Microsoft abre inscrições para capacitação de mulheres na tecnologia  

Microsoft abre inscrições para capacitação de mulheres na tecnologia

As vagas são para os programas #ElasnaIA e #SecurityGirls, voltados para Inteligência Artificial e cibersegurança

A Microsoft anunciou a abertura das inscrições para duas turmas gratuitas de mentoria e certificação técnica para mulheres cis e trans na área de tecnologia. No total, são 100 vagas oferecidas pelas duas iniciativas, que são frutos do trabalho de colaboradoras da Microsoft e voluntárias dos pilares de Diversidade e Inclusão da empresa – WAM (Women at Microsoft). As interessadas podem se cadastrar até 24 de março por meio do link: www.maismulheres.tech/collections 

As vagas, abertas para mulheres de todo Brasil, são para os seguintes programas:

6ª edição do Elas na IA: direcionado para áreas de Machine Learning/Aprendizado de Máquina (ML), Inteligência Artificial (IA) e serviços de Cloud. A iniciativa é desenhada para mulheres com interesse em trabalhar com desenvolvimento de IA ou ciência de dados. O programa terá duração de 7 semanas e as participantes aprenderão sobre fundamentos de inteligência artificial, desenvolvimento de aplicações com Serviços Cognitivos e poderão realizar o exame de certificação AI-900: Microsoft Azure AI Fundamentals de forma gratuita. As inscrições podem ser feitas pelo link: https://aka.ms/elasnaia

2ª edição do Security Girls: traz conteúdo para as mulheres que desejam se aprofundar na área de segurança e infraestrutura de nuvem. O treinamento abordará os fundamentos de SCI (segurança, conformidade e identidade) e Microsoft Azure. Durante 7 semanas, as participantes aprenderão na prática e poderão realizar o exame de certificação SC-900: Fundamentos de segurança, conformidade e identidade. Os cadastros devem ser feitos pelo link: https://aka.ms/Security-Girls

Para participar dos programas é preciso se identificar como mulher cisgênero ou transgênero, ter no mínimo 18 anos, ensino médio completo e interesse em atuar no mercado de tecnologia, entre outros requisitos. Para o programa Security Girls também é recomendado ter conhecimentos básicos em informática e em infraestrutura de computação em nuvem.

Estas iniciativas fazem parte do Microsoft Mais Brasil, plano lançado em outubro de 2020, que visa a ampliar o compromisso de longo prazo da Microsoft com o país. Entre as suas iniciativas está a promoção de treinamentos gratuitos para que a população brasileira esteja apta para atender as demandas exigidas pelo mundo do trabalho atual e futuro. Ao todo, desde julho de 2020, mais de 7 milhões de pessoas foram impactadas pelos programas de capacitação e recapacitação da Microsoft e mais de 1,5 milhão de pessoas finalizaram, pelo menos, um curso. O Mais Brasil também busca atuar para habilitar a economia digital por meio da tecnologia e promover crescimento sustentável e de impacto social.

Sobre a Microsoft

A Microsoft (Nasdaq “MSFT” @microsoft) habilita a transformação digital na era da nuvem inteligente e da fronteira inteligente. A missão da Microsoft é empoderar cada pessoa e cada organização no planeta a conquistar mais. A empresa está no Brasil há 33 anos e é uma das subsidiárias da Microsoft Corporation, fundada em 1975, e que está presente em mais de 190 países. De julho de 2021 a junho de 2022, a empresa investiu mais de US$ 15 milhões em doações e descontos para entidades sem fins lucrativos, impactando mais de 2 mil instituições com doação de software, descontos para compra e apoio a projetos de capacitação. Com o lançamento do Microsoft For Startups Founders Hub, 443 novas startups foram aprovadas, totalizando 703 startups apoiadas, que juntas já consumiram USD 11,898,488.00 de créditos em nuvem Azure.

Add a comment

Curitiba recebe encontro de lideranças sociais promovido pela Gerando Falcões e ODPH  

Curitiba recebe encontro de lideranças sociais promovido pela Gerando Falcões e ODPH

Mais de 40 convidados participaram de dinâmicas e palestras, trocaram experiências e conheceram mais sobre temas referentes ao setor de impacto

Aconteceu nos dias 10 e 11 de março, no espaço do Sistema FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), o evento “Imersão de Líderes do Paraná”, que reuniu líderes sociais do Paraná e de Santa Catarina que entraram há pouco tempo na rede de impacto da Falcons University (FU). O encontro foi uma parceria entre a ODPH (Organização de Desenvolvimento do Potencial Humano) e a Rede Gerando Falcões (GF), que proporcionou muito aprendizado e troca de experiências entre os líderes.

