EO reuniu 120 empreendedores em Florianópolis para celebrar 10 anos de Entrepreneur's Organization (EO) no Brasil  

EO reuniu 120 empreendedores em Florianópolis para celebrar 10 anos de Entrepreneur's Organization (EO) no Brasil

Aprendizagem, família, networking e diversão. Com base nesses quatro pilares, empreendedores e suas famílias, totalizando mais de 160 pessoas, participaram de 9 a 12 de março do EO Retreat Brasil - Edição Especial de 10 Anos, em Florianópolis (SC). O evento também marcou a inauguração do capítulo da organização no Estado catarinense. Foi uma experiência única, com palestrantes, experiências esportivas com Lars Grael e Emanuel Rego, festas de celebração com shows de Marcelo Archetti, finalista do The Voice Brasil, e das bandas de rock Dazaranha e Ira Folk, no Café de La Musique e momentos para relaxar no Il Campanário Villaggio Resort.

A organização EO (Entrepreneur’s Organization) tem 35 anos de atividades no mundo e 25 na América Latina, e acaba de comemorar seus 10 anos no Brasil com a chegada a Santa Catarina.

Nove palestrantes abordaram temas como saúde e bem-estar, empreendedorismo feminino, liderança, negócios, família e desenvolvimento pessoal; economia, empreendedorismo e comunidade. São eles: Alejandro Winocur, Andressa Gulin, Antonella Satyro, Daniella Marques, Dyogo Schroeder e Sandra Loyola, Emanuel (Mano) Rego, Lars Grael e Warren Rustand.

Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal, comentou sobre a importância dessa iniciativa: “O empreendedorismo é o grande gerador de emprego no Brasil, é a maior rampa de ascensão social. É através dele que criamos oportunidade de independência financeira. É preciso criar oportunidades para as pessoas criarem riquezas”. Ela já mentorou mais de cinco mil mulheres no mercado financeiro. “O caminho para nós, mulheres, está aberto, é só ocupar”, concluiu.

Lars Grael, um exemplo de superação, além de ser o anfitrião de uma experiência para os participantes velejarem com ele, também contou sobre sua trajetória, inspirando a seguir navegando, seja num esporte ou nos negócios. “Tanto os atletas como empresários enfrentam dificuldades, precisamos aprender com as derrotas. É um ambiente competitivo, temos que ter estratégia, táticas, avaliação de mercado e, principalmente, perseverança”, afirmou.

Warren Rustand conversou ao vivo, direto dos Estados Unidos, com os participantes. Um dos fundadores da EO e ex-conselheiro da Casa Branca, ele comentou sobre as mudanças que ocorrem no mundo e como temos que nos transformar, como pessoa e empresários para acompanhar essas transformações: “Alguns de vocês estão começando como empreendedores, outros estão na segunda ou terceira geração da empresa. Tivemos pandemias, crises, inflação, guerras, políticas perturbadas. É um desafio, mas são nas crises que descobrimos nosso poder de mudança”.

O campeão olímpico Emanuel Rego, foi a atração de uma clínica de vôlei de praia e também conversou sobre seus desafios e conquistas no esporte. “Meu objetivo é inspirar as pessoas a serem campeões nas áreas que eles escolheram. Temos a visão de buscar um objetivo, construir algo. E para isso é preciso ter um planejamento para chegar ao alto nível. Além disso, são vários fatores envolvidos. No esporte, por exemplo, temos os treinos, a família, fãs, amigos, patrocinadores. É preciso uma visão ampla para administrar todas essas esferas”, concluiu.

Para Michael Fukuda, presidente da EO Curitiba e responsável pela edição de 10 anos do Retreat, foi uma experiência inesquecível para os empreendedores e suas famílias. “Impactamos de forma positiva nossos associados e associadas, trazendo uma programação com palestras motivadoras, que atingem a parte de liderança, enfrentamento de dificuldades, sem esquecer a relação com as famílias e momentos para relaxar com shows incríveis e promovendo conexões. E quem poderia se imaginar jogando vôlei com um campeão olímpico como Emanuel Rego ou velejando com o Lars Grael, também medalhista olímpico? Foi muito cativante”, contou. “Tivemos a oportunidade de estar com membros de outras cidades e também países, como Canadá, México e Nicarágua, e novos associados de Santa Catarina. Aproveito para agradecer o trabalho impecável da equipe da Zoli Eventos Exclusivos, que tornou toda essa programação cheia de experiência únicas possível, e de nossos apoiadores”, finaliza.

