Volta às aulas: 5 dicas para melhor adaptação   

Volta às aulas: 5 dicas para melhor adaptação  

Volta às aulas: 5 dicas para melhor adaptação

Após dois meses de uma rotina de férias, com horários e hábitos diferentes, o retorno às aulas impõe às crianças e adolescentes uma fase de readequação. A alteração do ritmo familiar - e, principalmente, na criança - pode gerar resistência, estresse e irritabilidade. Por isso, especialistas recomendam que a adaptação à rotina escolar ocorra entre uma a duas semanas antes do início das aulas, permitindo que o organismo tenha tempo de processar as mudanças.

A gerente-geral do Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento dos colégios da rede Positivo (CIPP), Maria Fernanda Suss, destaca que o momento de ambientação aos novos horários e rotina é essencial para tornar o período de volta às aulas mais tranquilo. “O ideal é que os pais e responsáveis iniciem a adaptação com pelo menos uma semana de antecedência, evitando mudanças bruscas”, explica. A professora dá algumas dicas práticas para organizar o processo de volta às aulas.

1. Voltar à rotina de sono

Particularmente para os alunos que frequentam o período matutino, a dificuldade de retomar o horário e acordar mais cedo pode ser mais desafiadora. Por esse motivo, Maria Fernanda recomenda que a mudança comece a acontecer já na rotina noturna. “Para acordar mais disposto, o segredo é dormir mais cedo, iniciando a higiene do sono no início da noite, evitando atividades com muito estímulo. Após isso, o ideal é começar a despertar um pouco mais cedo a cada dia, habituando o organismo ao novo horário”, pontua.

2. Ficar atento à alimentação

Assim como o sono, a alimentação é parte importante nesse processo. A ansiedade no início do ano letivo, combinada com uma alimentação pesada, pode não ser uma boa ideia para quem está prestes a iniciar a nova rotina. Segundo Maria Fernanda, na semana anterior, é recomendável optar por refeições leves e alimentos já conhecidos. “Se, devido às férias, a criança tem consumido mais alimentos ultraprocessados e fora de horário, é essencial trocar por uma alimentação balanceada, que vai ajudar nesse momento de ansiedade e proporcionará mais energia”, orienta.

3. Envolver os estudantes no processo de organização

Principalmente para aqueles que estão trocando de escola ou iniciando a transição escolar, a mudança tende a ser ainda mais desafiadora. Por isso, é essencial conversar sobre os novos hábitos e envolvê-los nessa etapa. “Explicar a nova rotina e tudo que envolve mais uma etapa da vida escolar é fundamental. Quando a criança entende o processo, tudo flui melhor. Além disso, a compra de novos materiais, uniformes e livros pode ser uma forma de estimular os estudantes para o novo ano letivo”, ressalta.

4. Manter a leitura como hábito

É muito importante manter uma rotina de leituras, que pode ser intensificada durante essa fase de adaptação. “Durante o período de descanso, a leitura é uma excelente opção para manter o desenvolvimento da criança. Pode ser ficção, biografia, contos, revistas; toda leitura é válida”, aconselha.

5. Ter calma

Independentemente do grande desafio que 2024 reserva, manter a tranquilidade é sempre uma ótima dica. O início do ano letivo marca o começo de uma nova etapa, e para enfrentá-la com sucesso, os alunos devem saber que não estão sozinhos. “Busque a equipe pedagógica, tire dúvidas, peça dicas e aproveite os profissionais que estão ao seu lado; eles estão preparados para auxiliar toda a comunidade escolar”, finaliza.

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Início do ano requer planejamento financeiro para gastos com as férias

Início do ano requer planejamento financeiro para gastos com as férias

Início do ano requer planejamento financeiro para gastos com as férias

Estudo da Serasa em parceria com a Opinion Box aponta que 92% dos brasileiros acreditam que é muito importante programar as finanças para não iniciar o ano acumulando parcelas e dívidas

Chegou a temporada das férias escolares e, neste período do ano, as despesas são maiores. Além dos gastos com o período de descanso, é hora de pagar o IPTU (Imposto Territorial e Predial Urbano), o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores), além do material escolar e dos uniformes. Daí a importância das famílias se planejarem financeiramente para o início do ano.