Idealizado pela GF, o evento ocorreu simultaneamente em diversos municípios pelo Brasil e em Curitiba (PR), onde mais de 40 convidados participaram das palestras com nomes do setor de impacto social, além de desfrutarem de momentos de descontração, com atividades de socialização e colaboração, roda de conversa e até mesmo momento mindfulness. Além de também aproveitarem para conhecer novos projetos e lideranças.

A fundadora da ODPH, Kauanna Toppa, participou da FU em 2021 e agora teve a oportunidade de ajudar na integração de novas lideranças a este ecossistema. “O evento foi um sucesso e o time ODPH conseguiu proporcionar momentos ricos de conteúdos e informações, fazendo com que os convidados pudessem ampliar sua visão empreendedora, se sentindo pertencentes, confiantes e esperançosos na sua jornada social. Também foi possível mostrar a importância desse ecossistema que oportuniza aprendizados e conexões e a importância de continuar se desenvolvendo buscando novas ferramentas e mecanismos que ajudem a ampliar as potencialidades de cada projeto e instituição e assim, gerar mais impacto positivo na sociedade”.

Palestras e dinâmicas

Durante os dois dias de evento, os líderes sociais participaram de dinâmicas, conheceram a história de outras instituições, lideranças e aprenderam sobre temas específicos, relevantes e importantes para a melhor gestão das organizações. No primeiro dia, estiveram presentes a fundadora e presidente do Instituto Incanto (PR), Camila Casagrande, que abordou o tema líder social; a Mentora de Líderes & CEOs Antonella Satyro, que debateu sobre liderança humanizada; a CEO do Condor Connect, Kauana Yrina, que palestrou sobre gestão da inovação; e o CEO do Papoom, Jean Pierre, que falou sobre negócios de impacto.

No segundo dia, as lideranças sociais puderam ouvir um dos fundadores da Rede Gerando Falcões e reitor da Falcons University, LeMaestro, que compartilhou com os novos líderes a história da GF e destacou sobre a importância da ação e protagonismo desses gestores na luta contra a pobreza e todo tipo de desigualdade. O reitor ressaltou ainda, ser preciso acreditar que é possível transformar a realidade social brasileira e sempre sonhar alto. A mentora de líderes, Aline Lazzari, também esteve presente e falou sobre o socioemocional; o Sócio da Vanzin e Penteado Advogados (VP) Kael Moro abordou sobre Gestão de parcerias, finalizando com o advogado Leandro Marins finalizou com o tema Gestão de captação.

“Nessa imersão tivemos a possibilidade de entender a importância de trabalharmos em rede e formarmos uma sociedade colaborativa, respeitando a diversidade das instituições e a possibilidade de novas parcerias. Adorei o evento e toda a estrutura organizada pela ODPH e sua equipe, pois demonstraram a importância de trabalhar com seriedade e responsabilidade em prol do processo de formação e compartilhamento de informações com parceiros de outras instituições”, destaca um dos líderes presentes no encontro, João Damas dos Santos Júnior fundador da CASCA (Casa Cultural Abaeté).

O encontro ocorreu no Habitat Senai e no Centro de Inovação Sesi, ambos da FIEP (Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná), que cedeu o espaço e forneceu alimentação durante os dois dias. Ambos os espaços são unidades de consultoria, produtividade, inovação em sustentabilidade e responsabilidade social e voltados para corporações que têm parcerias em projetos de tecnologia e inovação com o SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial).

“Queremos desenvolver um parque tecnológico aqui dentro e ampliar a integração da comunidade da Vila Torres com o que a gente faz no SENAI. Com toda essa rede que queremos criar, desejamos também expandir a tecnologia e inovação, tornando-as mais acessíveis e democráticas, para que qualquer um tenha acesso e possa almejar estar lá dentro um dia. Vemos tudo isso como positivo nessas parcerias, pois trazemos quem está liderando esse movimento de impacto social e quer ampliar seus braços e o seu impacto”, destaca a gerente de negócios e coordenadora dos espaços, Patrícia Garcia Martins.