O Retreat de 10 Anos foi o primeiro evento produzido pela Zoli para a EO. “Foi um evento único e bastante dinâmico que demandou a organização e coordenação de fornecedores e prestadores de serviços. Foi uma experiência marcante e que deixará saudades. Esperamos estar juntos nos próximos eventos do grupo”, conta Cristiane Lissoni, da Zoli Eventos Exclusivos.

O EO Retreat Brasil - Edição Especial de 10 anos foi patrocinado pela XP e pela corretora franqueada da Prudential e contou com o apoio da EO LAC (América Latina e Caribe), Gonew, Revvo, Benkyou, Mili, Atena Capital, além da produção da Zoli Eventos Exclusivos.

Sobre a EO Entrepreneur’s Organization: A maior e mais influente rede peer to peer global de empreendedores. Uma Organização sem fins lucrativos, fundada em 1987 nos Estados Unidos. Presente no Brasil desde 2013 em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba, e agora em Santa Catarina. Possui hoje mais de 17.000 membros, em mais de 62 países ao redor do mundo.

O propósito da EO é ajudar os empreendedores a atingirem seu máximo potencial, tendo como pilares: Confiança e respeito; Pense grande, seja ousado; Sede de aprender e Juntos, nós crescemos.

A EO tem mais de 30 programas para empreendedores: de Mentoria (Mentorship) a Aceleração de Startups (Accelerator), da maior competição de jovens empreendedores como GSEA (Global Student Entrepreneurs Award) e o Under35, até programas para mulheres empreendedores como o Women of EO, sem falar do único MBA voltado para empreendedores do mundo, feito por empreendedores junto com o MIT, chamado EMT.

Para saber mais sobre a EO, acesse: https://hub.eonetwork.org/

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A popularidade das semijoias no Brasil destaca a relação entre qualidade e acessibilidade  

A popularidade das semijoias no Brasil destaca a relação entre qualidade e acessibilidade

De acordo com Paula Galvão, diretora da Jalde Semijoias, a área é repleta de inovação e tem sido cada vez mais explorada entre mulheres que buscam peças exclusivas e acessíveis

Conquistando um espaço cada vez maior no mercado da moda, as semijoias, diferentemente das bijuterias, são produzidas com materiais de qualidade superior e contam com maior durabilidade, além de oferecerem um acabamento mais refinado e sofisticado.

Nos últimos anos, o acessório se popularizou como uma opção acessível para quem deseja complementar seu look com um toque de elegância e, como em qualquer setor da moda, as tendências influenciam fortemente o universo das semijoias.

De acordo com Paula Galvão, diretora da [@jalde.semijoias]Jalde Semijoias, empresa brasileira que mais cresce no mercado atacadista do segmento, a marca está atenta às principais influências para o lançamento de novidades. “Além das coleções para datas comemorativas, como Dia das Mães, Natal e outras festividades, também estamos atentos para as mais diversas tendências em todo o mundo, o que facilita a elaboração de novas peças e conjuntos no futuro, evitando a repetição de produtos ou até mesmo a confecção de peças idênticas. A Jalde costuma oferecer opções inovadoras para os mais diversos tipos de público”, relata.

A diretora acredita que, cada vez mais, as pessoas buscam por peças exclusivas. “Nós, por exemplo, estamos extremamente conectados às tendências internacionais, principalmente as da Europa. Isso, atrelado à qualidade do material que utilizamos para a confecção, faz com que nossas produções sejam únicas no Brasil, agregando valor e exclusividade”, declara.

Para Paula Galvão, a diversidade de opções é fundamental para que a Jalde esteja cada vez mais presente no vestuário das mulheres. “Trabalhamos tanto com peças minimalistas, quanto com as mais robustas e exuberantes, mas sempre mantendo uma característica principal, que é a aparência e estética de joias verdadeiras, detalhadas e de altíssima qualidade. Isso é feito com o intuito de atingir públicos diferentes, mas que buscam as mesmas particularidades em suas semijoias”, pontua.