Inclusive, uma pesquisa da Opinion Box em parceria com a Serasa, divulgada no final de dezembro de 2023, aponta que 92% dos brasileiros acreditam que é muito importante programar as finanças para não iniciar o ano acumulando parcelas e dívidas. O estudo revela ainda que 63% dos respondentes costumam comparar preços de passagens, reservas ou hospedagem com antecedência.

E quem for pesquisar sobre as vantagens oferecidas pelo varejo com o objetivo de obter descontos ou ofertas especiais, pode consultar a plataforma multisserviços Use Mais Store. Nela, o consumidor encontra condições diferenciadas para comprar mais e melhor. É possível acumular pontuação com o Programa Use Mais Pontos, por meio da visualização das publicidades disponíveis na plataforma. No programa há muitas opções de gift cards que podem ser trocados de forma simples, rápida e fácil.

Além disso, o site reúne uma quantidade diversificada de parceiros que oferecem produtos e serviços com descontos especiais, que costumam estar em alta nos meses de férias, como alimentação, viagens, entretenimento, seguros, atividades físicas, finanças, moda, entre outros.

Juliana Selenko, CEO da Use Mais, conta que a finalidade da plataforma é propiciar mais opções de compra, de descontos e de benefícios. Além disso, por meio das condições especiais praticadas no site, os consumidores podem adquirir produtos ou serviços do dia a dia com preço diferenciado. “Muitas vezes as pessoas querem comprar, mas nem sempre têm condições. Com a Use Mais Store, a compra é facilitada. Essa é uma forma de demonstrar que desenvolvemos nossas soluções orientados para a satisfação de nossos clientes e, por isso, trazemos cada vez mais benefício para eles”, informa.

Via de mão dupla

As plataformas multisserviços trazem vantagens para varejistas e consumidores porque criam um relacionamento entre eles. Portanto, os dois lados saem ganhando. Aliás, as plataformas digitais são uma forma de organizar os mercados digitais que fazem parte da nova economia.

Juliana Selenko destaca que a economia digital oferece aos consumidores maior comodidade e conveniência, além de melhores preços. “Sem dúvidas, esse novo modelo de realizar negócios alterou desde a forma como as pessoas se deslocam, realizam suas compras, locam imóveis, até como tiram férias”, diz Juliana.

Ela observa ainda que as inovações tecnológicas romperam as barreiras geográficas do comércio e as plataformas multisserviços se tornaram uma tendência. “Elas oferecem boas oportunidades para as empresas reinventarem seus modelos de negócio e atingirem um público maior em meio aos avanços digitais”, finaliza.

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Férias de verão aquecem mercado imobiliário no litoral

Férias de verão aquecem mercado imobiliário no litoral

Férias de verão aquecem mercado imobiliário no litoral

Safir Beach Home, da Construtora Pride, fica pronto neste ano. Localizado em Caiobá, perto da praia mansa, empreendimento é ótima opção para lazer e investimento

A temporada de verão 2024 levará mais de 3 milhões de pessoas para o litoral do Paraná até o Carnaval, de acordo com a expectativa do governo estadual. Somente na virada do ano, 1 milhão de turistas curtiram o feriado nas praias. E, além de movimentar setores como o turismo e a gastronomia, o movimento recorde contribui com o mercado imobiliário. Afinal, uma boa experiência durante as férias de verão desperta o desejo de comprar um imóvel no litoral.

E para quem está pensando nesta possibilidade, uma boa opção é o Safir Beach Home, da Construtora Pride. O empreendimento fica em Caiobá, perto da praia mansa, ou seja: próximo do mar e de uma área verde da Mata Atlântica. As obras já estão na fase final da construção e a entrega das chaves será no próximo mês de março.

