Humanização das marcas na era digital: o rosto por trás do negócio

Humanização das marcas na era digital: o rosto por trás do negócio

Eleita duas vezes a melhor profissional de Marketing Digital do Brasil, Camila Renaux fala sobre a importância de conteúdos autênticos e envolventes

A humanização das marcas emergiu como uma estratégia fundamental para estabelecer conexões autênticas e significativas com os consumidores na era digital. Em um mundo onde as interações ocorrem cada vez mais on-line, mostrar o rosto por trás do negócio e se tornar um creator nas redes sociais não é apenas uma tendência, mas também uma abordagem vital para o sucesso das empresas. “Recentemente, um estudo da IAB Brasil, em parceria com a Offerwise, trouxe um levantamento interessante: 79% dos entrevistados admitiram que consomem algum conteúdo desenvolvido por criadores ou influenciadores digitais. Ou seja, ser um creator da sua própria marca é resultado de vendas lá na frente”, ressalta Camila Renaux, especialista em marketing e comunicação.

As redes sociais têm revolucionado a maneira como as empresas se comunicam com seu público-alvo. Ao mostrar o rosto por trás do negócio, os empreendedores estão se afastando da impessoalidade e se aproximando de seus clientes de forma genuína. Essa abordagem cria uma conexão emocional que vai além dos produtos ou serviços oferecidos e humaniza a marca. "Em um ambiente altamente digitalizado, as pessoas buscam autenticidade e relações significativas, até mesmo nas interações com as marcas. Mostrar o rosto por trás do negócio permite que os consumidores vejam a história, os valores e a paixão que impulsionam a marca, gerando confiança e lealdade”, destaca Renaux.

Para a especialista, os empreendedores precisam reconhecer o poder do conteúdo autêntico e envolvente para criar uma conexão duradoura com o público. “Já percebemos que muitos estão se tornando creators, compartilhando suas jornadas e conhecimentos por meio de plataformas como o Instagram e o TikTok. E esse movimento vai além da venda direta, trata-se de oferecer valor, inspiração e entretenimento. Os creators estão abrindo as portas para um tipo de relacionamento totalmente novo entre marcas e consumidores", complementa.

Ao compartilhar insights exclusivos, contar histórias verdadeiras e demonstrar autenticidade, os empreendedores estão se conectando de forma emocional com as audiências, o que, por sua vez, impacta positivamente na percepção da marca.

Avatares como estratégia de relacionamento

Além da presença humana nas redes sociais, algumas marcas também adotam avatares para criar uma interação diferenciada com seus públicos. Um exemplo notável é o caso da Magazine Luiza, que introduziu um avatar cativante para dialogar com os clientes. A Magalu encontrou sucesso ao ser a “pessoa” por trás da marca, personalizando as interações e respondendo às perguntas dos clientes com um toque humano e descontraído. "Contar com avatares se torna uma estratégia eficaz para criar um senso de familiaridade e simplicidade na comunicação com os clientes. Eles humanizam a marca, adicionando uma camada de singularidade à interação digital, o que pode ser particularmente atraente para públicos jovens e conectados”, afirma Renaux.

À medida em que as redes sociais moldam o cenário empresarial, a humanização das marcas e a exploração de estratégias de criação de conteúdo autêntico e interativo se tornam ferramentas cruciais para destacar as marcas em um mercado cada vez mais competitivo. Os empreendedores que abraçam essa abordagem estão construindo relacionamentos sólidos e duradouros com seus clientes e definindo uma nova era de conexões entre marcas e consumidores.

Conheça mais sobre Camila Renaux

Camila Renaux é especialista em Marketing Estratégico, Marketing Digital e Inteligência Artificial pelo MIT nos Estados Unidos. Eleita por duas vezes a melhor profissional de Marketing Digital do Brasil, é embaixadora de Philip Kotler e de seu evento eWMS (World Marketing Summit) no país. Já treinou milhares de alunos, distribuídos pelos cinco continentes, através de seus cursos on-line. Consultora de empresas, vivencia o digital no seu dia a dia há mais de 20 anos. Produz conteúdo ativamente para compartilhar doses generosas de informação e é palestrante dos maiores eventos de marketing e vendas da América Latina.