Os produtos da Jalde Semijoias são banhados a ouro três vezes e contam com agentes hipoalergênicos, tornando-se uma opção perfeita para presentear outras pessoas. “A maioria das semijoias nacionais são revestidas apenas uma vez em ouro, o que as torna menos valorizadas e, consequentemente, menos atrativas ao presenteado. Os nossos produtos contam com um preço extremamente competitivo no mercado e apresentam uma qualidade, realmente, acima do que é comumente encontrado nessa área comercial”, finaliza.

Sobre a Jalde Semijoias

A atacadista de joias é a empresa que mais cresce no mercado em que atua. Através da revenda direta, transforma a vida de milhares de mulheres que querem empreender. Para mais informações, acesse https://jalde.com.br/ ou pelo instagram @jalde.semijoias

 

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vSíndrome de Down, que atinge 1 em 700 bebês no Brasil, é mais comum na gravidez tardia  

Síndrome de Down, que atinge 1 em 700 bebês no Brasil, é mais comum na gravidez tardia

Cerca de 300 mil brasileiros nascem, anualmente, com Síndrome de Down, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Gravidez tardia aumenta a probabilidade, saltando para 1 a cada 350 recém-nascidos para mulheres acima dos 35 anos e para 1 a cada 100 bebês para mulheres acima de 40 anos. O teste genético permite o diagnóstico no pré-natal, com 99% de precisão. Para que o tema seja pauta a cada ano, a Organização das Nações Unidas (ONU) sancionou a data 21 de março como o Dia Mundial da Síndrome de Down

A Síndrome de Down, alteração genética produzida pela presença de uma cópia extra do cromossomo 21 (Trissomia 21) atinge, segundo o Ministério da Saúde, 1 a cada 700 nascidos vivos no Brasil. Essa probabilidade, por sua vez, aumenta conforme o avanço da idade materna. Comparativamente, aos 25 anos de uma mulher, o risco de dar à luz a um bebê com Síndrome de Down é de 1 para cada 1.300 nascimentos, enquanto aos 35 essa probabilidade é 1 de cada 350 bebês, chegando em 1 de cada 100 aos 40 anos de idade. A Organização das Nações Unidas (ONU) sancionou a data 21 de março como o Dia Mundial da Síndrome de Down, em 2011.

Os números associados com a idade materna se explicam pelo fato de a Síndrome de Down ser causada, principalmente, por erros na fase da meiose, durante o processo de divisão celular do embrião. Os riscos desses erros aumentam consideravelmente na medida em que avança a idade materna no momento da concepção. Ou seja, quanto maior a idade da mulher, maior a possibilidade de ter um bebê com a trissomia 21. A alteração genética que causa essa condição acontece na maioria das vezes de forma espontânea durante a formação do óvulo ou do espermatozoide, ou ainda, durante o desenvolvimento embrionário.

A presença da Síndrome de Down pode ser rastreada pelo teste pré-natal não invasivo (NACE), realizado a partir da décima semana de gestação por meio de uma simples coleta de sangue materno. Este teste identifica com mais de 99% de precisão a presença da trissomia do 21. O NACE tem um importante papel de rastreamento da Síndrome de Down, e o diagnóstico definitivo dessa condição pode ser feito a partir da realização de amniocentese, procedimento pelo qual se coleta uma amostra de líquido amniótico para que se possa, então, realizar a análise de cariótipo do feto. No entanto, por se tratar de uma coleta invasiva, há um risco, ainda que pequeno, para a gestação. Assim, a utilização do NACE, exame de sangue que investiga possíveis alterações cromossômicas, pode evitar a realização desnecessária de uma amniocentese, que passa a ser indicada nos casos em que o resultado do NACE identifica a presença de alguma alteração.

Genética, mas raramente hereditária – As células do corpo humano contam com 46 cromossomos, distribuídos em 23 pares. Porém, durante a gravidez podem acontecer mutações que alteram a composição normal dos cromossomos, resultando na Síndrome de Down, outras síndromes cromossômicas ou um abortamento, a depender dos cromossomos afetados.

A Síndrome de Down é causada por um número a mais do cromossomo 21 conhecida como trissomia, ou seja, três cromossomos no lugar de dois. Na maioria das vezes a cópia extra do cromossomo 21 tem origem no óvulo, e com menos frequência tem origem no espermatozoide. Em último lugar, está a possibilidade dessa alteração surgir após a fecundação, durante o desenvolvimento do embrião.