Vevianne Jacques, diretora comercial da Pride, destaca que o Safir Beach Home é o lugar ideal para quem busca momentos de descanso em contato com a natureza e com todas as facilidades que um empreendimento completo pode oferecer. “A área de lazer contempla piscina, academia, quadra esportiva, churrasqueira, salão de festas, playground e espaço Kids. Todos esses ambientes foram pensados para proporcionar momentos de diversão e relaxamento para toda a família não só nas férias, mas durante o ano todo, seja num final de semana ou feriado”, conta.

E ter um refúgio a sua disposição em qualquer época do ano, a pouco mais de 100 km de Curitiba, é uma das vantagens de ter um imóvel no litoral. “O projeto foi desenvolvido para oferecer uma experiência única de bem-estar, unindo o conforto de uma casa ao conceito de clube. Sendo assim, o Safir Beach Home é um recanto para todas as temporadas da vida de qualquer família. As unidades possuem dois dormitórios e sacada com churrasqueira. Também há opções de unidades gardens, onde há mais espaço privativo”, pontua Vevianne.

Investimento

Além de diversão, um apartamento na praia pode ser sinônimo de renda extra, sobretudo com a ascensão do mercado de aluguel por temporada. A busca por casas e apartamentos atrai o público que busca flexibilidade na hora de se hospedar. Além de oferecerem um preço mais acessível, o atendimento personalizado e o conforto em poder usufruir de uma casa completa é um dos principais atrativos da modalidade.

Contudo, o que mais agrada os turistas é o fato dos imóveis estarem localizados em locais turísticos e que oferecem vivências autênticas, somo o Safir Home Beach. E esse é um dos pontos mais valorizados pelos apreciadores do turismo de experiência, que está em alta. “Por essa razão, o apartamento pode gerar rentabilidade quando não estiver em uso e custear suas próprias despesas, como impostos e condomínio e até a parcela do financiamento. Além disso, um investimento imobiliário é sinônimo de renda passiva na aposentadoria e esse é um bem que passa para outras gerações”, enfatiza Vevianne.

Para se ter uma ideia, uma simulação na plataforma Airbnb aponta que a diária para a locação de apartamentos de dois quartos em Caiobá em baixa temporada gira em torno de R$300. Contudo, o valor do mesmo imóvel nesta primeira quinzena de janeiro de 2024, em alta temporada, sobe para R$600. Já no mês de fevereiro de 2024 há uma variação da diária para R$400.

Portanto, se o dono do apartamento alugar o imóvel durante apenas uma semana em janeiro, o retorno é de R$ 4.200,00. É uma boa rentabilidade para um curto espaço de tempo.

Valorização

Charmosa e convidativa, Caiobá é a menina dos olhos dos paranaenses. Moradores e visitantes costumam dizer que lá encontram o equilíbrio perfeito entre relax e badalação. Na orla, vários edifícios compõem a paisagem com vistas ao nascer e pôr-do-sol no horizonte, além de bares, restaurantes e quiosques à beira mar.

As obras de alargamento foram finalizadas recentemente e acentuaram a procura de imóveis no litoral do estado. A valorização anual na cidade de Matinhos foi de 17% em 2023.

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Sucessão é desafio para empresas agrícolas familiares

Sucessão é desafio para empresas agrícolas familiares

Sucessão é desafio para empresas agrícolas familiares

Estudo identifica que das cerca de 90% das organizações agrícolas brasileiras encontradas na classificação familiar, apenas 30% chegam à segunda geração e 10%, à terceira

Conforme o último Censo Agropecuário divulgado pelo IBGE, 77% dos estabelecimentos agrícolas brasileiros são classificados como de agricultura familiar, gerando emprego para 67% do total de pessoas ocupadas na agropecuária e sendo responsável pela renda de 40% da população economicamente ativa. O último Censo também aponta que um a cada quatro produtores têm mais de 65 anos, o que significa que muitas propriedades deverão ter um novo gestor num futuro próximo para garantir a continuidade das atividades.