Sobre a ODPH

A Organização de Desenvolvimento de Potencial Humano (ODPH) é uma Organização da Sociedade Civil que há 12 anos atua na comunidade Vila Torres, em Curitiba (PR). Seu objetivo principal é promover a inclusão social pelo despertar do protagonismo de crianças, jovens e adultos que se encontram em situação de vulnerabilidade social e econômica, por meio de uma educação emancipatória e libertadora que leve à autonomia e criticidade dos sujeitos.

O trabalho é desenvolvido por meio do programa Cultivando Sonhos e dos projetos Aprendiz em Ação, SemeAção e o Conecta. A ideia principal é alcançar todas as fases do desenvolvimento humano, da infância à fase adulta de ambos os gêneros e ainda, envolver diferentes núcleos de organizações da sociedade e assim, transformar vidas. Mais informações, acesse o site https://www.odph.org.br/ ou entre em contato pelo telefone (41) 99571-8760.

Add a comment
Empresas devem implementar regras de combate ao assédio sexual no trabalho; prazo termina amanhã (dia 21/03)   

Empresas devem implementar regras de combate ao assédio sexual no trabalho; prazo termina amanhã (dia 21/03)  

Empresas devem implementar regras de combate ao assédio sexual no trabalho; prazo termina amanhã (dia 21/03)

Companhias que não se adequarem às regras poderão ser multadas; CIPA ganha mais uma função e deverá prevenir o assédio laboral

Amanhã (dia 21/03) vence o prazo estabelecido pela lei federal nº 14.457, de 21 de setembro de 2022, que obriga as empresas com mais de 20 funcionários a implementar medidas internas de combate ao assédio sexual e outras formas de violência no âmbito do trabalho.

Desde que foi publicada no Diário Oficial da União, as companhias tiveram prazo de 180 dias para se adequar. Quem não cumprir a determinação pode receber multa de até R$ 6.708,09, que varia de acordo com o número de empregados. A fiscalização e as penalidades ficarão a cargo dos auditores fiscais do trabalho, que são vinculados do Ministério do Trabalho e Emprego.

“A maior parte das empresas ainda não estabeleceu procedimentos para receber e acompanhar denúncias, apurar fatos e aplicar sanções disciplinares aos responsáveis diretos ou indiretos pelos atos de assédio sexual e de violência, isso porque a lei exige o anonimato do denunciante. Mas para evitar condenações na Justiça, a recomendação é que as companhias busquem orientações e obedeçam a nova legislação o quanto antes”, explica o especialista em Direito do Trabalho, Empresarial e Cidadania, José Roberto Almeida.

O assédio sexual é crime previsto no artigo 216-A do Código Penal, com pena de detenção prevista de 1 a 2 anos, que pode ser aumentada em ⅓ (um terço) se a vítima for menor de idade. Sob a ótica trabalhista, o empregador também pode ser punido, pois é sua função cumprir e fazer cumprir as leis dentro da empresa.

Obrigações legais das empresas

A lei nº 14.457 também atribuiu mais uma função à CIPA, que agora passará a se chamar de Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio.

Para a promoção de um ambiente laboral sadio, seguro e que favoreça a inserção e a manutenção de mulheres no mercado de trabalho, as companhias que têm a CIPA deverão incluir regras de conduta nas normas internas e divulgar aos empregados.

Também deverão fixar procedimentos para recebimento e acompanhamento de denúncias, para apuração dos fatos, aplicar sanções aos responsáveis diretos e indiretos pelos atos de assédio sexual e de violência, garantido o anonimato da pessoa denunciante, sem prejuízo dos procedimentos jurídicos cabíveis.

Além disso, as corporações deverão incluir esses temas nas atividades e práticas da CIPA e realizar, no mínimo a cada 12 (doze) meses, ações de capacitação, de orientação e de sensibilização dos empregados.

Números assustadores

Dados do Tribunal Superior do Trabalho apontam que, somente em 2021, foram ajuizados, na Justiça do Trabalho, mais de 52 mil casos relacionados a assédio moral e mais de três mil relativos a assédio sexual em todo o país. Contudo, os números podem estar subdimensionados, uma vez que as vítimas nem sempre fazem a denúncia.

