem gosta de se planejar, saber em quantos desses pedágios precisará passar e quanto vai gastar também encontra no Zul+ um importante aliado. O aplicativo permite calcular o valor de todos os pedágios por onde o motorista irá passar e há opção de escolher entre carregar a tag com o valor exato ou superior ao que vai gastar.
“A tag Zul+ é uma ótima opção para os motoristas, porque, além de evitar filas nas estradas, os créditos não possuem um prazo de validade e ela é compatível com mais de 400 shoppings e estacionamentos privados em todo o Brasil”, afirma André Brunetta, co-fundador do app Zul+ e Diretor de Inovação e Digital da Estapar. 

Sobre o Zul+

O Zul+ é uma plataforma criada para facilitar a vida de quem dirige. Lançado em 2017, o aplicativo faz parte do grupo Estapar desde 2022 e está disponível em todo o território brasileiro. Dentre as principais funções do app, estão a seção de tributos para pagamento e parcelamento de multas, IPVA ou licenciamento, estacionamento rotativo, tag de pedágio sem mensalidade (que permite viajar sem pegar filas) e cálculo do valor a ser pago durante a viagem, seguros, pagamento de estacionamento de shopping e abastecimento via Shell Box. Além dessas facilidades, Zul+ apresenta informações do valor de mercado para compra ou venda de veículos, alertas de manutenção, busca por concessionárias e postos de combustível próximos e avisos sobre o rodízio de veículos.

Sobre a Estapar

A maior rede de estacionamentos do Brasil está presente em 77 cidades situadas em 15 Estados brasileiros, além do Distrito Federal. A Estapar administra ao todo mais de 400 mil vagas em aproximadamente 700 estacionamentos. Na área de estacionamento rotativo, incluindo a cidade de São Paulo, a Estapar administra 12 operações de Zona Azul Digital no País em quatro Estados (SP e MG), serviço que vem sendo implantado pela empresa desde a década de 90. Aos usuários de Zona Azul em outras cidades ou de serviços da Estapar para mensalistas, reserva de Vagas e pagamento de tíquete, a empresa mantém o aplicativo Vaga Inteligente que também está disponível gratuitamente nas versões Android e iOS.

Add a comment

Além das relações fraternais: uma ideia que uniu pai e filho no mundo dos negócios

Além das relações fraternais: uma ideia que uniu pai e filho no mundo dos negócios

Administradores de empresa, João Lopes e João Paulo Oliveira contam sua trajetória no mercado e como resolveram administrar um cemitério

Empreender nunca foi fácil – e nunca será. A capacidade de inovar, ser resiliente e entender as necessidades do público e de si mesmo é uma jornada que envolve força de vontade e determinação.

Paranaense de Itaguajé, filho de agricultor de uma família de oito irmãos, João Lopes sempre se esforçou para trabalhar e adquirir melhores experiências dentro do mercado de trabalho. Isso o levou a persuadir o seu sonho, quando se mudou para São Paulo, no início dos anos 70. Determinado a empreender – Lopes passou por diversos modelos de negócios que prosperaram graças à sua visão empreendedora. De dono de vendas de linhas telefônicas, até transportadoras, ele viu a oportunidade de entrar em um novo, e quase desconhecido, segmento. Em 1999, adquiriu um terreno de 90 mil metros quadrados, em Suzano.

“Diversos caminhos que percorri no mundo dos negócios prosperaram e me fizeram entender qual tipo de empreendimento fosse o melhor para a minha família, e qual seria o melhor serviço que eu pudesse oferecer à população de Suzano” conta Lopes, que iniciou as operações do Cemitério Colina dos Ipês em 2002.

A inauguração do Cemitério foi possível após observar as dificuldades enfrentadas ao dar adeus a um ente querido, desde a hora da morte até as burocracias que precisam ser enfrentadas, principalmente dentro das camadas mais populares da região da grande São Paulo. Também há a oferta de planos funerários – conhecidos como “death care”, que possibilitam que qualquer indivíduo se resguarde com segurança e tranquilidade durante o período enlutado.