E essa é uma das preocupações quando se fala em empresas agrícolas. A sucessão familiar é um dos desafios para o crescimento sustentável dos negócios no campo. De acordo com um estudo publicado pela Revista Cientifica da Faccaci, das cerca de 90% das organizações agrícolas brasileiras encontradas na classificação familiar, apenas 30% chegam à segunda geração e 10%, à terceira.

Na visão de Camila Lorenz, CEO da Agência de Gestão, empresa paranaense que presta consultoria em gestão empresarial, o planejamento e a gestão no processo de passagem de bastão da administração de empresas familiares é fundamental para que elas se tornem longevas. Ela enfatiza que todas as empresas, independente do seu ramo de atuação, precisam de uma liderança atuante, capaz de formar os próximos líderes, que podem ser membros da família da próxima geração ou profissionais encontrados no mercado, para garantir a perenidade dos negócios.

“São as lideranças que vão deixar um legado, que aponta as diretrizes da organização com vistas ao futuro. A sucessão familiar deve ser preparada bem antes da aposentadoria do fundador, para que seja conduzida da melhor forma e sem colocar a empresa em risco. E isso também vale para os negócios que giram em torno de uma propriedade rural”, afirma.

O plano sucessório, indica Camila, é o primeiro passo para iniciar o processo de passagem de bastão. Nele, são estabelecidos os requisitos, ou seja, as competências necessárias para os cargos de gestão. A partir da definição das habilidades já é possível começar a preparar os sucessores para ocuparem a posição de liderança. “É fundamental começar o diálogo sobre a sucessão familiar rural o mais cedo possível, permitindo tempo suficiente para debater os objetivos, as expectativas e as preocupações de todas as partes envolvidas”, pontua Camila.

O planejamento antecipado possibilita uma visão clara do futuro do negócio e evita decisões tomadas de forma precipitada e guiadas por fatores emocionais. Inclusive, nas empresas familiares, o vínculo sanguíneo acaba interferindo na gestão e essa é uma das complexidades desse tipo de negócio. Neste sentido, o processo sucessório é uma forma de estabelecer regras que orientem a passagem de bastão com antecedência. “É uma oportunidade de os membros da família discutirem e chegarem num acordo comum em prol da propriedade e não dos interesses pessoais dos membros da família”, diz Camila.

Ela explica ainda que a sucessão é o momento de dividir o trabalho entre os filhos, fator que ajuda os herdeiros a se posicionarem e se capacitarem para trabalhar na agricultura. “Dessa forma, desde cedo, eles aprendem, colaboram e reconhecem os seus direitos e deveres na atividade comercial da família”, reforça a CEO da Agência de Gestão.

Camila acrescenta que a pandemia reforçou a importância de ter um plano sucessório porque mostrou, na prática, que as empresas não podem ficar reféns da figura do fundador. “Afinal, ele pode ser substituído a qualquer momento, em caso de uma morte inesperada ou afastamento por doença. A Covid 19 despertou essa consciência em toda a sociedade”, observa a CEO da Agência de Gestão.

Herdeiro ou sucessor?

Apesar da ideia de que as propriedades rurais são tradicionalmente transmitidas “de pai para filho”, a cultura de sucessão familiar no campo não está totalmente consolidada no Brasil. Camila Lorenz argumenta que todo patrimônio rural tem herdeiros, mas poucos têm sucessores, ou seja: herdeiros que desejam permanecer no campo à frente da propriedade fundada pelo pai ou avô. Ela cita o estudo “Governança e gestão do patrimônio das famílias do agronegócio”, realizado pela Fundação Dom Cabral, que embasa sua análise.