Já a pesquisa da Organização Internacional do Trabalho (OIT), feita em dezembro de 2022, mostra que mais de uma em cada cinco pessoas empregadas (quase 23%) sofreram violência e assédio no trabalho, seja físico, psicológico ou sexual.

O relatório constatou que apenas metade das vítimas em todo o mundo havia revelado suas experiências para outra pessoa, e muitas vezes somente depois de terem sofrido mais de uma forma de violência e assédio. Os motivos mais comuns apresentados para a não divulgação foram “perda de tempo” e “medo por sua reputação”.

“Os números são aterrorizantes. Por isso, a partir de agora, as empresas brasileiras estão obrigadas a ter um canal de comunicação para receber esse tipo de denúncia, apurar os fatos, punir os agressores e diminuir esses dados alarmantes”, ressalta Almeida.

Formas de assédio no trabalho

O assédio sexual no ambiente de trabalho consiste em constranger o colega, a fim de obter vantagem ou favorecimento sexual. Tal ação pode ou não envolver contato físico, pode ser explícita ou sutil, expressa por palavras diretas, mensagens, gestos ou por meio de insinuações.

A prática pode ocorrer por um único indivíduo ou por um grupo. Assim como o assediador pode ser o superior hierárquico, pode estar no mesmo nível de hierarquia, ou até mesmo, ser cometido pelo subordinado com relação ao superior.

“Outra forma de assédio no trabalho é o Straining, conhecido como assédio moral organizacional, gestão por injúria, gestão por estresse ou assédio moral coletivo. Ele ocorre, por exemplo, em empresas em que há cobranças excessivas, imposição de metas inatingíveis e ofensas de forma coletiva”, explica o advogado.

Impactos do assédio

O assédio sexual gera vários prejuízos à saúde e à vida profissional do assediado como a depressão e estresse, Síndrome de Burnout, comprometimento da saúde físico-psíquica, desestabilização emocional.

Também gera vergonha, autoisolamento, sentimento de culpa, absenteísmo (faltas), afastamento por doenças, redução da autonomia, queda na produtividade e qualidade.

O que a vítima deve fazer?

Para ajudar as vítimas de assédio sexual nas empresas, o especialista em Direito do Trabalho recomenda algumas medidas.

1) Reúna provas. É fundamental reunir as provas que permitam a apuração dos fatos como prints de tela, áudios, vídeos, fotos, bilhetes, cópia de conversas, gravações telefônicas, relatos de testemunhas. Inclua também data, horário, local em que a situação ocorreu.

2) Busque ajuda. Jamais guarde somente para si casos de assédio ou quaisquer outras formas de violência no âmbito do trabalho. Peça ajuda a um profissional de saúde, que vai auxiliar a superar possíveis traumas.

3) Denuncie. Comunique imediatamente o superior ou responsável da empresa. Exija para que tomem providências e acompanhem o caso. Isso pode evitar que outras pessoas passem pela mesma situação, vai inibir o comportamento do assediador e ele vai responder às medidas punitivas estipuladas pela empresa.

Add a comment
2023 é o ano da retomada integral do turismo de negócios no Brasil   

2023 é o ano da retomada integral do turismo de negócios no Brasil  

2023 é o ano da retomada integral do turismo de negócios no Brasil

O ano de 2023 promete marcar a retomada integral do turismo de negócios e eventos no Brasil, uma vez que 2022 encerrou ficando a menos de 5% faturamento gerado pelo segmento em 2019, ou seja, antes da pandemia da COVID-19, que promoveu uma retração dos negócios dessa área turística. Para se ter uma ideia da importância desse segmento, o turismo corporativo era responsável no pré-pandemia por cerca de 60% das emissões de bilhetes aéreos o Brasil, segundo a Abracorp - Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas.

De acordo com o Levantamento de Viagens Corporativas realizado pela Fecomércio São Paulo em parceria com a Alagev - Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas, o setor de viagens corporativas encerrou o ano de 2022 com faturamento acumulado de R$ 93,6 bilhões, crescimento de 81,6% na comparação com 2021. Apesar do aumento, o indicador está 4,7% abaixo do ano pré-pandemia, em 2019.