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Crise do pânico ou infarto: como diferenciar os sintomas e quando procurar ajuda

Crise do pânico ou infarto: como diferenciar os sintomas e quando procurar ajuda

Saiba quais são as principais características de cada condição e como identificar um problema cardíaco grave

A crise do pânico e o infarto são duas condições que podem causar sintomas semelhantes, como dor no peito, falta de ar, palpitações e sensação de morte iminente. Cardiologista do Hospital Pilar, José Carlos Tarastchuk explica que uma das principais diferenças entre a crise do pânico e o infarto é a origem dos sintomas. “A crise do pânico é uma reação emocional que ocorre em situações de estresse ou medo. O infarto é um problema físico que acontece quando há uma obstrução do fluxo sanguíneo no coração”, explica.

Outra diferença é a intensidade e a duração da dor no peito. “A dor da crise do pânico é mais leve e pode variar de acordo com o estado emocional da pessoa. A dor do infarto é mais forte e constante, não melhora com o repouso e pode irradiar para outras partes do corpo”, diz o médico.

Por fim, o médico ressalta que a crise do pânico pode estar relacionada a alguns medos irracionais, como altura, animais, avião, entre outros. O infarto não tem essa associação, mas pode ter alguns fatores de risco, como tabagismo, obesidade, diabete, hipertensão e colesterol alto.

O doutor Tarastchuk recomenda que as pessoas procurem um médico se tiverem algum dos sintomas descritos acima. “É melhor prevenir do que remediar. Muitas vezes, a crise do pânico pode ser um sinal de alerta para problemas cardíacos ou vice-versa. Por isso, é importante fazer um diagnóstico correto e iniciar o tratamento adequado”, conclui.

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Mercado de trabalho se reinventa e conhecimento digital não é mais demanda apenas da área de TI

Mercado de trabalho se reinventa e conhecimento digital não é mais demanda apenas da área de TI

Com expectativa de 60% dos empregos como conhecemos hoje desaparecerem devido à automação, empresas apostam em novas tecnologias e profissionais buscam alfabetização digital

Mais da metade das ocupações que existem hoje no Brasil podem desaparecer em cerca de duas décadas. Essa é a conclusão de pesquisadores vinculados à consultoria IDados e ao ISE Business School, que utilizaram como base um modelo da Universidade de Oxford e adaptaram os cálculos para a realidade do mercado de trabalho do Brasil. Eles calculam que 58,1% dos empregos no país podem desaparecer em cerca de vinte anos devido à automação, considerando as tecnologias já existentes. Em meio às mudanças que começam a acontecer na forma como conhecemos muitas profissões, a saída é apostar na requalificação dos trabalhadores e inserir a Inteligência Artificial nos processos.

Com a acelerada digitalização, estão na frente as empresas com profissionais que trabalham apoiados pelas constantes inovações tecnológicas. Mas, para as organizações que não nasceram digitais nem operam nesse setor, a dificuldade começa em encontrar os profissionais certos para compor a equipe. "Para se manterem atualizadas, as empresas precisam se reinventar e abrir espaço para a disrupção digital. Mas, antes de mais nada, o primeiro passo está em buscar por talentos com competências profissionais e habilidades comportamentais inatas, que conhecemos como hard e soft skills", destaca o diretor-executivo da TOTVS Curitiba, Márcio Viana.

Alfabetização digital

A demanda do mercado de trabalho por profissionais com conhecimento digital vem crescendo de forma consistente desde os anos 1980. A tecnologia deixou de ser algo específico de alguns poucos setores e, agora, os empregadores desejam um grau de conhecimento digital até para cargos não relacionados com áreas como Tecnologia da Informação (TI). "Cada nova ferramenta que é desenvolvida e implementada amplia as exigências de conhecimento dos profissionais", explica Márcio Viana. "É uma corrida entre o conhecimento digital e a tecnologia, porque quanto mais a tecnologia avança, mais rapidamente precisamos atualizar nossos conhecimentos."

