Projetos multiplataforma ganham velocidade no comercial do Grupo Ric

Projetos multiplataforma ganham velocidade no comercial do Grupo Ric

Contratação de Vivian Sens acelera o planejamento multimídia em todos os veículos

Com 23 anos de experiência na área comercial, Vivian Sens é a mais nova aquisição do Grupo Ric, contratada para atuar como gerente omnichannel sob a liderança do também recém chegado diretor executivo Henrique Kirilauskas. A dupla assume o desafio de consolidar o lançamento de projetos comerciais multiplataforma para o mercado da Região Metropolitana de Curitiba e região dos Campos Gerais.

À frente da equipe comercial da RICtv, das rádios Jovem Pan FM e News e do Digital, Vivian também tem por missão turbinar a área de negócios da plataforma de estilo de vida TOPVIEW, projeto que vai incorporar novas estratégias comerciais no meio digital e no segmento de eventos físicos, integrando todos os veículos do Grupo Ric. "Vejo um mar de oportunidades. O mercado busca um atendimento único e exclusivo. Nossa equipe comercial está preparada para oferecer ao cliente muito mais do que uma venda, mas um atendimento personalizado, de acordo com o que ele precisa. Esse é um dos nossos objetivos: transformar, inovar e entregar", diz Vivian, que atuava como head comercial dos verticais de soft news da Gazeta do Povo, depois de ter passado pela Unimed Curitiba e pela indústria farmacêutica.

"Esses movimentos visam à construção de uma estrutura organizacional cada vez mais orientada por uma gestão de resultados, pautada por transparência, objetividade e engajamento. A evolução nas estratégias comerciais atende a uma necessidade do mercado e, acima de tudo, presta atendimento ainda mais customizado para os nossos clientes", explica o diretor corporativo Marcelo Requena, que lidera toda a área comercial do Grupo Ric, no Paraná.

O desafio da diretoria de Kirilauskas, com o reforço de Vivian Sens, é reforçar o planejamento multi canal dedicado a aumentar a proximidade entre a audiência e as marcas dos clientes. Em 2022, um dos grandes projetos do Grupo Ric foi a mudança da própria marca para refletir o seu propósito de ser cada vez mais crossmedia.

Sobre o Grupo Ric

Fundado na década de 1980 por Mário Petrelli e o filho Leonardo Petrelli, o Grupo Ric é um dos maiores grupos de comunicação do Paraná e o único a atuar com produtos multiplataforma que alcançam audiências complementares. Desde o perfil de público mais simples ao mais exigente, crítico e de maior poder aquisitivo, todos os paranaenses podem ser impactados por um de seus produtos de comunicação. Os canais de distribuição do Grupo são formados por quatro emissoras de TV afiliadas à Rede Record - RICtv TV Curitiba, RICtv Maringá, RICtv Londrina e RICtv Oeste, cobrindo 99% do território paranaense-, as rádios Jovem Pan FM Curitiba, Jovem Pan FM Ponta Grossa e Jovem Pan FM Cascavel, as rádios Jovem Pan News Curitiba, Londrina e Maringá, a Folha FM Londrina, o portal RIC Mais e a plataforma de estilo de vida TOPVIEW. Além disso, o Grupo Ric presta serviços de produção audiovisual e marketing de relacionamento para o mercado por meio de suas unidades de negócios: RIC Podcast, RIC Lab, RIC Rural Hub, RIC Play e a plataforma de influenciadores SPARK. A Quintal Ventures responde pelo investimento em startups inovadoras e o braço social é atendido pelo Instituto RIC.

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Expansão do agronegócio exige novas qualificações para homens e mulheres do campo

Expansão do agronegócio exige novas qualificações para homens e mulheres do campo

Além da assistência do plantio à colheita, novos agrônomos precisam entender de tecnologia, saber lidar com pessoas e estarem abertos a novos aprendizados

O agronegócio brasileiro se desenvolve cada vez mais e conquista novos recordes seguidos. Nas últimas cinco décadas, o Brasil passou de importador de alimentos para um dos maiores produtores e exportadores mundiais, fornecendo comida para cerca de 1,5 bilhão de pessoas em diferentes países.

Dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento mostram que o Valor Bruto da Produção Agropecuária brasileira em 2022 fechou com 1,189 trilhão de reais. As lavouras faturaram R$ 814,77 bilhões e a pecuária chegou a R$ 374,27 bilhões. Para 2023, a estimativa é crescer 6,3%.