Essa alteração genética pode ocorrer por três motivos diferentes, identificados por meio da observação dos cromossomos, visto que as características físicas e comportamentais tendem a ser semelhantes. Os portadores, em 95% dos casos, nascem com Trissomia 21 em cada uma das células do corpo humano. Essa é a forma mais comum, intitulada “trissomia simples”. Muito raramente, em cerca de 1-2% dos casos, ocorre o mosaicismo, no qual algumas células têm três cópias do cromossomo 21, enquanto outras têm as duas cópias usuais.

E existe então uma terceira situação, chamada de Translocação Robertsoniana, responsável por 4% a 6% dos casos. Uma parte ou cópia do cromossomo 21 se funde a outro cromossomo acrocêntrico diferente, em vez de ser anexado a um cromossomo 21 separado. Diana Frazzato, biomédica geneticista da Igenomix Brasil, esclarece: “Uma mulher, por exemplo, mesmo possuindo uma translocação entre os cromossomos 14 e 21, “grudados”, ainda sim possui uma cópia de cada um desses cromossomos não translocada, ou seja, separadas. Sendo assim, pode formar óvulos que tenham o cromossomo 14 e 21 separados; nesse caso, se o óvulo for fecundado, teremos um embrião com a quantidade cromossômica normal. Essa mulher também pode formar óvulos com os cromossomos 14 e 21 grudados (translocados), os embriões formados a partir desses óvulos teriam a quantidade correta de material genético, não manifestando a Síndrome de Down, mas apresentariam a mesma translocação que a mãe,”, explica.

Portanto, acrescenta Diana Frazzato, apenas na situação de Translocação Robertsoniana podemos falar em transmissão hereditária. Em todos os casos de Síndrome de Down, mas especialmente nos casos de trissomia 21 por translocação, é importante que os pais tenham aconselhamento genético para determinar seu risco. Não há causas comportamentais e ambientais conhecidas da Síndrome de Down.

A geneticista ressalta que, hoje, descobrir se um feto possui a trissomia do 21, relacionada à Síndrome de Down, é muito mais fácil e seguro do que há algum tempo, quando era preciso esperar o nascimento para ter certeza do diagnóstico. A triagem pré-natal não invasiva baseada em DNA, também conhecida como teste pré-natal não invasivo (NIPT/NACE), é um tipo de investigação baseada na análise do DNA fetal circulante presente no sangue materno. Para sua realização é necessária uma simples amostra de sangue materno que pode ser realizada a partir da décima semana de gestação. Sua "não invasão" tornou possível tornar essa análise muito difundida. Os riscos são de fato zero para o feto e para a mãe.

Há também a análise cromossômica ou cariótipo, um teste capaz de avaliar o número e a estrutura dos cromossomos de uma pessoa, a fim de procurar qualquer anormalidade. É um exame que requer pessoal especializado tanto para a realização quanto para a interpretação dos resultados. O procedimento é feito após extrair sangue venoso periférico ou por biópsia de tecido ou aspiração de medula óssea. Em mulheres grávidas, consiste em colher uma amostra de líquido amniótico ou vilosidades coriônicas (para análise fetal).

Se um ou ambos os membros do casal tiverem uma translocação cromossômica, é aconselhável recorrer ao tratamento de fertilização in vitro (FIV) com diagnóstico genético pré-implantacional (PGD) para alcançar a gravidez desejada. “É importante que esses casais, que identificam que possuem essa alteração, passem por um processo de reprodução assistida de fertilização in vitro para fazer essa análise de embriões”, pontua Diana, que também recomenda falar com um conselheiro genético antes do teste e novamente depois de obter os resultados. O aconselhamento genético é importante para orientar a avaliar os riscos e benefícios dos testes, assim como entender o que os resultados significam.

Por que é importante diagnosticar a Síndrome de Down

As pessoas com Síndrome de Down podem ser afetadas de diferentes formas e, quanto mais precoce for o diagnóstico, melhor será o acompanhamento, qualidade de vida e evolução clínica. As alterações mais comuns são:

- Anomalias congênitas que afetam o coração.

- Problemas nos olhos, como catarata.

- Problemas digestivos, como bloqueio gastrointestinal e problemas crônicos de intestino preso.