As viagens de negócios ganharam novos contornos com a estabilização da pandemia e a volta dos grandes eventos e reuniões presenciais. Um estudo realizado pela Global Industry Analysts apontou que as viagens de negócios, domésticas ou internacionais, que compreendem trabalho, hospedagem, alimentação, lazer e transporte, estão entre os principais contribuintes para a economia global – a perspectiva é que atinjam US$ 792 bilhões até 2026.

O volume de eventos na cidade de São Paulo, atualmente, já é bem intenso. Somente neste mês de março há 14 grandes realizações agendadas, entre eventos corporativos e de entretenimento que vão movimentar a ocupação na cidade. Ao todo, mais de 50 segmentos compõem a cadeia do turismo. Exemplo de ações que vão ocorrer estão: Salão Internacional de Autopeças, show do Coldplay, festival Lollapalooza, WTM Latin America, Mega Fashion Week, entre outros.

O reaquecimento do setor já vem trazendo reflexos positivos para diversos players da cadeia turística, principalmente a hotelaria que nas grandes capitais sempre teve uma dependência maior das viagens a negócio. Um exemplo vem da Wyndham Hotels & Resorts, que atualmente conta com 36 hotéis em seu portfólio no Brasil e mais de 9,100 ao redor do mundo. Os números do início do ano já são positivos e a expectativa para o restante do ano são ainda melhores. “Nós percebemos um crescimento muito nítido no Wyndham Garden São Paulo Convention Nortel, que é um hotel vocacionado para eventos. O movimento em relação a 2022 já é 40% maior se tratando de reservas. E se compararmos a 2019, cerca de 20% maior. Temos observado um crescimento exponencial no turismo de eventos, principalmente em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro”, explica Hiram Della Croce, Diretor de Operações da Wyndham Hotels & Resorts para Brasil e Bolívia.

Considerado o maior evento B2B da indústria do turismo, a WTM Latin America, que ocorre entre 3 e 5 de abril, nos pavilhões branco e verde do Expo Center Norte, em São Paulo, prevê crescimento de 10% no número de expositores e de 5% em número de visitantes totais. Sob a temática Explore Novos Horizontes, o evento chega em sua décima edição e, em números absolutos, deve reunir 600 expositores nacionais e internacionais, vindos de mais de 40 países, além de 16 mil visitantes.

“A edição de 2022 foi um boom e um marco, não só para o nosso evento, mas para todo o setor. Havia uma sede da indústria para a retomada dos encontros presenciais e para retomar as alianças, parcerias estratégias que se confirmam em negócios. E o nosso evento, por sua característica técnica, é reflexo do que acontece no setor. O fato é que nós não podemos, não queremos e não vamos nos tornar prisioneiros das projeções. Vamos seguir trabalhando para entregar um evento focado em conexão, conteúdo qualificado e oferta de oportunidades e geração de negócios. Esse é o nosso DNA e é neste sentido que o nosso time trabalha”, diz Daniel Zanetti, diretor da WTM Latin America, que comemora 10 anos em 2023.

Crescimento também é palavra de ordem na Schultz Operadora. Criada há 37 anos e posicionada como uma das mais completas empresas turísticas do Brasil, a empresa cresceu, respectivamente, 33% e 18% nos meses de janeiro e fevereiro de 2023 em relação ao mesmo período de 2019, uma média e 26% no bimestre. “O turismo é um grande alavancador da economia, gerando muitos empregos diretos e indiretos em diferentes cadeias produtivas. A confiança de um 2023 se intensifica ainda mais, passado esse primeiro bimestre. De nossa parte, entendemos que é preciso se preparar para atender a essa demanda crescente, com inovação, diversificação do portfólio e agilidade no atendimento”, diz Ana Santana, diretora-geral da Schultz Operadora

Como nem tudo são flores, a executiva reforça que 2023 vem sendo observado, ao mesmo tempo, com otimismo e pés no chão, com desafios como a carência de mão de obra qualificada e as tarifas aéreas em alta.