Mas para alcançar esses números, a cadeia do setor, o homem e a mulher do campo tiveram que se adaptar às novidades e buscar novos conhecimentos. Da antiga enxada ao uso de drones, da porteira aos softwares de gestão, quase tudo evoluiu. Assim, o profissional do agronegócio que o mercado exige para os dias de hoje – e não no futuro – também precisa ter uma visão global do segmento.

Ineditismos na Vertical do Agro

“De olho nessa realidade, criamos a Vertical do Agro; um ecossistema inovador no Brasil, com soluções diferenciadas que ajudam a gerir a carreira do estudante desde quando ele pensa em fazer a graduação superior até depois de formado”, explica o coordenador do curso de Agronomia do Centro Universitário Integrado, Marcelo Savoldi Picoli.

A iniciativa se baseia em três pilares que envolvem educação, inovação e sustentabilidade. A nova matriz curricular foi estruturada em formato inédito no país, com disciplinas interligadas e complementares. Cada módulo é formado por três disciplinas, sendo que duas funcionam como base para a aplicação dos conhecimentos a uma terceira.

Nas subdivisões ao longo do curso o estudante terá contatos com problemas reais para vivenciar e criar soluções aplicáveis, vai ter acesso a conteúdos especiais de negócios ou de tecnologias criados pelos maiores nomes do mercado do agro brasileiro; ações que poucas universidades do país fazem e que trazem diferenciais para a jornada de aprendizado do estudante.

“Por tudo isso, nossos acadêmicos vão aprender sobre o solo, as plantas, produção vegetal, máquinas autônomas, melhoramento genético, internet das coisas, gestão financeira, recursos humanos, logística, venda, exportação, meio ambiente e sustentabilidade, comunicação, negociação, habilidades socioemocionais, foco em resultados e muito mais”, destaca Rafael Zampar, doutor em Ciências e Diretor de Negócios do Integrado.

Combinatividade

No Integrado, já no primeiro ano de agronomia, o aluno escreve seu projeto de vida e tem mentorias com grandes profissionais do mercado que o ajudam a revisitar esse conteúdo regularmente para construir e direcionar o rumo da carreira – trabalho diferenciado e raro nas universidades brasileiras.

Essas combinatividades [junção de boas ideias de universos diferentes para criar algo novo] trazem mais significado aos conteúdos e às competências exigidas pelo mercado atual. Isso auxilia os novos profissionais do agro e proporciona uma visão holística do trabalho e das áreas de atuação, que são imensas e repletas de oportunidades”, fala Zampar.

Aprender a aprender

O Brasil é um dos grandes protagonistas do agronegócio mundial. Com sua enorme extensão territorial e a ampla quantidade de recursos naturais (biomas, hidrografia, solos férteis), o desafio para as novas gerações de agrônomos engloba a compreensão das mudanças socioeconômicas e espaciais na agricultura, o aumento da produtividade sem o desmatamento, as mudanças climáticas e seus riscos.

Da mesma forma, a convergência de tecnologias e conectividade para o meio rural, a agregação de valor às cadeias produtivas, a sustentabilidade do negócio e o protagonismo dos consumidores que desejam alimentos rastreados, com menos agrotóxicos e menos impactos ambientais se traduzem em necessidades imediatas para os novos engenheiros agrônomos.

“Dessa maneira, o novo homem e mulher do campo devem estudar cada vez mais, ir além dos aprendizados tradicionais e se diferenciar. Quem se destacar na multidão será muito valorizado, requisitado e terá uma carreira com infinitas possibilidades”, destaca Picoli.

Pioneirismo

Considerado uma referência no ensino do agro há 24 anos, o Centro Universitário Integrado foi pioneiro no Brasil em oferecer a graduação em agronomia no período noturno. A partir de 2023, o curso também será disponibilizado na modalidade semipresencial.

As aulas presenciais vão acontecer desde o primeiro semestre e serão realizadas uma vez por mês, o dia todo, aos sábados, numa fazenda experimental própria com 100 hectares localizada no município de Campo Mourão (PR). O espaço tem moderna infraestrutura com casas de vegetação climatizadas, sistema de integração lavoura-pecuária, irrigação, áreas para pesquisas com empresas do setor, ambientes demonstrativos para dias de campo, galpão e muito mais.

O Integrado também é a primeira instituição de ensino do Brasil a se conectar ao AgTech Garage – o principal hub de inovação aberta do agronegócio da América Latina e um dos maiores do mundo. Essa parceria entre a academia e o mercado traz aos estudantes uma formação técnica, prática, multidisciplinar, diferenciada e permite o intercâmbio com mais de 80 empresas do segmento e mais de 900 startups.