- Problemas auditivos

- Deslocamento do quadril

- Apneia do sono

- Desenvolvimento tardio da arcada dentária

- Hipotireoidismo

- Diferentes níveis de deficiência intelectual

Sobre a Igenomix

A Igenomix é um laboratório de biotecnologia que ajuda no sucesso dos tratamentos de Reprodução Assistida, diagnóstico e prevenção de Doenças Genéticas parte do grupo Vitrolife. Juntamente com clínicas e médicos em todo o mundo, investiga como a medicina de precisão, por meio da genômica, pode salvar vidas. Atuante em mais de 80 países, conta com 25 laboratórios genéticos. Com quase 500 publicações científicas e seis patentes, é um importante produtor de ciência em saúde reprodutiva e genética.

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47% dos brasileiros pretendem reduzir o consumo de carne em 2023  

47% dos brasileiros pretendem reduzir o consumo de carne em 2023

Neste Dia Mundial Sem Carne, lembrado em 20 de março, a Bio Mundo reforça seu compromisso e convida a sociedade a refletir sobre a alimentação saudável e a suplementação adequada

A data faz parte de uma ação para incentivar as pessoas a consumirem menos carne, que começou como um movimento de uma ONG nos Estados Unidos, e que aos poucos foi aderida por outras pessoas ao redor do mundo.

Um levantamento realizado pelo The Good Food Institute Brasil (GFI Brasil) indicou que o consumo das carnes bovina, suína, de frango e de peixe caiu 67% entre os brasileiros na sua última pesquisa em relação ao ano anterior. Isso ocorreu diante do impacto dos preços mais altos dos produtos e da busca por hábitos mais saudáveis, que passam por maior adoção das proteínas de origem vegetal. A mesma pesquisa também notou que, do total de consumidores que diminuíram a carne na alimentação, 47% pretendem reduzir ainda mais em 2023.

Esses dados sofrem influência devido ao leque de denominações para os diversos tipos de dietas em consequência da restrição/escolha alimentar. Veganismo, vegetarianismo, crudivorismo, apivegetarianismo e frugivorismo são algumas dessas dietas que a carne fica totalmente de fora do cardápio.

Segundo a nutricionista Fernanda Larralde, especializada em Nutrição Esportiva, Saúde da Mulher e Fitoterapia, formada em Coaching Nutricional e palestrante, parceira da Bio Mundo (rede de lojas de produtos naturais e nutrição esportiva, referência em oferecer saúde e bem-estar), as mudanças de hábitos partem de algo ainda maior. "O que leva as pessoas a mudarem o estilo de vida, principalmente em relação a alimentação está muitas vezes associada a uma ideologia, seja a preocupação com os animais e o meio ambiente, a influência de familiares, motivos religiosos ou espirituais e, em alguns casos, isso ocorre em decorrência de alguma condição clínica. Porém, cada uma delas tem o seu valor e peso individual," afirma Larralde.

Mais da metade (52%) dos brasileiros reduziu o consumo de carne nos últimos 12 meses por escolha própria, segundo a mesma análise. Além disso, praticamente dois em cada três consumidores (65%) consomem alguma alternativa vegetal (legumes, grãos, frutas) em substituição aos produtos de origem animal pelo menos uma vez por semana, enquanto no ano anterior esse percentual era de 59%.

De acordo com a Fernanda, a carne vermelha se destaca principalmente por proporcionar ferro e vitamina B12 - dois nutrientes que, caso estejam em falta no organismo, causam anemia (ferropriva e perniciosa, respectivamente).

"Parar de comer carne tem suas vantagens e desvantagens. A carne é uma das principais fontes de proteínas, cálcio, vitamina B12, minerais extremamente importantes como o ferro e outros. Por exemplo, no caso do ferro, o chamado ferro heme (Fe 2+), também chamado de ferro ferroso ou orgânico, é encontrado apenas em alimentos de origem animal, como carnes, aves e frutos do mar, a partir da hemoglobina e da mioglobina provenientes desses produtos. Então, ao passar para uma dieta mais restrita, a pessoa precisa ter um acompanhamento nutricional para assim compensar esses nutrientes e fazer uma suplementação adequada," continua ela.