Um dos grandes desafios da indústria, particularmente na operação hoteleira, é melhorar a performance e ampliar as receitas a partir da integração entre todas as áreas de um empreendimento e para além da hospedagem, que é o uso dos quartos de um hotel propriamente dito. Essa equação, que pode parecer simples, mas demanda muito conhecimento, criatividade e estratégia, se torna um dos desafios de gestores de hotéis e resorts em todo o Brasil. Fernando Kanbara, gerente-geral do Grand Mercure Curitiba Rayon, trabalha com foco neste reforço de posicionamento e comemora os resultados do bimestre. “Embora tenhamos mantido os níveis de ocupação estáveis, com um discreto crescimento, nós melhoramos muito a nossa diária média, que ficou 32% acima do budget”, destaca, reforçando o primeiro bimestre do ano é marcado por uma retração natural do turismo de eventos, em época de férias e carnaval, mas que outras operações do empreendimento contribuíram para que, além da diária média, sua receita total fosse ampliada.

Add a comment

Conheça os principais riscos de empresas e agências que não investem em uma plataforma de ativos digitais  

Conheça os principais riscos de empresas e agências que não investem em uma plataforma de ativos digitais

Solução DAM evita incidentes de segurança da informação e uso indevido de imagens

Segundo uma pesquisa da Fiesp realizada em 2022, 53,3% das empresas do Brasil não têm plano de resposta para incidentes com vazamento de dados e somente 32% delas têm uma área dedicada aos problemas de cibersegurança. Projeções como essa têm preocupado cada vez mais as marcas, que estão procurando maneiras de evitar esse tipo de problema. Uma delas é o investimento em tecnologias como um DAM (Digital Asset Management ou Gestão de Ativos Digitais), solução que ajuda no armazenamento, organização e distribuição de conteúdos através de inteligência artificial.

De acordo com Adalberto Generoso, cofundador e CEO da Yapoli, martech referência na gestão de ativos digitais no Brasil, não ter um DAM hoje é deixar informações, documentos e outros materiais de grande importância expostos. “Quando dados contidos nos arquivos digitais estão espalhados em diversos dispositivos, como notebooks e celulares, que podem ser extraviados ou acessados por terceiros de forma indevida, há uma grande chance de incidentes acontecerem”, explica.

Não é à toa, que só nos últimos quatro meses, empresas como Hering, Salonline, Habib's, Firjan e Petrobras (por meio das agências Ogilvy e Propeg) contrataram a martech que já atende há mais de 3 anos a Havaianas em âmbito global, Flamengo e Portobello, para a implementação da tecnologia. O intuito das marcas com a contratação da solução é economia de tempo e custo, facilidade de reutilizar e redirecionar materiais, garantia de consistência de marca, automação de workflows, suporte ao crescimento de mercado, análises de dados, maximização do valor do ativo e, principalmente, segurança.

Outro risco que existe com a falta de uma ferramenta adequada é o uso indevido de imagens que podem ser veiculadas em diversos canais da marca, pois não há um controle de vigência na utilização desses arquivos. “No Brasil, o valor médio de indenização para um caso como esse é de R$ 20 mil, mas há a possibilidade de crescer exponencialmente considerando o alcance (local ou internacional) dos canais”, afirma Generoso.

Por fim, não investir em uma solução de gestão de ativos digitais também expõe a companhia à desatualização de materiais ou custos indevidos referentes à refação. “Na primeira situação, quando a agência não atende mais a empresa ou o material foi extraviado em alguma plataforma ou dispositivo, o custo médio de produção de novos recursos dessa categoria começa em torno de R$ 1 mil, podendo aumentar dependendo do formato, canal e desenvolvedor. Já na segunda, quando a versão oficial do material não está facilmente disponível a todos, o maior problema está na dificuldade da construção de marca”, finaliza o CEO da Yapoli.

Sobre a Yapoli

A Yapoli é a principal referência em gestão de ativos digitais do Brasil. A solução DAM ajuda grandes corporações na gestão, distribuição e organização de seus ativos digitais, sejam fotos, vídeos, documentos, etc. Criada em 2018, a empresa tem como propósito trazer agilidade, escalabilidade, segurança e redução de custos para as organizações, além de gerar inteligência no uso de seus arquivos. A Yapoli tem como clientes algumas das maiores empresas do país, como: Petrobras, Habib 's, Firjan Flamengo, Havaianas, Portobello e Groupe SEB. Em 2022, ficou entre as 100 startups To Watch da Pequenas Empresas & Grandes Negócios e está no Top 6 Martechs da 100 Open Startups.

Add a comment

Subcategorias

X

Buscar artigos