Além do hub de inovação, o Integrado também possui parceria com outras empresas do agro como CESB, Agrológica, Fornarolli, Elevagro, Copacol, Pro Solus, Spraytec, INT, Tecfield, C.Vale, Diamante Fertilizantes, Pedreira Itaipu, IDR-Paraná, Trucker do Agro, Maria Macia, Agroflux, Digifarmz e 1000Agro.

Berço do agronegócio

Outro diferencial para o estudante de agronomia do Integrado será vivenciar a prática na região que é considerada o berço do agronegócio no Paraná, altamente tecnificada e uma das mais produtivas do Brasil.

“Mais de 20 empresas buscam nossos acadêmicos para estágios e a maior parte acaba efetivada. Para ter uma ideia, 30% dos agrônomos de uma grande cooperativa do país saíram de nossa instituição”, orgulha-se Rafael Zampar.

Campo fértil

Se nas décadas de 1960 e 1970 o Brasil vivia processos de industrialização e urbanização que não encontravam correspondência no setor agrícola do país, a situação mudou radicalmente quando novos métodos de plantio conseguiram tornar comum a produção de duas safras dentro do mesmo ano, um fenômeno que era raríssimo em todo o mundo.

O coordenador do curso de Agronomia do Centro Universitário Integrado comemora essa nova realidade e lembra que novas mudanças virão pela frente, que vão ajudar a mudar a figura do agricultor para dar a ele traços de empresário de um importante segmento que move o Brasil para frente.

“O agronegócio chama atenção e desperta curiosidade graças à capacidade de expansão, produção, inovação, geração de oportunidades em várias regiões e uso de mão de obra cada vez mais qualificada. Assim, os novos agrônomos e aqueles que investirem em conhecimento terão campo fértil e rentável por muitos anos”, complementa Marcelo Savoldi Picoli.

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RodOil amplia operação em Minas Gerais

RodOil amplia operação em Minas Gerais

O segundo centro de distribuição da distribuidora no estado fica na cidade de Betim e permitirá expandir o atendimento para região metropolitana e cidades próximas da capital mineira

A RodOil, quinta maior distribuidora do país em número de postos, começa 2023 dando sequência ao seu plano de expansão. A segunda operação no estado de Minas Gerais, que fica na cidade de Betim, iniciará as operações na primeira semana de fevereiro e será responsável inicialmente pela distribuição de 1.500m³ de produtos. O primeiro centro de distribuição fica na cidade de Uberlândia, que atualmente comercializa 3.000 m³/ mês.

No estado, a RodOil é responsável pelo abastecimento de mais de 100 postos de combustíveis. Com a abertura deste novo ponto de distribuição a expectativa é dobrar os postos atendidos em 2023. A operação em Betim permitirá o atendimento da região metropolitana de Belo Horizonte e cidades dentro de uma distância de 100 km da capital mineira.

Atendendo mais de 1.500 postos bandeira branca e ultrapassando os 500 postos com marca própria, a RodOil atua em sete estados brasileiros - Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás. “Essa nova operação nos permitirá expandir nossa atuação e proporcionar mais agilidade na entrega dentro de MG, neste grande e importante mercado brasileiro. Pretendemos seguir a nossa expansão em 2023, qualificando os serviços nos estados que atuamos e conquistando novas praças”, destaca o presidente da RodOil, Roberto Tonietto.

A RODOIL

Quinta maior distribuidora do país em número de postos, a RodOil conta com mais de 500 postos sob sua bandeira, atendendo mais de 1.500 postos no mercado spot. Fundada em 2006 em Caxias do Sul/RS, é reconhecida pela sua solidez e contínua expansão. Atua em 29 bases operacionais distribuídas nos sete estados de atuação da marca.

Além da revenda de combustíveis (gasolina comum e aditivada, etanol, diesel S10 e S500 comum e aditivado), oferece aos revendedores a gasolina DuraMais+, bem como uma linha completa de lubrificantes, em parceria com a Mobil. A empresa possui ainda uma rede de lojas de conveniência que leva a marca Trishop.

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Dia Mundial de Combate ao Câncer: doença nos ossos pode levar à amputação dos membros e necessidade do uso de próteses em 30% dos casos

Dia Mundial de Combate ao Câncer: doença nos ossos pode levar à amputação dos membros e necessidade do uso de próteses em 30% dos casos

Tumor atinge principalmente crianças e adolescentes. Evolução na tecnologia dos equipamentos garante maior mobilidade e independência aos usuários

Osteossarcoma. O nome, que por si só já assusta, designa um tipo de câncer agressivo que atinge os ossos principalmente nas crianças e adolescentes. E em cerca de 30% dos casos, a doença evolui de tal forma que é necessária a amputação de membros, conforme da Revista Rede Câncer, publicação do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Neste sábado (4), Dia Mundial de Combate ao Câncer, nos casos em que ocorre retirada de membros, o desenvolvimento de próteses com tecnologia cada vez mais avançada permite que os pacientes retomem as atividades diárias com mais segurança.