Por outro lado, a carne possui gordura e colesterol que, quando consumida em excesso, pode fazer mal ao corpo a longo prazo. A escolha por parar de comer carne pode contribuir para reduzir os riscos de doenças cardiovasculares, emagrecimento, diminuição do colesterol, melhora da microbiota intestinal, entre outros.

Agora, o maior desafio é não só deixar de consumir a carne, mas saber escolher o melhor alimento para substituir e compor a necessidade nutricional diária. "As dúvidas sobre os alimentos que substituem a carne são frequentes, por isso, é extremamente necessário fazer avaliações clínicas regularmente. Através de exames é possível identificar a necessidade de suplementar e repor cada nutriente de maneira correta, mas é claro, alguns alimentos já são indicados de forma tabelada nas consultas, que podem complementar a alimentação de qualquer pessoa adepta da dieta mais variada," informa a nutricionista.

Os alimentos mais importantes para compor um prato nutritivo independente da dieta são a soja (dê preferência, orgânica), o tofu, ervilha, grão-de-bico, feijão, lentilha, amêndoa e cereais em geral. Todos esses itens podem ser facilmente encontrados em lojas de produtos naturais, como a Bio Mundo. Hoje ela possui o portfólio mais completo para proporcionar saúde e bem-estar com um mix de itens, incluindo produtos diet, light, integrais, veganos, funcionais, sem glúten, sem lactose e suplementos vitamínicos e esportivos. Somente o granel das unidades somam mais de 300 produtos, como: castanhas, farinhas, temperos, chás, grãos, frutas desidratadas, dentre outros.

"É importante abrir o leque alimentar e investir em leguminosas, como a soja, a lentilha, a ervilha e o grão-de-bico, que são úteis na tarefa de ingerir proteínas. Além disso, é importante incluir cereais integrais, hortaliças, cogumelos, algas e, claro, gorduras saudáveis como a do azeite de oliva, sementes e oleaginosas. E para facilitar a absorção do ferro contido nos legumes, a recomendação é incluir na refeição uma fonte de vitamina C, que pode ser uma fruta cítrica como a laranja, o limão, a acerola e o morango," finaliza Fernanda.

No caso da carne, alimentos para substituí-la são fáceis de encontrar, mas quanto maior a variedade e qualidade no sabor, melhor será e o desejo de consumir produtos de origem animal também será menor. O fato é que o segredo está na diversidade, por isso, a Bio Mundo pensou em proporcionar uma grande variedade e qualidade dos produtos, e assim assegurar que os adeptos das mais diversas dietas possam encontrar todos os itens necessários para o dia a dia, para a saúde e suplementação em um só lugar.

Sobre a Bio Mundo

A Bio Mundo, rede de lojas de produtos naturais e nutrição esportiva, foi fundada em 2015, em Brasília, pelo empresário Edmar Mothé ao lado dos filhos Rafael, Bruna e Adriana. Suas filhas, em especial, já consumiam e "faziam parte" do universo mais saudável e fitness, o que colaborou e incentivou o início de toda a criação.

Possui mais de 150 lojas espalhadas em 17 estados do Brasil em apenas 7 anos de história. Conta com 3.000 produtos em prateleira e mais de 300 opções de produtos à granel.

É a vencedora do Prêmio Líderes do Brasil, com case de expansão regional e nacional e dona do Selo de Excelência em Franchising pela Associação Brasileira de Franchising - ABF.

 

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15º Seminário Femipa: evento vai discutir estratégias para garantir a sustentabilidade dos hospitais filantrópicos  

15º Seminário Femipa: evento vai discutir estratégias para garantir a sustentabilidade dos hospitais filantrópicos

Em 2023, o Seminário Femipa atinge a importante marca de 15 edições de sucesso, consolidado como um importante espaço para debate e para troca de experiências, trazendo sempre assuntos atuais e relevantes para o dia a dia dos hospitais. Neste ano, o encontro vai acontecer entre os dias 28 e 30 de março, na Associação Médica do Paraná (AMP), em Curitiba (PR), com o tema principal “A saúde não pode esperar – estratégias para garantir a sustentabilidade dos hospitais filantrópicos”. As inscrições estão abertas até 21 de março, com valor promocional. Depois dessa data, somente presencialmente, na secretaria do evento.

Confira abaixo um resumo do Seminário!

