Seis motivos para incluir o agachamento na rotina  

Seis motivos para incluir o agachamento na rotina

O agachamento é um exercício que pode trazer inúmeros benefícios para a saúde e aumentar a aptidão física. É a principal atividade física para o fortalecimento dos músculos do core, um complexo de 29 pares musculares que suportam e estabilizam o quadril, abdômen e as regiões lombar e pélvica, que têm como principal função manter a estabilidade do corpo e produzir a força necessária para que entre em movimento. Pode ser feito sem a necessidade de equipamentos especiais e modificado de acordo com as limitações físicas de cada pessoa, além de poder ser realizado em praticamente qualquer lugar.

Para o professor da academia UPX Sports, Bruno Grein, além do fortalecimento muscular, o agachamento traz outros benefícios. “Esse exercício estimula alguns hormônios, fortalece o corpo todo e contribui para melhorar a postura, a flexibilidade e o equilíbrio”, comenta o profissional de educação física, que elenca seis motivos para incluir o agachamento na rotina dos exercícios físicos.

Fortalecimento muscular

Esse exercício envolve vários grupos musculares, incluindo os quadríceps, glúteos, músculos da parte inferior das costas e músculos abdominais. “Ao realizar agachamentos regularmente, esses músculos serão fortalecidos, melhorando a força, resistência e o equilíbrio geral do organismo”, aponta Bruno.

Melhora da postura

O professor salienta que, ao realizar agachamentos corretamente, a postura é automaticamente melhorada. “O exercício ajuda a fortalecer os músculos das costas e a corrigir a postura, prevenindo dores nas costas e outros problemas lombares”, explica.

Aumento da flexibilidade

A flexibilidade do corpo é mais um benefício desse exercício, especialmente nos músculos das coxas e panturrilhas. “Como resultado do agachamento, é possível melhorar a amplitude de movimentos e, consequentemente, diminuir o risco de lesões durante outras atividades físicas.”

bO agachamento é um exercício que estimula e envolve grupos musculares do corpo inteiro, contribuindo com a queima de calorias e o aumento da taxa metabólica basal. “Isso pode ser especialmente benéfico para quem está tentando perder alguns quilos ou manter um peso saudável”, detalha o professor.

Melhora da saúde cardiovascular

Bruno explica ainda que o agachamento pode melhorar a saúde cardiovascular. “Alguns estudos mostram que essa atividade reduz a pressão arterial e ativa a circulação sanguínea,” descreve.

Saúde mental

Esse exercício também pode melhorar a saúde mental, por conta da liberação de endorfina durante a prática. “A endorfina é um hormônio que pode ajudar a melhorar o humor e reduzir o estresse e ansiedade”, destaca o professor.

Apesar de todos os benefícios, o especialista ressalta a importância de realizar a atividade da forma correta, para que as melhorias sejam efetivas. “A maior precaução é utilizar a técnica da maneira certa e, principalmente, respeitar o limite do próprio corpo, ou seja, sem exagerar na amplitude e na sobrecarga sem antes procurar um profissional de educação física”, finaliza.

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Psilorogia promete teurapetizar o público no Festival de Teatro de Curitiba

Psilorogia promete teurapetizar o público no Festival de Teatro de Curitiba

Em uma única sessão no teatro Regina Vogue o solo do palhaço Loro traz comédia e emoção

O espetáculo “Psilorogia” se apresenta no Festival de teatro de Curitiba, dia 05 de abril às 20h, no teatro Regina Vogue. O solo traz Loro, um observador nato e curioso sobre o comportamento humano, decidiu seguir carreira na área de psicologia. Depois de dois anos de estudos, ele criou sua própria abordagem, a PsiLOROgia, que tem como objetivo levar sentido para a vida das pessoas.

Empolgado com a abertura do seu consultório, Loro recebeu seu primeiro paciente com toda atenção e cuidado. Usando a música como ferramenta de relaxamento, ele iniciou uma sessão e logo sentiu que precisava de ajuda para preencher a ficha cadastral. Com dedicação, tenta deixar claro que o processo terapêutico é um processo contínuo.

Loro não se contentou apenas com as sessões presenciais no consultório e decidiu criar uma ferramenta revolucionária para auxiliar seus pacientes fora dele: o "Lorota". Com ela, os clientes podem levar o terapeuta para casa e continuar uma jornada rumo ao autoconhecimento.

Com uma agenda cheia, Loro sentiu que a terapia em grupo seria uma excelente opção para ajudar os pacientes a alcançar seus objetivos. Guiando-os com harmonia e luz, mostrou como a rede de apoio pode ser fundamental para superar obstáculos e alcançar metas.