As empresas esperam que os funcionários se adaptem rapidamente a qualquer tecnologia que é inserida na rotina de trabalho. Segundo Márcio Viana, a alfabetização digital é um pré-requisito para aqueles que querem alcançar o sucesso em uma sociedade em que a comunicação e o acesso à informação dependem cada vez mais das tecnologias. "O conceito engloba a ampla compreensão de uma série de ferramentas digitais que permitem que o profissional desempenhe suas funções, desde o uso de aplicativos em celulares até sistemas integrados de gestão empresarial", conclui o diretor-executivo da TOTVS Curitiba.

Sobre a TOTVS

Líder absoluta em sistemas e plataformas para gestão de empresas, a TOTVS entrega produtividade para 70 mil clientes por meio da digitalização dos negócios. Indo muito além do ERP, oferece serviços financeiros e soluções de business performance, investindo R$ 2 bilhões em pesquisa e desenvolvimento nos últimos cinco anos para atender as exigências de 12 setores da economia. Como uma empresa originalmente brasileira, a TOTVS acredita no “Brasil que Faz” e apoia o crescimento e a sustentabilidade de milhares de negócios e empreendedores, de norte a sul do país, por meio de sua tecnologia.

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Skin care: tudo sobre a tendência de autocuidado

Skin care: tudo sobre a tendência de autocuidado

O hábito diário de tirar um tempo para si melhora a relação com a própria imagem e traz sensação de relaxamento, além de contribuir para autoestima e saúde da pele

Cuidar da saúde é essencial para o corpo e a mente e a limpeza da pele não fica de fora disso: tanto a do corpo quanto a do rosto, a pele saudável é aquela cujo cuidado é feito diariamente, evitando danos relacionados à exposição solar, temperaturas extremas e poluição durante o envelhecimento.

Segundo a Profa. Ma. Catarina Novaes Sousa Bertani, coordenadora do curso de Biomedicina da Universidade Cidade de São Paulo – UNICID, instituição pertencente a Cruzeiro do Sul Educacional, a tendência de autocuidado, mais conhecida como skin care, é definida como cuidados com a pele, ou seja, zelos diários com a pele do rosto e do corpo com objetivo de manter o órgão saudável. “Este tratamento deve ser diário por um determinado tempo, por isso, trata-se de rotina, disciplina e organização.”

Quais são os benefícios e malefícios?

Para que o skin care seja efetivo, a primeira coisa que a pessoa dele saber é o tipo de pele dela:

Normal: o sebo é produzido em quantidade suficiente para hidratar a pele sem deixá-la oleosa. Apresenta uma textura macia e possui poros menores e menos visíveis;

Oleosa: essa pele é mais predisposta a ter acnes, cravos e poros dilatados, já que o sebo é produzido além da quantidade necessária para hidratação, fazendo com que ela tenha um brilho excessivo;

Seca: como o sebo é produzido em uma quantidade menor do que a necessária para hidratar a pele, ela não costuma ter brilho. É mais propensa à descamação e à vermelhidão, e seus poros são pequenos;

Mista: esse é o tipo de pele mais comum entre os brasileiros. Enquanto a “zona T” (testa, nariz e queixo) é oleosa, outras regiões são mais secas.

Sabendo o tipo de pele e produtos adequados os benefícios poderão ser:

1. Controlar acne e poros dilatados;

2. Evitar o envelhecimento precoce;

3. Acabar com a desidratação da pele;

4. Minimizar a aparência de manchas e marcas de acne;

5. Fazer um detox e eliminar impurezas.

“Vale ressaltar que o uso excessivo de produtos pode comprometer a pele, pois a camada mais externa é constituída de lipídios que tem a função de proteger o nosso corpo e quando utilizamos o produto de maneira errada pode ocasionar alergias, inflamações”, explica Catarina.

Quais produtos são indicados e quais não podem faltar no skin care?

Durante o dia

Use: protetor solar;

Evite: sérum control skin e solução de ácido glicólico.

Durante a noite

Use: água micelar e demaquilante para tirar maquiagem.

Evite: protetor solar.

Em relação ao horário e rotina de cuidado, a especialista explica que os dois períodos são importantes e cada produto utilizado com a determinada especificidade. Vale ressaltar que alguns itens devem ser evitados em alguns períodos.

Passo a passo

Passo 1: limpeza;

Passo 2: potencialização da limpeza;

Passo 3: tratamento;

Passo 4: hidratação;

Passo 5: proteção solar.