Programação principal e salas temáticas

No dia 29 de março, a partir das 09h30, acontece a abertura oficial do evento. Em seguida, está prevista a palestra sobre o “Plano do governo estadual para a saúde”, com o secretário de Estado da Saúde, César Augusto Neves Luiz. No segundo painel da manhã, Ana Maria Malik, médica e doutora em Medicina Preventiva pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), fará uma análise do cenário da Saúde para os próximos quatro anos.

Neste dia, a programação principal será somente pela manhã, pois, à tarde, acontecem as salas temáticas Gestão de pessoas, Gestão da Infraestrutura e Logística Hospitalar, Gestão da Assistência e Segurança do Paciente e Gestão Hospitalar.

Já no dia 30 de março, o grande auditório recebe palestras nos dois períodos. A primeira da manhã discutirá "Os reflexos do rol de procedimentos para operadoras e prestadores de serviços de saúde", com as participações de Paulo Roberto Vanderlei Rebello Filho, presidente da ANS; Renato Freire Casarotti, presidente da Abramge; Paulo Roberto Fernandes Faria, presidente da Unimed Paraná; e Simonei Bonato, diretor institucional de Saúde Suplementar da CMB. Depois, Flaviano Feu Ventorim, diretor-presidente da Fundação São Francisco Xavier, de Minas Gerais, e Adriano Matheis Londres, fundador Arquitetos da Saúde, do Rio de Janeiro, falarão sobre "O custo da desconfiança: relacionamento operadoras e prestadores".

Na parte da tarde, para fechar o 15º Seminário Femipa, estão previstos mais dois painéis - "O hospital, a gestão eficiente e o impacto na comunidade" e "SUS: o que esperar para os próximos 4 anos" – e a cerimônia para reconhecer os vencedores do 5º Prêmio Femipa de Melhores Práticas e Criatividade e do 4º Prêmio Femipa de Jornalismo.

Pré-eventos

Além da programação principal, o Seminário terá também os tradicionais pré-eventos, que acontecem no dia 28 de março.

O 9º Encontro de Assessores de Comunicação da Femipa terá palestras sobre Direitos autorais na Comunicação, Endomarketing estratégico, Indicadores de comunicação para mensurar resultados, Captação de recursos e o case do Hospital Cajuru.

Para o 8º Fórum de Direito da Saúde da Femipa, já estão definidos os temas “Liderança e ética na saúde: como se colocar frente aos novos desafios do setor”; “Compliance em instituições de saúde: principais avanços e desafios da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba”; “Nome social e outros da população LGBTQIAPN+ nos serviços de saúde: orientações e experiência da SESA/PR”; e “Principais aspectos probatórios em processos envolvendo e responsabilidade civil do médico e do hospital”.

A novidade da edição é workshop sobre rotinas do departamento de Recursos Humanos, com palestras sobre benefícios do INSS, cotas legais e riscos e cuidados com o processo da folha de pagamento.

Patrocinadores confirmados

Um evento de sucesso como é o Seminário Femipa não é feito sozinho e conta com a parceria de diversas empresas, que apostam na força e na popularidade do encontro para divulgarem seus produtos ou serviços. A 15ª edição é uma realização da Femipa, com correalização da Unimed Paraná; patrocínio Diamante de Sanepar; patrocínio de Air Liquide, Bionexo, Magnamed e MV; copatrocínio de Azevedo Consultoria, Condor, Formathos, Mendel, Morhena Hospitalar, Sisprime e SPDATA; apoio de Fator RH, Gesti, Valor Saúde e XHL; e apoio institucional de AMP, CCI França-Brasil, CMB, CRA-PR, CRM-PR, FBAH, Fehosc, Fehosp, Fehospar, Parlons Santé, Sindhosfil e Sindipar.

Inscrições

Até o dia 21 de março, as inscrições com valor promocional custam R$ 650,00 para hospitais afiliados à Femipa; R$ 750,00 para demais instituições e profissionais da área da Saúde; e R$ 450,00 para estudantes de graduação. Além disso, a cada quatro inscrições pagas de um mesmo hospital, a quinta é cortesia. É importante lembrar que, ao se inscrever para o evento principal, o participante terá acesso também aos pré-eventos.

Serviço:

15º Seminário Femipa

Data: 28, 29 e 30 de março

Local: Associação Médica do Paraná (AMP), em Curitiba

Informações e inscrições: www.seminariofemipa.org.br 

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