A fisioterapeuta Stefanie Malinski, de 26 anos, que mora em Porto Alegre (RS), enfrentou a doença em 2011, quando iniciou a quimioterapia. O câncer atingiu o joelho e a tíbia esquerda (osso que compõe a canela). Os médicos, a princípio, realizaram uma cirurgia que resultou na implantação de uma prótese interna, em uma tentativa de evitar a amputação. Porém, a limitação nos movimentos e as dores tornaram a decisão pela retirada do membro mais próxima.

"Foram seis anos difíceis de limitação. Quando o médico me recomendou a amputação eu concordei rapidamente e minha família me apoiou. Eu entendi que seria melhor para mim considerando que as tecnologias disponíveis são avançadas e poderiam me ajudar na mobilidade", explica a fisioterapeuta. Em abril de 2017 ela realizou a cirurgia e, dois meses depois, fez sua primeira protetização (processo de construção da prótese) na clínica da Ottobock de Porto Alegre, empresa alemã referência na produção desses equipamentos.

O acompanhamento pós-cirúrgico

Segundo o médico fisiatra Dr. Victor Leite, especialista em reabilitação oncológica, esses tumores são mais comuns em ossos longos, em especial nos membros inferiores, como foi o caso de Stefanie. O médico aponta para dois grupos de pacientes: aqueles que a cirurgia curou a doença e outros que precisam de assistência maior, devido a possíveis complicações. “É indicado acompanhamento regular com oncologista, nutricionista, fisiatra e fisioterapeuta. Tudo vai depender de evolução de cada pessoa. Se lidamos com um paciente com perda de massa muscular, por exemplo, as consultas são mais regulares. Se o quadro é mais estável e não tem doenças com impacto mais significativo, as visitas aos especialistas são menos regulares”, afirma.

Novo joelho, mais independência

Em junho de 2022, a fisioterapeuta, que já utilizava próteses havia cinco anos, foi convidada pela Ottobock para a protetização de um novo joelho: o Dynion, lançado oficialmente durante a ABOTEC, evento da Associação Brasileira de Ortopedia Técnica, realizado em setembro do mesmo ano em Foz do Iguaçu. Stefanie realizou testes e se adaptou bem ao novo equipamento. "Sinto mais segurança ao caminhar, descer rampas e escadas, mesmo que a prótese antiga tenha sido bastante importante para minha rotina. A tecnologia que uso agora é bastante avançada e permite que eu realize as atividades sem preocupação com a distribuição do peso corporal sobre a prótese", explica.

O joelho mecânico que a fisioterapeuta utiliza possui um mecanismo hidráulico de rotação integrado. Graças a essa tecnologia, os usuários podem lidar com velocidades diferentes na hora de andar e com diversos tipos de solo. O equipamento ainda possui um modo ciclismo, e o joelho ainda conta com uma trava manual, que fornece suporte para que o usuário possa permanecer em áreas úmidas ou ficar de pé por um período prolongado. O equipamento também é resistente à água.

Conforme o especialista, a prótese é um mecanismo importante na reabilitação dos pacientes, seja pelo ganho de independência, pela estética ou para o tratamento de possíveis dores fantasmas (quando a pessoa sente sintomas como queimação e pontadas no membro como se não houve ocorrido a amputação). “A presença da prótese é um feedback interessante para reduzir a dor fantasma. Utilizar a recuperação imagética cerebral, sentir a prótese no lugar do membro também tem um papel importante”, diz.

Das clínicas para as piscinas

O novo joelho utilizado por Stefanie também auxilia em uma atividade que ela começou a praticar após a cirurgia: a natação. Ela iniciou no esporte em 2019 e desde então tem aumentado seus treinos e participações em competições, até mesmo em nível nacional. Em 2021, por exemplo, participou do Campeonato Brasileiro de Natação e, em novembro de 2022, esteve em uma competição local em Fortaleza (CE). "É uma atividade para a qual tenho me preparado bastante e as próteses me auxiliam nos treinos. Vejo que paratletas estão cada vez mais preparados com o uso dessas tecnologias e isso me deixa animada para participar também”, comenta.