Ao final da sessão, Loro destacou que o trabalho do terapeuta não se resume apenas à sessão em si, mas envolve muito mais trabalho nos bastidores, como a elaboração de relatório e análises. E que cada esforço vale a pena para ajudar seus pacientes a encontrar sentido em suas vidas e alcançar seus objetivos.

Serviço:

Psilorogia

Data: 05 de abril

Horário: 20h

Local: Teatro Regina Vogue

Ingressos:

R$40 inteira R$20 meia entrada (+ taxas)

https://festivaldecuritiba.com.br/atracao/psilorogia/

Classificação indicativa: 12 anos

Ficha técnica

Elenco: Palhaço Loro

Direção: Bruno Madalozo e Micheli Vaz

Operação de Áudio e Iluminação: Rodrigo Fowolski

Coordenação de produção: Rodrigo Fowolski

Produção executiva: Prescila do Amaral

Produção: Ohz Produções

Fotografia: Ronaldo Canos

Patrocínio:

Pipoteca

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Por que não comer carne vermelha na Sexta-Feira Santa?  

Por que não comer carne vermelha na Sexta-Feira Santa?

Todos os anos, depois do carnaval, aqueles que seguem a religião católica passam 40 dias em reflexão e jejum, relembrando os 40 dias que Jesus Cristo passou no deserto antes de sua morte e ressurreição. A Quaresma, como o período é chamado, também é uma forma de lembrar dos 40 anos durante os quais Moisés guiou seu povo rumo à Terra Prometida. Esse período acaba na Páscoa, com a grande festa que comemora a vitória da vida sobre a morte. Mas, se é uma festa, então por que, na Sexta-Feira Santa, os católicos evitam comer carne vermelha?

De acordo com a doutrina católica, a prática do jejum tem uma série de objetivos para a vida de quem a adota. Na Quarta-Feira de Cinzas, quando a Quaresma começa oficialmente, uma das palavras lidas na missa é justamente “ordenai um jejum” (cf. Jl 1,14). Essa é, por exemplo, uma forma de se solidarizar com a prisão, tortura e crucificação de Cristo. Por isso, muitos católicos costumam fazer algum tipo de jejum até mesmo fora do período da Quaresma, normalmente abdicando de um ou mais tipos de alimento ou passando determinados períodos do dia sem se alimentar.

Nesse sentido, não comer carne vermelha seria uma forma de demonstrar solidariedade e respeito a Jesus. A coordenadora pedagógica para escolas confessionais conveniadas ao Sistema Positivo de Ensino, Lúzia Martins, explica que “a renúncia da carne nos lembra de que é o Espírito que vivifica a carne, não o contrário. A carne, nesse caso, deve estar ou ser submetida ao Espírito, para ser carne de verdade. Caso contrário, se corrompe. Deixar de comer carne é um exercício material, concreto na quaresma para lembrar o homem dessa realidade transcendente na sua relação com o Sagrado”.

Mas, na religião católica, o jejum na Quarta-Feira de Cinzas e na Sexta-Feira Santa é mais que apenas uma sugestão. Segundo o Código de Direito Canônico, nesses dias é obrigatório abdicar da carne ou de outro alimento que traga prazer ao fiel. “Cân. 1251: Observe-se a abstinência de carne ou de outro alimento, segundo as prescrições da Conferência dos Bispos, em todas as sextas-feiras do ano, a não ser que coincidam com algum dia enumerado entre as solenidades; observem-se a abstinência e o jejum na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.”

No entanto, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) permite que se substitua a abstinência de carne por um ato de piedade, uma obra de caridade ou a substituição da carne por outro alimento. “Em relação à abstenção de alimentos ou troca de algum deles, tudo depende daquilo que a pessoa mais gosta. Se, por exemplo, sou fascinada por chocolate e não consigo ficar sem comer um dia sequer, posso fazer jejum disso, em vez da carne. O mesmo vale para outros doces, café, cigarro, álcool e daí por diante”, afirma Lúzia.

Sobre o Sistema Positivo de Ensino

É o maior sistema voltado ao ensino particular no Brasil. Com um projeto sempre atual e inovador, ele oferece às escolas particulares diversos recursos que abrangem alunos, professores, gestores e também a família do aluno com conteúdo diferenciado. Para os estudantes, são ofertadas atividades integradas entre o livro didático e plataformas educacionais que o auxiliam na aprendizagem. Os professores recebem propostas de trabalho pedagógico focadas em diversos componentes, enquanto os gestores recebem recursos de apoio para a administração escolar, incluindo cursos e ferramentas que abordam temas voltados às áreas de pedagogia, marketing, finanças e questões jurídicas. A família participa do processo de aprendizagem do aluno recebendo conteúdo específico, que contempla revistas e webconferências voltadas à educação.

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Por que mulheres sofrem mais com burnout?  

Por que mulheres sofrem mais com burnout?