Foram ouvidos no levantamento 207 gestores de todo o território nacional e realizadas análises quantitativas e qualitativas. A pesquisa apontou que menos da metade, apenas 40% dos negócios, possuem um plano de sucessão e que a transição no comando deve acontecer na esfera ‘pai para filho’. Além disso, 5% dos participantes avaliam a contratação de um executivo fora do núcleo familiar para gerir o negócio.

“Neste sentido, se para o herdeiro basta prudência e bom assessoramento para que as propriedades da família continuem rentáveis, o sucessor possui o desafio de fazer a empresa agrícola crescer. E muitas vezes, esse trabalho é solitário e, por isso, exige treinamento contínuo”, conclui.

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MPES ainda são deficientes na gestão, diz estudo do Sebrae

MPES ainda são deficientes na gestão, diz estudo do Sebrae

MPES ainda são deficientes na gestão, diz estudo do Sebrae

Apesar de representarem 93,7% das empresas no Brasil, elas fracassam por falta de capacitação. Potencial Pleno oferece o Potencialize para alavancar o crescimento dos pequenos negócios

Um estudo divulgado pelo Sebrae aponta que, de janeiro a agosto deste ano, foram abertas 2.716.269 milhões de novas empresas, totalizando 21,8 milhões de empresas ativas em todo o território nacional. Grande parte delas, 93,7%, são de microempresas ou empresas de pequeno porte. O mesmo levantamento demonstra que sete em cada dez vagas de trabalho com carteira assinada foram criadas por micro e pequenos negócios em 2023.

As cerca de 22 milhões de empresas de pequeno porte são fundamentais para a economia brasileira: respondem por cerca de 99% de todas as empresas que existem no país; 55% do conjunto total de empregos com carteira e quase 30% do PIB (soma de todos os produtos e serviços do país em um ano).

Contudo, apesar da expressividade no cenário econômico, a taxa de mortalidade dos negócios de pequeno porte - categoria formada pelos MEIs, MEs e EPPs- é um fator preocupante. Ainda de acordo com o Sebrae, os MEIs têm a maior taxa de mortalidade: 29% fecham após cinco anos de atividade. Já as MEs têm taxa de mortalidade intermediária entre, 21,6% fecham após cinco anos de atividade. E as EPPs têm a menor taxa de mortalidade entre os Pequenos Negócios, 17% fecham após cinco anos de atividade.

Outra informação relevante e que chama a atenção no estudo do Sebrae, são os três principais motivos que levam os pequenos negócios a fecharem as portas. O primeiro é a falta de preparo pessoal. Parte dos fundadores, 42%, são considerados empreendedores por necessidade: aqueles que estavam desempregados e vislumbraram no negócio próprio uma forma de obter renda. Além disso, apenas 42% fizeram alguma capacitação. Mas no grupo das empresas fechadas foi maior a proporção de quem não fez nenhuma capacitação.

O segundo fator que decreta o fim dos pequenos negócios é o planejamento deficiente: 17% dizem não ter feito nenhum planejamento e 59% afirmam ter feito para no máximo 6 meses.

Já o terceiro motivo é a gestão do negócio deficiente. No estudo, as empresas que sobreviveram se mostraram mais ativas. Entre elas, a diferenciação/adaptação de produtos/serviços foi estratégia relevante para a sobrevivência.

Carol Costa, mentora, treinadora de pessoas e fundadora da Potencial Pleno, uma escola de negócios de Curitiba, acredita que a mentalidade do empreendedor é o que define o sucesso ou o fracasso de um pequeno negócio. “Especialmente as empresas de pequeno porte dependem muito da ação do dono. Por isso, o fundador precisa ser capacitado para que possa compreender como gerir a empresa, se relacionar com funcionários e fornecedores, construir um fluxo de caixa, formar um time de vendas, se aliar a parceiros estratégicos, entre outras questões que impactam diretamente no crescimento sustentável de uma organização”, aponta.