Para o médico fisiatra, a trajetória de pessoas como Stefanie pode ser classificada como uma ressignificação de vida após um processo traumático de perda do membro. Isso, segundo ele, é possível durante o tratamento e protetização. “Percebemos casos de pessoas que mudam seu estilo de vida e que passam a praticar esportes, algo que não faziam antes da cirurgia. Por isso a prótese é interessante e uma ferramenta ótima para recuperar funções e qualidade de vida”, diz.

Experiência de quem usa e estuda

Stefanie já fazia a faculdade de Fisioterapia antes de precisar da amputação, mas o uso da prótese fez com que ela se interessasse mais pelas tecnologias e pela troca de experiências com pessoas que precisam utilizar algum equipamento. Ainda que, na rotina diária de trabalho, ela não atue diretamente com pessoas que utilizem próteses, sempre que precisa realizar algum ajuste na clínica da Ottobock em Porto Alegre ou quando é convidada para algum evento da empresa, a gaúcha faz questão de compartilhar o que conhece com outros pacientes. "Acho significativo e diferenciado para quem não conhece a teoria ouvir o que os estudos dizem sobre o uso de próteses a partir de alguém que atua na área", comenta.

Sobre a Ottobock

Fundada em 1919, em Berlin, na Alemanha, a Ottobock é referência mundial na reabilitação de pessoas amputadas ou com mobilidade reduzida por sua dedicação em desenvolver tecnologia e inovação a fim de retomar a qualidade de vida dos usuários. Dentro de um vasto portifólio de produtos, a instituição investe em próteses (equipamentos utilizados por pessoas que passaram por uma amputação); órteses (quando pacientes possuem mobilidade reduzida devido a traumas e doenças ou quando estão em processo de reabilitação); e mobility (cadeiras de rodas para locomoção, com tecnologia adequada a cada necessidade). A Ottobock chegou ao Brasil em 1975 e atua no mercado da América Latina também em outros países como México, Colômbia, Equador, Peru, Uruguai, Argentina, Chile e Cuba, além de territórios da América Central. Atualmente, no Brasil, são oito clínicas, presentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Recife e Salvador.

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Bloquinhos da Go! Rede Go Coffee lança combos temáticos para o Carnaval

Bloquinhos da Go! Rede Go Coffee lança combos temáticos para o Carnaval

“Unidos do Pão com Beijo”, “Mocidade do Chocolate Independente” e muito mais; combos inéditos estarão disponíveis durante o mês de fevereiro nas 176 unidades da rede espalhadas pelo Brasil

A celebração mais colorida e divertida do ano está chegando, e a atmosfera do Carnaval já toma conta da rotina dos brasileiros. E por que não aproveitar a época mais animada do ano para provar novas combinações de sabores? Para os foliões amantes de cafés especiais, a rede Go Coffee preparou novos combos exclusivos inspirados na data mais vibrante do calendário, que estarão disponíveis durante todo o mês de fevereiro em suas 176 unidades espalhadas por 65 cidades brasileiras.

Os “Bloquinhos da Go!” terá uma opção diferente para cada dia da semana, com combinações temáticas e inéditas no cardápio. Nas segundas-feiras será dia do “Folia de Limão”, que traz a deliciosa Go Soda de Limão acompanhada de um cookie do mesmo sabor. Nas terças, a vez do combo “Unidos do Pão com Beijo”, que vai unir o frappe secreto do mês sabor Beijinho + um pão de queijo. Quarta-feira entra em cena o “Bagunça de Avelã”, que une o delicioso frappe de avelã a um cookie de Nutella. Quinta-feira é dia de dar a vez para o “Embaixadores da Banoffee”, com frappé e muffin da deliciosa sobremesa de banana. Para fechar a passagem dos “Bloquinhos da Go!”, as sextas-feiras terão o combo “Mocidade do Chocolate Independente”, que combina frappe de chocolate com brownie.

Frappe Secreto

Acompanhando os combos especiais de Carnaval, o frappé secreto do mês de fevereiro chega para completar o menu. Trazendo um dos doces mais queridos do brasileiro para um novo formato, o Frappé de Beijinho é feito com leite condensado, coco ralado e confeitos, e estará disponível diariamente em todas as unidades da rede. O menu completo da Go Coffee ainda conta uma variedade de cafés especiais, além de doces e salgados produzidos a partir de receitas autorais.

Os combos especiais estarão disponíveis durante todo o mês de fevereiro. Mais informações no perfil oficial da rede no Instagram (@gocoffeebrasil).

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