Médico e autor de livro sobre burnout explica os desafios que elas vivem em sua rotina de trabalho

A Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um é um fenômeno que se caracteriza por exaustão ou esgotamento, distanciamento afetivo do trabalho e sensação de ineficácia.

Segundo o médico, autor do livro O que ninguém te contou sobre Burnout, publicado pela Editora Mizuno, e diretor da Faculdade CENBRAP, Marcos Mendanha, o Burnout não pode ser confundido com um simples cansaço e é mais comum no gênero feminino.

Além das razões profissionais, a síndrome também está ligada a fatores individuais, questões que envolvem a vulnerabilidade ou a resiliência pessoal. Entre essas questões, os estudos recentes chamam a atenção para o neuroticismo. “Trata-se de um traço de personalidade definido como uma tendência a experimentar afetos negativos e, portanto, está presente em pessoas que vivenciam, de forma negativa, os estados emocionais. As pesquisas mostram que as mulheres consistentemente exibem pontuações mais altas nas escalas de neuroticismo do que os homens”, explica Mendanha.

Conforme o médico, “essa talvez seja uma das explicações para o fato de a população feminina apresentar também de 1 a 3 vezes mais diagnósticos de transtornos depressivos, e 2 vezes mais diagnósticos para transtornos de ansiedade generalizada (TAG) e transtorno de pânico, quando comparada à população masculina”.

Sobrecarga feminina

Em geral, os especialistas reconhecem que as estruturas sociais e a divisão de tarefas de acordo com normas de gêneros podem influenciar negativamente, gerando estresse maior para as mulheres. “A dupla jornada de trabalho, quando ocorre, pressupõe um desequilíbrio entre trabalho e descanso. Quando essa balança pende para o lado do trabalho, seja ele remunerado ou não, evidencia-se a sobrecarga. Nesse momento o descanso e a saúde ficam comprometidos”, é o que explica o Dr. Marcos.

Torna-se importante, portanto, que tanto as empresas como a sociedade encontrem formas de reduzir esse desequilíbrio. “Do ponto de vista ocupacional, a redução da jornada de trabalho é bem-vinda, desde que haja uma diminuição proporcional da carga de trabalho. Se a carga semanal estava distribuída para 5 dias e se reduz a jornada de trabalho para 4 dias, mantendo-se a carga de trabalho original, a conta não fecha. O trabalhador, nesse caso, terá que fazer tudo que fazia em 5 dias, agora em 4 dias. Isso gera sobrecarga de trabalho, um dos fatores que mais promovem Burnout e adoecimentos mentais no contexto profissional.”

Sobre Marcos Mendanha

É médico, diretor e professor da Faculdade CENBRAP, onde realiza e coordena estudos, cursos e eventos sobre Psiquiatria e saúde mental do trabalhador há mais de 10 anos. É especialista em Medicina do Trabalho e também em Medicina Legal e Perícia Médica.

É advogado especialista em Direito do Trabalho; pós-graduado em Filosofia; e professor convidado da pós-graduação em Medicina do Trabalho, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP).

É autor dos livros "O que ninguém de contou sobre Burnout - Aspectos práticos e polêmicos" (Editora Mizuno), “Medicina do Trabalho e Perícias Médicas - Aspectos práticos e polêmicos” (Editora LTr), e “Limbo Previdenciário Trabalhista - Causas, consequências e soluções à luz da jurisprudência comentada” (Editora Mizuno); e coautor de várias obras. É coordenador do Congresso Brasileiro de Psiquiatria Ocupacional (CBPO) e do Congresso Brasileiro de Medicina do Trabalho e Perícias Médicas (CBMTPM).

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Kopenhagen apresenta collab com Life by Vivara para a Páscoa  

Kopenhagen apresenta collab com Life by Vivara para a Páscoa

Uma das parcerias mais aguardadas chegou para marcar a data mais gostosa do ano. A collab exclusiva entre Kopenhagen e Life By Vivara traz a sintonia entre as marcas, oferecendo sofisticação do mágico sabor do chocolate Kopenhagen e todo o requinte de Life By Vivara.

O lançamento Ovo Deluxe Língua de Gato Life by Vivara é o queridinho da Páscoa Kopenhagen: ovo ao leite com recheio cremoso, que acompanha 4 Trufas Língua de Gato, 8 Medalhões Língua de Gato, 8 Línguas de Gato e 1 Pingente exclusivo Life by Vivara em formato de patinha de gato, banhado com ouro.

São 810g de muito sabor, qualidade e elegância, distribuídos em uma sofisticada embalagem para tornar a Páscoa ainda mais marcante.

Valor sugerido: R$ 499,90.

O produto pode ser encontrado nas lojas físicas Kopenhagen de todo o Brasil, no site, no app da marca e em apps parceiros, como Rappi e Ifood. Saiba mais em: https://www.kopenhagen.com.br

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