Posso fazer meu skin care e depois usar maquiagem?

“Sim, dependendo do hidratante utilizado previamente, fará que a maquiagem tenha uma melhor adesão na pele, contribuindo no resultado.”
A coordenadora do curso de Biomedicina da UNICID finaliza dizendo que o que mais se destaca nesse tratamento é que o hábito diário do autocuidado melhora a relação com a própria imagem e sensação de relaxamento. “Esse procedimento prepara o indivíduo a um aumento na disposição nas atividades do dia a dia.”

Sobre a Unicid

Fundada em 1972, a Universidade Cidade de São Paulo – Unicid é referência na formação de profissionais da área da saúde, com cursos tradicionais e pioneiros na região como Fisioterapia, Odontologia, Enfermagem e Medicina. Além disso, reúne cursos respeitados em diversas áreas do conhecimento, com alunos na graduação, pós-graduação lato e stricto sensu, presenciais e a distância, cursos de extensão e programas de parcerias no Brasil e no exterior. Pertence ao grupo Cruzeiro do Sul Educacional, um dos mais representativos do País, que reúne instituições academicamente relevantes e marcas reconhecidas em seus respectivos mercados. Visite: www.unicid.edu.br  e conheça o Nosso Jeito de Ensinar. 

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UniCuritiba assume protagonismo no Parlamento Universitário

UniCuritiba assume protagonismo no Parlamento Universitário

UniCuritiba assume protagonismo no Parlamento Universitário

Estudantes fazem balanço positivo da participação em projeto da Escola do Legislativo e provam que consciência política é caminho para transformação social

O interesse dos jovens pela política voltou a crescer no Brasil. No ano passado, o número de jovens entre 16 e 18 anos que fizeram o título de eleitor aumentou 47,2%, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O comparecimento nas urnas também teve incremento de 52,3% entre eleitores dessa faixa etária na comparação com 2018, reflexo das campanhas de conscientização e estímulo desenvolvidas pela Justiça Eleitoral.

Mais do que escolher seus representantes, os jovens têm demostrado interesse em entender a rotina dos poderes Executivo e Legislativo. O projeto Parlamento Universitário, realizado pela Escola do Legislativo do Paraná, é um exemplo. Em cinco edições, mais de 4 mil estudantes se candidataram a uma vaga para “deputado universitário” e mais de 300 já participaram da imersão na Assembleia Legislativa. Neste ano, 515 inscritos disputaram 54 vagas.

O UniCuritiba – instituição que integra a Ânima Educação – se destacou neste ano com o maior número de participantes “eleitos” (11 estudantes) e a conquista de cargos importantes: Letícia Coradim foi a governadora universitária; Matheus Oliva ficou na presidência da mesa diretora; Marcelo Lopes atuou como líder do governo e Graziela Modesto assumiu a liderança do bloco parlamentar.

As atividades do Parlamento Universitário ocorreram de 20 a 28 de julho, na Assembleia Legislativa, em Curitiba, e devem continuar rendendo bons frutos. Alguns projetos de lei dos estudantes foram parar nos gabinetes de deputados estaduais interessados em colocá-los em prática. “Vamos discutir essas propostas e, quem sabe, em breve, teremos algumas delas tramitando oficialmente na Assembleia Legislativa”, espera Graziela Modesto, 22 anos, estudante do 7º período do curso de Direito do UniCuritiba e autora de dois projetos de lei em análise.

Casos assim já ocorreram antes. Participante de uma das primeiras edições do Parlamento Universitário, a então estudante do curso de Direito do UniCuritiba, Gabriela Lolia Damaceno, viu seu projeto - aprovado durante a simulação na Escola do Legislativo - ser adotado por um deputado estadual. Depois de apresentado e aprovado, o projeto virou lei (lei 20.160/2020) e já está em vigor no Paraná.

Novas lideranças políticas

O deputado Ademar Traiano, presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, diz que o Parlamento Universitário tem como objetivo despertar o interesse dos jovens pela vida pública e formar novas lideranças políticas. Para o professor do curso de Direito do UniCuritiba, Roosevelt Arraes, a iniciativa é importante para a formação acadêmica. “Durante quase dez dias os estudantes vivenciam o processo de elaboração das leis e a atuação de um parlamentar, no caso, de um deputado estadual.”