“A ideia foi construir um negócio que pudesse oferecer mais conforto e dignidade diante de um dos momentos mais delicados na vida de qualquer pessoa: o luto. Foi com essa proposta que, o terreno comprado se tornou o Cemitério Colina dos Ipês”. Afirma João Paulo, que é formado em Administração pela Fundação Getúlio Vargas, e após diversas experiências profissionais, passou a fazer parte do Grupo Colina dos Ipês a convite do seu pai. “Entender como funciona o mercado foi crucial para a minha vida profissional se encontrar com a do meu pai”, “Acredito que as experiências que passei sem ele, em outros estados e países, foram necessárias para compreender hierarquias e visualizar o que há na demanda do público”, completa.

“Para muitas pessoas, ter um cemitério parece algo de outro mundo. No entanto, chega a ser um negócio muito mais delicado do que qualquer outro empreendimento. Afinal, é preciso lidar com a única certeza que temos na vida, que é a morte. Além disso, temos que saber como conduzir todo o funeral e conversar sobre os trâmites legais com a família que está sensibilizada”, explica Lopes.

Apesar de se tratar de um assunto que é considerado ainda um tabu pela sociedade, pai e filho sentem-se satisfeitos em trazer mais leveza a um momento que traz muita dor.

“Nós sabemos que não estamos vendendo um produto ou serviço para a família, estamos entregando algo importante, uma despedida digna de alguém muito querido que se foi”, finaliza João Paulo.

Sobre o Cemitério Colina dos Ipês

Fundado em 2002, o Cemitério Colina dos Ipês busca por meio de seu atendimento de alto padrão proporcionar dignidade e respeito no momento mais difícil que uma família pode passar. Após 2004, a administração criou a funerária junto de planos funerários, o "death care", tornando possível a prestação de serviços de qualidade com preços acessíveis em longo prazo. Para mais informações, acesse: https://colinadosipes.com.br/.

Add a comment

Verão aumenta em 30% a incidência de cálculos renais

Verão aumenta em 30% a incidência de cálculos renais

O diagnóstico da litíase renal é feito por meio de exames de imagem, de urina e de sangue

O verão é a estação favorita do brasileiro, mas acende o alerta para a alta incidência de pedras nos rins 30% maior que em outros períodos do ano. Isso acontece, pois há o aumento da transpiração sem a hidratação adequada para supri-la. Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), estima-se que 1 em cada 10 pessoas no Brasil sofra de cálculo renal. Conforme a entidade, essa condição é mais comum entre adultos jovens e mais frequente em homens. Cerca da metade destas pessoas terão um novo episódio de cálculo ao longo dos 10 anos seguintes e por isso a prevenção é muito importante.

A litíase renal, também conhecida como cálculos ou pedras nos rins, é causada pela cristalização de sais minerais presentes na urina. Segundo o Dr. Eduardo Gerber, médico urologista do Pilar Hospital, a litíase renal ocorre pela hipersaturação de minerais na urina, por um distúrbio metabólico, principalmente, na filtração. “Os cálculos podem ser formados por vários minerais. O mais comum de todos, que ocorre em 80% a 85% dos casos, são os cálculos de oxalato de cálcio, seguido por cálculos de ácido úrico, de estruvita, de cistina, entre outros. Estes são os principais”, comenta o médico.

Pacientes masculinos apresentam mais chance de ter litíase renal, que pode ocorrer em todas as etapas da vida, mas é constatada com mais frequência em adultos com idade entre 20 a 40 anos. Quanto aos fatores ou hábitos que contribuem para a incidência, Dr. Gerber informa que não há apenas uma causa, sendo uma doença de origem multifatorial. “A dieta é o fator mais importante, mas também há fatores quanto à genética, à hereditariedade, além de algum distúrbio de paratireoide e distúrbios de metabolismo de cálcio, que podem surgir e evoluir com formação de pedras dentro do sistema urinário”, explica.