Novo mindset

Carol Costa iniciou sua trajetória empreendedora apenas com 16 anos, como franqueada de uma escola de idiomas. E, antes de idealizar a Potencial Pleno, foi sócia de um negócio que não deu certo. Além de conhecer as dores de empreender na prática, o arcabouço teórico construído pela mentora é vasto: ela fez cursos em Israel, na Itália e nos Estados Unidos - centros de referência no empreendedorismo -, que lapidaram os conhecimentos que ela já havia acumulado como empreendedora de longa data.

A conclusão a que Carol Costa chegou é que “que empreender é um campo de batalhas e que a maioria dos empresários aprende na dor, quando está sangrando, a administrar e gerir suas empresas”. Mas a boa notícia é que esse não precisa ser o destino final de todo o empreendedor. É possível desviar essa rota e encontrar atalhos para pular as pedras que provocam os tropeços nos pequenos negócios. E, para Carol Costa, se preparar para empreender é a única forma de encontrar um caminho seguro, rumo à prosperidade.

“Acreditamos que a educação é a chave para o sucesso e criamos a Potencial Pleno com esse ideal: ajudar o empreendedor a alcançar o seu máximo potencial. Nosso objetivo é ajudar o empresário a gerir melhor o seu time, aumentar o faturamento e o lucro, e encarar sua empresa como uma geradora de mais vida para ele, seus colaboradores e seus clientes”, explica.

O diferencial da Potencial Pleno, inclusive, é que os treinamentos são voltados para a mudança da mentalidade do empreendedor, além de serem “mão na massa”. O principal deles é o Potencialize, conhecido como a faculdade do dono. O modelo de aprendizado é exclusivo, criado pela própria Carol Costa. O Potencialize já está na 12ª turma, que inicia no próximo dia 2 de fevereiro.

O slogan do Potencialize é “cresça 10 anos em 1, construindo uma empresa lucrativa e organizada”. O curso é presencial (são dois dias de aulas por mês) e dura um ano. Neste período, os empresários aprendem: como aumentar o faturamento da empresa; construir e formar um time de colaboradores engajados; gerir com clareza e eficiência pessoas e processos para ter mais resultados, criar novos processos para otimizar o trabalho; descobrir novas oportunidades de crescimento do negócio; fazer conexões com fornecedores, prestadores de serviços e outros empresários; e tornar o negócio seguro e previsível aumentando os canais de vendas e otimizando a organização financeira.

Segundo Carol Costa, o programa é pensado para ter 100% de aplicabilidade em qualquer negócio. “A faculdade do dono traz as melhores técnicas e ferramentas do mercado, validadas por grandes empresas e corporações. Nossa intenção é implementar a estrutura e a organização desses negócios, que já estão consolidados, na realidade dos pequenos”, observa.

Ela acrescenta que em toda a sua jornada, percebeu que os empreendedores de pequenos e médios negócios não tinham respaldo e acesso a ferramentas de gestão, ao contrário das grandes empresas, que normalmente já possuem um modelo de negócios mais maduros e robustos. “Estudos de entidades especializadas em empreendedorismo, como o Sebrae, endossam a minha percepção. Por isso, o foco dos treinamentos da Potencial Pleno são os proprietários, que definem os rumos dos pequenos negócios. E nossa escola de negócios é pautada em três pilares: liderança, mentalidade empreendedora e formação de times e processos", enfatiza Carol Costa.

Mais de 1,7 mil empresas transformadas

A Potencial Pleno completou cinco anos em 2023 e já atendeu mais de 1,7 mil empresas, impactando 15 mil pessoas. A média de crescimento dos clientes da Potencial Pleno é de 96%. Há clientes que dobram seu faturamento e outros aumentam em 10 vezes.

Inscrições abertas

As inscrições para a 12ª turma do Potencialize já estão abertas. Para saber mais e agendar sua entrevista, acesse: https://www.potencialpleno.com.br/potencialize.

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