O professor de Direito Eleitoral no UniCuritiba, Luiz Gustavo de Andrade, concorda. “Uma parte das atividades consiste em simular a elaboração de projetos de lei e analisar projetos elaborados por outras instituições. Assim, os estudantes têm a oportunidade de unir os conhecimentos teóricos com a atuação junto à Comissão de Constituição e Justiça. Ou seja, os alunos reforçam o que aprenderam, vivendo a prática.”

Toda a atividade do Parlamento Universitário ocorre nos espaços da Assembleia Legislativa, que cede sua estrutura e os equipamentos de votação. Com o apoio da Escola do Legislativo e da assessoria dos parlamentares estaduais, a simulação se aproxima do real. “Os alunos desenvolvem a argumentação jurídica e a oratória, pois, assim como fazem os deputados, os parlamentares universitários defendem na tribuna a necessidade e a importância de aprovação de seus projetos”, explicam os professores do UniCuritiba.

Protagonismo estudantil

Aos 22 anos, a estudante do 8º período do curso Direito do UniCuritiba, Letícia Coradim, foi a segunda governadora universitária mulher do estado do Paraná. “Participar do Parlamento Universitário foi uma experiência sem igual, não apenas por vivenciar o processo legislativo, mas por sair de lá com uma bagagem de aprendizado enorme e, principalmente, outra visão sobre a atuação dos deputados.”

Para ela, a proximidade com a política permite a revisão de conceitos e incentiva o exercício da cidadania e a luta por ideais. “Ser governadora universitária ampliou meus horizontes. Agora, tenho ainda mais certeza de que, futuramente, quero atuar na política.”

Como presidente universitário da mesa diretora da Assembleia Legislativa, Matheus Oliva considera a experiência uma das mais “enriquecedoras e extraordinárias” da sua formação. “Tive uma oportunidade ímpar de desempenhar um papel vital na condução dos trabalhos da Casa legislativa estadual”, conta o estudante do 8º período de Direito.

Na avaliação do líder de governo, Marcelo Lopes, 21 anos, estudante do 7º período de Direito, a experiência foi enriquecedora. “Estou muito honrado por ter representado o UniCuritiba. Tivemos duas semanas de muito trabalho, diálogos e articulações e tudo isso irá contribuir para o meu futuro como jurista e como cidadão paranaense. O resultado me deixa muito feliz, especialmente por termos levado o nome do UniCuritiba para o mais alto patamar do Parlamento Universitário.”

Negociação e trabalho em equipe

A estudante Graziela Modesto nutre o interesse pela política desde a infância e garante que a experiência reforçou seu desejo de ingressar na vida pública. “Aprendi que não se faz lei de forma solitária. Você pode até apresentar um projeto, mas ele nunca será aprovado sem apoio. Nesses dias de negociações, indicação de colegas, elaboração de projetos de lei e jogo de cintura para lidar com conflitos e opiniões divergentes, percebi a importância do trabalho em equipe.”

Aumentar a representatividade feminina na Assembleia Legislativa é outro tema que a jovem estudante do curso de Direito defende. “Apenas 20% das cadeiras no legislativo estadual do Paraná são ocupadas por mulheres e isso me encorajou a pensar em uma carreira política no futuro.”

Sobre o UniCuritiba

Com mais de 70 anos de tradição e excelência, o UniCuritiba é uma instituição de referência para os paranaenses e reconhecido pelo MEC como uma das melhores instituições de ensino superior de Curitiba (PR). Destaca-se por ter um dos melhores cursos de Direito do país, com selo de qualidade OAB Recomenda em todas as suas edições, além de ser referência na área de Relações Internacionais.

Integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima, o UniCuritiba conta com mais de 40 opções de cursos de graduação em todas as áreas do conhecimento, além de cursos de pós-graduação, mestrado e doutorado.

Possui uma estrutura completa e diferenciada, com mais de 60 laboratórios e professores mestres e doutores com vivência prática e longa experiência profissional. O UniCuritiba tem seu ensino focado na conexão com o mundo do trabalho e com as práticas mais atuais das profissões, estimulando o networking e as vivências multidisciplinares.

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