Em relação à dieta, o médico alerta para a ingestão de sal, que não deve ser realizada em demasia devido ao sódio, que é um dos principais responsáveis pela formação de cálculos. O especialista comenta sobre um mito que diz que pacientes com pedras nos rins não devem ingerir cálcio, pelo fato dos cálculos serem feitos deste elemento. “Isso é um erro. O que acontece é que o cálcio é precipitado de acordo com a presença do sódio na urina. O grande vilão da litíase é o sódio. Às vezes pode haver malefício na suspensão errônea de medicamento com cálcio, como osteoporose, por exemplo”.

Dr. Eduardo também orienta para evitar comidas enlatadas e industrializadas, além de reduzir a ingestão de carne vermelha, que é um fator formador de litíase urinária. “A proteína de carne vermelha é tóxica ao rim desde que ingerida em excesso. Não é para parar de comer carne, que tem suas benesses, mas sim variar o tipo de carne com frango, peixe, porco, e não somente carne bovina”, recomenda. Além disso, o ideal é ingerir de 2 a 3 litros de líquidos por dia”, complementa.

O diagnóstico da litíase renal é feito por meio de exames de imagem, de urina e de sangue. O médico relata que a maioria dos casos são descobertos em pacientes com crise, que chegam ao pronto socorro com muita dor, associada a náuseas, vômitos, entre outros sintomas. “O cálculo dentro do rim não dói na maioria das vezes. O que causa dor é o cálculo que desce pelo ureter, um canal que vai do rim a até a bexiga. Um cálculo nesta parte do corpo faz obstrução do fluxo urinário”, relata. “O tratamento depende da posição, formação e densidade do cálculo. Na maioria das vezes, a necessidade de tratamento é endoscópico, por endourologia, em que é realizada uma cirurgia sem corte”.

O médico lembra que o Pilar Hospital conta com serviço de emergência urológica há bastante tempo, e que recentemente a equipe foi ampliada, além de ter a infraestrutura adequada. “A gente dispõe de toda tecnologia para fazer o tratamento. O Pilar Hospital conta com toda as estruturas e inovação para fazermos o tratamento desde o cálculo na ponta da uretra até o cálculo dentro do rim. Além disso, dispomos de equipe multidisciplinar, pronta para atendimento 24 horas, com boa formação e titulação”, finaliza.

Sobre o Pilar Hospital

Localizado no bairro Bom Retiro, em Curitiba (PR), o Pilar é referência em procedimentos de alta complexidade com o seu moderno centro cirúrgico, que traz equipamentos de ponta. A infraestrutura inclui ainda uma Unidade de Atendimento 24 Horas para o acolhimento de qualquer tipo de urgência e emergência e um centro médico voltado para consultas. Um diferencial é o investimento constante em padrões rígidos de qualidade, que garantem o bom funcionamento de todos os processos hospitalares. A empresa possui o selo “Nível III – Acreditado com Excelência”, ponto máximo da certificação de qualidade hospitalar outorgada pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) por meio de avaliação do Instituto de Planejamento e Pesquisa para a Acreditação em Serviços de Saúde (IPASS). Mais informações no site https://www.hospitalpilar.com.br, ou pelas redes sociais do hospital, no Facebook, Instagram e Youtube.

Sobre a Hospital Care

A Hospital Care é uma holding administradora de serviços da saúde. Criada em 2017, é a primeira companhia no Brasil a trabalhar com o modelo de gestão baseado nas ACO´s (Accountable Care Organizations) dos Estados Unidos, organizações responsáveis pelo cuidado e compartilhamento de risco com as operadoras. Este modelo integrado de gestão da saúde tem o objetivo de promover o equilíbrio de interesses entre pacientes, médicos, fontes pagadoras, parceiros e acionistas. Pertencente à gestora Crescera e aos fundos Santa Maria e Abaporu, a Hospital Care tem como estratégia de atuação a presença em cidades que funcionam como polos regionais para a gestão de saúde populacional, como Campinas, Ribeirão Preto, Florianópolis e Curitiba, fortalecendo todo o sistema de saúde do país.

Add a comment

Subcategorias

X

Buscar artigos